Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Jan 14
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... sem que se perceba porque é que a Justiça não as averiguou há mais tempo, já que as conhece*? Porque se esperou que a questão das bolsas (ou um sintoma de «bolha») rebentasse?

E a procissão irá adiante? Sairá do adro, para que se possa ver toda a espessura da questão, sem ficar na superficialidade?   

Porque de facto, estas questões têm muito mais do que área (superficial); por não serem apenas películas, ou só meramente epidérmicas...

Nesta imensa problemática, quando for detectada a sua «espessura», e até talvez uma razoável «profundidade» no tempo, há-de perceber-se como se foi avolumando.

Claro que não nos referimos à figura do antigo bastonário dos advogados, que como se pode ler, foi alguém que detectou (ou apenas pressentiu?), e falou numa bolha - chamamos-lhe assim - que, como outras bolhas, um dia previsivelmente, iriam rebentar.

Que a questão não fique por aqui: embora seja dificílima de investigar! Porque os extremos se tocam e os mesmos, ou as mesmas...(pessoas e instituições), reúnem em si em simultâneo, quer o bom e o muito bom; quer também o péssimo, o vergonhoso e o mais do que inadmissível.        

Razão para se perguntar:

É admissível que haja Professores - competentíssimos é verdade, é sabido de todos... - que tenham mais de 20 orientandos? E as instituições oficiais, as suas Faculdades, o MEC, a FCT não deram, nem dão por nada? Só vêem a superficialidade? Só analisam os "Temas", se cabem ou não nas "Áreas de Investigação" (das Ciências Sociais e Humanas) em que são incluídos**? Ou apenas verificam a correcção das médias aritméticas, para decidir sobre a "concessão da Bolsa"? É isto que justifica a existência de «painéis internacionais»...Certamente nada dispendiosos?

Por nós, que não andamos apenas num rebanho - já que há muitos que se podem frequentar... - e que tantas vezes vamos subindo aos pontos mais altos (para gozar a paisagem), daí temos visto muito mais:

Bem mais do que de BOLSAS & Bolsinhas, vê-se que a questão é imensa - o futuro do país!

Por isso desejamos que se investigue com atenção***; que detectem as anomalias colossais, tentando destrinçá-las, pois há demasiado lixo:

Para sobreviver, com o pão de cada dia, há que ir buscar uma ideia antiquíssima: 

"saber separar o trigo do joio"... 

  ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://economico.sapo.pt/noticias/ensino-superior-prostituiuse_116725.html

**E os «temas de fronteira», ou interdisciplinares e mais complexos, são definidos e avaliados por quem? Por avaliadores que são hiper-especialistas numa qualquer questiúncula mínima, mas incapazes de atravessar barreiras disciplinares/terminológicas, ou nomenclaturas arbitrárias? Hiper-especialistas - tão hiper, tão hiper - que são incapazes de cruzar dados de outras matérias disciplinares, com as das disciplinas que ministram e em que se especializaram? Como os historiadores da arte, que de geometria - as regras para construir imagens - sabem nada...

Especializações que, muitas delas, mais parecem a qualquer cidadão minimamente informado, ou apenas lógico, verdadeiras «vias-verdes-para-a-ignorância»...?

***Agora com os métodos da Justiça, e já não com os das Ciências... 

http://primaluce.blogs.sapo.pt/112636.html

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


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