Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
17
Dez 14
publicado por primaluce, às 09:00link do post | comentar

...pois Léon Battista Alberti registou-o:

Os desenhos - no chão, nas paredes, nas formas dos edifícios - eram chamadas de atenção, verdadeiramente moralizantes.


Agora/hoje, a mesma ideia é apresentada de uma outra maneira:
http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/sources-of-architectural-form-e-de-como-73803


16
Dez 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Que pirosice... Explodir!

 

Que haja uma explosão de criatividade, contra as pirosices dos «mangas de alpaca».

Que voem flores em todas as direcções... Sejam de cores e de feitios... Sejam rosas, sejam cravos: tulipas, douradas, prateadas,  arroxeadas...

Que uma Escola de Artes se transforme em casa de mangas de alpaca...?

...pois então que se lixem os Dores de Cotovelo...*

transformar criativos em mangas de alpaca 001.jpg

Que os aguentem mais às suas «manguinhas»

*PPCoelho dixit


13
Dez 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Que o país tem muita gente que não presta e virou lixeira - sorry o palavreado não é bonito, mas vem em todos os jornais e há que dar os nomes às coisas, tal qual elas são; esse é um assunto de há muito (nosso) conhecido*.

 

Não há 40-38 anos porque então foi um tempo de esperança e de generosidade, porém, a Justiça, talvez também ela  imbuída de tolerância (e de generosidade excessiva), começou nessa altura a recuar e a esconder-se (envergonhada de querer ser rigorosa?) e deixou de existir.

Ora este nosso rememorar vem a propósito de um post anterior, sobre o que chamámos carrossel, ou um «brincar aos 5 cantinhos», muito próprio das crianças (dos anos 1950):

Ou seja, de quando «A» vai fazer as funções de «B», «B» passa a fazer o trabalho de «C», «C» é mandado bugiar, e por isso chama-se «D» para o substituir. Ou então, haja imaginação: readmite-se «C», para ir fazer as tarefas de «E», etc!

Rememorar porque lembra um Senhor PROFESSOR (com maiúsculas porque era verdadeiro) Cirurgião de um Hospital Central lisboeta, que nos desmandos de 1975 «tinha que» receber ordens da camarada-mulher-da-limpeza, sobre procedimentos, horários...

Não era/não foi ao contrário! (e aqui riam-se, se acharem graça, ao inverter de hierarquias e pirâmides...)

Agora, assim estamos nós com os «doutores de aviário» à frente das instituições.

Esses que não sabem nada de nada, vêm deslocar as pessoas que têm 25 anos de casa, e cujo saber é hiper-precioso, para os lugares que uma qualquer secretária faria.

Esses «doutorzecos do nada» (mas especialistas em invídia), colocam pessoas de alto gabarito a tratar de assuntos em que nunca sequer tocaram... Que, talvez tenham ouvido falar, pois não são surdos, e porque se interessam por tudo, mas nunca lidaram, directamente, com tais materiais.

E que depois não têm informação, nem aprendem em 20 dias, ou 20 meses, o que se adquire - para se ser bom/competente - em 20 anos.

Assim se está «Kamarades»! Volta-se ao fim dos anos 70, ou início da década de 80: mais de 30 anos depois, do mesmo modo que os grandes banqueiros parece que têm recebido bem, sem se queixarem, as ordens (ou serão desmandos?!) dos seus contabilistas; assim também...

...os mestres que sabem (ou são especialista) reaprendem:

"como dikta a nhorância construtora da Nhação"**!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~     

 *Por isso este blog - com o seu lado «bric-à-brac» - ora de tristezas, ora de alegrias.

**Leia-se negação.


11
Dez 14
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... andam há anos a apontar a Banca, os Governos, e as Empresas (!), etc., como os melhores modelos a seguir.

 

Quem não ouviu exortações para que tomássemos essas entidades e as pessoas que as chefiam como os únicos exemplos do verdadeiro progresso? Ou dos caminhos para todos os cidadãos e para o país...? 

Claro que alguns cidadãos, talvez informados, talvez responsáveis, como tentamos ser - e que não andam para aqui para ser simples carneiros, pois pretendemos não ter as quatro patas no chão - enfim, por nós nunca seguimos tais ditames: das modas, da estupidez e das visões acríticas...

Leiam as capas dos jornais de hoje, sim vejam bem - estão na internet - e comparem com o que aqui se tinha escrito há 3-4 anos*.

Percebam que ter visão é ver mais à frente, com os nossos próprios óculos, e não com a visão destorcida pela ignorância ou pela maldade?

E se perguntamos é porque ainda não percebemos, se tanto disparate é apenas fruto da maldade (em vigor, em escolas que o MEC diz serem autónomas**), ou se é ignorância...    

carneirinhos.bmp

*http://primaluce.blogs.sapo.pt/70254.html

http://primaluce.blogs.sapo.pt/70606.html

Compreendam, se quiserem, que as modas da carneirada podem estar profundamente erradas! 

Compreendam, se forem capazes, que há quem veja bastante mais além, do que «doutores da mula russa» (ou preferem «doutores de aviário»?)...

**Até que o «Regulador» queira ver!


09
Dez 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Se há um Alguém que "...escreve direito por linhas tortas" - serão metáforas? - então pode-se sempre seguir esse exemplo qu' Ele nos dá...

 

Por isso aqui estamos a lembrar que o software corrompido, ou os «CDs aldrabados e mal instalados» originam, é quase uma certeza, gravíssimos problemas. Têmo-lo pensado mais do que escrito, mas às vezes é importante exprimir o que anda cá dentro (talvez como uma mentalese ou language of thought?).

Enfim, isto vem a propósito de uma certa Empresa que anda bastante mal gerida. Pensam alguns que é só maldade, mas a coisa deve andar ela por ela, estimamos nós (?), entre muita maldade e também muita ignorância: tudo isso junto...?

Não se sabe avaliar ao certo, pois é aquele cocktail muito portuga*! 

Mas, certa mesmo, foi uma ideia brilhante de um seu colaborador:

Perguntava ele há dias, se, face à falta de conhecimentos - os que se estão a perder (e não vale a pena explicar as razões, porque são exactamente as mesmas do afundar deste país e desta sociedade...); perguntava então esse tal Mui Ilustre, se não se poderia pedir aos que se reformaram recentemente, e que eram competentíssimos - pois tinham criado departamentos e as suas actividades mais úteis e lógicas; se não seria possível que esses antigos funcionários fossem (ou regressassem?)  pro bono, agora para dar formação aos seus antigos colegas?

A ideia é, decerto, interessantíssima e generosa. Não fosse porém a constatação geral de que na dita Empresa - dizem-nos, e aqui limitamo-nos apenas «a reportar»... - anda tudo mal-gerido (q.b.):

Talvez a quererem entrar num qualquer Guinesse Book ou no Campeonato Local da Asneira?

Mas, e reparem, dizem-nos até bastante mais:

Que os ditos CDs corrompidos, mais o respectivo software, que por estarem corrompidos não conseguem instalar a informação direita, directa e escorreita. E que assim, por via desse tal «esfrangalhamento», e depois de todas descontinuidades que logo imprimem no cpu do sistema e das máquinas, então anda tudo à roda, como se fosse um carrossel: 

E por isso os que sabem de uma coisa vão parar a outra, como A vai para o lugar de B, B para C, C para D, e assim por diante, consecutivamente... 

Tudo «minha gente» muda de sítio, mostrando-se que não interessa qualquer grau de antiguidade ou de especialização. É o próprio do software corrompido que faz girar (sem qualquer sentido ou lógica...) o que era em tempos o Core, que foi valioso, dessa tal empresa.  

Por nós, porque pouco sabemos de linguagens de computadores, mas acontece que a tal mentalese ou language of thought hypothesis**, e o desenvolvimento das ideias de Chomsky, esse sim é um assunto que nos interessa: principalmente pelo modo como o Pensamento Visual dá forma aos objectos que os designers criam.

Por nós há que perguntar: terá sido por essas razões que nos vieram falar deste assunto, que é complicadíssimo, difícil de reverter e corrigir?

  É que, enfim, de CDs corrompidos, por nós só quando a película prateada salta - aquela do salão/Lounge Prata & Preto do alto do Estoril...(?), só quando isso se vê, é que conseguimos admitir como tudo está mesmo falhado!

 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*De que não faltam péssimos exemplos, que alguns acharam que podiam seguir, assim - de "Maria vai com as outras" e acriticamente - como se nunca mais viesse a haver Justiça e ficassem eternamente impunes...

http://expresso.sapo.pt/socrates-e-salgado-dois-casos-morais=f902137 

**Ver no Oxford Dictionary of Philosophy, por Simon Blackburn, Oxford 2005, p. 204.


07
Dez 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

A imagem do post de ontem, que integra um Presépio que desenhámos, registámos na IGAC (e está à venda na Livraria A+A), é também a da bandeira de uma janela, ou de muitas (?), como abaixo se explica.

DSCN5243-a.jpg

Na verdade, a imagem acima já a vimos em inúmeras grades, incluindo a de um janelão (por cima do portal) na fachada da Igreja do Menino Deus. Talvez pouco visível do exterior, porque parece-nos que está colocada atrás do vidro (do lado de dentro).

Por aqui (nos nossos blogs) estamos a atrair visitantes mais informados, que sabem ao que vêm - e sabendo disso - os nossos posts também «conciliam» diferentes tipos de informações: concretamente, as que descobrimos nos estudos do mestrado feitas a propósito de Monserrate, e muitas outras posteriores.

Ou seja:

1) Quando nas investigações conduzidas por Maria João Neto, se começou a perceber que a Historiografia da Arte tem andado por caminhos demasiado fantasistas e muito pouco fixados na realidade mais objectiva que aconteceu...

2) Quando depois de retiradas as conclusões se decidiu avançar para o doutoramento. Aqui, de novo houve um impulso mais conhecedor - com a possibilidade de acedermos a mais fontes que o próprio nos indicou - dado por Fernando António Baptista Pereira*.

Porém, dadas as condicionantes acima [as 1) e 2)] teve então que surgir um outro tipo de informação que aqui se deve dar (embora não estivesse nos nossos planos...):

3) É que apesar de todas as investigações - mais os respectivos resultados, dos nossos estudos (doutoramento e mestrado) - e dos apoios não-bibliográficos, mas todos os outros que os nossos Orientadores não nos deram. I. e., naquilo em que faltaram e consta nos normais deveres e procedimentos das respectivas funções, apesar disso, ou por causa dessas ausências, não deve admirar ninguém que continuemos a exprimir - não diria uma revolta, mas mais uma denuncia... - da mediocridade que se pode verificar existir no Ensino Superior Português:

Deste mais preciso em que estamos, cuja inutilidade está patente e é revoltante: 

Porque ele é um "blablablabla de muita excelência e mais muitos salamaleques, fingidos e teatrais" - se as investigações derem em nada! Mas feito de imensos - infindáveis!... - "esconda, esconda, esconda!", se houver resultados merecedores de serem mais aprofundados e divulgados, até internacionalmente. 

Enfim, por nós cada vez menos precisamos de ser doutor. E, aliás, bem vistas as coisas, nunca precisámos... Era para a instituição!  

Assim há que ser feliz, com os recursos fantásticos que temos, a gozar inteiramente aquilo a que temos direito e os outros nos dão todos os dias; embora depois, eles próprios - dadas as imensas aselhices de que são autores - eles mesmos vão invejando** aquilo que são responsáveis por termos conseguido atingir.

Ou, também se poderia dizer - porque os maus exemplos continuam a vir de cima (e estamos perante uns coitaditos acríticos) - à maneira de um conhecido Presidiário Alentejano, estando eles «cheiinhos de vontade de roubar descaradamente»!

E assim se vê, como a JUSTIÇA nas mais diversas áreas, não habita nas mentes tão ilustres de muitos dos nossos concidadãos - «supostos honestos».  

 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*E nunca esqueceremos a comparação que estabeleceu entre a obra influenciadora (sobre a Arquitectura) de Hugo de S. Victor, e depois, a renovação - igualmente muito influenciadora, que levou a um aprofundar das mudanças de estilo, e à inclusão da Natureza  - que foi dada por S. Tomás de Aquino. As perguntas que o Professor Fernando António colocou, foram de facto, as de um Verdadeiro Mestre! Porém, há que não esquecer, sobretudo, as muitas informações obtidas no CEHR, concretamente da Professora Ana M. C. Jorge. Onde se contam as leituras de H. De Lubac, M-D. Chenu, Patrice Sicard, ou ainda sobre a história dos dogmas (no link vejam a referência a Histoire Des Dogmes, obra dirigida por Bernard Sesboüe, editora Desclée 1994).

**http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/transformar-criativos-mangas-alpaca/?uid=OEENzaGphnecR70waojc


06
Dez 14
publicado por primaluce, às 16:00link do post | comentar

... desde que se conheça, com ela faz-se o que se quiser fazer.

 

Porque a referida ICONOTEOLOGIA não está apenas em obras religiosas, tendo passado à arquitectura da cidade, distinguindo os edifícios e as casas (domus) talvez dos nobres ou dos «mais distintos». Também poderíamos dizer, daqueles que foram considerados, igualmente, como uma ordem sagrada.

Tudo isto exigiria muitas mais explicações, se, de facto, os nossos leitores estivessem verdadeiramente interessados nas informações que vamos dando?  

Mas talvez não estejam, e assim sendo também nós nos vamos divertindo deixando por aqui o que consideramos ser - se eles soubessem ler e nos entendessem? - umas pequeninas provocações (de ordem linguístico-visual).

Como no desenho que se segue, dando às «nobres criaturas» (porque não?, já que nos tempos que corremos há que ser feliz com as ironias que estes mesmos tempos nos dão...) um sinal que foi dos mais sagrados: também dos nobres e dos distintos.

E merecem-no pois segundo conta a história, os ditos animais - e note-se que para Aristóteles eles tinham alma (anima), e por isso a designação, que ainda hoje têm, de animal; os ditos, a vaca e o burro, aqueceram o menino acabado de nascer.

O Burro e a Vaca.jpg

Mas falta-nos algo mais, também tempo, e portanto este post, vai ainda receber outras imagens...

Até lá, aguardem, sejam felizes! E deixem em paz os Agregados Naturais e Artificiais, que não hão-de fugir (apenas se enfeitando, às vezes)... 

Bandeira de Janela, Portalegre

E sobre esta imagem, cuja bandeira tem as mesmas formas que estão (acima) no estábulo, leiam o post seguinte. Pois o Crismón, ou Piscis, foi frequentemente associado às letras gregas XP (chamado Qui-Ró). Provavelmente já as viram nalguma igreja, em especial naquelas cujos arquitectos ou designers, como verdadeiros arqueólogos tiveram a preocupação de se informar e foram buscar a iconografia  mais antiga.

E desse modo, evidentemente, acrescentaram valor e interesse às obras que projectaram. Não admira, já que é para isso que serve a História da Arte, a das Imagens ou a da Cultura


publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... desde que se conheça, com ela faz-se o que se quiser fazer.

 

Porque a referida ICONOTEOLOGIA não está apenas em obras religiosas, tendo passado à arquitectura da cidade, distinguindo os edifícios e as casas (domus) talvez dos nobres ou dos «mais distintos». Também poderíamos dizer, daqueles que foram considerados, igualmente, como uma ordem sagrada.

Tudo isto exigiria muitas mais explicações, se, de facto, os nossos leitores estivessem verdadeiramente interessados nas informações que vamos dando?  

Mas talvez não estejam, e assim sendo também nós nos vamos divertindo deixando por aqui o que consideramos ser - se eles soubessem ler e nos entendessem? - umas pequeninas provocações (de ordem linguístico-visual).

Como no desenho que se segue, dando às «nobres criaturas» (porque não?, já que nos tempos que corremos há que ser feliz com as ironias que estes mesmos tempos nos dão...) um sinal que foi dos mais sagrados: também dos nobres e dos distintos.

E merecem-no pois segundo conta a história, os ditos animais - e note-se que para Aristóteles eles tinham alma (anima), e por isso a designação, que ainda hoje têm, de animal; os ditos, a vaca e o burro, aqueceram o menino acabado de nascer.

O Burro e a Vaca.jpg

Mas falta-nos algo mais, também tempo, e portanto este post, vai ainda receber outras imagens...

Até lá, aguardem, sejam felizes! E deixem em paz os Agregados Naturais e Artificiais, que não hão-de fugir (apenas se enfeitando, às vezes)... 

Bandeira de Janela, Portalegre

E sobre esta imagem, cuja bandeira tem as mesmas formas que estão (acima) no estábulo, leiam o post seguinte. Pois o Crismón, ou Piscis, foi frequentemente associado às letras gregas XP (chamado Qui-Ró). Provavelmente já as viram nalguma igreja, em especial naquelas cujos arquitectos ou designers, como verdadeiros arqueólogos tiveram a preocupação de se informar e foram buscar a iconografia  mais antiga.

E desse modo, evidentemente, acrescentaram valor e interesse às obras que projectaram. Não admira, já que é para isso que serve a História da Arte, a das Imagens ou a da Cultura


04
Dez 14
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Um artigo nosso feito em Junho deste ano para o PortagreCultural, está agora, completo, num outro blog*.

 

Está também repleto de informações «demasiado eruditas». Daquelas que estão na origem das várias («algumas» ou serão já imensas?) atribulações que propositadamente nos têm infligido.

Acontece que este é um tempo em que quem quer concretizar e atingir objectivos, tem que se esforçar muito e conseguir ultrapassar as barreiras que uns «ILUSTRÍSSIMOS PROFs.» decidem interpor. 

~~~~~~~~~~~~~~

*http://casamarela.blogs.sapo.pt/o-portalegre-cultural-sumiu-4540


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