Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
17
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

 

...durante mais de 10 anos a que é talvez a maior descoberta da História da Arte em Portugal (?), para um dia aparecer com «gracinhas», ou tiradas que, comparativamente, são quase insignificâncias como acontece com a designação "Beckford Hill"*

Parece-nos... Ou estaremos errados?

~~~~~~~~~~~~~~

*363

00:24:48.120 --> 00:24:51.160

daquilo que ele acha que honra

o espírito de Beckford.

 

364

00:24:51.320 --> 00:24:56.120

Parece que terá chamado a esta

casa Beckford Hill,

 

365

00:24:56.320 --> 00:25:00.880

Francis Cook fez questão

de manter os espaços inalterados

infos da RTP: http://rsspod.rtp.pt/legendas/video/web/p1867/p1867_1_20150608.vtt

 


16
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

É o melhor aliado...

 

Quem tem fé e sabe que não errou, e que aliás fez o seu melhor, então (face à Justiça nacional) o que tem a fazer é esperar: «com esperança», claro! Cristã? Claro, foi/é nesse ambiente que temos a sorte de estar:

Porque iria haver um dia, foi em 8 de Junho de 2015 (exactamente 7 anos depois do lançamento do livro no Palácio Quintela), em que alguém muito apressado - Maria João Baptista Neto - ainda iria querer brilhar com jóias que não lhe pertencem...

Tinha-as escondido debaixo do tapete, mas, sabia-se, um dia ela iria querer usá-las e «pavonear-se com os brilhos que...», -----------» tão honestamente, ela terá decidido subtrair a outros?!

14560515_ZLP6Z-jóias.png

Jóias de defunto? Clic na imagem para legenda 

Depois releiam vários dos nossos posts e o que temos escrito sobre este tema; vejam que bem que fica a reputação científica do IADE que, pela mão do seu Reitor - Carlos Duarte - maldosamente entendeu dever expulsar-nos da sua unidade de investigação... assim colaborando com as mediocridades da Universidade de Lisboa

Fez bem/fizeram todos bem, pois agora é tudo muito mais fácil de provar?


15
Jun 15
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

85

00:06:08.560 --> 00:06:12.280

É um padrão que podemos reconhecer

do Alhambra de Granada.

 

86

00:06:12.520 --> 00:06:14.400

É facilmente identificável.

 

87

00:06:14.600 --> 00:06:18.760

Mas temos, diria, um número infinito

de elementos decorativos.*

E a tanta pateteira junta nós queremos acrescentar «uma perguntinha»:

Será que a RTP também tem, à 6ª fª - mas pode ser noutros dias..., - um bom detector de mentiras? Para pré-avaliar os seus entrevistados...?

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://rsspod.rtp.pt/legendas/video/web/p1867/p1867_1_20150608.vtt

 


14
Jun 15
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... como em 2001, mas agora em 2015 também a sua falta de carácter científico, obrigam-nos a voltar a Monserrate

Síntese_Final.jpg

(clic para legenda, saiba como para Maria João Neto há trabalhos facílimos...)

E começamos exactamente pela Síntese Final, que alguém também muito (ir)responsável dentro do IADE entendeu dever ir escrevinhar: talvez para nos passar, ou fazer chegar alguma informação?

Acontece que desde 2004 que sabemos porque escrevemos assim, já que iríamos fazer uma pausa para depois continuar. Porque o que se tinha descoberto, certamente - e era para nós, «de caras», uma questão de honestidade intelectual: claro que toda essa imensa temática não poderia ir ficar, eternamente, silenciada!

Por muito que nos custasse, dizemos, mas na verdade a curiosidade é também, sempre, um motor poderosíssimo (e portanto o custo e as dificuldades são relativas, face à força desse motor). Assim, por muito que nos viesse a custar, tentaríamos ultrapassar essas muitas dificuldades, para contribuir para um alargamento daquilo que em geral se sabe (e é ainda muito pouco) da imagética dos chamados Estilos Históricos.

Acontece também que o nosso orientador de doutoramento na FBAUL - Fernando António Baptista Pereira - nunca participou da nossa energia, e pouco fez para nos ajudar a contornar a postura completamente anti-científica dos dois grandes vultos que há dias (ironicamente) referimos*:  no IADE o seu actual Reitor (Carlos Duarte), na FLUL Maria João Baptista Neto**.

Ora a referida "Imagética dos Estilos Históricos", que seria mais correcto serem designados Estilos Cristãos, esse conjunto de sinais visuais - a que se chama ornamentos e estão espalhados pelas paredes do Palácio de Monserrate (o edifício que generosamente nos deu tanto!); esses sinais e imagética, tal como as próximas etapas a desenvolver, tinham ficado relativamente bem sintetizados/resumidos na Síntese Final dos estudos feitos a propósito de Monserrate...***

Aliás, quando hoje reencontramos essa Síntese, re-confirmamos a sua boa ordenação, mas, porque já realizámos bastantes mais estudos - que agora nos levariam a re-escrevê-la (a Síntese Final) com muito mais certezas, menos dúvidas (e ainda menos vezes a palavra «talvez») -; agora também reconhecemos na dita Síntese o óptimo programa de estudos e de investigação, que desde 2006, «meio inconscientemente», temos vindo a seguir e a desenvolver. Vemos como ficou (aberta ao público) uma «verdadeira sementeira de ideias», que, logicamente, também interiorizámos...

Mas nestes 10 anos, em que demasiado frequente fomos sacudidos por sucessivos incidentes e muita má-vontade do IADE: a reflectir uma total ausência de vontade em colaborar na ampliação de conhecimentos científicos, que são de enorme relevância. Acontece que durante todo este tempo, na medida das nossas possibilidades - temos a consciência disto - não parámos de trabalhar, continuando a criar Saber Científico.  

Não vamos parar mas sim prosseguir, e em breve vamos aqui colocar mais alguns dados em que MJN se enganou (ou foi aselha) e assim nos deu muito mais do que "Uma espécie de boomerang" de informação - como disse Paula Moura Pinheiro in Visita Guiada a Monserrate (TV2 em 8.06.2015). Informação que trouxe atrás quer a Historiografia do Gótico, quer ainda, e por extensão - já que as «lógicas» não foram muito diferentes - informações sobre as Linguagens (ou Logos) que todos os estilos integraram e constituíram; referimo-nos aos Estilos que precederam o Gótico, e também aos que lhe sucederam:

Pois durante os séculos XVIII, XIX e até inicio do século XX - sempre cada vez mais «em perca» (perca linguística e de significado), na medida em que a maioria das obras, e os homens que as faziam, iam esquecendo os atributos do Deus-Cristão, e assim, em simultâneo iam também deixando de o invocar; insiste-se, mesmo até meados do séc. XX continuou a ser aplicada uma «imensa dose de ornamentação», ou decorativismo, sobre as superfícies e os elementos arquitectónicos dos edifícios. 

É preciso ler Tristram Hunt e o seu Building Jerusalem...(de 2005) para se poder perceber, ainda mais e muito melhor (e não apenas com a «dica» ou o briefing das Origens do Gótico - de Maria João Baptista Neto) que no século XIX em Inglaterra o Cristianismo ainda marcava, fortemente, as mais importantes obras arquitectónicas: inclusive as Obras Públicas, ou as de grandes meios, postos ao serviço do público - como eram, antes dos vários transportes serem privatizados, as estações de Caminho de Ferro.

~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Postura anti-científica que nos tempos que correm é, na prática, um verdadeiro lesar da pátria! E de acordo com esta ideia do Conhecimento como um bem-comum, revejam o lançamento ontem da campanha eleitoral de Hillary Clinton, e como nos EUA se clama e promete mais investigação e avanços tecnológicos. Naturalmente que não se há-de tratar de investigação  para ser silenciada à maneira da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa! Ou será investigação para entreter enquanto um qualquer outro "vai ver se chove"?

** Não se esqueça que o mais natural teria sido continuarmos na FLUL a fazer o doutoramento, e isso não aconteceu desde 2005, dada a referida postura de MJN.   

***Relembre-se o título inicial da nossa tese (redigida entre Fev. 2002 até 30.09.2004, que incorporou alguns excertos que já estavam num trabalho realizado para o IPPC, terminado em Abril de 1988): "A Propósito do Palácio de Monserrate em Sintra - obra inglesa do século XIX - Perspectivas sobre a Historiografia da Arquitectura Gótica".

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/perguntamo-nos-os-estados-vao-deixar-de-78449


13
Jun 15
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... a alguém com experiência de vida (e que se pode defender - como no nosso caso), aquilo que a Professora Maria João Baptista Neto nos fez a nós, quando foi nossa orientadora - de 2001 a 2005 - simplesmente imagine-se o que não terá a coragem de fazer a alguém inexperiente de vinte e poucos, ou de trinta anos*?  

Sobre os novos historiadores e suas inovações leiam a sinopse da rtp e vejam, em: http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada

~~~~~~~~~~~~

*Naturalmente, não é ou foi por acaso que desde há quase 40 anos alertamos os alunos para se saberem defender e lhes ensinamos algumas regras básicas (praticadas nas escolas de Artes), no contexto legal dos chamados

Direitos de Autor


12
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... Maria João Baptista Neto! Thanks God porque enfim (de camaroeiro)  se encontra algo positivo em tanta mediocridade junta

 

É verdade, vejam a Visita Guiada a Monserrate, quando (ao 4º e 5º minuto) a nossa aluna - que, bem vistas as coisas foi da máxima qualidade... - corrige Paula Moura Pinheiro e lhe mostra ter percebido o que é uma síntese projectual: Porque, "o ecletismo de Monserrate (...) diz ela - é uma síntese Victorian..."*

Ainda bem que o disse, felizmente, pois muitas vezes até entre colegas de profissão (e não apenas para os alunos) vemos quanto é difícil esta percepção da obra de arte como sendo uma síntese.

Mas, passada esta mensagem para o público, «a dita boa aluna que tivemos há uns anos», vai agora repetir - e espera-se que o faça milhares de vezes (mesmo sem dizer onde aprendeu!) - que as verdadeiras obras, que o cerne do acto criativo, está, quase sempre na capacidade do artista para, sinteticamente, aglutinar ideias que a visão um dia vai ler.

Pois que VIVA MARIA JOÂO NETO e a sua imensa capacidade para AMPLIAR AS NOSSAS IDEIAS!  

Usar as nossas palavras, expressões, e, se pudesse, até imitar a voz? Quanta originalidade...

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*64
00:04:57.120 --> 00:04:59.200
MARIA JOÃO NETO:
Podemos dizer que é uma síntese
65
00:04:59.360 --> 00:05:01.720
também do pensamento vitoriano
do tempo,

http://rsspod.rtp.pt/legendas/video/web/p1867/p1867_1_20150608.vtt


11
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...que ensinamos os alunos a citarem as fontes das suas informações.

 

O que, tal e qual, só nos faz lembrar as «Metodologias Científicas» do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa e dos seus professores: É que, como frei Tomás, eles pregam, pregam, mas fazem exactamente o contrário: um verdadeiro nojo!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*No Canal 2, na passada segunda-feira à noite... 

 


09
Jun 15
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

É assim, é este o panorama da História e da Historiografia da Arte em Portugal:

 

"Diz-me espelho meu, se há/houver alguém melhor do que eu?" 

É verdade, podia ser o lema actual dos Institutos de História da Arte das Universidades portuguesas, em especial as do Estado (que em geral vai à frente e dá os piores exemplos...*).

Instituições que estão transformadas em passerelles de vaidades, em espelhos onde se reflecte todo o diletantismo (muito pouco útil) com que trabalham e se alimentam.

Não um justo e merecido brio, ou um certo reconhecimento por ajudarem a compreender os nós em que a Europa está mergulhada - e que são questões politico-religiosas, de génese antiquíssima, que a Arte tão bem espelha e documenta**.  Mas sim a futilidadezinha contemporânea, a da imagem - tão bela, a que o espelho lhes devolve: uma «Beleza» que (parecerá?) é hoje a razão de ser da investigação em História da Arte***... 

Esquecendo-se tudo o resto: inclusive o que a Arte, por aquilo que foi, pode e deve contribuir para elucidar a própria História. A qual não é (ou foi) feita apenas de factos que julgamos terem sido expressos, exclusivamente, por escrito; e também de golpes mais ou menos públicos ou só  palacianos... 

A verdadeira história (de que há muito escrevemos e se relaciona com o título deste blog) a que é essencial todos o cidadãos acederem e conhecerem faz-se de muitos mais ingredientes, do que apenas os factos que passaram para a esfera pública... 

Porém, que bom que haja quem possa continuar a curtir a Crise desta forma: com tanta infantilidade e sem contributos úteis para a resolução (que urge) do país: para os seus problemas POLÍTICOS MAS TAMBÉM  OS ECONÓMICOS

Que bom, que haja quem se desintegre (ou, que a cada passo, não consiga ser íntegro!):

Que, ironicamente (claro), haja quem separe tudo por áreas de especialidade, sem ver as vantagens da transdisciplinaridade e da realidade - a qual, como se sabe - é una!

~~~~~~~~~~~~~~~~

*Sim maus exemplos, porque em geral a competitividade económica entre Ensino Público versus Ensino Privado ainda não criou «as dinâmicas» necessárias e suficientes para o Ensino Privado (salvo honrosas excepções como é a UCP) ter a coragem de afrontar, pela qualidade e pelo mérito, o que se vai passando no Ensino Público. Referimo-nos ao chamado Ensino Superior que, por muitas das razões que este post regista, é frequentemente, na prática, um verdadeiro «ensino inferior»...  

**Vão reler, porque vos fará bem, o que William Morris escreveu da sua própria atitude em querer conhecer o passado. Ou relembrem, pois está ao alcance de todos - o que escreveu sobre Arquitectura Gótica...  

E hoje, por razões óbvias (e muita ironia) este "vão reler" é dirigido a dois professores de enorme estatura científica: ao actual Reitor do IADE e a Maria João Baptista Neto Professora da FL- UL. Sobretudo a quem foi nossa orientadora de Mestrado, e quem em 2005/06 não nos quis nessa mesma Faculdade para fazer um doutoramento (o qual seria a mais lógica das continuidades, depois do trabalho que fizemos a propósito de Monserrate...). 

***E também a TV, em especial o Canal 2, num programa que é a verdadeira passerelle de vaidades!


07
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... a Universidade de Lisboa e o IADE*, manterem as suas posturas anti-científicas que nós não nos calaremos:

 

Veja mais uma imagem - linda mesmo, que como Rudolph Arnheim escreveu, terá nascido do "acto de dar forma a um conceito". Razão porque estamos perante uma Iconoteologia - aquilo que a Arte foi no passado e a História (da Arte dos dias de hoje) quer ignorar. 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/lindo-lindo-lindo-81138

~~~~~~~~~~

*Revejam os comportamentos de quem nos deveria ter defendido, e preferiu alinhar pela mediocridade e pela desonestidade:

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/porqueh-factosindissoci-veis/?uid=zoDCoEahvEMdqzWYZl1L

http://www.iade.pt/interiores_em_portugal/index.html

  


03
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... como Rudolph Arnheim explicou*, então, dizemos nós, a Mandorla foi um ideograma do Espírito Santo

 

Temo-lo explicado, repetidamente, revejam os posts seguintes: http://primaluce.blogs.sapo.pt/do-not-forget-261854, http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/as-incontaveis-mandorlas-e-o-que-a-76816

E sobretudo vejam em Monserrate uma nova história o desenvolvimento desta questão. Claro que tencionávamos/tencionamos desenvolver bastante mais a questão em torno do conceito de Pensamento Visual como definido por Rudolph Arnheim, matéria que poderia dar origem a novas disciplinas/unidades curriculares ou até cursos dentro de uma Escola de Design. Caso essa ou essas escolas estivessem interessadas em inovar na essência de uma área científica onde há muito - ou talvez tudo - para fazer.

Se lerem William Morris** e o que escreve sobre as Artes Decorativas (que segundo ele têm a História estampada), se lerem R. Arnheim (e o compreenderem), verão que há tudo para fazer...

Mas enfim, pergunta-se se as pessoas ainda lêem, e se verem (verão) no futuro não é apenas uma estação do ano: a de fazer o mínimo possível, pensar o mínimo, e ter insolações a mais?

~~~~~~~~~~~~~~

*Apesar de silenciado nalgumas instituições de Ensino Superior (por coincidência naquelas em que estivemos ou estamos, que não noutras como Coimbra e Évora...) o nosso trabalho pode ler-se em Monserrate uma Nova História, Livros Horizonte, Lisboa 2008.

**http://primaluce.blogs.sapo.pt/so-strong-is-the-bond-between-history-260715


mais sobre mim
Junho 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10


21

29
30


arquivos
pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

subscrever feeds
blogs SAPO