Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
30
Set 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Império dos Altares - Açores

Império dos Altares-Açores.jpg

 
Imagem (acima) vinda de 'Em Louvor do Divino Espírito Santo', por Francisco Ernesto Oliveira Martins. INCM Lisboa 1983.
Quando nos apercebemos que muitas obras da Arquitectura Religiosa, mas sobretudo alguns Solares, vários edifícios Públicos, como os Tribunais e locais de Administração da Justiça (Prisões). E as Sedes dos Municípios (edifício da Câmara Municipal), e os fontanários; ou também outras obras edificadas para o serviço público (ainda jazigos familiares e as capelas cemiteriais públicas), todos tinham formas semelhantes às do Palácio de Monserrate...
Então foi toda uma «outra estória» que pudemos perceber!
Ou seja, os «Revivalismos» - dos séculos XVIII e XIX - como ainda agora são explicados pelos Historiadores de Arte, caíram por terra.
Mais, como José Manuel Carneiro explicou, sobre o Palácio da Pena (durante a defesa da sua Tese de Mestrado na FLUL - a que assistimos), para si, nesse antigo Convento que D. Fernando II remodelou para Palácio/Casa de Vilegiatura Real, aí foram incluídas soluções e fórmulas que o levaram a falar de Teosofia.
Mais uma vez o assunto é imenso e complexo, mas, em nossa opinião, não houve apenas o espírito romântico. Nem a ser esta postura/ideologia a única capaz de explicar muitas das soluções arquitectónicas que, são afinal uma adopção, nítida, das «fórmulas mais tradicionais» da arquitectura cristã (em especial as medievais).

E se isto é menos visível em Lisboa - marcada pela reconstrução pombalina (onde mesmo assim se encontram alguns exemplos tipicamente do formulário cristão); já no Porto é muitíssimo mais marcado, e notório, em especial na zona que a UNESCO incluiu na Lista do Património Mundial.

LivroA.Quadros.jpg

Neste último caso, a imagem é a capa de um livro de António Quadros, rodada, para que se leia/veja bem a atenção que dedicou aos chamados Impérios do Espírito Santo.

Um culto - ao Espírito Santo - que perdurou em Portugal, em especial na Ilha Terceira, dos Açores. E cuja designação (a da Ilha açoriana), pretendeu desde o inicio ser referência à Terceira Pessoa trinitária.

Talvez muitos lamentem que tenhamos encontrado aquilo que em toda a sua vida A. Quadros procurou, porém, as nossas desculpas: pois nunca andámos atrás de arquétipos, muito menos do oculto ou de «secretismos»...

Foi um grande azar nosso, ter tido uma orientadora ( Maria João Baptista Neto) «tão curiosa» que, não largou, até (2002) a sua questão das "Origens do Gótico".

Apenas desistiu do assunto quando lhe demos a solução para aquilo que era "a sua demanda"!

Enfim, pode-se dizer, demanda que era afinal a mesma de António Quadros, só que, começou a caminhada e o questionamento por um ponto de partida diferente. Ele pelos «arquétipos e mistérios», ela por essa coisa hiper-longínqua que foram as Origens do Gótico*

O mesmo ponto (ou o questionamento) que depois nos impôs, e que, por conhecermos um pouco da obra e das ideias de António Quadros - e através dele de algumas questões da Filosofia Portuguesa colocadas por Pinharanda Gomes, concretamente a questão do Filioque -, logo em 2002 lhe transmitimos uma série de informações.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Um Património (cultural/religioso) dos Godos, que foram cristianizados, nas fronteiras do Império Romano, por Ário - como está explicado desde desde 2004 no nosso trabalho (publicado) dedicado a Monserrate.


27
Set 18
publicado por primaluce, às 20:00link do post | comentar

... censurado exactamente na escola que fundou

A.Quadros-book.jpg

Contrariamente, mas por engano, na UCP o meu plano de estudos para o doutoramento foi dado como terminado; como se pode ver indo por aqui.

Nesse PDF na página 49 consta inscrito em 2006, e assim foi.

Porém, e como se tem visto desde então (eu) era muito precisa para leccionar... Razão para não ser concedido o tempo necessário, quer para a investigação, quer para a redacção da tese.

Esta é pois das páginas mais brilhantes da investigação em Portugal, e dos seus resultados, em pleno século XXI

 

não foi no século XVI...!

 

Assunto que, e como prometido, não vamos calar, nunca!


23
Set 18
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

..., isto é a cada um de nós!

O que é o Condomínio, e o que são as Parcelas Individuais.

New Picture.jpg

Esta Casa Comum da Humanidade - CCH, que existe há milhares de milhões de anos e que precisa de ser ordenada -, vai enfim nascer amanhã, pelo que se deseja:

Que sirva como utensílio conceptual ajudando a organizar

 


21
Set 18
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... lembrámo-nos do nossos passeios ingleses e londrinos dos anos 80 e 90.

 

 

E o muito que então pudemos aprender.

Como vinha carregada de infos para o IADE e para os nossos alunos!

Acontece que as redes sociais têm esta vantagem fantástica: quem nos lê pode ampliar as informações e os conhecimentos dados.

Foi o caso, e por isso aqui está


18
Set 18
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Novo Ano, Novinho em Folha, promessa de vida

e de venda!!!

 

Depois, há UMA NOVA HISTÓRIA DO MUNDO - de PETER FRANKOPAN, THE SILK ROADS, publicado em 2015* - e em que o nosso Monserrate “avant la letter” já se inscreveu:

"Drawing on a rich series of sources in Greek, Latin, French, Italian, German, Dutch, Spanish, Portuguese, Swedish, Russian,Arabic, Turkish, Persian, Hebrew, Syriac and Chinese, The Silk Roads provides a major re-assessment of world history from antiquity to the modern day."

E sobre esta obra de P. Frankopan o Le Point escreveu:  

"We have been dreaming of a history of the world'. Here it finally is."

Ora aqui, e pela nossa parte particularmente, estamos no mesmo ponto (exacto): Pois finalmente foi feita e passou a existir uma  Nova História do Mundo.

Image0043.JPG

Que contempla vários factos, pouco conhecidos - mas de que nos apercebemos -, sobretudo da sua importância, ao estudar Monserrate

 

Por isso escrevemos avant la letter”, sobre o nosso estudo dedicado a Monserrate - que as universidades lisboetas escondem, mas que a Google analisou metódica e sistematicamente; por isso o inscrevemos, já que, sabíamos, haveria de acontecer um dia uma reviravolta mais do que inevitável...

E ainda porque, como temos dito, o tempo joga a nosso favor:

Sendo claro que seria impossível continuar-se a viver nesta podridão - de ignorantes e para ignorantes**.

Aliás, é por esta mesma razão, que este (nosso) Blog se intitula

Primaluce: Nova História da Arquitectura

Para trazer/levar aos que nos lêem, novas visões, mais actualizadas, do Mundo

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Vejam por aqui https://www.peterfrankopan.com/the-silk-roads.html os elogios que este trabalho tem tido, e as referências que lhe são feitas. No nosso caso foi Monserrate, apenas esse exemplo, que nos mostrou como a historiografia (portuguesa) anda especialmente equivocada.

Isto é, foi a extraordinária obra de Sintra - que muitos não têm entendido (desde meados do século XIX) - que nos mostrou como a História Geral (e depois a História da Arte) tem andado a ser tão exageradamente mal-contada.

**De Universidades e Ensino Superior que esconde os melhores trabalhos...


14
Set 18
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Assim aqui andamos nós. E hoje a perguntar:

 

É de atar e pôr ao fumeiro? Será?

Esta coisa de achar que o Ensino Superior é como fazer chouriços, naturalmente é para (e, felizmente, dirigida a) muito poucos. Mas há quem o tenha feito, e se julgue no direito de, arrogantemente, prejudicar todos os outros que foram honestos...

Os que paulatinamente foram construindo os seus saberes e as suas práticas ao longo de anos.

Há 2 ou 3 dias, na apresentação de um Programa da Fundação Francisco Manuel dos Santos foi dito:

(...) O mercado procura cada vez mais jovens licenciados com pensamento crítico, boas capacidades de comunicação e negociação, que se adaptem rapidamente a diferentes desafios e com ideias “fora da caixa”.

Portanto pergunta-se nesses mesmos termos (i. e., no calão que é o «fora da caixa», em vez de referirem, positivamente, que existe uma necessidade, premente, de haver saberes interdisciplinares):

Será ou não «fora da caixa»:

Perceber a importância da Geometria, que a teve, como linguagem visual?

Será ou não «fora da caixa»:

Propor que se valorize e aprofunde o que já se descobriu, de uma relação directa entre a Teologia e o formulário da Arquitectura Religiosa (Cristã)?

Será ou não «fora da caixa»:

Perceber como as Crenças, e o enunciado, primeiro do Símbolo dos Apóstolos, depois, do «atravessamento» que houve, enorme de várias Heresias, e por fim - tendo tido o contributo de Carlos Magno que impôs o Filioque no Símbolo de Niceia-Constantinopla proclamado nas missas*; será ou não «fora da caixa»: perceber como o Credo originou uma série de fórmulas desenhadas da Arquitectura, antiga, tradicional europeia?

Enfim, esta nossa luta desde 2001-2002-2008, não é exactamente muito do que se falou no último Programa Fronteiras XXI

Ver em https://fronteirasxxi.pt/ensinosuperior/

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Desde Clóvis, toda uma tradição que fez de França a grande apoiante de Roma e do Papado, por vezes considerada a Nação mais Católica (como, numa metáfora, João Paulo II chegou a referir). Questão que esteve na origem do Estilo Gótico, foi (e é ainda) diferenciadora da «postura» dos países do Norte da Europa, relativamente aos do Sul. Questão da Reforma e da Contra-Reforma, do surgir, também, do chamado Gótico internacional; dos Góticos Tardios, dos Revivalismos dos séculos XVIII e XIX, etc., etc., etc. Questão que a Arquitectura do Palácio de Monserrate em Sintra (e um enorme empurrão da FLUL) nos obrigou a detectar. 

Em suma, uma questão grande demais, para uma (só) mulher, num país onde a Ciência não consegue ter um estatuto que a eleve: mais alto do que a inveja...

POR ISSO - e como diz o outro - "ESTOU CHEEINHO DE MÊDO!»


12
Set 18
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Fartinha das parvoíces cá do Burgo:

Das Escolas que se vendem por tudo e por nada.

Dos Doutores Professores que o são por nada! (mas por rigorosamente nada..., ainda que eles falem de quantidade!)

Das voltas que o pessoal dá (mudando-se) e assim a infectar tudo, numa razia que só lembra a peste*.

Por isso venha o que presta (e aqui agora se amplia, para além do que já se tinha escrito):

 

"About Denise Scott Brown

 

Denise Scott Brown’s ideas and work as architect, planner, urbanist, theorist, writer and educator have had a global influence, transforming thinking about architecture and cities. She was born in what was then Northern Rhodesia in 1931. She attended the University of Witwatersrand, South Africa, and the Architectural Association, London, before receiving a master’s degree in architecture and city planning from the University of Pennsylvania, beginning a long association with the university and the city of Philadelphia, where she now lives.

 

As an academic and educator, Scott Brown has led countless research projects, notably Learning from Las Vegas, which became a seminal book (1972; revised edition 1977, with Robert Venturi and Steven Izenour). Both the ideas and the techniques employed in this and other studies have proved highly influential on the subsequent direction of architectural research. Scott Brown’s other books include The View from the Campidoglio (1984 with Robert Venturi), Architecture as Signs and Systems for a Mannerist Time (2004 with Robert Venturi) and Having Words (2009).

 

As principal of Venturi, Scott Brown and Associates, Scott Brown has been responsible for numerous urban plans and masterplans, and been instrumental in the design of buildings such as the Département de la Haute-Garonne provincial capitol building in Toulouse, France (1999); the Mielparque resort in Kirifuri National Park, Japan (1997); and the Sainsbury Wing of the National Gallery, London (1991), recently awarded Grade 1 listing.

 

Event details

Wednesday 17 October
7-8pm followed by drinks
The Sainsbury Wing,
The National Gallery,
London WC2N 5DN"

 

Tive a sorte e o imenso prazer de entrar inúmeras vezes na National Gallery, particularmente, logo pelo R/C, na enorme ampliação que foi feita em 1991, e visitei um mês depois.  No espaço museulógico que ficou conhecido como Sainsbury Wing,  da cadeia de supermercados que foi a principal patrocinadora dessa obra de transformação e ampliação. do que é um dos primeiros e principais museus do mmdo.  

Estava eu então nas andanças que (sem o saber) precederam o livro sobre Monserrate e os trabalhos em que ainda agora estou. Thanks God: a querer ter infos da Arquitectura inglesa, e indirectamente de Monserrate e do Palácio de Brighton. Foi muito a partir de Londres e de Trafalgar Square que fui procurando.

 

Repare-se que na longa citação feita acima (ver de onde vem), o evento da atribuição do prémio a Denise Scott Brown acontece neste museu, que ela com Robert Venturi e Steven Izenour criaram.

Image0029.JPG

Apesar de envelhecida pelo ar, ainda guardamos esta preciosidade. Uma revista de 1991 que está repleta de informações sobre os planos de transformação da National Gallery.

Abaixo um dos detalhes mais interessantes da intervenção: explicando como se fez a transição visual-formal da obra antiga para a nova.

Image0030-b.jpg

Por fim, a prova de que os meus Grand Tours de alguns Verões foram sempre complementares da vida profissional e da preparação das aulas. Pois nunca me lembro de ter voltado de mãos vazias:

Image0030-c.jpg

In - The Independent architectural magazine, Number 20 July !991, ver p. 35**.

 

Mas neste caso, além dos livros e das revistas (pesados) nas malas e sacos, depois de ler uma passagem como a que está acima, era chegar de cabeça cheia. Era inclusivamente vir a saber o valor aí dado aos canteiros portugueses que trabalharam na obra; ou como o Príncipe Carlos atacou a arquitectura e os arquitectos - para si criadores de uma certa mediocrity e do que chamou carbuncles ...***

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 *O espalhar do mal por outras instituições sem que haja autoridades (científicas) a porem cobro numa falta de qualidade que é de bradar aos céus. Mas eles, será ingenuidade dos próprios (ainda não têm balança para se aferirem?) vão apregoando que são os melhores de Portugal, daqui e dali, e nunca sem se enxergarem...!

**Devo acrescentar o muito que me lembrei da Sainsbury Wing e da obra da dupla Venturi/Scott Brown quando escrevi o IIIº Capítulo de Monserrate. Sobretudo ainda hoje, quando ocorre alguém associar o Palácio da Pena e o Palácio de Monserrate. Porque este é uma obra feita sobretudo de alçados interiores e exteriores - tenha isso o valor que tiver ; enqunto o primeiro é claramente a ambiguidade e a complexidade de que escreveu Robert Venturi.

Enfim, assuntos para muitos e futuros posts de que tenho saudades de escrever

***Ver em https://www.theguardian.com/artanddesign/2004/may/17/architecture.regeneration

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publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Fartinha das parvoíces cá do Burgo:

Das Escolas que se vendem por tudo e por nada.

Dos Doutores Professores que o são por nada! (mas por rigorosamente nada..., ainda que eles falem de quantidade!)

Das voltas que o pessoal dá (mudando-se) e assim a infectar tudo, numa razia que só lembra a peste*.

Por isso venha o que presta (e aqui agora se amplia, para além do que já se tinha escrito):

 

"About Denise Scott Brown

 

Denise Scott Brown’s ideas and work as architect, planner, urbanist, theorist, writer and educator have had a global influence, transforming thinking about architecture and cities. She was born in what was then Northern Rhodesia in 1931. She attended the University of Witwatersrand, South Africa, and the Architectural Association, London, before receiving a master’s degree in architecture and city planning from the University of Pennsylvania, beginning a long association with the university and the city of Philadelphia, where she now lives.

 

As an academic and educator, Scott Brown has led countless research projects, notably Learning from Las Vegas, which became a seminal book (1972; revised edition 1977, with Robert Venturi and Steven Izenour). Both the ideas and the techniques employed in this and other studies have proved highly influential on the subsequent direction of architectural research. Scott Brown’s other books include The View from the Campidoglio (1984 with Robert Venturi), Architecture as Signs and Systems for a Mannerist Time (2004 with Robert Venturi) and Having Words (2009).

 

As principal of Venturi, Scott Brown and Associates, Scott Brown has been responsible for numerous urban plans and masterplans, and been instrumental in the design of buildings such as the Département de la Haute-Garonne provincial capitol building in Toulouse, France (1999); the Mielparque resort in Kirifuri National Park, Japan (1997); and the Sainsbury Wing of the National Gallery, London (1991), recently awarded Grade 1 listing.

 

Event details

Wednesday 17 October
7-8pm followed by drinks
The Sainsbury Wing,
The National Gallery,
London WC2N 5DN"

 

Tive a sorte e o imenso prazer de entrar inúmeras vezes na National Gallery, particularmente, logo pelo R/C, na enorme ampliação que foi feita em 1991, e visitei um mês depois.  No espaço museulógico que ficou conhecido como Sainsbury Wing,  da cadeia de supermercados que foi a principal patrocinadora dessa obra de transformação e ampliação. do que é um dos primeiros e principais museus do mmdo.  

Estava eu então nas andanças que (sem o saber) precederam o livro sobre Monserrate e os trabalhos em que ainda agora estou. Thanks God: a querer ter infos da Arquitectura inglesa, e indirectamente de Monserrate e do Palácio de Brighton. Foi muito a partir de Londres e de Trafalgar Square que fui procurando.

 

Repare-se que na longa citação feita acima (ver de onde vem), o evento da atribuição do prémio a Denise Scott Brown acontece neste museu, que ela com Robert Venturi e Steven Izenour criaram.

Image0029.JPG

Apesar de envelhecida pelo ar, ainda guardamos esta preciosidade. Uma revista de 1991 que está repleta de informações sobre os planos de transformação da National Gallery.

Abaixo um dos detalhes mais interessantes da intervenção: explicando como se fez a transição visual-formal da obra antiga para a nova.

Image0030-b.jpg

Por fim, a prova de que os meus Grand Tours de alguns Verões foram sempre complementares da vida profissional e da preparação das aulas. Pois nunca me lembro de ter voltado de mãos vazias:

Image0030-c.jpg

In - The Independent architectural magazine, Number 20 July !991, ver p. 35**.

 

Mas neste caso, além dos livros e das revistas (pesados) nas malas e sacos, depois de ler uma passagem como a que está acima, era chegar de cabeça cheia. Era inclusivamente vir a saber o valor aí dado aos canteiros portugueses que trabalharam na obra; ou como o Príncipe Carlos atacou a arquitectura e os arquitectos - para si criadores de uma certa mediocrity e do que chamou carbuncles ...***

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 *O espalhar do mal por outras instituições sem que haja autoridades (científicas) a porem cobro numa falta de qualidade que é de bradar aos céus. Mas eles, será ingenuidade dos próprios (ainda não têm balança para se aferirem?) vão apregoando que são os melhores de Portugal, daqui e dali, e nunca sem se enxergarem...!

**Devo acrescentar o muito que me lembrei da Sainsbury Wing e da obra da dupla Venturi/Scott Brown quando escrevi o IIIº Capítulo de Monserrate. Sobretudo ainda hoje, quando ocorre alguém associar o Palácio da Pena e o Palácio de Monserrate. Porque este é uma obra feita sobretudo de alçados interiores e exteriores - tenha isso o valor que tiver ; enqunto o primeiro é claramente a ambiguidade e a complexidade de que escreveu Robert Venturi.

Enfim, assuntos para muitos e futuros posts de que tenho saudades de escrever

***Ver em https://www.theguardian.com/artanddesign/2004/may/17/architecture.regeneration

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11
Set 18
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

A verdade acima de tudo


publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

... que ele sabe ser «chei-d'agraus»


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