Pois cada vez que se pega num assunto, o mesmo explode em bocadinhos, salta e espirra em todas as direcções...
E altera todas as nossas ideias (pré-) programadas*.
Agora, com "Os Embaixadores" de Hans Holbein, talvez por ser uma das obras mais fascinantes - e das mais (super) valiosas da história da pintura - deduzimos que provavelmente o que está exposto na NG não é o original.
Sendo que a cópia falha - e óbvio, que não é o desenho seguinte -, falha dizemos nós, na reprodução do original.
E falhou, exactamente num detalhe escondido, que quem fez a reprodução, supomos, não se apercebeu do que é que se tratava, e da intenção de Hans Holbein**.
A ver vamos, pois é ainda a questão dos círculos entrelaçados (para exprimirem o filioque): que não estão e falham no «fake»...

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* O mesmo que aconteceu no IHA da FLUL, quando por lá passámos em 2001-05: «O Programinha não funcionou»..., estragou-se!
**Enfim, como nos «restauros» de algumas obras de arquitectura: as mentes de hoje não dão valor a alguns detalhes, mínimos, que antes foram significantes. Perde-se o lado do "belo inteligível", e fica só "o sensível". Aquilo que todos vêem.
E assim, tristemente, se retira - no restauro, e na réplica (feita para expôr em museus massificados) -, uma boa parte da riqueza às obras!