Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
22
Jun 18
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Dás-me um cravo..., mais tanta inspiração!

E que tal - por uma vez -, fresquinho, bem cheiroso e cheio de Design?


19
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Ou seja - o melhor possível -, à muito actual desmaterialização do Saber*

DSCN9958.JPG

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Não havia computadores, mas havia materiais fantásticos e ideias ainda melhores. Acho que de tudo aproveitámos, como hoje continuamos a aproveitar!

Particularmente no aspecto da organização, da criação de pastas e ficheiros, ou também da respectiva compactação como esta última imagem mostra:

DSCN9961.JPG

Alguns materiais e equipamentos, pelas suas características e propósitos de utilização, obedecendo a critérios de selecção de acordo com normas internacionais, obrigavam-nos a conhecer essas regras...

De tudo isso nos preparámos e precavemos, rodeando-nos de informações, que, em geral não estavam facilmente disponíveis. A não ser nos mostruários e nos catálogos das empresas distribuidoras e nas mãos dos seus vendedores**.

Noutros casos, muitas informações e materiais tinham sido estudados e classificados (homologados) por laboratórios e instituições de referência como o LNETI e o LNEC. Por isso eram consideradas mais ao nível das «engenharias», e portanto sempre tentámos tornar esses conhecimenttos acessíveis: entre um faça você mesmo, e a prática experimental, menos teórica.  

Nesse tempo nada disto aparecia nos ecrãs dos computadores (ainda não vulgarizados), e muito pouco estava sistematizado. Sobretudo no final dos anos 70, até meados dos 80..

Depois lá se foi fazendo, mas lembro-me de se seguirem, frequentemente, as regras e as normas de outros países (Inglaterra) dada a ausência de normas e de legislação nacional.

Era o caso da Segurança Contra Incêndios dentro dos Edifícios, ou do dimensionamento de máquinas e equipamentos, como por exemplo acontecia com os elevadores.

Divertido, ou importante constatação (?), hoje, quando sem ligar o computador nos deparamos com alguns desses materiais, que imediatamente evocam os casos em que se usavam, mais ou menos tipificados. Pois eles são mnemotécnicos: só de os vermos há cadeias de ideias e de conhecimentos que voltam à memória.

Será que quando despejarmos o "atelier" , «desmaterializando», i. e., deitando fora (para o lixo) e sem os ter por perto, os nossos conhecimentos também vão passar a ser muito mais virtuais?

E deixando de ocupar espaço físico, também deixam de ter direito a espaço mental, nosso?

Num -----» "longe da vista", que passa a ser "longe do coração"?

~~~~~~~~~~~~

*A primeira vez que tivemos esta sensação, foi num cursinho no IADE, quando nos apercebemos que poderíamos despejar imensos materiais (que estão nas nossas estantes), se as mesmas informações estivessem num Computador (digitalizadas e acessíveis), ao nosso alcance. Talvez com a diferença que muito daquilo que reunimos, ao mesmo tempo que se juntou, também houve operações de aprendizagem. Por outro lado, e tendo em consideração algumas explicações de Émile Mâle sobre materiais e conhecimentos (vários saberes) que de certo modo ficaram plasmados na arquitectura cristã (medieval), com base nessa sua ideia - com que concordamos e já adoptámos -, reforça-se, imenso, um conceito/noção da materialização do Saber.

**Técnicos que habitualmente davam apoio às obras e aos arquitectos que tinham preconizado (projectualmente) o emprego dos equipamentos e dos materiais que vendiam e representavam

Agora há que tentar restaurar

E gozar o Sol


17
Jun 18
publicado por primaluce, às 23:00link do post | comentar

Conforme é preciso:

DSCN9968.JPG

Porque "Quem sabe faz a hora não espera acontecer..."

E se o litoral não é tudo, sempre houve mais país, e nele casas e nele pessoas, Que sabendo do que precisam, ou precisando daquilo que elas lá sabem, devem ser apoiadas.


13
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... várias razões. Desde as incógnitas que o futuro prepara, mas também pelo design: a capa do Jornal i de ontem merece ser guardada

thumbs.web.sapo.io-I-DE-12.O6.2018.jpg

????????????????????????

 

E para leitores especiais:

IMAGINADORES QUE NÂO PRECISAM DAS FOTOGRAFIAS

 


12
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Leiam, já que a descrição é assim:

 

A vinha vindimada, é de uva moscatel, as vinhas estão seguras e engavinhadas em arames.

Os arames estão ferrugentos, por vezes até já remendados. A uva foi óptima, como se espera desta qualidade, até meados de Setembro. E depois vieram as mulheres (e homens) com baldes, cestos e alguidares de folha metálica, tiravam-nos do ombro, punham no chão e com alicates iam cortando os cachos. Ao lado o tractor vagaroso, puf, puf, puf, esperava que um imenso contentor fosse sendo enchido

Nalguns casos, algum galho já meio-seco, com apenas 2-3 uvas, já passas, foi comido...

Os esteios de pedra altíssimos, furados pelos arames, ficaram nus, ou seja bem visíveis.

São lindos, muito altos mesmo, invulgar, marcam um ritmo naquela Alameda. Às vezes interrompidos dão entrada para os pomares e laranjais.

Ao fundo a varanda da casa senhorial, agora vê-se melhor; também o lago, e a sua fonte, rematada por uma esfera...

Do outro lado o Tejo, escondido pelas marachas de cana ao fundo do mouchão. Só sabemos que existe pela Ponte: uma das do Eiffel.

E lá vai o Cão! Parvalhão*, não repara em nada, nem na vinha, agora já vindimada.

Só quer o seu (dele - pronome possessivo) post:  O tal com a metáfora. Boa ideia que foi fazê-la...

E assim no fim, volta-se à pergunta: Mas será preciso desenhar? Ou, conseguimos imaginar?

Claro que sei de uma série de pessoas, que, neste caso, entre o desenho e o texto, preferem-no escrito...

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*O Cão tem nome: chama-se Rethor, e muitos aqui até o conhecem (bem), pois vem de Rethorica. Mas é ao contrário dos Cães Ribatejanos, em que, conta a lenda (ou como sempre nos disseram) se chamam Tejo, Mondego, Dique (dos Vinte). Porque deviam ter nomes de água, ou de rios: "já que assim se afugenta a raiva" (vox populi!). De qualquer modo, ou parecendo os locais em que Saramago cresceu, é

Um post que deu gozo...


11
Jun 18
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar
  1. Primaluce: Nova História da Arquitectura - 2.319
  2. Uma elipse não é uma oval, mesmo que muitas destas formas pareçam iguais - 540
  3. Agregados Naturais e Artificiais*... - 432
  4. Pesquisa - Primaluce: Nova História da Arquitectura - 258
  5. Sim, sim - "É para o lado que eu durmo melhor!" (só que agora queixam-se) - 145
  6. Em Ruinarte encontram-se ruínas, em adiantado estado de degradação... um óptimo retrato, METÁFORA deste país. - 140
  7. O que nos mudou a cabeça: como ficou transparente o muito mau que se passa nas Universidades de Portugal - 76
  8. PRESENTES, Presentes, e ainda mais presentes... - 58
  9. O Aqueduto das Águas Livres de Lisboa, os maiores arcos de pedra do Mundo*... - 47
  10. As «aselhices» da Profª Mª João B. Neto (MJN), ... - 46
  11. Que Metáfora: quando a Ética é uma palavra vazia, sem sentido e utilização prática - 43
  12. "Tout passe, tout casse, tout lasse et tout se remplace…" - 39
  13. As vantagens de integrar a Lista do Património Mundial da UNESCO - 37
  14. O prometido é devido, e ainda fica a faltar um pouco mais: - 33
  15. Ainda da Carta de Nicolau Copérnico ao papa Paulo III*: ou como no melhor pano caiu a nódoa - 32
  16. Uma preocupação...* - 30
  17. Um outro 'post' há muito prometido (sobre a elipse no Claustro da Sé de Portalegre)... - 28
  18. Os Números e o seu sentido... - 28
  19. Who cares?* - 28
  20. As lições que todos esqueceram - 25

Por fim, caros leitores, pedimos desculpa pelo desinteresse do post de hoje. Mas... é a vida!


10
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:10link do post | comentar

... lá vai ele direitinho ao seu "poste", para marcar o território.

 

E territórios, a nós não nos faltam (é o Pensamento associado ao desenho), mesmo que alguns os queiram restringir!

 

Com o mundo ao contrário, ou na mesma...


09
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...mas também se pensa, como está o mundo - cheio de Trumps, Brunos, Carlões e outros aldrabões, como Marias Joões - pessoas que censuram e impedem os trabalhos dos outros, só porque os ditos, quando acabados e validados lhes retirariam o tapete*.

Screenshot-2018-6-14 Gloria Azevedo Coutinho.png

E assim pensando também se deduz que não foi mau (tanto como desejavam), o caminho, que por isso se passou a fazer, contornando.

Cascais-de-longe.jpg

Legenda1

Cascais-de-longe-transformed.jpg

Legenda2

DAPRAIAdaRAINHA-CASCAIS.jpg

Legenda3

E contornar é também preparar as próximas fases, pois a vida é feita de transformações e novas adaptações que precisam de tempo antecedente (de preparação). Ter ido à FL-UL, arranjar temas e espaço para 10 (ou 20?) anos depois é um privilégio das longas vidas que hoje se podem viver...

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Fazendo (lhes) cair as fantasias e as irrealidades a que as suas mentes se agarraram: sem oportunidade de as aferirem e corrigirem!


08
Jun 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

,,,, como escreveu Rudolph Arnheim, fonte do conhecimento?

Então aproveitem, passem por lá. Mas atenção que não é na Casa das Artes, é outra!

Por fim uma pergunta que se impõe:

Há paciência para gente que acorda tão tarde? Ou ainda que acha que pôr à porta uns dizeres, que isso lhes confere uma outra ou nova personalidade?


07
Jun 18
publicado por primaluce, às 13:30link do post | comentar

Ou, além de ao contrário, «de pernas para o ar», o que se quiser, mas é a verdade!

 

Quem ler este livro,

e ler também os nossos posts,

E pode ser por exemplo, já aqui -----> o último;

Ou quem ler ainda outros textos que nos deram igual gosto e foi -----> um imenso prazer tê-los escrito. 

Quem os ler e os puser a par com o livro acima não vai ter dúvidas, e vai confirmar:

 

O mundo está mesmo de pernas para o ar!!!

 

E não é da Quantidade da Informação que vem o mal, mas da sua total falta de qualidade!

 

São os EUA que usam e abusam da palavra "fake", e que depois também têm o proveito de a espalharem, tudo muito fake, pelo mundo fora...

Mais: se os nossos estudos, e os seus contributos científicos, não correspondem à continuidade, no tempo, de uma boa parte do que está neste livro? Então gostava de saber o que eles são?*

E como em cada dia, sempre mais à frente (como nos aconselharam), os nossos posts e os seus conteúdos estão a ser autênticos "provedores de inovação", e fornecedores de imensa informação?**

~~~~~~~~~~~~

*Será que alguém nos responde que são propriedade de Maria João Baptista Neto? Oh... Ou, a de um "Monserrate Revisitado"? Porque não? Dava-lhes jeito trocar as autorias e os respectivos direitos, para, com as Éticas e as Compliances absolutamente ridículas (que nos são dadas conhecer...) «ajudar a endireitar» o Mundo?

**Para o Mundo da Ciência, que sedento/ávido de verdadeira Cultura e de Inovação, pouco quer saber de «tricas» criadas por medíocres.


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