Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Set 22
publicado por primaluce, às 15:30link do post | comentar

De um livro cujo conteúdo valorizamos*, mas, não concordando, totalmente, com o título.

O post de hoje é refeito a partir do que foi escrito aqui, em Out. 2019

 

Por termos percebido, há muito, que os Símbolos não são forçosamente o mesmo que Imagens (visuais). No cristianismo inicial o Símbolo dos Apóstolos foi substituído, a partir de 325, pelo chamado Símbolo de Niceia. E mais tarde, depois do Concílio de Constantinopla, o referido Símbolo de Niceia passou a ser, como se chama (agora e é o Credo): Símbolo Niceno-Constantinopolitano. Donde, inicialmente, um Símbolo é uma reunião de ideias.

Ora neste caso dos Símbolos da Fé,  a estes, que eram reuniões de palavras escolhidas para traduzir ideias, posteriormente associaram-se (automática ou convencionalmente) imagens tradutoras dessas ideias. As mesmas que passaram às Igrejas e aos objectos litúrgicos, e que depois os Reis, Imperadores e muitos outros - os poderosos (ou os que de algum modo pretendiam ser vistos como tal...) - também resolveram plasmar nas suas vestes e adereços.

Em suma, como sinal da sua adesão às religiões, que entretanto tinham sido tornadas oficiais.

ERII-SinaisMonarquia-2.jpg

(abrir em outro separador)

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*O livro Symbols of Power, é de Paola Rapelli, traduzido por Jay Hyams. Edição de The J. Paul Getty Museum, Getty Publications, Los Angeles 2011. Ver p. 197


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