Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
28
Fev 19
publicado por primaluce, às 20:00link do post | comentar

Sim, mas cuja relevância é imensa, porque as questões ambientais não podem continuar a ser descuradas.

 

Descarbonizar é urgente!

 

Arquitectos e Designers são sem dúvida os profissionais que melhor podem e devem ajudar a mudar, pois são duas profissões que têm por objecto, frequentemente, o planeamento dos ambientes em que vivemos: sejam estes domésticos, ou dos sectores secundários e terciários.   


24
Fev 19
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Quando peço no google as duas palavras "athanasian creed" e me sai um post meu, tem graça!

 

Embora preocupante, ou (pior!) muito responsabilizante. Foi o que se passou hoje, mas como por fim cheguei ao ponto que queria, aqui fica


17
Fev 19
publicado por primaluce, às 19:00link do post | comentar

Há um novo post, que qualquer Comissão de Arte Religiosa, gostaria certamente de conhecer.


14
Fev 19
publicado por primaluce, às 23:00link do post | comentar

Hoje:

Amor a um planeta mais limpo

O tema que há anos, décadas, podia e devia estar no centro das preocupações de uma certa escola de Design. Sim, a que se intitula ser a melhor de Portugal, e dos Algarves d' Áquem e d' Álem


13
Fev 19
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

... as ideias vão-se desenvolvendo, em expressões materiais.

As mesmas que há anos foram produzidas.


publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... uma versão em família

 

Claro que esta questão do Filioque é bastante difícil, e muito complexa como em geral acontece nalguns dos temas escolhidos para os estudos pós-graduados. Por isso eles existem, e se fazem, inclusivamente, em diferentes graus como mestrados e doutoramentos.

Hoje, o nosso post é sobre um exemplo que em família, há uns anos (por isso o rapaz, meu sobrinho-neto já está enorme!) foi feito com uma pintura que fizemos e oferecemos.

E embora esteja prometida uma ampliação/acabamento (pois é ainda um díptico, mas pode ser um políptico...), o que demos, logo depois foi utilizado para fazer o «santinho» (ou a pagela) própria para lembrar o dia do baptizado do Pedro.Image0061.JPG

Abaixo os nomes do Pedro são da responsabilidade do pai (dele - e devem localizar-se entre Coimbra e Serra?), e sem apelido esta página/pagela anónima pode vir para a internet.

Image0060.JPG

Já a imagem superior (a face frontal do dito santinho) é da nossa responsabilidade e merece várias explicações. Até porque foi feita com o bico da pomba a apontar para baixo (ou seja, o que se vê aqui foi rodado):

A mandorla é ovalada, porque resulta de uma moldura prévia, existente. Dentro tem um losango, dividido na vertical, que recebeu 2 cores. Não esquecer que o losango corresponde à habitual rectificação da mandorla, sendo por isso muito comum na arte religiosa. É depois sobre uma mandorla -  esta geometricamente mais correcta, que foi desenhada a Pomba. Talvez difícil de reconhecer podendo parecer outro pássaro?*

Por fim a frase "O espírito é a luz" aparenta ser uma risca, vertical, do padrão de uma parede. E os tons híbridos que parecem ser de castanhos, no original são dourado.

Não de ouro, como à antiga, mas de tinta acrílica

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Não sei se já sei a razão (ou talvez um dia o próprio Espírito Santo me diga ao ouvido...?), mas também na capela do Cemitério Municipal de Carnaxide (Oeiras), cuja intervenção de restauro dirigimos, também aí a Pomba nos lembra - neste caso a mim e à Eng. Fiscal de Obra da CM de Oeiras -, mais um palmípede, ou uma gaivota, do que uma verdadeira Pomba... 

Mas enfim, temos a certeza que Deus nunca se importou com representações mais ingénuas ou populares. Diria até - interpretando-o, que vão para essas as suas preferências, em detrimento de algumas «complicações teologais» :

As mesmas que, por viverem de enormes subtilezas, levaram os teólogos medievais a irem buscar a Geometria, talvez só ela a Ciência capaz de conseguir traduzir essas mesmas subtilezas?

No entanto, esta ideia lembra-nos uma expressão francesa, que põe em pólos opostos a fé dos mais simples e crentes, e a dos que tiveram o azar (ou quem sabe a sorte...?) de duvidar. E a expressão é:

"avoir la foi du charbonnier"


05
Fev 19
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Este post é o dar atenção hoje, publicamente, a um assunto que sempre nos ocupou.

 

Porque quer a ensinar, quer a trabalhar sempre tivemos a noção da importância da postura corporal, depois dos equipamentos e finalmente das características dos espaços onde se trabalha.

Certo mesmo é que para nos concentrarmos na leitura de textos, ou a escrever e a desenhar; o mesmo se passando para as muitas horas que na actualidade é necessário estar frente a um ecrã, usando as mãos e os dedos, na manipulação do mouse ou a dactilografar num teclado.  Para estes movimentos corporais que implicam estar com a cabeça e os olhos a cerca de 40 cm de um painel - plano de trabalho (luminoso no caso dos ecrãs onde se localiza a tarefa visual a desempenhar); para este efeito todo o corpo tem que estar em posição tal que fique confortável, e ao mesmo tempo se possam fazer alguns movimentos (geralmente pequenos) e gestos, de acomodação e relaxação muscular, enquanto se vai continuando a trabalhar.

Ora dado o tempo, longo, que algumas das tarefas podem demorar, e não havendo grande possibilidade de trabalhar de outro modo (ou de haver alguma variação entre tarefas umas mais físicas e manuais, e outras mais intelectuais, alternando). E já que «a nossa civilização» parece ter encontrado no computador o modo quase único de produção, então há que procurar melhorar a postura corporal, no tempo que têm que durar as tarefas laborais.

Lembro-me aliás de algumas vezes o dizer aos alunos, chegando ao ponto de lhes lembrar que até a desenhar, por exemplo se quero desenhar curvas largas - traçadas com amplos gestos -, ou zonas minúsculas (em que o corpo vai estar em enorme tensão, para procurar o rigor e a precisão), nesses casos tenho que ter o corpo em equilíbrio, rodar a cabeça, etc. E, frequentemente, se estamos sentados, ter os pés muito bem apoiados, é essencial.

Pessoalmente, e por precisar de estar várias horas ocupada com tarefas que exigem atenção, rigor, precisão de movimentos, para tudo isto os antigos estiradores e os seus banco altos, ou as cadeiras desenhadas por Sena da Silva para a Olaio - desde que possa variar, ao logo do dia -  podem ser boas soluções. Por exemplo, ter o plano de trabalho a 105 cm de altura, e um banco alto de apoio, para por momentos (ou minutos) descansar as pernas

Ou também ainda, em alternativa, usar um banco (adaptável), em que o apoio se distribui, e se faz mais pelos joelhos do que pelos pés. Mas neste caso, talvez o plano de trabalho sobre o qual se coloca, por exemplo o computador, já terá que estar mais baixo (80 cm).

Por fim vem aquilo que não deixa de ser, talvez (?), o mais importante:

Image0058-d.jpg

O Design pode e deve investigar, como mostra o pequeno artigo da Revista Proteste da Deco, nº 137, Fev.-Mar. 2019 que lemos. Estando ao seu alcance - é aliás para isso que existe - a criação de novos modelos ergonómicos.

Isto é: novas relações de antropometria, entre os equipamentos e quem os opera (também para os livros e revistas que lemos), nos locais de trabalho. O que pode vir também a obrigar a uma redefinição dos espaços de trabalho: mais concretamente das fábricas e dos escritórios 


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