Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
10
Jul 25
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

1. A monarquia portuguesa, ...        e 

2. A propósito de uma pintura de Paolo Veronese 

 

1. Deixado ontem em IDADE MÉDIA POP (comentário que hoje está apagado, apesar de ter tido reacções) Ver aqui 

 

"Não esquecer que S. Vicente é considerado um santo moçárabe...

Assim como não se deve esquecer que os moçárabes eram os Visigodos que queriam permanecer na sua fé mais tradicional. Isto é, aqueles que ainda não aceitavam a Trindade Cristã, como mais tarde veio a ser definida e proclamada.

Tudo isto remonta aos primórdios do cristianismo. Tal como se deve lembrar Clóvis e com ele a entrada dos Francos, directamente, no catolicismo renegando a fé arianista. Muito mais tarde, os que depois vêm a ser os reis de Portugal, descendem dos Visigodos não arianistas. Se a História desta nossa terra estivesse devidamente estudada - o que, como convictamente defendemos - então também o estudo da Arte Medieval, seria uma ajuda, enorme, para se clarificar e conhecer de onde vimos. Que povos se reuniram e deixaram descendência na Península Ibérica. É portanto meu desejo (e seguramente de todos...?) que não haja pruridos e muito menos preconceitos a estudar o passado. Mesmo que seja muito longínquo, e até aparentemente paradoxal face a tudo o que mais tem sido divulgado. Como fez Alexandre Herculano e outros antes dele - como fez Monsieur de La Clède, e depois dele o Moraes e Silva do Rio de Janeiro (Histórias de Portugal que hoje tenho a sorte de ter aqui ao lado) - para se conhecerem os primórdios da História de Portugal é bom ir ver à Chronica Gothorum. Se D. Afonso Henriques pelo pai era borgonhês, pela mãe descendia dos Visigodos..."

Sobre Paolo Veronese (1528-1588) ler aqui, o que deixámos sobre a que se supõe ser a maior pintura existente no Museu do Louvre: 

"Uma estórinha: num exame, vai para mais de 50 anos (😜!) descrevi com minúcia e esforço um quadro de Veronese - seria "Bodas de...", qualquer coisa...? - e passei nesse exame da ESBAL. Muito mais tarde, um dia entrei no Louvre e para meu enorme espanto, esse mesmo quadro como pude ver, tem talvez mais do que 6,00x3,00. Portanto, para mim Veronese é inesquecível. Assim como o livro de G. Bazin por onde estudei! "

De qualquer modo, por querer ter certezas - não vá a memória trair-nos - fomos confirmar.

Acontecendo que a obra - As Bodas de Canã - é ainda muito maior do que se tinha escrito:

Fui ver tem mais de 67m2. Já que tem mais do 9,00 de largura, por mais de 6,00 de altura. Aparentemente é a maior pintura que existe no Louvre.


04
Jul 25
publicado por primaluce, às 16:00link do post | comentar

Há uns anos ...

SantaIsabel.jpg

(ver aqui)

... descobrimos que em Portalegre os Santos Populares não eram só os três mais conhecidos.

Razão para tentarmos fazer um Pop-Up que representasse os seus tronos, com nichos ou edículas, incluindo também Santa Isabel - como se faz em Portalegre.

Resolvemos passar à acção e concretizar as ideias (ainda vagas), mas de forma a que o estilo arquitectónico das diferentes épocas, expresso nas arcadas apologéticas, que são os nichos/edículas da época em que cada santo viveu, ficassem ordenadas de modo cronológico.

Concretamente como se segue (e ficou na imagem definitiva):

SantosPopulares-RegistoIGAC-15-06-2016.jpg

(ver aqui)

S. João - o Santo pré-cristão, do tempo dos primeiros Cristãos. Ele que baptizou Jesus

S. Pedro - um dos Apóstolos. Por isso representado dentro de um Nicho, ou sob uma Edícula em forma de Concha. Onde ficou, desse modo, registada a ideia de alguém que foi baptizado, tal como Jesus tinha querido ser.

Muitas imagens paleocristãs, sejam pequenos dípticos de marfim, pratos, imagens planas - como mosaicos parietais de Ravenna, etc - apresentam este tipo de representações, em que a iconografia da Concha é bastante notória. Por vezes aparecem vergas rectas, onde alguma curvatura, mesmo pequena, já anuncia o arco de volta inteira.

Cuja origem, mais do que motivações de ordem estrutural, remete - como nos parece - para o Arco-Íris. Que foi Sinal (de Deus), como prometido por Deus a Noé, depois do Dilúvio.

Santo António - representado num nicho, que como o imaginámos/desenhámos já integra o Arco-Quebrado (do gótico), tendo no fundo - como uma Segunda Aura, a imagem do Quadrifoil que foi, com enorme frequência, alusivo à Virgem Mãe de Deus (ou Theotókos)

Santa Isabel - está já dentro de um Arco Quebrado, mais esguio e elegante, próprio do estilo Gótico, mais avançado. E no fundo do nicho está esboçado um arco composto, ainda quebrado ou gótico, semelhante aos que existem esculpidos - também contendo figuras - na sua arca tumular (em Coimbra). Note-se que, em Portugal, no seu tempo, ainda este estilo se mantinha muito perto do Gótico Antigo (ou Românico, segundo Félibien).

Claro que para chegar a uma suposta arte final, foram necessários estudos, esboços e desenhos, que evidentemente nos divertiram. 

Por isso ficam imagens várias, que até já estavam esquecidas

São Rosas Senhor.jpg

(ver aqui)

SANTOS-POPULARES-retoques.jpg

(ver aqui)

Estudos-Santos-POP.jpg

(ver aqui)

estudos-pop-ups-2-Junho2016.JPG

(ver aqui)

estudos-pop-ups-9-Junho2016.JPG

(ver aqui)

  E num outro post que já tem anos, quase as mesmas ideias agora re-escritas ou novamente explicadas (com mais ou menos palavras). 

Importa relembrar, como está na imagem definitiva, que em Junho (ver datas na base de cada figura) o primeiro que se celebra é Santo António. Em 4 de Julho, hoje, é o dia da Rainha Santa


20
Jun 25
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Enfim, é o poder da letra A!

 

A imagem seguinte

grabar-ícone.3-aurasDe_anjo (2c).jpg

Veio de um livro (genial) de Grabar (do André, e não do Oleg): que foi dono do seu nome próprio, que também começa por A...

Livro cuja capa já se publicou AQUI

Acontece que, dito ou mão dito, as imagens visuais funcionam frequentemente (mas já funcionaram bastante mais - na Antiguidade Tardia e nos Tempos Medievais, quando as massas não sabiam escrever); sim, muitas das imagens eram falantes, e até funcionavam como verdadeiros epítetos 

Ou adjectivos, ou classificativos-qualitativos...etc. Eram até, por vezes (ou muitas vezes?) apologéticos. 

Como acontece com os arcos nascidos dos (mais emblemáticos dos) ideogramas cristãos (*). 

E a razão para termos escolhido, uma imagem que A. Grabar também escolheu (e que por isso a incluiu no seu livro), está dentro da Aura com que o Anjo foi «presenteado». Ou representado!

Reparem, na imagem acima, como a Aura parece ter poderes lumínicos:

Pois além de se deixar atravessar pela luz, sendo transparente, ainda tem uma outra propriedade (chamada refracção) que alguns dos materiais e substâncias transparentes, conforme a sua densidade, também apresentam. Ora mais, ora menos. 

Assim a Aura representada, como se vê, parece uma lente. Talvez de vidro transparente (?), talvez esférica, talvez convexa, talvez brilhante? Conseguindo-se, enfim, que a parte superior das asas, que nascem nas costas do Anjo, fiquem ainda incluídas, por convergência (desvio geométrico da luz), dentro da Aura.

O que na prática, note-se - e é isto o mais interessante - equivale a uma dupla sinalização.

Porquê?

Porque normalmente, para se representarem Anjos - que na Antiguidade Pagã foram os mensageiros (como Cupido, Mercúrio, etc.**) - as Asas eram completamente falantes, e portanto, por si só suficientes!

Ora neste caso, não literalmente, mas pelas imagens - visto que não há letras (nesta espécie de texto) quando o Anjo é ainda sobrecarregado com o epíteto visual que é/foi a Aura, aí então está-se a insistir, que não é um Anjo qualquer; mas que se trata de Um Anjo Santo ! (***)

 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

(*) O que é um outro assunto. Complexo e difícil, mas que, muito convictamente, continuamos a afirmar ter existido e estar na base da História da Arquitectura: a nossa, dita do Ocidente.

(**) Ou designados Génios Alados, que no cristianismo - não esquecer que houve sempre sincretismos -, o Anjo passou a ser o Mensageiro da Boa Nova (que é o Evangelho). Ver imagem da Arca Tumular dita das Estações. Onde a frente da dita arca, na sua distribuição compositiva, coloca os génios alados a segurarem um clipeus. O que a nós nos lembra, algum portal do estilo Românico, quando os Anjos têm que segurar as pesadas Mandorlas (indicativas da Majestade de Cristo).

(***) Obviamente sem Acne! Já que os anjos, com a sua força - santa e interior - e cientes de que são mensageiros, com uma missão a cumprir, tentam sempre melhorar a mensagem que devem transmitir.


13
Jun 25
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

Súmula de posts recentes no FB

A História de Portugal a precisar de ter seguidores (aqui)

A CRUZ EM ASPA - num colar de D. Manuel I (ver aqui); e também aqui 

Sobre o Domingo de Pentecostes de Frederico Lourenço (ver dia 7 de Junho 2025)

Comentário deixado num post de Luis de Lobato Faria aqui 

Vindo de Primaluce As Edículas dos Estilos (em 28 de Maio 2025)

pictogramasESTILOS-Arquitectura.jpg

Um dos muitos desenhos que já fizemos, onde se relacionam os ideogramas com os arcos a que deram origem...


28
Mai 25
publicado por primaluce, às 15:30link do post | comentar

Quando se faz uma importantíssima descoberta, como nos aconteceu, ao ficar sem os apoios que seriam os mais naturais (e constam na lei) também se fica sem saber como agir...?

 

Tentam-se todas as saídas, todas as portas e todas as janelas, mas em cada uma dessas, por diferentes razões, encontram-se bloqueios. 

Na verdade, todos os políticos que andam agora para aí a discutir, na Praça Pública e nas TVs, alguns a denunciarem, mais do que outros, a miséria a que o país chegou, em geral não lhes faltam razões!

Vivemos no país dos bloqueios, e temos essa experiência muito bem vivida

No país das mentes empobrecidas pela estupidez, em geral auto-bloqueada, como é o caso do ilustríssimo que fez o favor de nos empurrar para fora da FLUL... E depois, também das mentes dos outros (igualmente estúpidos) que o ajudaram.

A História vai contar a estória dele (ou deles, e nós sabemos o que uns e outros perderam...).

Nunca a nossa!

Só que, pelo meio, sem desistir, vamos continuando a desenhar: de uma maneira a que chamamos

MÉTODO EXPERIMENTAL EM HISTÓRIA DA ARTE.

Mas se preferirem também pode ser em História da Arquitectura.  Já que as formas que caracterizam os diferentes estilos históricos (cristãos), funcionaram, usando edículas, como funcionam hoje as designadas sinalizações visuais.

Cada Edícula, nascida de um Ideograma (alusivo ao Deus cristão), pretendia ser apologética (*)

EdícilasDosEstilos.jpg

(ampliar)

Método Experimental - o nosso -, que está especialmente apresentado na imagem seguinte. Talvez reconhecível (ou apenas) por quem tenha folheado livros de História da Arquitectura, com muitas imagens.

Neste caso desde a Antiguidade Tardia: referimo-nos à página seguinte, em que as imagens dos Ideogramas estão desenhadas acima, dos arcos que geraram (estando esses por baixo).

Sim, desde a Antiguidade Tardia.

Por exemplo, para quem tenha visto livros com imagens de mosaicos de Conímbriga, e imagens da Alta Idade Média e Românico:  por exemplo de Ravenna, de Aachen (Aix-la-Chapelle), da Capela Palatina de Carlos Magno...

Mas observando também, com a máxima atenção - é preciso saber ver! - livros com muitas imagens do Mundo Românico (vendo fotografias de álbuns e livros da Taschen como os dirigidos por Xavier Barral i Altet). 

Assim como, imagens da transição do Românico para o Gótico. Ou seja o Proto-Gótico e depois o Gótico.

E etc., etc., pelo tempo fora, percorrendo tudo, vendo o máximo; apesar de no desenho acima (a que chamamos Pictogramas dos Estilos) e onde há vários repetidos, talvez o último a ter sido inventado, seja o vão «de verga bífore», semelhante ao do portal do Santuário (transmontano) do Santo Cristo do Outeiro ? Vão que, quem vê fotografias desse portal, também percebe, imediatamente, que foi «mexido».

(ampliar)

Na verdade é essencial saber ver: isto é, essencial saber ler imagens.O que« nem sempre é fácil de conseguir!

Como a imagem seguinte é exemplo. Já que pode representar alguma da ambiguidade em que temos vivido ?

os estilos em pictogramas-2.jpg

(ampliar)

Foi feita com dois propósitos contrários - o de mostrar e o de não mostrar! - em simultâneo (pois regista as duas hipóteses)

Ou, se quiserem, feito propositadamente para não deixar ver («de caras») o que sabíamos ser mal-empregado para estar a pôr nas redes.sociais.

E francamente, sabemos que continua a ser assim!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

(*) Vejam por exemplo o Túmulo da Rainha Santa


19
Mai 25
publicado por primaluce, às 16:28link do post | comentar

O País continua igual...

E principal, igualmente pobre!

Não apareceu OURO em Espinho!

11.jpgImagem vinda de 11.jpg (1511×2016) (biddingleiloes.pt)

É A POBREZA, QUE SE MANTÉM (*), A GRANDE CAUSA DA GANÂNCIA ,

e os políticos estão longe de ter capacidade para ajudar o país a crescer:

Por muitos teatros, golpes e mentiras que inventem, são eles que falham ao país:

São eles os "Super-Arrivistas"

~~~~~~~~~~~~~~

(*) Portugal o Mediterrâneo e o Atlântico foi escrito em 1966, por Orlando Ribeiro


publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

... mas Orlando Ribeiro lembra-nos, a nós, algumas das suas teorias sobre telhados e coberturas

 

E sobre telhados e coberturas, nós pensamos em Telhados de Tesouro. Não apenas nos mais conhecidos de Tavira, mas nos pouco vistos, ou reconhecidos como tal - os Telhados de Tesouro que estão em Belém.

É de lá - do que nasceu como Palácio Real, e que por isso tem telhados multiplos e altos (como era a cobertura da Arca de Noé) - que alguns esperam veredictos!

Nós para já esperamos pouco, muito pouco, na medida em que já se percebia que a Ganância é agora, hoje, o super-leitmotiv (*) da governação. 

Ou de todas as mentes descontentes: na situação de incapazes de verem que o seu less (que os deixa pobrezinhos, e tão lamurientos) é mais excesso e ignorância. o seu less era more!

Não falta, vão todos repetir:

Ãâãh! Éramos felizes e não sabíamos!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

(*) Palavra com origem na música, para referir um excerto sonoro, que como tema se repete no decurso da obra musical. Posteriormente usada tambem para as artes visuais...


11
Mai 25
publicado por primaluce, às 11:30link do post | comentar

O que nos faz perguntar:

Memória Visual: será que temos? Uma pergunta para todos, sobretudo para os que habitualmente lêem os nossos posts

 

Como talvez possam compreender, a partir do momento em que nos apercebemos da existência de IDEOGRAMAS, e de como a partir do seu desenho foram criados ARCOS (ou Edículas - como por exemplo lhes chama Vítor Serrão); desde então decidimos não largar o assunto. Por se tratarem de Arcos cujo significado radicava nos mesmíssimos Ideogramas que estávamos a descobrir (**).

E sim, foi a partir dessa nossa constatação, e com os conhecimentos que temos de Geometria, que naturalmente nos tem sido possível, memorizar, cada vez melhor, várias formas da Arquitectura antiga e tradicional.

Por isso, há dias, mais um "sursaut"!  

De um coração que acelera de contentamento, também quando percebe que ver e pensar diferente da maioria, só traz vantagens! (***)

Vimos num livro a imagem a seguir - com as tigelas empilhadas -, e em que na primeira, imediatamente se reconhece um excerto da fachada do Palazzo dos Doges.

Praticamente como se apresenta na segunda fotografia (abaixo)

IMG_20250423_155731-B.jpg

(ampliar)

~~~~~~~~~~~~~~

(*) Em fotografias vindas de A): Dans les Maisons de Nos Grands-Mères. Texte Hubert Duez, Photographies Pierre Javelle, Éditions du Chêne, 2003, Hachette-Livre, p. 43.

B) VENICE, An Architectural Guide/ Edwina Biucchi and Simon Pilling. Photographs by Keith Collie. Batsford, 2002, p. 5.7

(**) Ideogramas que, por vezes, vemos como EMBLEMAS. Será que os devíamos associar a EMBLEMATA SACRA.?

Acontece que nas evoluções e avanços que temos feito nestas temáticas - e sem qualquer centro de Estudos que nos apoie - não temos informação suficiente para «estabilizar» nessa ideia. Assim, continuaremos a explorar, por nós, o que a UL continua a desprezar.

(***) Dirão alguns que não há nenhuma vantagem em ter ideias e defender teorias que são incompreendidas... OK, Estamos quase de acordo!

Mas, como vemos por outro lado, e a nosso favor, a enorme vantagem de compreender o que em geral a maioria não compreende, nem vê, claro que percebemos que esse é um dom (da memória visual), e que temos que estar gratos por ele.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Portanto

Uma Maria da Conceição ... - Primaluce: Nova História da Arquitectura (sapo.pt)


03
Mai 25
publicado por primaluce, às 13:30link do post | comentar

Deixado no Facebook agora, e talvez a completar mais tarde

IMG_20250502_092738-b.jpg

(abrir novo separador)

IMG_20250502_092703-b.jpg

(abrir novo separador)

Reunindo mais algumas informações, como por exemplo as de Umberto Eco quando se referiu às "subtilezas dos teólogos medievais"; ou sobre a redacção do Credo de Atanásio (conhecido como Quicumque vult), redigido "para combater o arianismo", e que radica num esquema visual...

Materiais que nos obrigam a ir procurar...

Quanto aos desenhos deste post - o segundo foi feito em Agosto de 2024, e o primeiro apenas há alguns dias (Abril 2025) - dir-se-ia que o mais completo e descritivo é tendencialmente mais «aristotélico», e o mais abstraccionista, e de certo modo não completo, que remete para a(s) ideia(s) de cada um, é mais «platónico»  


15
Abr 25
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Na verdade seriam tios-avós ou tios-bisavós... que compraram livros óptimos.

 

Pelo menos para a época! (*)

Agora, temos a sorte de não sendo garimpeiro/a, percebermos que o Conhecimento e a Cultura valem bastante mais que o Ouro.

Ou, até mesmo que as «terras raras», que desde 2022 levaram à guerra e à ganância que se instalou na Europa (e no Mundo **)

Image0054-e.jpg

Image0291-b.jpg

Image0292-b.jpg

(vejam no nosso post anterior a procedência das imagens)

~~~~~~~~~~~~~~~~

(*) A que hoje, aparentemente, ninguém dá valor: nem cultural, nem económico.

(**) Assunto para o qual Peter Frankopan alertou em 2015


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