Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
27
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

É verdade, estão lá, há séculos, e portanto vão esperando.

Porque, também é verdade que Maria João Baptista Neto nos deu imenso, e as suas últimas investidas - ao calçar «os nossos queridos sapatinhos» - permitem tornar visível, e com a máxima clareza, o que até agora eram suspeitas: o que até agora era improvável, pareciam sentimentos - estranhos; expressões - muito incorrectas...

Em suma, o dificilmente dizível, ou até mesmo invisível, tornou-se completamente notório.

Ainda bem, como com as primeiras luzes: que venha a máxima clareza!

∞∞∞∞∞∞

Arrêtez voyez doucement l’ouvrage riant

 


21
Ago 15
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

... estão ainda muito longe de terminar os epílogos de um mestrado defendido na Sala D. Pedro V da Faculdade de Letras de Lisboa, em 31.01.2005.

Thanks God pela escolha da sala, e por tudo aquilo em que, até esse dia, MJN sempre se empenhou!

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

 


19
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Ficou escrito logo em 2004, num trabalho que alguns acham - dizem esses... - que não tem conclusões (!)

 

"Caso se tivesse explicado “cada centímetro quadrado” da casa e das paredes de Monserrate (tarefas que devem ser feitas para elaboração dos cadernos de encargos do projecto de conservação e restauro), sem termos detectado o verdadeiro fundo histórico em que surgiu (...) nesse caso o nosso trabalho teria sido muito menos proveitoso."**

 

Portanto, mesmo que o IHA da FLUL entenda que não deve explicar (nada) a ninguém, ainda e por enquanto, aquilo que a arquitecta Azevedo Coutinho lhes deixou e descobriu***.

Que apenas foi importante, como registou Marta Ribeiro, o facto de ter mostrado a influência italiana patente no Palácio de Monserrate... Ou ainda mais especificamente, como escreveu Maria João Baptista Neto (orientadora dos estudos realizados na FLUL), o contributo de demonstrar que a cúpula de Monserrate vem do Duomo de Florença.

Mesmo que todos esses continuem calados e não expliquem ao IADE (à FCT, ao MEC, à OA...) a importância da continuidade das nossas investigações, - como deveriam tê-lo feito há 10 anos - já que para «as bandas de Santos» não há milagres de compreensão, e deste ponto de vista eles são todos muito pior do que lentinhos e burrinhos...

Mesmo que tudo isto continue a acontecer, pela nossa parte ainda bem que fizemos sempre o melhor que podíamos e sabíamos. A ponto de hoje podermos ver alguém - a própria orientadora dos estudos de mestrado (e quem em teoria, saberia do verdadeiro valor dos nossos contributos) - a tomar para si (ou como seu?) aquilo em que nem sequer tocámos em 2004, por termos tido (encontrado) outras prioridades e outros fascínios: muitíssimo maiores.

Em resumo, nós ao termos tido a percepção do que foi/é, e com que ingredientes se produziu, durante milhares de anos, a Arquitectura que hoje é vista como histórica, preferimos essoutro tema!

Por isso a obra victorian que está em Sintra nos deu imenso: centenas de vezes mais do que aquilo que é, como já foi explicado, para outros exemplos, por Carol A. Hrvol Flores [desejam-se Bons Estudos].

O que leva às últimas perguntas de hoje: será que Maria João Baptista Neto, que não quis constituir uma equipa como deveria ter sido feito, logo em 2002, vai continuar a seguir os nossos passos?

Ou, como «pobre, nuínha e descalça», sem gota de criatividade, preferirá calçar-se, roubando os meus queridos e tão confortáveis sapatinhos? Se acontecer (?), há-de-se mandar a dita senhora para junto dos feirantes do terreiro de Santa Clara:

i. e., para a própria da Feira da Ladra...?

http://primaluce.blogs.sapo.pt/171882.html

~~~~~~~~~~~~

*Ou será que não está na hora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e os seus agentes compreenderem a História à maneira de Jacques Le Goff?

Or, about beeing in someone's shoes?

**Monserrate uma nova história, Livros Horizonte, Lisboa 2008, ver p. 160.

***E que como temos registado interessa a todas as Universidades, à Cultura (e ao Saber do Ocidente), a qual segundo escreveu Eduardo Côrte-Real - em 2015, "é optocêntrica"...

Haja Muita Saúde!!!


15
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Num ENSINO feito por pessoas que se respeitassem*, este caso – um Case Study paradigmático, e a vários títulos riquíssimo – seria fantástico:

Seria fantástico para as Instituições de Ensino Superior de Portugal que o tratassem e apresentassem internacionalmente**.

 

Referimo-nos à Sala do Capitulo de Bristol, ao facto de Martin Kemp o expor - como está abaixo, na página digitalizada de um trabalho que publicou.

E ainda ao facto da sua reputação e nomeada o colocarem como alguém altamente conhecedor na área cientifica da História da Arte. Apesar de ter escrito o que consta nas legendas das fotografias escolhidas.
Este caso seria fantástico quer para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa quer para o IADE. Porque teriam elucidado – para as Universidades de todo o mundo, que estivessem interessadas neste tema de Humanidades (e não são poucas!) alguns dos maiores enigmas da História da Arte.
No entanto, percebe-se (vemos, indagamos) pelo IADE o que há são meras questões internas, de Poder: como o quem manda em quem, segundo infindáveis e muito úteis diagramas***?

Já pela FLUL, onde toda esta nossa questão nasceu, aí os maiores interesses dos profs do Instituto de História da Arte (IHA que é dirigido por Vítor Serrão e Maria João Baptista Neto), os seus interesses estão nas passerelles (de vaidades?); nas idas à televisão, e em publicações de álbuns para encher o olho. Mesmo que se pudesse, ainda, e muito mais, encher a alma:

Matar a avidez de conhecimentos que leva muitos a devorarem as literaturas à «Código de DãBrau»: as quais entretêm, é verdade, mas ainda baralham mais as pobres mentes ávidas e perscrutadoras de um passado que as instituições de Ensino Superior deveriam querer e gostar de elucidar: i. e., mostrando também para que servem? Se é para esclarecerem as mentes de quem compra esse tipo de best sellers, num tempo em que compreender - ou ver com luz (e claramente) - daria bastante jeito! Pois levaria a que as pessoas pudessem ter nas suas vidas comportamentos mais seguros, conscientes, cultos e civilizados: numa palavra mais adultos. E portanto também menos sujeitas aos poderes obscuros, redutores e infantilizantes em que assim «lá se vai vivendo»...

Image0097.JPG

(para legenda clic na imagem, desenvolvimentos do tema - a aprofundar - em ICONOTEOLOGIA:PT)

*Mútua e normalmente, assim como às tarefas digníssimas que têm nas mãos, e aqui incluindo – como é normal (pois devem ser o centro e foco das atenções dos seus professores) - os respectivos alunos…

**Não esquecer que o IADE nos desvinculou/expulsou da UNIDCOM; não esquecer que o nosso orientador dos estudos de doutoramento na FBAUL nunca quis apoiar a publicação de qualquer artigo nosso. E como se não bastasse, à medida que foi vendo (mais do que nós!) aquilo que estávamos a fazer, então passou a ter uma frase feita que de inicio muito nos surpreendeu: "Não vai fazer uma História da Arte!" E claro que, de tão repetida, começámos a entender o muito maior alcance daquilo que tínhamos em mãos... Ainda bem que o repetiu, inúmeras vezes, e assim nos alertou (para o que ainda não se estava a ver com essa nitidez)

***Tão falantes para quem os entenda como os elementos parietais, decorativos - Portae Caeli - que os monges do Capítulo de Bristol deveriam ver e rememorar, numa Contemplatio (eterna) como a que descreveu Mary Carruthers.


12
Ago 15
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

... a D. João III; são nossas, dirigidas a quem quer ignorar os muitos males que está a praticar:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/o-instituto-de-historia-da-arte-da-235751

Aos profs. que durante mais de 10 anos escondem o melhor que se encontrou em Investigações que eles próprios orientaram e supervisionaram:

Um melhor, note-se, que tem interesse e importância a nível internacional...

...para depois roubarem? Assim, vamos ver/ler se usou as terminologias próprias; as suas, ou se prefere continuar a usar toda a nossa terminologia*, como foi fazer para a televisão?

Em resumo registam-se comportamentos muito pouco éticos, que cada passo que vão dando permite agora demonstrar...

Eis enfim o retrato-metáfora da que é a  verdadeira Rã - muito Preguiçosa:

uma Saltarica que muda de tema porque aquele que tinha eleito, passou a estar solucionado. Tendo-se provado, aliás, a sua boa escolha inicial; as razões que existiam para não abandonar o tema e antes pelo contrário ter continuado a investir e a investigar

~~~~~~~~~~~~~~~~

*A das lógicas de Designers e Projectistas como Richard Perassi explica no seu e-book para os trabalhos contemporâneos. Em suma aquilo que o IADE desde 2008 tem guerreado, manietando-nos e impedindo a concretização de um doutoramento que inicialmente apoiou


11
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

E ler para encontrar escrito, aquilo que devia praticar: i. e., para aprender a dar importância às imagens* e ao seu sentido figurativo, já que muitas vezes foi preciso partir da imagem para conseguir definir com maior clareza (ou conseguir escrever o texto**).

 

Claro que o conselho acima se aplica a todos os que habitam e circulam pelo Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa.

E deve-se aplicar porque não basta V. S. (como frei Tomás) pregar este sermão, e depois todos fazerem exactamente ao contrário.

Por muito apelativo ou interessante que possa ser para os Historiadores fazerem muitas trouvailles em arquivos e na Torre do Tombo, na verdade, face à obra de Arte, deve ser ela própria, no seu contexto temporal, cujas características é preciso entender (portanto ver o excerto seguinte de M.-D. Chenu, onde algumas dessas características estão muitíssimo bem apresentadas); deve ser essa obra, a tal que querem estudar e conhecer, a sua principal fonte de informações.

Deve ser ela - a obra de Arte em questão - como diz Vítor Serrão (e nunca pratica, mas aqui estamos nós a insistir e lembrar um ponto que é seu, e refere continuadamente), a prover, ou a fornecer a informação daquilo que se quer saber dizer sobre essa mesma obra:

Claro que inserida no tempo, vista nos contextos e propósitos de execução; até mesmo comparada com obras anteriores, contemporâneas e posteriores...

 

Excertos de M.-D. CHENU(1)

*O que, como Historiadora de Arte - convenhamos - é a única coisa que é a mais importante (e deve saber fazer).

**No caso definir o Símbolo (da Fé), como claramente sucede com o texto conhecido como Credo de Atanásio.

Por fim note-se que Chenu usa (e abusa) da ideia de Simbolismo, de que a Arte medieval está fortemente impregnada. E, portanto, no seu sentir M.-D. Chenu não se enganou. Apenas que «esse simbolismo» era também, mais restrito: uma vontade de deixar em cada obra a essência da Fé Cristã, que é o Símbolo da Fé. E nesta época, as imensas/inúmeras polissemias que se encontram no que hoje se chama Arte, essas polissemias também radicam, exclusivamente, neste ponto. Porque dava jeito ter muitos mais vocábulos visuais, para, em ênfases crescentes poder dizer o mesmo (sempre a reforçar o sentido das ideias a transmitir); do que ter apenas um vocabulário mais escasso, ou muito limitado.

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

Guardar


08
Ago 15
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

MJN já sabem quem é, ou confirmam no post seguinte; e quanto ao tema do post de hoje é sobre os textos que MJN também ela nos fez ler.

 

A referida senhora, nossa orientadora de estudos, também nos deu alguma bibliografia como podem ver no doc. abaixo. Aliás, parece-nos muito correcta a ideia que se esboçou, como imagem da transversalidade ou multidisciplinaridade (e de um sentido de troca) que a Universidade, ao mais alto  nível deveria ambicionar criar e proporcionar...*

trocasdebibliografia.jpg

Bem interessante por acaso, e Thanks God que nos tenha dado essa bibliografia.

Menos bem, que descobertas e as premissas em que nos fez trabalhar a Propósito de Monserrate... (como hoje consta no titulo do trabalho em depósito na BN), ela tenha calado integralmente o assunto. A ponto de nos fazer questionar - a todos nós - para que se faz Investigação nas Universidades????**

Portanto do doc. abaixo encontram-se ideias e citações no que escrevemos em Monserrate - Uma Nova História (descubram as páginas):

por_MatildeMateo.jpg

~~~~~~~~~~~~~~~~

*E terá sido muito estúpido ter pensado, como tantas vezes nos aconteceu, que no IHA da FLUL talvez não tenham tido nunca alguém (algum outro aluno) com a experiência profissional acumulada que tínhamos, ou já detínhamos, quando por lá estivemos de 2001  a 2005...? Terão eles tido alguma vez essa percepção: Que alguém com um nível razoável de preparação, não se dispõe ou predispõe, facilmente, a enfiar «o boné de aprendiz» de alguma coisa? Ou que alguém com a nossa experiência «não embarca» em explicações completamente patetas, imaginadas por ignorantes e ainda transmitidas a ignorantes maiores, que não as contestam:

Que impávidos e serenos (deve ser por boa educação que se calam?) engolem explicações inverosímeis, como se há 500 ou há 1000 anos quem produziu as obras, a que hoje se chama Arte fosse totalmente mentecapto?

Claro que quem ganhou fomos nós

**Faz-se investigação para anunciar resultados 10 anos depois? E mesmo assim ainda a esconder o melhor, e o mais importante que se descobriu: materiais que, aconselharia o bom-senso, tivessem sido prontamente divulgados?

Depois há infos a cruzar - pois não inventámos a questão das origens do Gótico. Thanks God (sempre) que fizemos o frete a Maria João Baptista Neto. 


06
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...e ainda a facilidade com que certos Profs preenchem lacunas (do tempo e da História) com o que lhes convém «ou têm mais à mão»*

 

Chamam-lhe silly season, mas é um tempo óptimo para recuperar o que de silly não tem nada.

É sobretudo o tempo de nos recuperarmos, de pausar para repensar e recolocar o que é essencial.

Assim vamos atrás, bem antes da Visita Guiada a Monserrate, que este ano, a partir de 8 Junho**, nos fez ver o mais característico (ou o que é «a essência» de uma personalidade) da nossa "Orientadora dos Estudos do Mestrado":

"A nossa Orientadora dos Estudos do Mestrado, numa 1ª fase viu muito mais do que nós - isto é, tendo conhecimento dos círculos entrecruzados que originaram o Arco Gótico, e que se vêem em muitos exemplos Romanesque - julgou-os (ou confundiu?) também impressos na fachada de Monserrate.

Feliz confusão, feliz extrapolação! Porque numa 2ª fase, ...ela deixou o assunto connosco (e com o IADE!)."

Muito triste é que Maria João Baptista Neto não tenha usado esta imagem no seu livro sobre Monserrate. Já que a mesma, embora seja uma óptima imagem da investigação em Portugal, é por isso também, a base de tudo a que a Arquitecta Azevedo Coutinho chegou. O que «estava a faltar» a Maria João Neto, o espacinho que encontrou e que por isso, teve que publicar!

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/esta-escrito-desde-16-de-outubro-de-81963
https://fotos.web.sapo.io/i/uc311c507/13877569_oQwWS.jpeg
http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/mjn-viu/?uid=gdg5rJqQCKJNoDodIjOT#comentarios

~~~~~~~~~~~~~~

*Ver num próximo post como se têm preenchido lacunas

**Visita Guiada a Monserrate


02
Ago 15
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

Baixo investimento em ciência. "Um país que desperdiça os seus melhores está completamente perdido"

...E como se não bastasse esta imensa falta de recursos, a ela junta-se a pobreza. Não me refiro à falta de dinheiro, refiro a falta de cabeça. Os nossos estudos de um Mestrado e depois deles, os de um doutoramento foram simplesmente boicotados por inveja. Por se ter descoberto algo que revoluciona o conhecimento da História da Arte, e depois da Arte, da própria História: como a entendemos e articulamos (mal). Claro que da História se passa para as diferentes Ciências e Conhecimentos, da Filosofia, à Teologia, às diferentes religiões. À Astronomia, Matemática, Física, Química, Línguas (e linguística). Como todos estes conhecimentos que no passado estavam unidos nas mesmas mentes e hoje estão dispersos. Esses Saberes antigos que para um Boécio, ou muito mais tarde para um Caramuel Lobkowitz, não se distinguiam como hoje se faz, ou separam por ex: a Gramática e a Matemática. Só com a ajuda de sábios 'Polimaths' de há séculos se pode ver o conhecimento que foi uno. Podemos ir à raiz, e como meada que se tivesse emaranhado totalmente, se poderão deslindar vários dos inúmeros erros científicos, profundos, em que vivemos.

E que, enfim, limitam as nossas sociedades: as fazem gastar recursos em avanços (ou também em literatura) basto enganosos. Obras como o Código que um «Dã Brau» inventou, em vez de se ler (e tentar compreender) por exemplo A Divina Comédia de Dante, mostram na perfeição o ambiente de enganos em que se vive. primaluce.sapo.pt e iconoteologia.sapo.pt

~~~~~~~~~~~~~~~~~~
*http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=189281

 


01
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... mais a história e as vicissitudes permanentes - i. e., a demonstração da imensa instabilidade - de uma instituição que, felizmente, e com a maior independência, alguém de fora nos vem lembrar.

 

De facto há Ensaios e análises que se justificam plenamente; depois, neste e-book há muito material para Historiadores de Arte. Porém, para além destas vantagens o estudo de Richard Perassi consegue ser ainda, e também, sobre «barcas à deriva» (que aliás conhecemos bem demais):

Não, não é a Arca de Noé, mas pode parecer! Percebendo-se que, tal e qual como no tempo de Noah, "a fresh start is becessary". 

Mas será que veremos depois (?), pergunta-se, "...a rainbow as a sign..."?

Quem dera! Porque tanto desvio e tanta tropelia a que estamos a assistir (com base na marca e manias de  marketeers) - muito similar e comparável ao que é contado no Livro do Génesis sobre "a city named Babel, and a tower...", todos estes desvarios somados mostram/são a prova como tudo não passa de uma imensa Glossalia! Quase bíblica...

Não no seu sentido estrito, mas na enormidade resultante de Jogos de Palavras, diletantes, retóricos, e basto infantis...

Jogos feitos, frequentemente a partir do inglês (é para português ver e ficar «baralhado»...?); frases feitas e novidades que nos tratam a todos como se algo muitíssimo original, ou o nunca visto, estivesse a nascer?!*

Enfim, preferimos o francês, pois estamos fartinhos de um ambiente trop déjà vu, mas que julga que vai deixar todo o mundo bouche bée.

Que «haja muita pachorra»! Ou é de uma imensa santidade que se precisa (para aturar loucos)? 

Claro que trataremos dos temas que R.P. nos oferece, já que são tantos, como tanta - imensa - é a fecundidade do que produziu, e por isso quero:

Parabenizar você! Obrigada por estar em Portugal a «reensinar»; e  a evidenciar o que para alguns, de tanto estudarem e reflectirem, um dia se tornaram em evidências!

O que os descuidados e desatentos, deixam andar - não pensando (nem muito nem pouco), o que faz mal... E depois queixam-se do estado a que o país chegou!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

* Em que o "learning by doing" nos consegue deixar, para sempre e eternamente, embevecidos! Oh quanta criatividade! Oh quão original?! Mas será que "o Carmo e a Trindade" já ouviram isto? E ainda não caíram? Mas estarão à espera de algo melhor, ou é de cada vez pior?


mais sobre mim
Agosto 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
13
14

16
17
18
20
22

23
24
25
26
28
29

30
31


arquivos
pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

subscrever feeds
blogs SAPO