Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
27
Fev 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... tem a sua Agenda:

 

Na nossa que é pública, ainda consta concretizar um Plano de Trabalho (preparado em 2005-06), embora o Cronograma entregue na FCT esteja - a partir de 2008 -, a sofrer continuados e sucessivos boicotes!

Muito fáceis de provar...

Porquê?

Clicou em todos os links ?

como neste?---»Então, goze  o tempo que passa

 e não...se espante, cante:

http://www.youtube.com/watch?v=5GSGGHP-nLc&feature=player_embedded

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

 


25
Fev 14
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... e muitos irão a reboque.

 

Irão ver, e confirmar, em próximos posts (e no futuro), isto que agora escrevemos.

Marcaremos agendas e temas, porque Primaluce teve/tem objectivos


22
Fev 14
publicado por primaluce, às 18:00link do post | comentar

…mais le monde ? Oui ça bouge !

 

http://www.watteau-fragonard.com/fr/video-2


20
Fev 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... agora ainda continua em Iconoteologia. 

 
(em todas as fotos, clic para legenda)

 

Porque um verdadeiro parkway precisa de obras e manutenção*!

Principalmente quando a verdade tem que ser defendida, mesmo que haja quem se encolha, surpreendido /atordoado/ com tantos que são os paradoxos: mais os casos todos diferentes, e os atropelos a lógicas que deveriam ter sido muito mais claras, e normalmente justas (!). 

Não esquecendo ainda que estes posts se dirigem não só a Doutores, muito pouco informados e preparados, graças às «desarmonias artísticas» e habilidosas, promovidas com o apoio/consentimento do MEC; que, ao abrigo de uma designada autonomia, muito superficial, se permite desconhecer uma realidade que é basto complexa, a exigir profundidade de análise...

Mas, porque sobretudo estes posts são dirigidos aos queridos amigos - de mais longa data, incluindo discípulos, que, todos**, somos meros funcionários ao abrigo da Lei Geral do Trabalho, de uma antiga Escola de Ensino Secundário Particular. A qual, tant bien que mal...(e há quem ache que muitíssimo mal - quando se descobrem, a sério, e se compreendem, em todas as vertentes, os procedimentos que foram adoptados) passou a Ensino Superior! Houve quem propusesse métodos harmoniosos, ou até estivesse disposto a acertos e pequenas correcções;

Porém, como sempre, sofreguidão e sede de poder, fazem das suas e «actuam por dentro de ...»

~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://primaluce.blogs.sapo.pt/63362.html

**Não sabemos como é para quem possa ter assinado, por ser pressionado e distraidamente, alguns papéis traiçoeiros em 2008?

Mas, no Dilúvio também traiçoeiro deste Inverno, parece muito lógico, que essas pressões e distracções não tenham qualquer valor?     

Confortável e normalmente, para quem não deve, não teme: e as clarabóias existentes, ou os telhados de vidro que projectou, também foram estudados e realizados em vidro temperado: para se poder estar em pé sobre eles, e a aproveitar integralmente a luz natural.

http://primaluce.blogs.sapo.pt/o-mundo-e-evolucao-mas-as-vezes-nao-182765
http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/design-pode-ser-generosidade-63859

Para quem sabe o que diz e faz (nas metáforas e na vida) está-se bem!

Em: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


19
Fev 14
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Posts dedicados aos ferrenhos defensores das ideias mais antigas (e sua perpetuação): para quem usa e abusa da palavra inovação, mas que não dá um passo, nem avança 1mm... 

 

Foi para mostrar algumas dessas evoluções, que vão acontecendo (ou, por exemplo agora, as que tinham que acontecer - como as dos anos 70, do século XX, que algumas, poucas, «fizemos acontecer»); foi por isso que começámos a escrever nestes blogs.

Em Iconoteologia há novidades, e por aqui vai haver (neste post), infos dedicadas ao ensino do Design:

Ao tempo dos nossos primeiros alunos (de 1976), quando não havia as óptimas edições que hoje há, como é o caso da editora Estampa, pelas quais se podem estudar madeiras e outros materiais; assim como os processos e formas de que são passíveis de transformação (na indústria).

Mas, é preciso lembrar, que em certas áreas, quando por exemplo se pretendessem sustentar algumas informações que fossem de Ergonomia ou de Antropometria, em português, não havia muito mais do que um livrinho minúsculo que fora publicado pelo INII*. 

E isto para não falar em plásticos (ou nos diferentes polímeros - quem os conhece, e aos processos de moldagem?), que, na actualidade, chegou à banal «impressão a 3D». Quem proporcionou e ajudou a estes avanços?   

Então**, porque recordar é viver, e viver intensamente (ainda agora, para nós) - é também não aceitar «o conhecimento imobilizado», ou capturado pelos que se supõem e arrogam como detentores do Saber:

Concretamente, há que evidenciar que a História da Arte não tem conseguido detectar o sentido - «falante» (e como funcionavam) - de inúmeras formas que eram transmissoras de ideias.

Como os dois Palácios Reais de Sintra mostram tão bem: particularmente nos tectos, que, em francês, dizemos reunirem iconografia e desenhos que foram "Régaliens"***.

Chamamos à página acima, e aos esquemas que contém, «malhetes-camas-de-bebé»: porque quando a fizemos - adaptámos e traduzimos de livros franceses, ingleses ou espanhóis - eram então bebés (ou nem sequer eram nascidos?) aqueles que agora estão agarrados ao grande "Poder dos seus imensos Saberes!" 

Aos que tendo passado a ser «Doutores-de-saberes-tão-tão-vagos», que nem sequer aprenderam como se processou - na geração anterior à sua (a dos pais), a criação e a produção de alguns conhecimentos: que são recentes, e actualmente ainda não têm, mas deviam ter. Conhecimentos que desprezam e esbanjam, a contar, a contar...! Porém, e enfim, é bom que se lembrem que nunca nada está «contado» ou adquirido, e se pretendem tornar-se paladinos de uma re-industrialização, vão ter muito que trabalhar e aprender! 

Força meninos: para aprender a andar - é primeiro o pé direito, e depois o esquerdo...tentem lá: a treinar, a treinar!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*INII - significa: Instituto Nacional de Investigação Industrial. Ver referências em: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/2485/1/ulsd059654_td_Anexos_Victor_Almeida.pdf

http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/2485/2/ulsd059655_td_Tese_Victor_Almeida

Um estudo utilíssimo que se pôde publicar - tal como alguns mestrados: contrariamente àqueles doutoramentos «que envergonham as pedras da calçada». Capa e índice do livrinho do INII ver em:

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/inii/?uid=QhUcGUOJeQizjpgGWsOr

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/inii/?uid=4BQhIuzmcIVHdO3zg8YQ

**Nem que sejam tempos que agora parecem «jurássicos», mas foram os nossos, nos quais trabalhámos - muito, e com imenso gosto - para os alunos do IADE. Que, actualmente alguns são Doutores, integrando o Conselho Científico da Escola. Para esses, quando estiver reformada, vai haver uma colecção de Memórias - 40 anos a ensinar design

***Uma palavra que é alusiva aos Poderes e Privilégios Reais. Embora, nalguns casos, também se perceba que essa mesma iconografia, não deixou de ser usada por alguns nobres (com ou sem uma «real licença»?)

Ver brevemente em Iconoteologia, já que, não é nas Tecnologias que se encontra a justificação para as formas dos ornamentos, ou as dos elementos de suporte que foram inventados: foi ao contrário, Pugin explicou-o bem numa simples frase!

http://www.ebay.co.uk/itm/Building-Construction-Mitchell-Batsford-1953-Elementary-Course-/290948918863?clk_rvr_id=589606716733

Ver também:

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/outras-provas-mais-provas-e-muitas-63277

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/a-iconografia-regalista-fica-para-outro-63728

Não esquecendo:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/a-luz-nao-se-apaga-182992


17
Fev 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar
...à Erudição.

 

Alguém da CM de Cascais decidiu valorizar (para nós simpaticamente), factos ocorridos há 50 anos.

Chama-lhes "Construção da Memória", o que logo nos lembrou outras memórias, as nossas, algumas com quase 4 décadas - isto é, perto de atingirem a mesma idade; memórias que não podemos esquecer, nem deixar esquecer: porque a verdade exige que não se deixe acumular o lixo que, «imensas inverdades» todas acumuladas, já constituem**.

É que se..., se  hoje existe «alguma erudição» (?), devemo-lo ao IADE.

Pois a partir de 1976, enquanto Escola de Ensino Médio-Secundário, alguém se ia lembrando que em cada ano podíamos leccionar várias e diferentes disciplinas***, até em simultâneo (chegaram a ser quatro): conforme desse jeito...

O que agora..., vendo bem, parece ter sido fantástico?

Porque, por mais «incomodativo» que tivesse sido (e por vezes foi...), a verdade é que quem ensina tem que estar pronto a ir correspondendo aos alunos e às questões que saudavelmente colocam. Embora, muitas vezes nas chamadas aulas práticas, haja quem pense que não é preciso ensinar, mas apenas fazer convergir os conhecimentos adquiridos noutras disciplinas, e os previamente já existentes, em sínteses escorreitas e correctas.

Como se nestes casos, o professor fosse apenas um «orientador» para a tese e o fazer de uma obra final (é?).

Em suma, não ter sido apenas prof de disciplinas práticas, mas também de teóricas, claro que isso levou a uma estruturação (muito útil e prática) dos vários saberes a transmitir.        

~~~~~~~~~~~~~~

*http://primaluce.blogs.sapo.pt/no-dia-de-s-valentim-um-grande-amor-a-182147

**O que hoje se pensa e continua a dizer erroneamente, sobre os Estilos Artísticos, da história da arquitectura ocidental é por vezes lixo (quase «infecção/imundice»?) que vai continuar a dar muito trabalho para limpar: a todos os que se quiserem esclarecer sobre a evolução do conhecimento (intangível e a cultura) que produziu o Património (material e tangível) que a Humanidade quer manter e preservar.

***Note-se a terminologia, porque t.g., interdisciplinaridade não é, forçosamente, erudição! Se o fosse, seria apanágio da Arquitectura e dos Arquitectos, que têm que viver na fronteira de muitos conhecimentos (o que não é «sentado num muro» de ambiguidade e indecisão).

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15
Fev 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... em que crescemos*, e às matérias e estudos de uma vida inteira; mais ainda aos conhecimentos recebidos (agora ao nível de doutoramento), então veja-se:

 

Quem nos dera a todos nós (mas sobretudo, aos grandes doutores que hoje proliferam e nascem do chão, em segundos...), quem dera ler, e mais do que tudo poder compreender, o romance Les Noces de Philologie et de Mercure. A obra de Martianus Capella que conseguiu reunir numa alegoria, os mais importantes saberes antigos.

É que embora feita no séc.V, ainda agora é, repetidamente, citada por diversos autores. 

Quem dera, porque à velocidade acelerada dos nossos dias, e à regressão, também aceleradíssima, que se pode verificar nos mais importantes dos conhecimentos básicos: que são hoje (falando da quantidade, já que nem vale pena referir a sua qualidade...) muito menos do que aquilo que em tempos foram, e habitualmente se chamava Cultura Geral:

Uma cultura (geral) que cai, e, paralelamente, está a desaparecer em cada minuto que passa. Principalmente porque está longe de ser geral, tendo-se pulverizado em "saberezinhos" ridículos, muito «tecnicistas», que nos remetem para as Artes Mecânicas de que há dias escrevemos**.

Quem dera portanto que houvesse Doutores, verdadeiramente Livres, capazes de dominarem os saberes das Artes Liberais (como acontece em algumas universidades dos EUA***, e pelo mundo fora).

Doutores com conhecimentos interdisciplinares - a saberem integrar a Filosofia do Ph -, e assim capazes de articular a pluralidade de informações que são necessárias, ou mais do que isso essenciais, para poder haver criatividade: nas áreas riquíssimas, e extraordinariamente complexas, em que nos queremos mover e estar.

Quem dera... Mas não há quem dê?

 

(clic para legenda - com a informação de que «Geómetra» é o epíteto fantástico, simpaticíssimo, dado por FABP!)   

Porque o Saber, entre nós, crescentemente, passou a ser coisa do passado..., e a maioria julga que os conhecimentos devem estar vinculados, desde muito cedo, à área profissional em que o jovem vai querer estar no seu futuro. Acontece que esse «querer» é, na sociedade portuguesa em geral, muito desinformado: sem bases, as mínimas necessárias para se poderem fazer escolhas.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Em nossa opinião, e em boa verdade, não crescemos num ambiente erudito, porém, thanks god, houve de tudo um pouco, a começar pela capacidade crítica e a saúde mental, para não deixar em branco (ou falhar a observação de...) certos detalhes.

**http://primaluce.blogs.sapo.pt/177913.html

***“A "liberal arts" institution can be defined as a "college or university curriculum aimed at imparting broad general knowledge and developing general intellectual capacities, in contrast to a professional, vocational, or technical curriculum."

https://en.wikipedia.org/wiki/Liberal_arts_college

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_liberal_arts_colleges_in_the_United_States

https://en.wikipedia.org/wiki/Siena_College

http://www.amazon.fr/protestantisme-am%C3%A9ricain-Calvin-Billy-Graham/dp/2877068293/ref=sr_1_2?s=books&ie=UTF8&qid=1392477671&sr=1-2&keywords=alain+besan%C3%A7on

Note-se: Achamos que deve haver ensino técnico, e vocacional, mas há informações básicas que o nosso ensino secundário não está a fornecer, e portanto os alunos não têm bases para ingressar no ensino superior que, normalmente, devia exigir cultura geral (ou apenas básica)

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14
Fev 14
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

... contra as mentiras quotidianas.

 

Alguns temos a sorte de perceber que a Memória não se constrói, ciclicamente, de 50 em 50, ou de 40 em 40 anos...

Que a memória exige verdade, e que em cada dia não se pode deixar que a mentira se instale, ou que «percepções e narrativas» passem a deturpar, de modo definitivo, o sentido do que foi o fluir dos acontecimentos, e as suas principais motivações.

Assim, a História é uma responsabilidade de todos!


13
Fev 14
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

... porque Cascais e os Estoris estão repletos de "Chalets" (ver os de Braga*), e ainda de telhados que foram influenciados pelas obras de Pugin.

 

Por isto havemos de escrever sobre os Carpenter's Gothic.

Só que, são tantos os assuntos que nos interessam que o tempo falta (e falha).

Como em muitas situações já vai «falhando» a memória daqueles que é suposto construírem essa mesma Memória.

Uma «memória» que, passados 50 anos já é História, embora nalguns casos, por razões pessoais, seja também o tempo da nossa vida, de criança-adolescente e mais tarde já em idade adulta...

Os 600 anos da Vila de Cascais**, foram para nós, há 50 anos, um acontecimento que vivemos (apesar da idade...!) com razoável atenção.

E foram depois imensas vezes, e de um modo quase directo, uma importantíssima fonte de informações:

Como nos sucedeu há cerca de 40 anos - ou mais? (o importante é que lemos muito...) - poder ler, na bibliografia então produzida pela Câmara Municipal de Cascais (em 1964), algumas descrições das Festas do Espírito Santo: como existiram, ainda no início do século XX, nos Concelhos de Cascais e de Sintra.

Razão para em 2001 (?), e depois em 2005-06, podermos conhecer aquilo que a maioria nem sequer sabe que existiu...

Há que voltar a este tema - que são as nossa memórias de há 50 anos - que, por muito estranho que pareça, influenciaram a escolha das temáticas de um plano de doutoramento: planeado cerca de 40 anos depois (de pela primeira vez termos contactado essas obras).

E porque todos vivemos mais anos, com muito mais qualidade, 50 anos passados (a uma velocidade que está cada vez mais acelerada, nos últimos tempos), também se verifica que aquilo que soubemos e aprendemos desde a adolescência e juventude, ou em licenciaturas que tinham qualidade - como hoje parece estar esgotada (?); agora esses temas são vistos como «coisa eruditérrima», de que todos têm medo: i. e., anátemas de que querem distância***!

É um mundo ao contrário, e...   (a continuar)

Se agora a Câmara de Cascais pede imagens, enfim, sabe-se que há quem tenha bastante mais... memórias que a Câmara nos deu! 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://www.archdaily.com/451309/el-chale-de-las-tres-esquinas-tiago-do-vale-arquitectos/528ec55ae8e44efc1f000210_el-chal-de-las-tres-esquinas-tiago-do-vale-arquitectos_alzado_poniente-png/

**http://www.cm-cascais.pt/noticia/partilhar-memorias-e-fazer-historia-partilhe-connosco-suas-memorias

***Para serem eruditos, vagamente chamam-lhe Antropologia, conhecimentos de inúmeras vertentes. Mas «dentro da erudição», levada a sério - com pés e cabeça e compreensível - leiam Alain Besançon e o que escreveu sobre a Imagem Proibida (e a sua destruição). Notem como entre nós existiu, provavelmente também, uma geração angustiada e dividida, entre a imagem representativa (e icónica), versus abstracção; ou, várias representações indirectas, feitas através de «sinais codificados», a lembrar escritas alfabéticas, que alguns questionaram sem cessar. Como fizeram: Almada Negreiros, Lima de Freitas, António Quadros...?  

Finalmente sobre algumas histórias que hoje constatamos ter lido ou «bebido quase na fonte...», ir a: 

http://www.cm-cascais.pt/dossier/650-anos

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12
Fev 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...mostra um beirado em madeira recortada, mas não tão alto como os dos desenhos seguintes:

 

Repare-se como apesar dessa diferença em altura, os recortes dos beirados e as suas estuturas (que entram nas paredes para poder segurar a parte exterior/visivel) são bastante semelhantes.

Tratam-se de desenhos de Augustus Welby Pugin (1812-1852), o arquitecto inglês que contribuiu fortemente para a recuperação e reutilização do Estilo Gótico; o que não aconteceu apenas em Inglaterra e se estendeu a vários países quer da América, quer da Europa. Encontrando-se entre nós, frequentemente, não só nas cidades, mas em casas de praia e lugares de vilegiatura: i. e., em zonas urbanas construídas no fim do século XIX ou no início do século XX, onde proliferavam as Villas. 

No nosso trabalho dedicado a Monserrate referimos A. W. N. Pugin dezenas de vezes, sendo um autor que merece ser muito mais conhecido*.

A imagem acima provem de: The True Principles of Pointed or Christian Architecture, de 1841

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*O que faremos em próximos posts dedicados ao Carpenter's Gothic (mas lembrando desde já que colaborou com Barry na obra das Houses of Parliament)

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

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