...e mais as suas instituições (a começar pelo ensino), então que o façam, porque há muito que fazer.
No caso da História da Arquitectura, muitas, muitas novas informações para compreender, como é o exemplo*.
No caso do Design, e da Industrialização, que tal ler e tentar ficar a conhecer o que pode ser visto como uma primeira industrialização? Os esforços de D. Pedro II e depois de D. João V - os quais, como é mais conhecido - se continuaram no tempo do Marquês de Pombal. Para que o país pudesse ter bens e produtos que começavam a ser bastante comuns noutros países? Como os tecidos que a Inglaterra importava da Índia e depois passou a fabricar. Procurem em Mercantilismo português, escolham os sites, porque nem sempre o primeiro é o melhor**? Mas o que é certo - a não ser que tudo se tenha reduzido a ínfimas partículas e tudo esteja atomizado? - é que o design é muito mais do que fazer desenhos para superfícies planas, para serem vistos com «luz vinda de dentro ou de fora»: pois nem tudo são écrans, telas ou tecidos...
(clic para legenda)
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*http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/viollet-le-duc-james-ackerman-e-a-80663
**http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercantilismo_portugu%C3%AAs
http://pt.slideshare.net/prof_smnccmendonca/o-mercantilismo-em-portugal-1079204
http://pt.slideshare.net/cattonia/mercantilismo-portugus-9863139?next_slideshow=1
http://armazemdoslinhos.myshopify.com/collections/frontpage
Que os ensinamentos de William Morris sejam úteis (de novo, e várias vezes). Porque saber carregar num botão é mais fácil do que saber tecer um qualquer pano! Porque conhecer a História e o passado é uma maneira de responder às necessidades dos grupos, dos países, às encomendas que os Designers podem vir a ter enquanto profissionais...
Depois, só há evolução se todos estiverem à altura das suas responsabilidades: de uma forma inteira
