Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
18
Nov 14
publicado por primaluce, às 23:58link do post | comentar
  1. Os Diagramas de Villard de Honnecourt - 5
  2. Relendo o post anterior, parece-nos que se impõe continuá-lo: - 3
  3. AS FORMAS DA LUZ PROJECTADA DENTRO DA PRÓPRIA IGREJA - 1
  4. Com ou sem Esperança (como está em Primaluce)... - 1
  5. As Edículas e as Vergas dos Arcos e das Janelas, mais os significados que conferiam às obras arquitectonicas - 1
  6. A Quantidade de Informação e suas Vantagens: «Obnubilar a Ciência Alheia» ou «Fazer Cair sobre outros a Nuvem da Própria Ignorância»? - 1
  7. /tag/gilbert+durand - 1
  8. Ainda em torno da obra de Hugo de S. Victor... - 1

~~~~~~~~~~~~~~

*Ou seja: a maldade de uns torna-se vantagem para outros que já estão a conseguir compreender as lógicas e as articulações entre assuntos que há muito pretendemos atingir. 

Thanks God, porque o nosso objectivo é ensinar, mesmo que os que ensinamos sejam os mais beneficiados de toda esta história de imensa trafulhice que várias instituições de Ensino Superior decidiram produzir... como antes se dizia:

"A BEM DA NAÇÃO"


17
Nov 14
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

... e essas pessoas, em geral são os Professores, há que saber qual o foco, ou a origem, desse medo? Há que perguntar, mas sobretudo há que ter respostas!

 

Isto parece-nos óbvio, já que não faz sentido gastar dinheiro, a saúde física e mental, ou, em suma, o tempo de uma vida, com medo!

Poderá parecer que estamos directamente envolvidos, e estamos, porque enquanto professor em situação semelhante nós estamos; mas acima de tudo são razões de solidariedade, quando nos chegam as notícias, ou as lemos directamente da realidade - naquilo que é muito mais do que bullying - exercido contra pessoas que no seu quotidiano se esforçam/esforçavam por dar o seu melhor.

Claro que até já se escreve esforçavam, porque a partir de certa altura o dito medo dita outros comportamentos: primordialmente o de auto-defesa, que pode ter que ser em relação às instalações - mais perigosas do que se estivessem repletas de salmonelas e legionellas - pois não têm relativamente às condições de segurança (e de saídas de emergência), os normais e devidamente dimensionados caminhos de fuga; os de instalações que também estão sub-dimensionadas para o propósito de utilização que está em causa.

O que se pode tornar num grave problema de Saúde Pública

Mas também, ou igualmente, porque os seus responsáveis - ou porque vivem embrulhados em problemas e querelas internas (?); ou porque nunca tiveram, nem têm, condições para serem responsáveis de instituições de Ensino Superior, enfim esses (ir)responsáveis comportam-se eles próprios, muito pior do que as mais perigosas bactérias: aparentemente multiplicam-se, cheios de vida e imensamente felizes, quando podem importunar, directamente, todos os mais frágeis e os mais sensíveis com que se deparam, ou têm sob a sua alçada.

Há situações gravíssimas ao nível do emprego, e por isso também deveria ser o MEC o primeiro a actuar, já que os Sindicatos não conseguem incutir nos seus associados os verdadeiros comportamentos de defesa que cada vez mais se impõem. Ou, os comportamentos que, cada vez mais já serão tardios...

Este blog é um espaço público, aonde na prática se está agora a fazer aquilo que pode ser considerado uma denúncia, mas, aliás, já várias outras foram levadas no devido tempo às instâncias mais adequadas.

Ostentiva e repetidamente o MEC e a FCT têm aludido à autonomia das instituições, o que, face aos crimes que a Comunicação Social todos os dias reporta, é só uma ironia, tão pequenina!

Tentamos sempre que haja por aqui a máxima elevação, tanto mais que sendo professor há alunos que esperam um espírito muito mais positivo, sempre. Num entanto, há datas e períodos em que nem o "Sanctu Spiritu" nos consegue inspirar.

DSCN5294.JPG

Cena de Peditório para a Festa do Espírito Santo em Lisboa - como consta na legenda de um postal reeditado pela BN em 2004.

Uma outra conclusão (muito lúcida) que se pode tirar do facto de os estudos de um mestrado e depois de um doutoramento terem originado um LIVRO e vários blogs: os factos de hoje mostram-nos (e até a nós, esta ideia impressiona - como Deus escreve direito por linhas tão tortas!) que há energias que, elas bem podem ser desviadas com toda a força, mas não se perdem, como Lavoisier demonstrou!


16
Nov 14
publicado por primaluce, às 09:00link do post | comentar

... há que credibilizar as nossas instituições, ... o nosso sistema de Justiça...

Por nós há um país inteiro para credibilizar, passando, obviamente, pelo Ensino Universitário!

 

Por isso daqui pergunta-se: Como?

Se muitas dessas instituições estão repletas de broncos, ou de gente sem qualquer nível: que entre o maldoso, o trapaceiro e arruaceiro, acresce ainda que são completamente incompetentes?

Como se ensina num ambiente destes?

E como alimentar o espírito, conseguindo fugir à realidade tão medíocre que, ainda por cima, se julga dona das nossas almas?

 

« On a beau être professeur depuis 38 ans : quelqu’un que, on puisse juger comme un puits d’imagination, mais, la 'mediocritas', ou, bien pire que ça - la malhonnêteté qui nous entoure – celle-ci agissant comme un 'diktat' vers une juste rébellion...

L’Enseignement Supérieure au Portugal (il y en a toujours de très bonnes exceptions...) est effondré, sous la gouvernance des gens qui sont absolument incompétents. »

Serons-nous sauvés par nos ressources, et nos aliments pour l’esprit?"

Puis après, et au niveau des Desseins (et du Design), on est conduit à d’autres conclusions :
Si notre Doctorat* à propos de la Théologie Chrétienne et la façon comme celle-ci – traduite en formes géométriques, abstraites - a été transvasée dans les grands chefs d’œuvres de l’Occident Européen. Si un Doctorat innovateur, avec ces caractéristiques est empêché, c’est qu’il y en a eu, certainement (on se demande ?), une logique cohérente derrière la succession de décisions qui ont été produites**. Pour nous, il nous semble que cette logique, a été influencée,
peut-être, par une raison invisible; et que, alors, nous devons atteindre, absolument, le but si connaisseur, et sage, de cette même raison.
Finalement d’autres questions: Peut-on être sauvée par nos connaissances dans une langue où la Culture a encore le sens d’autan? Vaut-il la peine investiguer, chercher, et trouver les origines de notre culture, contemporaine ? Faudra-t-il essayer de comprendre la liaison, cérébrale, entre mots, expressions et images? Comme il a été étudié para Georges Hersey?***

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Rendu impossible - exactement par la main de ceux qui l’avait promu, juste au début. Alors on comprend que 'Le Grand Seigneur de tous les Desseins' ait voulu que nous soyons libres (d'esprit), sans encombrements ni aucune parcimonie mentale, à côté de ceux à qui sont présentés les plus grandes injustices et difficultés.
**Décisions, que, on se doute, le type de «savoir» qu’il y en a eu pour les produire? Si ce n’est pas encore une autre énorme bêtise ?

***Voire Ornement, p. 637 du Dictionnaire Critique D'Iconographie Occidentale, dir. Xavier Barral i Altet, PUR, Rennes 2003.

http://primaluce.blogs.sapo.pt/tag/l%E2%80%99histoire+d%E2%80%99une+d%C3%A9couverte+%281%C3%A8re+partie

http://primaluce.blogs.sapo.pt/tag/l%E2%80%99histoire+d%E2%80%99une+d%C3%A9couverte+%282%C3%A8me+partie


15
Nov 14
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

E este "pejado" ou repleto, ao contrário do que alguns podem pensar, não se pense que são os professores. Alguns são-no - é normal - mas principalmente os «mais hiper-sensíveis» claro que são os alunos.

 

E portanto, naturalmente também sabemos que esses mesmos hipersensíveis são «as próprias das galinhas dos ovos de ouro» que enchem as escolas. Quer as do Ensino Artístico Público, quer ainda, por maior força de razão - que é a fragilidade dessas pessoas - as escolas do Ensino Artístico Privado.

Talvez ao vê-los, muitos deles com piercings e ainda toda a restante panóplia de adereços de que por exemplo fazem uso os chamados góticos urbanos (que alguns são, mas não todos, claro); talvez alguns pensem que as suas almas são duras como os cintos, os pregos, ou os blusões pretos que usam. Talvez pensem, mas enganam-se redondamente, por ser exactamente ao contrário!

As suas almas - e por isso não estamos a dizer espírito - elas são cândidas, boas e ingénuas. Vêm da província profunda, alguns, mas outros vêm do Algarve cosmopolita e são quase iguaizinhos. Apenas se cruzaram mais com estrangeiros: e talvez por isso o seu corpo mexe-se mais (?); são aparentemente mais livres e desenvoltos - com mais ar e sal respirado ou inalado, mas quanto a sensibilidade vai tudo dar ao mesmo...

Tal como a aluna alfacinha que se transporta numa bruta moto, onde na sua cabecinha aparentemente altiva continua a haver uma hiper-sensibilidade, imensa, que vive escondida atrás do que parece ser uma fortaleza, mais ainda a respectiva barbacã (e um corte de cabelo que é «imagem de marca»).

Enfim, hoje só não aprende Psicologia quem não quer, e portanto sabemos que as ditas almas que são também, cumulativamente, as tais «galinhas dos ovos de ouro», têm que ser normalmente (ou especialmente?) bem tratadas.

Mas se fossemos à Historiografia da Arte, aos mais avançados dos estudiosos, como Hans Belting, Dana Arnold, ou aos franceses mais evoluídos, lá se encontraria a imensa importância que agora é dada à Psicologia, quer para fazer quer para estudar e analisar a Arte. Aliás, como consta no próprio Umberto Eco: não é a Estatística ou a quantidade de informação, repetitiva e medida (nas obras dos estilos artísticos, históricos), que define a qualidade das obras. É sim a invenção, a subtileza de novos entendimentos, que raros autores atingiram. Como por exemplo fez Guarino Guarini no tecto de S. Lorenzo de Turim.

E por este exemplo perguntamos: como seria hoje a História da Arte se não tivessem existido as invenções de Guarino Guarini? De quem pegou em Ideogramas Medievais (muito específicos e com desenhos riquíssimos) e os trabalhou de uma maneira até então praticamente não experimentada (à excepção, talvez, de algumas obras moçárabes, bastante mais antigas).

Mas apesar desta ser uma visão contemporânea (e globalmente talvez só nossa?) lembramo-nos bem que no nosso trabalho dedicado a Monserrate, foi num autor que hoje está bastante esquecido que encontrámos essa maior importância dada à Psicologia.

Foi René Huygue que nos lembrou, e citámos*, "le tréfonds de l'artiste" e o seu carácter absolutamente individual. Por isso agora sublinhamos, igualmente, o seu carácter que é também ainda: precioso, valioso, criador e criativo.

Para concluir, e tendo em consideração a mudança das mentalidades, quer-se afirmar o que é óbvio (e ainda hoje muito válido): não é com modos belicistas, da tropa ou de caserna, que se está, seja em que condição for... - do porteiro ao topo da hierarquia - no Ensino Artístico!

Unless..., who knows...?

Que estejamos a ser também nós muito ingénuos, e o objectivo mais específico seja exactamente a destruição do que é hipersensível, hipervalioso, e também hiper-rentável?

~~~~~~~~~~~~~~

*Sobre a sensibilidade e a criatividade do artista ler em Monserrate uma Nova História, por Glória Azevedo Coutinho, Livros Horizonte, Lisboa 2008, pp. 109 a 123 onde se aborda o Revivalismo do Gótico no ambiente romântico do séc. XIX.


14
Nov 14
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

Em suma - e vá ler - a História da Mansarda, tal como a dos Telhados de Tesouro (portugueses) é mesmo muito mais do que uma simples invenção de um dos Mansart!

Vá ler*, porque isto, ironicamente, não interessa a ninguém, menos ainda a qualquer tipo de ensino**, quanto mais se o dito se afirma como sendo Superior, ou até o melhor do mundo! 

*Para se elucidar, vá ler

Sobre ideias que têm dono, originalidade, e provavelmente imensa qualidade? Tanta que só isso explica a forma como têm sido combatidas

**Embora o melhor possa ser o informal, e o que vai do exemplo... 


11
Nov 14
publicado por primaluce, às 00:34link do post | comentar

Todos sabemos que Design é - entre tantas outras coisas - comunicação.

Todos sabemos daquelas lojas dos subúrbios, ou as da província, em que não havendo tempo para fazer as montras, alguém tem um cuidado, que é mínimo (ou, quiçá um pequeno sinal dalguma lógica, residual) de comunicar ao público que a montra está em execução...

Depois, todos também sabemos que por lá ficam - meses a fio - esses papéis de avisos, os revestimentos das montras, ou ainda as tomadas eléctricas e aparelhos de iluminação: tudo queimado pelo sol, com moscas mortas, mais pó, muito pó que é já terra e muito lixo.

Fica assim tudo junto, a exibir a imensa preocupação (que é genuína) de comunicar com o público através do que é, sem qualquer dúvida, uma abertura na fachada.

Mas por outro lado, aparecem também depois uns graffiters, a quererem reclamar para si, esse e outros espaços das fachadas das cidades: como áreas ou suportes onde tentam deixar as suas marcas. Talvez mensagens, ou até mesmo o que eles consideram ser Obras de Arte? E são-no, frequentemente, queremos aqui acrescentar...

Enfim, já estivemos num Congresso sobre este tema - Urban Street Art - onde felizmente houve de tudo um pouco, sendo por isso bastante enriquecedor. E de entre as várias apresentações claro que também existia uma montra, mas não com a tabuleta a avisar de uma qualquer «execução permanente».

Era exactamente o contrário! O objectivo estava em demonstrar como um espaço público pode ser um foco para o qual os olhos e a atenção de muitos se dirigem; servir para sensibilizar sobre um qualquer tema, ideia, ou até um negócio que se queira promover: sem se desperdiçar esse espaço, essa atenção, energia, ou até alguma oportunidade rara?

E num outro caso, que nos lembra forçosamente o dia de hoje - e as nuvens de fumo por vezes lindas (ou tão reconfortantes) que emanam dos carrinhos dos vendedores de castanhas - nesse outro estudo alertava-se para as imensas possibilidades de haver algum empreendedorismo (ambulante) com base, exactamente, no próprio espaço público: 

UrbanGraffiti.jpg

Pois é - porque tudo se liga - pode parecer muito cafona, mas hoje andam por aí alguns a cantarolar aquilo que viram na rua. Aquilo que é o negócio de uns, ou até a poesia de outros:

Quem quer quentes e boas, quentinhas? A estalarem cinzentas, na brasa. Quem quer quentes e boas, quentinhas? Quem compra leva mais calor p'ra casa.

~~~~~~~~~~~~~~~~

*USA é abreviatura de Urban Street Art, e MEs são as Montras em Execução (sempre!).

Já agora, não saindo do lugar-comum, daqui se deseja

Boa Continuação...


08
Nov 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

MUITAS VEZES NAS nossas «vidinhas hiper-burguesas» pensamos que vários azares nos batem à porta: horrores, dramas que desarrumam tudo o que tínhamos previamente pensado, desenhado, estruturado, decidido...

As nossas são em geral Vidas programadas - quase como Mapas - em que nada pode faltar.

Ou até Obras de Arte, com concepções prévias, em que se tem que concretizar, absolutamente, um qualquer desiderato que uma ou duas gerações acima, alguém tinha definido, ou ficado estabelecido**?

Enfim, quando se vai a olhar, e a ver, é mesmo uma imensa pobreza factual: uma vida que parece um faduncho - sem graça, sem som, sem harmonia... E claro, sem a mínima criatividade!

Por nós - mas seremos só nós? - achamos que deveríamos ter vergonha daquilo que pensamos; do que vamos vivendo e praticando. Sobretudo quando confrontados com vidas que não têm saúde, quanto mais ainda seguro de saúde!? Vidas que não têm trabalho, nem esperança, e que enfim, numa palavra, não têm rigorosamente nada daquilo a que costumamos chamar Sorte.

Mesmo que ainda tenhamos a grande pirosice, ou a enorme lata?, de dizer que as (boas) sortes se constroem...

Claro que a arquitectura inglesa a que ganhámos amor, por a termos percebido e por a termos reconhecido - na forma como desenhou os cenários em que vivemos: sobretudo na versão que está no Centro Histórico do Porto. Mas também, e tão claramente de outra forma, na Baixa Pombalina. Mas esse amor, ou o prazer que pode ser o desfrutar de alguns dos mais bonitos espaços urbanos, de qualquer uma das nossas capitais, deveria não se esquecer dos grandes privilégios que tem:

Que na região mundial em que estamos há linhas divisórias, estejam elas mais ou menos esbatidas, que marcam as nossas vidas e as nossas sortes!

Por nós, percebemo-lo há muito, vindo da História da Arte e da História da Arquitectura, que a Europa que foi (ou onde se estabeleceram) dos povos germânicos, vistos como invasores do Império Romano, e que renasceu com Carlos Magno, é a mesma Europa que mais tarde veio a permanecer dividida - quase pelas mesmas linhas geográficas - entre Cristãos da Reforma (protestantes, luteranos, outros) e Cristãos da Contra-Reforma.

E hoje, apesar de aparentemente as religiões estarem cada vez mais longe daqueles cujas vidas parecem ter sido desenhadas pelos pais, avós ou até pelos bisavós... Hoje, essas linhas de força estão ainda muito presentes, e activas, sobre vários territórios: funcionando como verdadeiros desígnios factuais, e grandes tendências que, aparentemente, são ininterruptas e inelutáveis...

O que ainda nos faz lembrar várias ideias de já escrevemos:

1. Uma «nova historiografia da arquitectura» - mais de acordo com o que Dana Arnold tem escrito tão acertadamente (procurem nos nossos blogs).

E ainda a terminar, antes das notas, vejam também:

2. Como o Design pode ajudar a corrigir desígnios***.

Vitrais.base-quadrada.jpg

IMAGEM JÁ PUBLICADA QUE MERECE SER COMPARADA COM O DESENHO DOS VIDROS DO GUARDA-VENTO DA IGREJA DE S. MAMEDE (post anterior)

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://rr.sapo.pt/a-sul-da-sorte/chapter1.html

**Por vezes, quiçá (mas é o que parece?) já «pré-concebidas no seio materno».

***Ou seja, quero lá saber do invólucro piroso que envolve os minúsculos objectozinhos das nossas vidas: como são os carrinhos engraçadinhos que a indústria automóvel põe a circular nas estradas e auto-estradas; quando um verdadeiro Design - e as mentes de todos os que queremos mudar o mundo, pelo menos um pouco e para melhor - não consegue/não conseguimos, mudar o desígnio dos povos que estão a sofrer.

Sofrimento que já vem, de certeza, de uma ou duas gerações anteriores, um desígnio que não se consegue superar!


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