Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Out 18
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

Porque desta vez pensei - há que ler, nem que seja de relance, a newsletter da Fundação António Quadros*

E foi o que aconteceu, há horas, logo de manhã:

 

Um texto a contar como habitualmente decorriam as tertúlias começadas na Mimosa (seria na Rua das Flores?), e continuadas no que foram os Salões de festa e de baile, dos Quintela-Farrobo. Os mesmos em que, e por muito estranho que possa parecer (ou perturbantes que esses espaços fossem?), durante várias décadas do século XX, decorreram as aulas do IADE: os espaços onde leccionávamos.

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Assim, aqui está - como citação - um copy/paste feito a partir da Newsletter Nº 140 / 14 de Outubro de 2018 chegada hoje:

01 António Quadros – Grupo da Filosofia Portuguesa – Memórias Vivas,
por Pedro Manuel Machado de Sousa Furtado Correia.


"A tertúlia começava ao jantar, na Mimosa do Chiado, às quintas-feiras. Chegávamos, íamo-nos acercando das mesas já dispostas para nós, e de cumprimentos calorosos eram recebidos os que iam surgindo, mas pouco esperávamos. Quem não pudera vir previamente fazia saber de sua ausência. As novidades editoriais, especialmente as que diziam respeito à cultura portuguesa e à lusofonia, eram geralmente a peça de abertura. A leitura de quem já se havia aproximado de sua análise era logo partilhada. Outras novidades, futuros eventos ou participações dos membros do grupo, notícias do foro político relativas à cultura, também eram de permanente interesse, assunto este em que António Quadros mostrava particular interesse. E conversava-se variamente, evocando memórias de que a geração mais nova, da década de 60, absorvia e indagava. Por vezes liam-se ou davam-se a ler poemas inéditos, ou alguns rememorados, que haviam resultado especialmente interessantes para a vida circunstancial de alguém entre os participantes. O Elísio e o João liam singularmente bem, mas também me deliciei com Barrilaro Ruas, apesar dele muito dar a ler. Depois, inevitavelmente, vinham as experiências de vida partilhadas com esses e outros autores, que haviam sido do conhecimento ou da amizade dos convivas mais idosos. Era um privilégio ouvir essas experiências de vida não registadas por escrito. Quanta riqueza de vida foi deste modo partilhada além de uma geração e aquém das obras escritas!

Foi através de um colega estudante de Filosofia na UCP, o Elísio Gala, que encontrei esta tertúlia, que nascera no Porto, com Leonardo Coimbra, em 1926. Assim, convivi com um grupo muito diversificado de pessoas com interesse filosófico. Encontrei aí um passado, uma história, referências, pessoas com obra que desde o início do século XX realizaram contribuições culturais relevantes, na sua obra teórica, ensaística e política, mas também na didáctica, na poética e no romance. Todavia, deste plural conjunto de pessoas emergia constantemente a memória da Pátria, nos filósofos, cientistas, historiadores, artistas, literatos, vozes teóricas que amassavam passado, presente e futuro; vozes que proporcionavam uma perspectiva histórica alargada, os princípios e as lutas em seus cenários epocais, as constantes humanas e as singularidades pessoais, dispondo-se em obras para nossa reinterpretação.
Se é sempre função das gerações mais adiantadas um nexo de unidade, a equação do passado ao presente para o futuro, ao modo como era praticada, era por si mesma constituída de valor, na funda experiência de pessoa a pessoa, na sensibilidade ao outro, na inteligência com profundidades e abordagens diferenciadas, na sua dedicação objectivada em obra. Estas competências, que se estimulam e são próprias numa Academia, formavam uma Escola no seu sentido mais amplo, espaço para a dedicação reflexiva e interactiva, mais do que esteio ou projecção para alguma específica e pessoal ambição, política ou de cariz filosófico, em parte devido à variedade de personagens, percursos e incidências que a compunham, em parte devido a serem estas reuniões um estímulo para a obra a desenvolver, pessoal e literária, e não um fim. A diversidade pessoal era coisa sagrada, mas também o era a partilha e a exigência de fundamentação, perante uma pluralidade de ideias e abordagens, na polidez do tratamento, na elevação das nossas responsabilidades como agentes culturais e, também, no amor a Portugal.
O gosto e filosofia desse Grupo incidia especialmente na cultura portuguesa, do passado e do presente, no sentido de ela ser, mais do que um importante recurso para a erudição, elemento imprescindível ao auto-conhecimento e motivo de reinterpretação da realidade social, económica e política; pois não há outro portal para aceder ao presente, pela sua diferença ou semelhança, senão a memória, nos arquivos, nos livros, na experiência de vida das gerações passadas.
Contudo, não ficávamos pela tertúlia. Depois de jantar passávamos ao IADE para o colóquio aprazado. António Quadros, também presente na tertúlia do Grupo da Filosofia Portuguesa, acolhia-nos numa sala ampla. Um convidado, ou um dos que estivera na tertúlia, iria desenvolver uma interpretação filosófica. Por vezes, além de um público frequente e quase permanente, chegavam a estes colóquios várias pessoas, também eles dedicados à cultura portuguesa e à filosofia que se haviam deslocado, por exemplo, de Estremoz e do Porto
O orador ia para o estrado, sem mesa, e de pé dissertava, ou melhor, como nessa tradição se manteve, orava. Mas quando começava o diálogo logo a sala se ia tornando elítica, activada a conversação entre uns e outros e com o orador. Não eram esses colóquios fáceis, com um público meramente expectante, mas sempre se constituía em estímulo, para que o intérprete e orador fizessem o seu caminho, tendo por início e não como ponto de chegada a sua mesma exposição, pois a relação com a actividade interrogativa, reflexiva e crítica dos participantes era intensa, viva e muito participada, vigorosa a questionação, mas não necessariamente severa.
Era este espaço de acolhimento, também um espaço de construção e de afirmação num pensamento exigente, na questionação à terminologia aplicada, quanto ao limite de sentido proposto na interpretação de um autor ou de uma obra em análise, quanto à pertinência das referências aduzidas em justaposição ou contiguidade com outros autores e quanto ao esclarecimento de pressupostos teóricos.
A sociedade portuguesa vivenciava uma intensa mudança cultural nessa época, com as diligências políticas de conformação normativa com a então CEE. Uma mudança que pode também representar-se pela construção de um discurso económico renovado, pela independência dos meios de comunicação social, que se tornaram mais apelativos, pela crescente oferta e participação do público em eventos culturais. A oportunidade de intervir politicamente, do ponto de vista de um jovem nos anos oitenta, estava na adesão a um partido político, na participação em associações de carácter solidário ou na participação em várias instituições culturais, onde inseri algumas contribuições, nas associações académicas, numa revista elaborada com o Elísio Gala, os “Cadernos de Filosofia”, para difusão na Universidade, e na participação activa em colóquios e conferências públicas.
Numa dessas conferências, algures na baixa de Lisboa, o tema era a política cultural portuguesa. Um dos palestrantes fora Secretário de Estado para a Cultura, de quem positivamente não me recordo o nome, e António Quadros. O primeiro advogava como meio de apoio às actividades culturais criar-se uma expectativa melhorada às receitas do Orçamento de Estado, por sua vez, mais incisivo no assunto e menos optimista perante aquela tese, António Quadros dissertou acerca da quase ausência dos autores portugueses nos compêndios escolares, fossem eles de História ou de Ciências, um problema político e de interdisciplinaridade. Importa salientar que esta sua intenção viria a objectivar-se, se bem que ainda ficasse muito longe do que poderia ser. Intervim após as conferências, durante o debate, na perspectiva de António Quadros, especificando no que dizia respeito à disciplina de Filosofia.
Salientando o facto de que os manuais escolares de filosofia eram escassos ou omissos em relação aos autores portugueses, quer anteriormente à Europa humanista, na Europa humanista e daí em diante. Entendia como ainda entendo, expondo agora com maior clareza, que com cientistas, literatos e artistas dar-se-ia a pensar filosofia em melhor modo do que ao género a que nos temos habituado, malogradamente. Pois em toda a nossa literatura portuguesa e lusófona se encontram peças de extraordinário interesse filosófico, do passado e do presente, como estímulo à reflexão e à acção cívica, para uma reflexão situada e universalizante, para o pensamento aplicado na questionação ética, estética, social, económica e política. Não se tratava apenas de substituir a aridez dos esquemas cronológicos, das doutrinas e textos apenas para iniciados, que usualmente expunham os manuais, mas de amplificar as virtudes pedagógicas do registo literário das fontes, científicas, políticas, jurídicas, poéticas. Estou lembrado de um manual de filosofia que, logo na sua primeira frase, longa e recurva, continha termos rigorosamente inultrapassáveis para o aluno, supostamente o seu mais directo leitor. Quanto não ganharia a cultura lusófona se, com os seus autores, os aplicássemos à iniciação de pensamento filosófico. Assim iniciaríamos os jovens ao discurso filosófico reconhecendo-o na elaboração vívida da língua, e não com textos quase herméticos ao estudante, obras sumariadas e doutrinas esquematizadas. Não querendo com isto dizer que nos desviemos completamente do paradigma entretanto praticado, isto é, da pedagógica predominância da escrita sobre a oralidade para efeitos de avaliação, da cronologia e da historiografia, do questionamento das temáticas antropológicas e epistemológico-hermenêuticas. Mas incluindo sobretudo os métodos colaborativos de aprendizagem, integrando com intensidade a produção cultural em língua portuguesa, e com ecletismo, na iniciação à filosofia e às ciências. Quem leu as palavras claríssimas de um Delfim Santos acerca da filosofia prefere-a naturalmente a outras versões, igualmente interessantes, mas, em traduções. A introdução ao estudo da história, e ao facto científico, proporcionada na introdução de Fernão Lopes na Crónica de D. João I, é ímpar. A poesia, como cenário de um contexto histórico e expressão acerca da condição humana, pode ser pedagogicamente mais estimulante e grave do que algumas dissertações que mais parecem saídas de uma máquina de propaganda ocidental do que de um laboratório pedagógico, interdisciplinar e ecléctico.
Ao terminar esse debate, à saída, tenho o gratíssimo prazer de António Quadros se me dirigir, com total surpresa minha, e convidar-me para os colóquios no IADE. É verdade que já para eles havia entrado na semana anterior pela mão do Elísio Gala, mas foi esse um episódio que nunca esquecerei, pois por ele dou a conhecer alguém que do púlpito dos conferencistas vem convidar uma pessoa que participara, para lhe proporcionar o estímulo, a continuidade e o aprofundamento dessa participação. Porém, estou reconhecido a António Quadros por outros e vários motivos, não apenas pelo seu acolhimento, mas também pela sua promoção da cultura portuguesa e lusófona, pelo seu trato e pela sua presença."

Mas entretanto nós - os profs. do IADE - a maioria, quer pela nossa idade, quer pelos temas que naturalmente interessavam «às nossas vidas», em geral não estávamos nestas andanças.  

No entanto ouvíamos as historietas, muitas delas sobrantes (por alguma graça ou notoriedade maior) dessas tertúlias e desses encontros. Acontecia até, que nas reuniões de professores que eram frequentíssimas (bastante diferente do que veio a acontecer mais tarde), era o próprio Dr. A. Quadros que as trazia, e as contava.

E delas, pelos relatos, poderíamos retirar algumas «panorâmicas», retratos, alguns talvez mais amplos (ou até por vezes muito especificos?) relativamente às temáticas que na sua vida o iam fascinando.  

Era um outro mundo, imenso, mas imenso mesmo! Como aliás prova a sua bibliografia (de que temos apenas um ou dois títulos...); mas que, nessa data - desde 1976 ao início dos anos 90, era ainda literatura que não nos interessava, particularmente.

Também porque estava ali ao lado, sabíamo-lo. Era um mundo que ia girando, paralelamente ao nosso, tendo nós a noção desse facto, que não fugia. Ou, continuando com a metáfora, tendo nós a noção dessa «rotação» (?), mesmo que, tantas vezes, a estranhássemos muito!

Mas, porque algumas vezes esses dois mundos se encontravam, e nem sempre esses «encontros», ou, digamos, eram mais intersecções (por vezes até tipo choque); digamos pois que nem sempre as ditas intersecções nos deixavam marcas de nota... Pelo menos que o saibamos, ou que nos lembremos?

Apesar de ser sabido que aquilo que cada um de nós passa, ou passou ao seu inconsciente, nem sempre foi o que decidiu pôr «na gaveta de baixo» (da memória); mas sim aquilo que, para lá, involuntariamente, terá caído...?

Isto é, e tentando ser mais clara, estamos a pensar em assuntos e temas que viveram ao nosso lado durante anos, e anos, e anos, mas que, e porque então pouco nos interessavam, eles devem ter caído (sem se dar por isso) para outros níveis da consciência; ou seja passado para o subconsciente e para o inconsciente?

Por isto, a questão do Filioque, que nos apercebemos ter estado na origem da representação do Espírito Santo - e que, como, veementemente defendemos, passou, dando forma ao que o caracteriza,ao Estilo Gótico; esta questão quando surge deixa-nos muitas vezes num estranho estado de questionamento interior: ou seja, meio-perdida, e à procura de episódios que possam ter acontecido, ou ainda à procura de memórias muito vagas.

Sobretudo porque ainda dentro do grupo de que António Quadros, também fazia parte, como está descrito acima, grupo dedicado à cultura e à Filosofia Portuguesa (sendo aliás autor de uma obra com o título A Patrologia Lusitana), nesse grupo esteve também João Pinharanda Gomes - a quem A. Quadros, nas ditas reuniões de profs., várias vezes (porque disso eu lembro-me) ele fazia referência**.

Seja como for - e se este é um dos assuntos que pode vir a acompanhar-me sempre: ou seja, o tentar perceber aquilo que (eu) já poderia ter conhecido da problemática do Filioque, antes de 2001 (?), e dos meus estudos dedicados a Monserrate, quando Maria João Baptista Neto me pôs à procura das (suas, dela!) Origens do Gótico?

Depois, também é verdade, pelo que se lê, que foi Pinharanda Gomes que fez referência a esta questão teológica - articulada com o Priscilianismo (uma heresia surgida aqui na Iberia) -, e a associou, i. e., o surgir desta problemática teológica, ao I Concílio de Toledo, realizado no ano 400.

Na verdade, e repetindo-me, há que dizer que mais tarde li imenso sobre esta questão, mas foi em Pinharanda Gomes (e talvez também em A. Quadros?), como provam as imagens seguintes***, que fiz as primeiras leituras sobre o assunto.

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Por fim, e porque um doutoramento são estudos complexos que não dependem de um padrinho - que numa única data leva alguém (o seu próprio «afilhadito» - um incapaz de pensar pela sua cabeça e de ter vontade própria) à Universidade e vem de lá doutor. Não é assim, como infelizmente tivemos que conhecer vários casos de doutores (que também decidiram aliás interferir com, e mandar na nossa vida, sem que pudéssemos, até agora ter outra alternativa...). Mas - continuando depois deste parêntesis mais do que inevitável - e porque um PhD tem um Ph que vem de Filosofia, queremos ainda destacar que nas tertúlias de António Quadros também estava Elísio Gala (como se diz no texto).

É alguém (um autor) a quem devemos algumas leituras «fornecedoras» de informações fantásticas.

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Vindas das notas sobre a sua tradução da República - que era a POLITEIA dos gregos.

Sobretudo a passagem que está na imagem seguinte, a qual - em nossa opinião - qualquer doutorado, preocupado em ensinar Arte e Design  deveria conhecer.

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Por isso, Elísio Gala é um outro nome que não estranhei na Newsletter de hoje, com a descrição das tertúlias que começavam com o jantar na Mimosa. Sobretudo pelos seus textos que nos permitiram compreender as imagens da Arte, ao explicar que em grego o verbo "IDEAR" se refere a imagem essencial, ou à essência das coisas visíveis.

Assim, caros leitores fica hoje este post enorme, que é também o testemunho de quem em pleno século XXI está proibido de contactar os alunos:

Ou seja, de quem está posta na prateleira (dourada ou indigna? - escolham a cor e o décor...) e sem serviço docente atribuído por - Thanks God - ter memórias a mais!

Ou, porque talvez, e como António Quadros - cujos textos tantas vezes nos pareceram incríveis fantasias... -, talvez porque como ele nós também vimos interligações entre temas muito diferentes, e estabelecemos relações entre eles! 

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*Pois se ando a dizer que «descobri» o que ele e alguns dos seus amigos tanto questionaram, enfim pode haver algo que me interesse, por isso hoje - manhã de 14 de Outubro - li. São também memórias da escola em que fui prof. até 2008, já que depois disso, e exactamente depois desse dia, tudo mudou. No entanto, ao lançar o meu estudo sobre Monserrate no Palácio Quintela, em 2 de Junho 2008, também ficou registada uma ligação (mais real, concreta - pelo preâmbulo de Fernando António Baptista Pereira - à obra de António Quadros). Uma ligação de que me apercebera, mais claramente, em 2002. Quando comecei a encontrar aquilo que a minha orientadora dos estudos na FLUL - Maria João Baptista Neto - queria fosse a base teórica (ou o briefing que então ela inventou!), para ser o fio condutor da pesquisa.   

**Referências feitas por A. Quadros, que - o sobre, e o por que eram? -, claro que não sei...

Mas lembro do nome, por ser um apelido invulgar, razão para mais tarde não ser estranho, por ter ficado na memória.

***Porém, hoje não sei dizer se li para o mestrado (e portanto antes de 2004), ou se foi só depois de 2006 para os estudos do Doutoramento (que nessa data iniciei)? Sei que cheguei depois a uma vastíssima (é mesmo sem fim...ver abaixo) bibliografia sobre este tema (o Filioque). Tema que, do ponto de vista das imagens - a iconografia (ou uma ICONOTEOLOGIA) que passou para a Arquitectura - é abordado por André Grabar e mais tarde por Oleg Grabar. O pai (André) ocupado com as imagens da Iconografia Cristã, e o filho (Oleg) que se tornou especialista na Arte Islâmica. Mais uma vez, e agora aqui, também outros «dois mundos culturais» que estiveram presentes (ou muito próximos) em Toledo, a partir do ano 711: quando a Pens. Ibérica foi invadida pelos Árabes vindos do Norte de África. 

Sobre este assunto, regista-se para os leitores muito curiosos que o melhor que lemos foi em Aldama. E procurando encontram-no: assim ver por exemplo na Internet uma versão (só) com 27 pp. que pode interessar-vos. Tem como título:  “The Insertion of the Filioque Into the Nicene Creed and a Letter of Isidore of Sevil” 

Ir por aqui.


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