Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
28
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... que é muito bem feita: é castigo para a arquitecta Azevedo Coutinho!

Ninguém a mandou fazer descobertas em áreas científicas que definitivamente não interessam a Universidades Portuguesas

 

Ninguém a mandou passar a vida a desfazer lengalengas, a odiar conversas de papagaio, como eram sempre todas as histórias de Monserrate, começadas por: "O Pe. Gaspar Preto que em 1540 foi em Peregrinação a Monserrat da Catalunha..."

Ninguém a mandou ser radical, e estar constantemente a querer tirar ideias (mal) feitas das cabeças dos alunos, a querer explicar as origens e as raízes...

Ninguém a mandou tornar-se perita em analogias e «imagens úteis» para conseguir explicar o que tinham decorado e memorizado sem aprenderem...

Ninguém a mandou recusar-se a falar do Gótico, «de cor e salteado» como todos faziam e fazem na FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA...*

Mais, ninguém a mandou andar a dizer que o Tecto da Capela Sistina - sem ser Gótico - tem Ogivas...

Ninguém a mandou perceber que o Auge e a Ogiva vêm do verbo latino Augere, que significa subir...

Ninguém a mandou recusar algumas ideias de J.-A. França, e ainda as Cúpulas Bulbosas de Monserrate...

Ninguém a mandou negar que os fustes das colunas de Monserrate fossem de pórfiro, ou de outros granitos ou mármores, como antes se dizia, pondo tudo a nu, e dizendo que são pedras da região...

Ninguém a manda pensar, fazer associações mentais (inauditas), e agora - muitos anos depois de ter lido uns livros óptimos que Maria João Baptista Neto lhe facultou (mas será que essa os leu, ou bastava-lhe que a arquitecta lesse?) - passar a dizer que os Tectos do Palácio da Vila de Sintra são régaliens como dizem os franceses... Ou questionar o que têm a ver os Telhados de Tesouro de Tavira e Faro - assim chamados por Orlando Ribeiro, - com os Tectos dos Palácios de Sintra, de Belém? Ou com o Tecto do grande Salão (nobre) do Palácio Amarelo em Portalegre? Ou com a obra de Philibert De L'Orme, e a deste com a Catedral Gótica...?

Ninguém a mandou, ninguém a manda sequer, dizer que há tectos com Ogivas Barrocas...mas diiiiiz!

Muitos até dirão o que é que ganha com isso? Porém continua, perseverante/teimosamente, a ensinar à sua maneira; a exprimir as suas teorias, com as palavras e as suas expressões próprias, que, segundo lhe parece, e acha, explicam melhor as ideias que defende...

O que é que no fim ganha com isso? Re:

Uma óptima aluna - que é uma honra ter alunos assim, e com este gabarito - chamada Maria João Baptista Neto. Aluna que a segue fielmente, passo a passo, porém sem crivo, nem crítica: 

Est-ce le vrai perroquet?

Não se sabe, apenas que é um bocadinho incomodativo...

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*Aliás, e embora poucos se apercebam disto (ou os arquitectos e os engenheiros muito educadamente evitem entrar em confrontos?), na verdade a ausência de qualquer interdisciplinaridade, ou comunicabilidade - entre cursos que podem ser da mesma universidade - isto cria situações que são bastante cómicas. Como por exemplo um Catedrático de Letras, Prof. de História da Arte ser um total ignorante numa Faculdade de Arquitectura (e, claro, nos júris de exames em que vai participar). Já um pequenino arquitecto (ou engenheiro), mero licenciado, claro que sabe muito mais do que - e nas áreas científicas específicas em que... - o dito Historiador de Arte se atreve a entrar; e nas quais, quiçá, ainda tem a presunção de ser magistral! Isto é completamente possível, portanto, com tanta ignorância, aguentem-se.

Não digam que foi Deus que distribuiu mal a inteligência, porque o que acontece é que um mero licenciado em engenharia ou arquitectura, estes têm que dominar o real (onde a lógica funciona); já do Historiador de Arte espera-se que tenha a cabeça repleta de fantasmas e de fantasias ridículas, que decorou ou memorizou (à força sem compreender nada); ideias que são inverosímeis e que não encaixam na realidade; mas eles insistem...


27
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Porque, diz o provedor do Telespectador da RTP, e nós queremos acreditar que vai cumprir, ... porém, é como está no título: estamos para ver

 

Já que Maria João Baptista Neto 10 anos depois entendeu dar visibilidade e publicidade a Monserrate na RTP, acrescentando - para que se saiba - que foi conhecido como Beckford Hill*; assim, nós achamos que, já agora, é também bom que noticie e divulgue aquilo que antes de 2005 nos chegou a dizer que devia ser feito:

Uma Conferência de Imprensa, chamando os meios de comunicação para divulgar o que tinha sido descoberto. Só que, palavras não eram ditas, e terá sido calada por Vítor Serrão...

Quanto à RTP e ao conceito de Serviço Público como está na mente do Provedor (e escrito em -

- http://www.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_tv/conceitoservico.php) onde podem ler:

 

1. A Televisão tem agora dois sentidos:
- O Espetador assiste, mas também pode intervir.
Diga ao Provedor que ele ouve…

2. A Televisão de todos os Portugueses abre a janela:
- Agora o Provedor do Telespectador acolhe os seus comentários.
Escreva ao Provedor que ele responde…

Continuamos portanto a aguardar por essa confirmação, de haver dois sentidos na televisão: esperam-se respostas sobre a Visita Guiada de 8 de Junho de 2015, a Monserrate

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*O que sem dúvida é muito importante, sobretudo quando se compara com o facto de, inesperadamente, ter sido descoberto aquilo a que chama As Origens do Gótico. O tema que considerava essencial - como uma chave - para compreender Monserrate. Ou será que só lhe interessa mostrar os passeios dos ingleses e o seus deleites «tourísticos»... Como fariam uma Caras ou Hola do século XVIII?

A diletante do eu diria, eu diria, eu diria


26
Jun 15
publicado por primaluce, às 09:33link do post | comentar

...the truth is about real work, e o completar de objectivos:

 

Objectivos que, como é sabido, há muito estavam definidos: i. e., bem antes de na FLUL se ter feito alguma descoberta... 

Mas, este post é agora também sobre as visitas que estes blogs têm tido. Como mais de 10 anos depois na FLUL as pessoas estão a aperceber-se dos vários e enormes erros (monstruosos) que cometeram quando acharam mais simples que fossemos afastados, e que fizessemos o doutoramento num outro lado qualquer!

Claro que, por exemplo, para se poder perceber o Claustro dos Jerónimos, e toda a sua iconografia - linda - é preciso ter compreendido a imagética que traduziu ideias religiosas*: As de Roma, mas também por exemplo aquelas a que os «antigos bárbaros» ficaram ligados e fiéis, como mostrámos em Monserrate uma nova história. São as ideias a que também o Luteranismo ficou depois ligado, como expressão/marca da fé dos Povos Germânicos que quiseram permanecer nos territórios do que era (quando chegaram) o Império Romano

Este é um caminho  que Maria João Baptista Neto poderia/deveria ter aprofundado, criando uma equipa de investigação, caso nos tivesse dado ouvidos, e dando tempo ao tempo. Talvez em vez de seguir ordens (terá sido assim...?) de Vítor Serrão? Não sabemos... mas nós continuamos interessados no cerne destas questões que o IHA da FLUL achou por bem deixar nas nossas mãos e nas do IADE. Ora sobre o IADE, há apenas recordações boas e óptimas, tempos de enormes e importante aprendizagens, mas, cada vez mais, há só um imenso tempo perdido, a desgastarmo-nos...

Assim, voltando à questão germânica que ainda hoje (neste instante) divide a Europa - numa versão muito contemporânea em que os marketeers contemporâneos e muitos outros tecnocratas estão embrulhados; não percebendo rigorosamente nada da génese dos movimentos em causa (e como tanto imperialismo vai acabar por dar às maiores potências do Oriente o domínio do Mare Nostrum). Essa questão germânica que é impossível desligar da História Contemporânea e sobretudo da Arte (a partir do Concílio de Trento, para a Europa Católica que logo depois teve em Molanus um extraordinário sistematizador); a referida questão foi muitíssimo bem explicada por Claude Nicolet, que, ao que sabemos a investigou profundamente. Chegando a tempos antiquíssimos, os quais, se os ditos marketeers e os designers actuais, se esses alguma vez ouviram falar deles, foi apenas a propósito de Astérix.

Para Maria João Baptista Neto fica um resumo (por Thomas Lepeltier) do livro de Claude Nicolet que deve ler e comprar: La Fabrique d'une nation. La France entre Rome et les Germains (Perrin, 2003, 372 p., 23 €). Com ele pode mostrar a Paula Moura Pinheiro, à RTP, e a quem mais quiser, como o Revivalismo do Gótico, ou o que está em Monserrate, não é apenas um capricho de Francis Cook, ou, muito menos ainda dos seus arquitectos. Mas sim uma Síntese do que então se tratava e discutia na Europa política: mais ou menos desavinda, mais ou menos nacionalista; ou como hoje, mais ou menos à procura de si mesma, e a tentar entender-se?

Por isso aqui está - em resumo - o que se pode dizer tem estado na raiz do desenho arquitectónico dos principais países europeus desde meados de 1500**, e, muito claramente, da iconografia dos seus edifícios mais emblemáticos:

"La France s'est souvent penchée sur ses origines. Par simple curiosité ou, plus fondamentalement, pour y lire à chaque époque le sens des événements présents. Adoptant implicitement l'idée que tout être, qu'il soit individuel ou collectif, était moins modelé progressivement par sa culture et son expérience que donné une fois pour toutes, nombreux furent en effet ceux qui considérèrent que tout l'avenir de la nation était, d'une certaine manière, déjà contenu dans ses origines. Encore fallait-il s'entendre sur ce qu'étaient ces dernières. Ce qui fut loin d'être le cas tant, en ce domaine, les opinions ont régulièrement varié au cours de l'histoire. Comme nous le rappelle ici Claude Nicolet, les Français ont alternativement prétendu descendre des Troyens, des Francs ou des Gaulois, et ont même parfois élaboré des théories selon lesquelles les Troyens et les Francs descendaient eux-mêmes des Gaulois ! Les débats les plus passionnés apparurent au xviiie siècle quand l'alternative « Francs ou Gaulois » se mit à véhiculer l'idée conflictuelle que la France était constituée de deux peuples, voire de deux races : d'un côté, la noblesse qui descendait des Francs conquérants ; de l'autre, la roture qui descendait des Gaulois conquis.
Vision des origines qui fut bien sûr explosive lors de la Révolution française et qui allait encore jouer un rôle au xixe siècle. Mais au centre de toutes ces spéculations sur les « grands ancêtres » planait toujours la question de Rome. Se rattacher aux Romains, qui avaient été les maîtres incontestés du « monde », fut en effet pour la monarchie une façon de justifier son pouvoir. Ce fut également, pour nombre de Français, une façon de prétendre qu'il leur revenait de porter haut le flambeau de la civilisation qu'avait incarnée Rome. Aussi peut-on dire que la nation fut régulièrement partagée entre les héritages romains, germains et gaulois. Mais, aussi précis soit-il, le propos de C. Nicolet n'est pas vraiment de décrire en détail l'ensemble de ces interprétations sur l'origine des Français, comme a pu le faire pour la période médiévale Colette Beaune au début de son livre, Naissance de la nation France (Gallimard, 1985). Ce parcours historiographique n'est là que pour nourrir une méditation sur la formation de la nation française qui invite finalement à prendre ses distances avec de tels discours. C'est que, pour l'auteur, le seul fondement légitime d'une nation c'est, au bout du compte, le « vouloir vivre ensemble»."

Tudo isto tem fontes que se indicam:

http://www.scienceshumaines.com/la-fabrique-d-une-nation-la-france-entre-rome-et-les-germains_fr_3685.html

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Ou ter passado pelo artigo que o Portalegre Cultural nos publicou

 

**Andando para trás, seria importante, ou essencial, ir buscar os autores que nos dizem que as obras victorian são preciosas, e verdadeiros repositórios de conhecimentos. Em suma, não muito diferente do que William Morris escreveu...


25
Jun 15
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

É que esses «eu diria, eu diria, eu diria» muito originais, são aliás confirmações de quase tudo o que a arquitecta Azevedo Coutinho deixou escrito em Monserrate uma nova história*.

 

Mais, eu só posso confirmar, porque essa é, para este tema, a minha principal fonte. Mais ainda, eu diria, eu diria, eu diria… que ainda bem que a referida arquitecta ensinou materiais toda a sua vida no IADE, e se arriscou a dizer - o que apenas Maria João Neto confirma (ou acredita, e ainda bem, já que o confirma doutoralmente**) - que as pedras são da região: os abancados - Encarnado e Amarelo de Negrais...

...Uma pele, ... a agarrar à casa que já existia... eu diria, eu diria, eu diria:

: Do octógono, eu diria, eu diria, eu diria..., mas... ainda não memorizei (não tenho tempo, é de mais!) tudo o que «a minha fonte» - a arquitecta Azevedo Coutinho - tem escrito:

"Como é o caso do Hall central de Monserrate – o «Octógono»
– como lhe chamou Francis Cook. E quase apetece dizer, «chamou pomposamente». Pois se esta forma antiga e simbólica se tinha tornado moda (embora enquanto forma significante se tivesse usado continuamente), também ele tinha que a ter
***; daí o seu orgulho em referir o octógono. Conhecesse ele, sim ou não, o seu significado antigo..."

Eu diria, eu diria, eu diria, ...eu diria muito mais:

"Sobre os arcos quebrados do gótico, note-se que na galeria central de Monserrate são mais abertos, do que o arco inscrito no triangulo equilátero; e sendo mais baixos do que esse, aproximam-se da expressão do arco Tudor, e do estilo que veio a ser conhecido como Gótico Perpendicular. Por outro lado, ao pronunciarem um certo fecho na base do arco, como é característico do arco ultrapassado ou arco em ferradura, dessa forma os Knowles introduziram exotismo, e a expressão arabizante, que estava na moda desde o século XVIII."

Eu diria, se pudesse absorver mais (que nem uma esponja), dos temas de que a arquitecta-autora já escreveu, e até actualizou, sem eu saber. E então oiçam por fim os muitos eu diria, eu diria de Maria João Baptista Neto:

http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada

~~~~~~~~~~~~~~~~

*Editado pela Livros Horizonte, em Lisboa Fev. 2008

**Claro que preferíamos ver confirmada esta matéria por Luís Aires-Barros, cuja Ciência vale muitíssimo mais, do que a do perroquet...

***À maneira do coleccionismo inglês tipicamente victorian, como se pode ver no museu Victoria & Albert, que parece, muitas vezes, ser uma reunião de cada peça, ou de cada obra, existente algures no mundo: http://amigosdemonserrate.com/sites/amigosdemonserrate.com/files/conferencia_vitoriana.pdf

Por fim, um Esclarecimento, pois não queremos ser tão doutorais ou absolutamente «certinhos» como Maria João Baptista Neto. No livro escreveu-se:

Estamos gratíssimos por várias informações vindas de Carole Mason e de todos os Amigos de Monserrate. E o que Maria João Baptista Neto disse á RTP, várias dessas informações estão a beneficiar de outras que bem antes foram produzidas e dadas por pessoas dessa Associação


24
Jun 15
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

..., e é assim, um somatório de distracções e desiluminações:

 

A RTP (que é do Estado*) julgou que podia informar; Maria João Baptista Neto (que trabalha para o Estado) fez-se o mais alta possível. Destacou-se da multidão, e a RTP que é cegueta lá a viu, sem a «desencantar»**...

Mas, a dita Maria João Baptista Neto não contou lá muito bem como a FLUL (que é o Estado) lixou o IADE (que é privado).

No IADE, como há alguns doutores «nascidos de combinações PPs» (público-privadas), logo por azar, foi ao lado de um desses - "big rhetoricians" - que a bola foi chegar. 

E, apesar de muito avisado, o dito que é musculado, que sabe de mares, ventos e marés, esse atirou a bola lá para bem longe, em tarde de Nortada. Claro que a bola nem ao Espichel foi parar...

O Mundo Das IDEIAS_em_IMAGENS.jpg

No fim ninguém tem culpa: irão dizer como no BES que não há responsáveis! Porque o Crato nunca viu desenhadas Teorias de Conjuntos, nem sabe de um Símbolo do Infinito, menos ainda quem seria esse Infinito (onde a bola «quis» chegar)? 

No MEC, cartas ou postalinhos rosa, tal como na FCT, são mensagens que não colhem. A todos lhes deu um vento - é a Autonomia das Instituições -  que não é Inspiração, um Bater de Asas ou um Ruah!

A ninguém chegou um Sopro estrondoso, ou Ventos vindos de todos os lados, como é a rosa dos ditos (ventos):

Aos que acham que o seu mal vencerá, respirem-no com muito CO+CO2

que lhes dará vida e fará tão bem 

Enfim, conclui-se que não há Rosácea, Luz ou Espírito que os ilumine?

Gente demente, hiper-sombrios...

~~~~~~~~~~~~~~

*E, como central das informações a controlar, nunca será privatizada...

**Não se lembrando daquela outra história, também muito demonstrativa deste saber português - encantador - que se ensina nas universidades e que para lá fica «fechado a sete chaves». Historinha de Isabel Pires de Lima, a Ministra da Cultura que achou boa ideia ir a um país árabe pedir apoio/dinheiro para restaurar Monserrate, desconhecendo totalmente como esse palacete foi feito: que Programa Estético (como ensina Vítor Serrão), muito Knowlesiano (como diz Maria João Neto) esteve na cabeça dos arquitectos J. T. Knowles? Qual o retrato da "Globalização Oitocentista" - dizemos nós, hoje - quiseram esses arquitectos fazer?

Levezinhas, como a bola que voou para o infinito, ficam estas reflexões:

Claro que a Arquitectura, as suas Formas e Ornamentos, nada têm a ver com a História.

Os/As Ministras da Cultura, podem ter o mesmo nível de Sabedoria que se dá ao Povo,  qu'até já é de mais!

Ao Povo basta-lhe a praia, muita praia, imensa praia...


23
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... que não nos esforçámos.

 

Claro, a explicar ao IADE o que se encontrou, e aquilo cuja investigação devia prosseguir. Por interessar ao país - à Ciência - porque traz/arrasta uma grande série de enormes inovações.

Mas também, sobretudo, por ser muito mais da Área Cientifica da Imagem (na sua relação, que é de imediatismo com o cérebro e o Pensamento); do que apenas da área científica da história - que, é mais lenta, ou menos imediata, porqueo texto energiza o pensamento mais devagar (do que a imagem)*.

Note-se que a correspondência mental entre as Imagens e as Coisas a que se referem, por vezes (aliás, muitas vezes), é directa; já as Palavras (ou as designações) que nomeiam as Coisas, nessa sua correspondência a palavra é um meio - um intermediário - que dizemos funcionar em slow motion.

E se for a palavra escrita é-o ainda mais (lento), pela intermediação de mais um referente, ou sistema de referentes que são os caracteres/sinais do alfabeto, sistema de referentes que pretende fazer a ligação, ou a correspondência mental, que irá designar a Coisa em causa.

Não é simples... 

Mas sem que se perceba para quê - qual o verdadeiro objectivo do actual estado de negação, que vem desde 2008...? - enquanto nos esforçámos em vários sentidos, o IADE destrói-se um pouco mais todos os dias?

the pencil of a painter.jpg

 (clic para legenda, leia tamanho 654X950)

~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Querem um óptimo exemplo? Ver imagem acima, a página 30 da tese de mestrado de Maria João Baptista Neto, e nos sublinhados a razão de James Murphy ter vindo a Portugal fazer o levantamento do Mosteiro da Batalha, porque alguém tinha escrito: “It requires the pencil of a painter, rather than the pen of description to give an idea of it to one who was (sic) not seen it.”


22
Jun 15
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

...ou se quiserem mais um dos vários Resumos que tão bem retratam este país de gente muito pobre: de almas minúsculas!


20
Jun 15
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... enquanto se aguardam esclarecimentos do Provedor do Telespectador sobre o Programa Visita Guiada a Monserrate, exibido pela RTP2* em 8 de Junho de 2015, leiam sobre:

O Código Modular de que Reichensperger escreveu (o qual nos faz lembrar o "Modulor de Corbusier"); leiam sobre o tema que a Faculdade de Letras esconde desde 2005 

Depois, esta pergunta e a sua resposta: Será injusto falar em aselhice?

Re: Talvez sim...

debaixo-do-tapete.jpg

Claro que estamos a escrever de um assunto que o IADE devia ter resolvido com sentido de responsabilidade, e não com maldade; também a esconder a situação debaixo do tapete, e a copiar a atitude vergonhosa da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa...

~~~~~~~~~~~~

*É lícito a RTP pôr no ar informações deturpadas, sem haver um esforço por se informar relativamente àquilo que exibe? A RTP não se esforça por conhecer a veracidade e a honestidade de quem entrevista?

http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada

 


19
Jun 15
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

... Lansdown Tower, e o «quarto de William Beckford» em Monserrate.

 

Têm sido dias intensos, a aproveitar a imensa escorregadela da RTP para explicar o que Maria João Baptista Neto e o IADE nos têm infligido e prejudicado. Por isso os assuntos em título terão que aguardar, para ser esclarecido o que Maria João Baptista Neto «nos pôs a dizer»...


18
Jun 15
publicado por primaluce, às 18:00link do post | comentar

Já ouviram falar? O assunto tão interessante que Maria João Baptista Neto resolveu lançar? Certamente para esconder «o que nos fez descobrir» e depois, demasiado tarde, se arrependeu?

E como o nome "Beckford Hill" é deveras importante, dada essa imensa importância, assim - ela... "tapa o sol com as peneiras..."?


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