... directamente, o tempo que nos têm feito perder.
Ou, dito de outro modo, a mediocridade que se instalou nalgumas instituições do Ensino Superior e que faz gala num estado, que não pretendem* abandonar. Antes pelo contrário alardear: Assim, que leiam William Morris, pois é instrutivo, mas também (e de novo, nas actuais circunstâncias**) da máxima oportunidade :
https://www.marxists.org/archive/morris/works/1889/gothic.htm
Segundo - há links para informações que afinal não estão perdidas e que a FBAUL ainda as dá:
https://ciebafh.wordpress.com/linhas-de-investigacao/;
https://ciebafh.wordpress.com/investigadores/
http://areas.fba.ul.pt/fh/CIEBA.pdf
E em Terceiro: é óbvio (que nos contrariem se estamos errados?!) que é muito mais produtivo as instituições digladiarem-se em lutas internas, do que a produzirem trabalhos úteis e profícuos, sejam eles relativos ao presente ou em diálogo com o passado! Mesmo que essas lutas levem à estagnação de um país durante décadas. O que é que isso interessa face a uma boa peleja (à moda) medieval:
Os Cavaleiros não existem para guerrear? Fazerem torneios e exercícios bélicos?
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*A mediocridade tem agentes, vários e por isso o plural: pois dependendo do período estão mais ou menos activos...
Enfim a mediocridade tem medíocres - os seus «agentes» que não querem evoluir
**Não se queixem da Robotização, ou de uma preferência pelas máquinas em vez de se dar trabalho a quem mais precisa dele para viver!