E se há obra que seja um fascínio, é esta*:

Vejam-na em Londres, ou de preferência aqui:
Onde se podem aproximar muito mais, para ver alguns dos seus melhores detalhes. Todos cuidados e todos preciosos. Porque cada um desses detalhes conta. I. e., faz alguma diferença (ou a maior, dizemos nós), porque acrescenta «adjectivos visuais» à história que se está a querer contar:

(claro que as imagens têm direitos)

Mas esta está acessível a todos:
Por fim, a razão deste post num ciclo sobre círculos entrelaçados: é por se tratar de uma prova (provada?) de que há uma Beleza Sensível e uma Beleza Inteligível.
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*E talvez já tenhamos escrito sobre ela? Quanto aos círculos entrelaçados acredito que não os vejam assim..., tão directamente. Mas a partir do momento em que se pressentem, ou descobrem, voltam a estar presentes. A serem alegoria, ou mnemónica, de alguma ideia.
E mais: houve/há um tapete chamado Holbein Rug.
Será porque os Holbein tiveram tapetes desse tipo, ou desenho específico? Será porque, concretamente, lhes pertenceu? Ou porque Christopher Alexander o reconheceu (ou semelhante) neste quadro, que incluímos no post de hoje?