... embora tendo uma opinião, muito respeitosamente diferente!
E bem que a escrevo, e tento por tudo divulgar !
Depois de um trabalho escrito (Monserrate uma Nova História - em que estas questões nos surgiram pela primeira vez).
Em especial tem sido em blogs e no facebook - na Internet - que em geral temos tentado contornar o desinteresse militante (e lesa pátria) da Universidade de Lisboa.
Aparentemente são muito poucos os que querem saber de um assunto, que além de entusiasmante e muitíssimo interessante, tem a capacidade de mostrar como a Arte, em tantos casos e exemplos, funcionou como uma língua!
Por outro lado, também nunca (eu) antes tinha visto este vídeo, em que José Hermano Saraiva tenta explicar o que podem ter sido as Quinas (*). Muito interessante, já que é o sinal de que pelo menos existe/existiu alguém, para quem esta questão não foi indiferente.
Retirámos a imagem seguinte do vídeo de Lisboa Tours, agradecendo a divulgação que estão a fazer deste tema, para vantagem - e enorme utilidade - de todos nós.

José Hermano Saraiva refere-se a Cruz Templária, nós temos preferido a designação Cruz Pátea...
Embora concordando que a forma (numa evolução geométrica que se pode observar ao longo dos tempos, em diferentes exemplos) terá nascido para traduzir uma ideia essencial do Cristianismo: o FILIOQUE
E se a vemos associada a Afonso Henriques, que há 900 anos, num dia de Pentecostes se armou cavaleiro - Catedral de Zamora 1125. É no entanto forçoso reconhecer que a sua génese remonta ao Concílio de Niceia. Há 1700 anos:
O primeiro concílio que foi considerado ecuménico, convocado por Constantino, em 325. Na sua tentativa de unir a fé dos cristãos.
Esta questão de enorme relevância já a deixámos registada em Monserrate uma Nova História (2008),como a seguir se prova

Já que também «vimos», nas imagens/ideogramas criados (com apoio da geometria, como a Cruz a que J.-H. Saraiva chama Templária ), alusões à considerada a verdadeira fé, proclamada em Niceia.
Isto é, o que se passou a considerar verdade essencial, o Credo Católico : primeiro designado Símbolo de Niceia. Que foi mais tarde aperfeiçoado, ficando com a designação, que se mantém ainda agora, de Símbolo Niceno-Constantinopolitano.
Portanto, a terminar, lembra-se a ida - amanhã - do Papa Leão XIV à Turquia, a Iznik e a Niceia, assim como a Carta Encíclica, agora publicada
In unitate fidei: a Carta Apostólica de Leão XIV sobre o Concílio de Niceia
(Vatican News https://share.google/C53XZmITz0Cu3Cemy)
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(*) E em nossa opinião não anda muito longe...