Venham mais 5 - Bons Designers claro - e não um pleno (que transborda e vira fedorento...?) de vendedores e marketeers!
Em boa verdade são cada vez mais precisos os fazedores de bom trabalho, aquele que é capaz de responder às exigências, criando boas ideias:
Há que carregar baterias, sobretudo repor toda a carga que se tem vindo a perder nestes últimos tempos, pela CRISE (de valores).
É de gente de sínteses que se precisa, de pessoas - que sejam verdadeiros criativos - de saber unir as pontas e assim concretizar o que pareciam contrários e contraditórios.
Em vez dos «lixarentos da moda»: i. e., dos criadores de lixo e de inúmeras inutilidades das quais todos, alegremente (de maneira acrítica e ignorante das contradições com que alinharam), passaram a querer depender.
À maneira de Morris vermo-nos livres de tudo o que é "useless toil", passando a saber fazer.
https://www.marxists.org/archive/morris/works/1893/textiles.htm
https://www.marxists.org/archive/morris/works/1893/commune.htm
https://www.marxists.org/archive/morris/works/1889/gothic.htm
Vejam acima, explorem os links, vejam como a Política não pode estar desligada das obras que fazemos. A Economia, a Indústria e o Design são - como numa árvore (ou no Pensamento em Árvore, ou esquema arborescente) - tudo elementos de um mesmo tronco e ramos, que no fim, depois das flores dão frutos. Desde o século XIX que quem quer ser Designer não fecha os olhos ao que está antes; nem deixa de olhar para outros troncos que se juntam no caule, que entra na terra e abaixo tem raízes. Se a árvore estiver completamente «desequilibrada», não vale a pena estar concentrado num desenho específico que a Indústria não vai produzir, que a Economia não vai financiar.
Para ler até ao fim, de cada link
