... é impossível não lembrar Manoel de Oliveira
É impossível não perceber que mesmo, por vezes, que as obras dêem trabalho, que depois implica uma redução do tal gôzo, ter projectos, estar focado em trabalhos e em obras, é o melhor que pode acontecer.
Não só para quem realiza, mas sobretudo para os beneficiados dessas realizações: as cidades, os alunos, os donos e utilizadores das casas projectadas, as peças que se desenham/concebem, a pensar nos seus utentes e fruidores, etc., etc.
Em suma, Arte e Neurociências têm muito (ainda, e ao que nos parece) para ser estudado!
http://casamarela.blogs.sapo.pt/as-obras-que-dao-gozo-7028
Obras que muitas vezes são pontos (por exemplo referências na Paisagem Urbana*) em que a memória se foca, embora nem sempre do mesmo modo:
http://primaluce.blogs.sapo.pt/pierre-nora-e-os-seus-lieux-de-241216
Quanto ao que William Morris escreveu sobre o Gótico, por enquanto há que o relembrar...
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*O que nos lembra autores como Gordon Cullen e Kevin Lynch - mais as respectivas teorias aplicadas ao design da cidade. Um Design que é de Arquitectos e Urbanistas e não dos designers dos objectos (ou pequenas obras que podemos chamar «em escala mini»).