Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
26
Fev 20
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

É este

Portanto ainda bem que o escrevemos, já lá vão 10 anos...

 

E podendo parecer muito tempo, claro que não o é, sobretudo, se tivermos em consideração a data a que se referem os factos:

E os ditos factos - teimosias de uma estudante, perante professores e orientadores, por estar convicta de uma ideia* - tiveram início em 2002, tendo estado mais activos até 2005.

Pode parecer que morreram depois disso, mas uma certa estrelinha nossa, e outra muito diferente vinda de uma "super-star", trouxeram-nos de volta.

Agora foi "um estado de alarme", diagnosticado por Lídia Jorge numa entrevista ao Público, lida e reinterpretada, em termos como Traumas, Desilusões e Esperança, por quem, sucessivamente, a mim (e à minha orientadora numa primeira fase) em 2002, resolveu coarctar caminhos, e matar esperanças: naquilo que se estava a entrever, e ainda hoje precisa, aliás cada vez mais precisa*, de ser devidamente investigado. No local próprio, e com as pessoas (várias) competentes e muito empenhadas para concretizarem uma tarefa que é imensa...

Porém, foi o referido super star - de quem não sou inimiga, longe disso, mas talvez adversária, e «de estimação»** -, que entendeu ver totalmente fora de si, e sendo-lhe estranhas, várias práticas que, segundo supomos (pois não lemos a entrevista à escritora) terão sido denunciadas por Lídia Jorge, por serem tão enviesadas, e, quem sabe, contrárias ao desenvolvimento que todos desejaríamos.

Mas por fim, lá nos lembrámos de Frei Tomás (como aqui se pode ler, nos vários posts publicados), e de tudo o que o enorme S. Tomás de Aquino nos tem conseguido acrescentar. A nós, pessoalmente, e principalmente, desde que percebemos a sua recuperação de Aristóteles: trazido de novo para as Ideias e para a Arte. Neste caso para a arte do tempo do Renascimento:

E desse modo retirando a primazia que tinha sido dada a Platão, desde os primeiros tempos do Cristianismo, até meados do século XII, como é dito por todos os autores. Um S. Tomás de Aquino, de que gostámos particularmente, ao ler o S. Tomás de G. Keith Chesterton (Aletheia Editores).   

E foi isto, de certeza, que levou a que um post com 10 anos fosse agora revisitado

~~~~~~~~~~~~~~

*As provas das nossas ideias (e teorias) não páram de crescer, agora que temos acesso, mesmo que limitadíssimo, às imagens e desenhos de autores que viveram há 5 séculos.

**Como poderia ser inimiga de alguém que se confessa autor de erros, quiçá de prejuízos causados a outros...? Mas que, simultaneamente, pelo seu verdadeiro affairisme artistique, tem dado - tant bien que mal - vários, ou imensos, empurrões para o desenvolvimento da história da arte em Portugal.

Num país em que, da Política à Arte, e dadas as metodologias empregues - no qual a inveja é soberana -, e em que tudo avança (se avançar?) mas é só ao empurrão.

É que, embora sendo empurrões, pelos vistos têm que ser agradecidos, e estarmos gratos por eles...


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