Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
31
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... mas em moldes diferentes.

 

A frase seguinte, da autoria de Marta Ribeiro: "(...) Também a arquitecta Glória Azevedo Coutinho, no seu livro Monserrate – uma nova História, identifica pela primeira vez a influência da Itália Romântica na..." encontra-se neste endereço (legível nas pp. 13-14). Em nossa opinião corresponde a um «soltar de amarras» relativas a várias descobertas*, que fizemos dentro da FLUL no curso de Mestrado. E que essa instituição, por razões que só os próprios responsáveis saberão explicar, entendeu que devia silenciar.

~~~~~~~~~~~~~~

*Claro que se pergunta, como e porquê, finalmente, entenderam falar sobre o assunto? Dar valor às questões levantadas (ou respondidas) pela arqtª Azevedo Coutinho?    


13
Mar 17
publicado por primaluce, às 20:00link do post | comentar

Alargando assim as áreas em que estamos presentes, e de onde lançamos as nossas ideias. Por isso se aconselha:

 

Aproveite o que por aqui há: muito para ler, ou para ver

CasaRainhaD.Amélia-CASCAIS

E depois também mais longe, ou com desenhos «aprimorados»...

...tipo

Porque variar vai-nos sendo útil: com a vantagem de estar a divulgar ideias que alguns se sentiram no direito de silenciar ou censurar

~~~~~~

E hoje - em 21 Março, dia do fundador do IADE, do prazer de ensinar, e de pensar na história da instituição... - é-nos impossível esquecer uma certa reunião de 1 de Outubro de 2014: quando novas funções docentes (como especialistas mais habilitados) nos foram atribuídas.

Datas de sonho, inesquecíveis!


12
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

outros blogs e posts agregados:

 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

http://casamarela.blogs.sapo.pt/


11
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... é como foi chamada a exposição que está no Palácio da Pena até ao fim de Abril (2017)

 

Não esqueçamos que para lá de alguns desenhos e pinturas o próprio rei consorte foi o «promotor» da obra arquitectónica que se pode ver na Pena. Tudo terá passado pela sua aprovação...

Como noutros casos transformou uma obra antiga, anterior, numa nova casa: Lugar de vilegiatura.

Em Cascais o mesmo tipo de casas, estão a ser chamadas Casas de Veraneio. Como se passar uma temporada, talvez de férias, numa Villa, ou numa estância de Verão, implicasse uma arquitectura própria. Diferente da que se praticava nas cidades (capitais), onde geralmente os veraneantes, aqui os reis (e o Governo), tinham as suas moradas principais.

Não é bem assim; não foi assim!

Mas a designação Casas de Veraneio tem estado em vigor, talvez por conter algum atractivo, ou a querer criar uma «nova categoria de análise e de estudo» (?), deixemo-la estar*. Apesar de poder induzir em erros: concretamente o de se pensar que a iconografia plasmada (built-in) nessas casas de veraneio é a mais própria para as referidas Casas. Ou seja, dependente e muito mais relacionada com os locais, e a paisagem, onde se fazia o veraneio. E, totalmente independente, da condição - real, monárquica, ou aristocrática - dos seus donos. É que é/foi, exactamente ao contrário! (como defendemos)

É verdade que em geral puderam escolher lugares idílicos, mas sobretudo, em muitos casos, foram por exemplo locais onde havia construções anteriores. Como se passou com os pequenos fortes da orla costeira (de Lisboa a Cascais).

Ora o mais importante, como estamos convictos e defendemos, era que com o próprio rei - neste caso para a rainha D. Maria II - migrassem também todos os seus símbolos, e todos os sinais mais adequados. Uma marca régia que, normalmente, se apunha na arquitectura (da domus real), para evidenciar o carácter - i. e., a própria condição real - de quem a possuía.

Se foi o engenheiro de minas alemão - Eschewegue, que numa «mina a céu aberto» (no cume da Pena) em Sintra, susteve as rochas e os enormes pedregulhos para sobre eles poder apoiar e assentar uma ampliação ao (original) convento da Pena; por seu lado, coube a Possidónio da Silva (arquitecto) a definição de toda a iconografia mais adequada para o Palácio**. 

Certamente, como já escrevemos noutras ocasiões, com o apoio e aprovação de D. Fernando II.

Como se terá passado na situação seguinte, imagem de um tecto do Palácio da Pena, que alguns, de imediato dirão ser um tecto de alfarge. Porém, considerando o que temos estudado e adquirido nestas temáticas, acrescentamos que se trata de um típico tecto régio*** (a remeter para/invocar a Arche Noe que é a Igreja).

DSCN8121.JPG

(tecto do Palácio da Pena - legenda)

*Mas que se deixe estar, até que os responsáveis (museólogos, historiadores da arte, curadores), acordem! Até que um dia percebam que poderiam vender ao Turista um pouco mais: sobretudo Saber. Explicações que enquadram e justificam as obras feitas. Como foram feitas, e porque foi assim... O que é uma Iconografia Régia, o que em francês se diria Régalien.

**É verdade que Regina Anacleto refere estes dois autores, mas interroga-se sobre as suas tarefas mais específicas. Não percebendo a Professora de Coimbra que então a profissão exigia (muito claramente, tal e qual como hoje acontece) a complementaridade entre várias áreas do conhecimento, que são razoavelmente distintas. Mais, até já na Idade Média, isto acontecia.: quando se percebe que Hugo de S. Victor preconiza para o edifício da Igreja uma Arca (Barca) de Noé, com os respectivos sinais para a Contemplatio (de que Mary Carruthers escreveu) ; percebe-se também que cabia depois aos construtores (em francês os designados Maçons, organizados em Lojas) garantirem a estabilidade das formas preconizadas pelo "architectore". Como foram designados o que poderiam ser, o equivalente a - «pintores da arquitectura», e surge escrito, numa lápide do Palácio Amarelo de Portalegre (civitates architectore), como já se explicou.

*** Não se pretendem usar outros adjectivos como: realista, regalista, realengo ou real. Talvez "régio" seja a melhor hipótese (?). Por se tratar de uma marca própria do rei: i. e., da sua condição - nascido rei. Independentemenete da governação, ou de poder estar limitado por Carta Constitucional, ou sistema de governo.


09
Mar 17
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... dedicámo-nos à escrita:

 

Como é sabido, continuando a explicar as primeiras luzes de toda uma temática que várias universidades decidiram banir.

Em especial, o tipo (mais) calão que ainda não foi definitivamente apeado, e lá continua incomodado com as nossas descobertas*:

O arrogante que, sofrendo de "superioridade de género", deve ter urticária a certas palavras?

Ora que culpa temos nós que o insano "arrais de uma linda falua" lhe tenha dado a mão? A ele que - Goraz da Ericeira -  pelas atitudes que tem, mostra agora, que devia ter pedido boleia, à verdadeira Caravela Portuguesa?  Sim, a essa mesmo...

Pois ficaria em melhor estado, i. e., mais capaz de prosseguir a sua viagem (vida fora), quando o dito arrais, entretanto já retirado, perdesse a capacidade de continuar a dar-lhe boleias... e a protegê-lo.

É assunto que não percebe? Pois um arrais de linda falua, por muito que «enfeitice», nunca será Sereia!

Quendo muito Seria...**

Enfim: seria gelatina-com-gelatina, invertebrado-com-invertebrado...desagregado-com-desagregado! Para não falar da Urticária...

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*Sobre a Arte Medieval e suas alegorias, em que ficámos treinados, para sempre (como o post de XIII-IV-MMXVII prova)

**E os emails com vírus (envolvendo pessoas que não se chega a vislumbrar se as respeita ou não?, cientificamente), esses só se abrem em «Casa-do-Ca(r)lão». É que aí podem fazer todas as faíscas e os maiores danos, sem que nos prejudiquem!


07
Mar 17
publicado por primaluce, às 19:00link do post | comentar

... este fim-de-semana.

ONDE NASCEU FERNANDO PESSOA.jpg

(legenda)

E o que se escreveu sobre Janelas à Siza (embora transformando vãos de Portalegre como este exemplo registou) continua a fazer todo o sentido.

Ou talvez ainda mais, quando se percebe que o Comércio e muitas das obras em curso no Centro Histórico de Lisboa (que já devia ter sido classificado Património da Humanidade - apesar dos vários «desrespeitos/atentados» de que foi alvo) agora visam o turista:

Agradar-lhe, dando-lhe o picturesque e o vintage de que a maioria vem à procura.

Nunca esqueceremos como eram extremamente bonitos os vãos que estavam neste prédio em que nasceu Fernando Pessoa. Mas o «pessoal da política» e mais os «autárquicos» em geral vão fazendo o que querem; ou, talvez só agora tenham acordado para as implicações e as relações que há entre Património Cultural e Turismo, que é, predominantemente cultural...

Ou ainda - em hipótese conclusiva - mantêm-se todos mal informados, ouvindo apenas quem querem ouvir? Não percebendo como estavam/eram impregnados de informação os desenhos dos vãos, as suas guardas (de varandas), etc. 

~~~~~~~~~~~~

*Tal como quem nos visitou em Primaluce. Será que concordam com o que aqui se vai defendendo, ou militantemente também desejam que a melhor iconografia arquitectónica se vá perdendo? No centro Histórico do Porto, particularmente na Rua das Flores com as suas fanlight windows, aí houve o cuidado de não «des-caracterizar» algum cunho georgian que essa zona da cidade mantém/manteve...


06
Mar 17
publicado por primaluce, às 13:50link do post | comentar

... que horror!

Dão pano para muitas mangas. Para vários outros posts e artigos.

Esperem, pois irão para: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/ 


05
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... mas também os há dispostos segundo regras que, facilmente, não se descortinam (como as imagens abaixo mostram).

 

Depois, as nossas temáticas vindas dos estudos do que seria um doutoramento se a Universidade de Lisboa o tivesse querido, e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) o tivesse exigido, como se esperava (e houve compromissos nesse sentido)...

Esse tema que registámos, ainda no trabalho do mestrado, e no qual muito temos investigado, não parou de nos fornecer, crescentemente, mais informações. As quais, não tendo originado o doutoramento (e/ou ainda, o trabalho de toda uma equipa como devia ter sucedido), as referidas informações continuaram a trabalhar em nós (e nós nelas...). Permitindo para breve, que passemos a escrever muitos mais novos posts. Ou, quem sabe, a publicar (em papel), directamente, como há dias nos foi dito pelo editor da revista escolar.

Novas informações de Louis H. Sullivan, sobre as formas e os seus significados; também sobre a igreja de Paço de Sousa e o Túmulo de quem foi o Aio do nosso primeiro rei. E voltando ao século XX, novas informações que captamos plasmadas em trabalhos de Marques da Silva - que foi um arquitecto portuense, precursor, que também empregou iconografia com milhares de anos (tal como fez L. H. Sullivan): em todas estas fontes que acabámos de mencionar, encontram-se materiais que faz sentido re-associar. Como cada geração deve fazer*.

E por fim, associar também a todas as informações anteriores, a Iconografia que há anos recolhemos em Conínbriga, mas agora vinda de bibliografia da DGEMN de 1948. 

E se já não nos move o doutoramento**, que, pelo menos, e como foi dito certo dia num júri de apresentação de um dos nossos trabalhos (do referido doutoramento), então, que pelo menos o trabalho que ela (essa membro júri) alcunhou e considerou dever ser "o trabalho de uma vida".

Então que todos estes materiais que temos recolhido e interligado, que eles vejam a luz. Exactamente com esse cunho e essa característica: como a investigação de quem a Universidade repudiou, escondeu, ou se envergonhou (?) mas que não desistiu!

Quer pelos valores que recebeu do Estado para investigar, quer pelo conhecimento da pertinência (e de todo a premência) da investigação, e tema extraordinário, que lhe foi parar às mãos. Apesar, repete-se, de imensa exiguidade mental de que está rodeada.

Sobretudo a daqueles a quem competia prover as condições - o acolhimento e a logística - que um trabalho obviamente ambicioso (e basto complexo) exige.  

Assim relembre-se agora esta imagem que já fizemos e publicámos***

MANDALAS(2)-C.G.JUNG

(aqui a imagem original, explicada)

~~~~~~~~~~

*Ou seja, re-associar e revisitar, à maneira da minha geração: i. e., e com os conhecimentos que hoje (em geral) muitos temos.

**De tão medíocre que é a actual qualificação de alguns dos que seriam os nossos/meus pares.

***Porque o tema dos Círculos, ou da Esfera, na Arquitectura antiga é interminável. Continuaremos a mostrar como EsferasCírculos - seja na bibliografia do Pseudo-Dionísio, o Areopagita, ou na de Sto. Agostinho, se referiram a Deus, e ao que consideraram Divino. Continuaremos a mostrar como certas associações de círculos (e depois também de outras figuras geométricas, como triângulos, quadrados, etc.), traduziram Dogmas do Cristianismo. Continuaremos a chamar IDEOGRAMAS a essas associações, ou conjuntos, que originaram diferentes formas arquitectónicas. Com destaque para os diferentes arcos (ou as diferentes edículas) dos vários estilos arquitectónicos. Em suma,  "o trabalho de uma vida" como lhe chamou (a pretexto de o afastar, ou o contornar) uma Senhora Profª. da FBAUL, vai continuar a ser produzido. Com os meios que temos, devolvendo assim à sociedade e a quem se quiser interessar pelo tema, os valores que recebemos da FCT para investigar. Será um legado, tal como já estamos a oferecer à biblioteca da escola onde estamos há mais de 40 anos (BAQ), alguns dos documentos, originais da instituição espanhola cujo modelo foi importado e repetido em Portugal nos idos 1969. Por essa documentação - a que antigamente se chamavam Sebentas de Estudo - nós aprendemos imenso, tendo contribuído depois para uma primeira simplificação e tentativas de sistematização, desde 1976-78. São materiais que vão ficar disponíveis na Biblioteca da Escola, embora nos pareça que, na prática, e tal como os círculos que hoje tentamos explicar (a respectiva origem e como funcionaram enquanto linguagem), ninguém nunca mais se vai interessar por esses temas do design e da construção...

Claro que é lamentável isto que se está a prever (uma redução constante do Saber e dos Conhecimentos dos alunos), mas não deixamos de estar em paz com a nossa consciência: a  consciência moral,  a consciência  cívica.

Em suma, a consciência de um docente que nada pode contra um tsunami carregado de energia (destrutiva).

O Post de hoje - quando faz quinze anos em que percebi a origem (na teologia cristã) do arco ultrapassado e a do arco quebrado -; é por isso dedicado aos meus antigos alunos do IADE, que conseguiram doutorar-se.


04
Mar 17
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

E o tempo vai-se encarregando de trazer a verdade ao de cima*.

 

Dos muitos autores que temos lido - não só as suas teses e teorias da arte e da arquitectura -, temos também podido perceber nas suas biografias, em que épocas e períodos das suas vidas foram mais produtivos.

Depois, é impossível não estabelecer paralelismos e fazer analogias. Por nós, face «aos militantes» que nos rodeiam e se têm dedicado a esconder os trabalhos dos colegas, para se auto-exaltarem e darem todo o espaço a si mesmos, e à sua imensa produção; sobretudo à respectiva «qualidade», que vão propagando...

Cada vez mais é urgente publicar!

~~~~~~~~~~~~

*Como já há anos se estava a sentir no ar toda a mentira em que estávamos imersos, só agora os jornais e depois a Justiça (lentinha), começam a dar conta do que temos tido que suportar! 


03
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Ou, pelo menos para nós, trata-se de uma hiper-curiosidade!

 

Há 2-3 anos, prosseguindo nas nossas pesquisas do doutoramento encontrámos num Tratado de Arquitectura as mesmas malhas que os alunos do IADE (afanosamente) desenhavam no antigo primeiro ano*.

E de imediato logo nos ocorreu uma pergunta? Quem terá sido o professor que introduziu aquela matéria e temática nos programas do curso, no início do 1º ano da disciplina de desenho técnico?

Mas mesmo sem qualquer indício de resposta, admitimos que tivesse sido Manuel Lapa ou, talvez mais, da autoria de Lima de Freitas?   

Fosse como fosse, certo é que para os alunos era por vezes quase um martírio conseguir desenhar essas malhas sem fazer erros. Porque logo desde o início do trabalho, qualquer falha seria ampliada quando estendessem os seus traços para o lado direito e inferior das folhas de desenho. Era preciso imenso cuidado e muita disciplina para conseguir estender os desenhos (i. e., prolongar os traços) a toda uma folha A3**. Como se pode ler no texto e imagens seguintes do enunciado de um exercício escolar do final dos anos 70, que há dias encontrámos (em «arrumações»).

Malhas desenho Técnico.JPG

Ver ampliação

malhas-DES.Tec.-1.JPG

malhas.DES.Tec-2.jpg

A curiosidade - e para nós não é pequena (por haver coincidência)  – está no facto de serem praticamente os mesmos padrões que constam no referido Tratado de Félibien como sendo os mais adequados (pelas figuras geométricas-base de que partiam) para serem usados nas vidraças das janelas.

"Verreries" que eram atravessadas pela Luz, a mesma que há milénios tinha um sentido divinizante, como várias vezes temos escrito.

Félibien-desprincipes-193.jpg

Félibien-desprincipes-195.jpg

*Ainda antes dos anos 1980. É o Tratado de André Félibien (de 1690, como está na capa) ao qual pode aceder por aqui - no PDF ver as pp. 268 a 275. E os desenhos que lhes correspondem estão nas pranchas: XXXIX (39) a  XLII (42). Que acima têm um número de página diferente, mas são as mesmas imagens 

**Note-se que esse trabalho há muito foi retirado do currículo escolar embora tivesse algumas vantagens: domínio e rapidez no uso de vários materiais e instrumentos de desenho (em papel, e não no computador como hoje se faz); conhecimento das propriedades das figuras geométricas, que alguns exercícios posteriores (depois das malhas já estarem desenhadas) permitiam aprofundar.

Esta coincidência iconológica não nos parece que seja um mero acaso, merecendo ser muito mais desenvolvida, por, aparentemente, corresponder a uma evolução, e também a uma decadência (mas ainda patente e observável no final dos anos 70 do século XX) do que foram temas e assuntos que, durante séculos, se transmitiam aos praticantes de uma arte ou profissão.  


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