Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
30
Set 13
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

In relation to architectural knowledge, the question immediately arises about the type of content intended: construction knowledge or knowledge of forms?  Depending on the emphasis, other circumstances and traditions, or other contacts come to the forefront, and additional questions arise.  What about the situation between Paris and Northern Italy or north-south connections?  How does transfer of knowledge occur, and how is knowledge fixed and recorded – beyond individual contacts and exchanges?  How much of this is “science“and enjoys a privileged treatment?”*

Por nós sabemos que uma boa parte da Ciência e do Conhecimento estava nas Formas** a que chamamos IDEOGRAMAS.

Por isso a fotografia acima: em que uma janela da cidade de Portalegre nos aparece, enfaticamente ornamentada (sinónimo de «paramentada»?)  com uma grande quantidade*** de Mandorlas:

As mesmas que constam na «Esfera Armilar» do post de ontem.

Sejam Felizes!

~~~~~~~~~~~~~~~~

*Pergunta que se encontra em: http://www.bibliothek-oechslin.ch/veranstaltungen/architekturtheorie/2014-wissen/introduction.

Que um Colóquio sobre Teoria da Arquitectura na Alemanha tenha como tema, e vá tratar - "em torno de..."- os mesmos temas que aqui vamos oferecendo, isso para nós, só pode ser, um imenso privilégio!

**Assunto que já Émile Mâle tratou, e anos mais tarde André Grabar contestou; e que pode ser objecto de questionamentos (quase) infindáveis. Enfim, estamos no bom caminho, embora demasiado à frente, para o «ensino superior portuga»: haverá que esperar pelos outros todos...?

***Entretanto: lembram-se da "Quantidade de Informação..."? Algo que é de muito pouca serventia, se não se souber qualificar a informação:

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/todoosaber-hsv/?uid=3E8ZQG7kWEs1ZVosoG3j&grande#foto 


29
Set 13
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Do post de ontem à ideia de hoje: será que cada um pode marcar a «sua aldeia»?

 

Será que cada um pode fazer do lugar em que vive uma aldeia global? Será que se pode contribuir para ampliar as boas ideias, simultaneamente respeitadoras do planeta, e também geradoras de emprego?

Será que há um contínuo (ideológico) do local ao global, e vice-versa?

E não havendo, é possivel votar com essa perspectiva: para que haja?

Para que possamos contribuir para mudanças globais?

A democracia em que vivemos contempla estas hipóteses?

 
E para referir as mudanças de escala entre local e global,
nada melhor do que uma Esfera Armilar «diferente»
(clic nas imagens para legenda)

 


28
Set 13
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

As alterações climáticas têm assinatura humana, razão porque uma das maiores oportunidades - a não perder - é o enfrentar da verdade!

 

Assobiar para o lado, não querer ver que há que avançar para novos paradigmas de vida, mais integrada no planeta, e simultaneamente geradora de emprego.

Ir adiando esta questão, e não repensar, para os introduzir, novos modelos de desenvolvimento, é adiar uma das questões mais urgentes da nossa contemporaneidade.

http://www.publico.pt/alteracoes-climaticas


26
Set 13
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... como toda a gente sabe!

 

É assim em relação ao Corpo Humano. Mas agora, aproveitando este tropo - que o corpo foi, nas lógicas e analogias antigas ou medievais - para já vamos continuar a insistir que a sociedade portuguesa, e muitas das suas instituições (que forçosamente tão bem temos que conhecer) estão gravemente doentes:

Porque - vê-se, constata-se, sabe-se - estão muito para lá de podres!

Na sequência do post anterior, e nós que por aqui não ignoramos inúmeras mentiras e desonestidades deste país - que não nos dão jeito nenhum mas existem; então, continuando nessa linha de raciocínio, imagine-se o que é que pode passar pela cabeça dos povos do Norte e pelas dos seus Governantes? Sobretudo quando verificam que têm que suportar «forrós-de-mentiras» como as que existem em Portugal*?

Claro que preferíamos estar a escrever a nossa Tese de Doutoramento, e sobre aquilo que descobrimos - sem dúvida útil ao país; mas, se lerem os nossos objectivos e as razões para escrever nos dois blogs, elas foram definidas quase há 3 anos**!

Vamos continuar, nesta hora dificílima há que pensar; temos materiais e razões de sobra. 

 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Para nós, pressente-se, a maioria dos portugueses é honesta e trabalhadora: bons de mais, a ponto de não vislumbrarem as engrenagens doentias em que os enfiaram?

**Ver perfil público:https://blogs.sapo.pt/userinfo.bml?user=primaluce;

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=123291

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


24
Set 13
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

...é consequência da língua portuguesa?

 

Que é tão rica que permite referir mentiras como uma quase doçura de simples "incorrecção factual"?

E a expressão «estudos-e-doutoramentos-manhosos» será forte, ou é apenas mais uma doçura do nosso linguajar (luso)?

Enfim, e estes adjectivos - doce e forte - são meros «portuguesismos», a metaforizar o que noutras línguas e noutras regiões levaria a pressões (do eleitorado e não só...) mais às consequentes demissões*: pela dignidade e elevação que os cargos públicos, ou os de responsabilidade e «de exemplo», exigem?

O rigor na Alemanha é um defeito («lá do sítio»)? Ou é uma interpretação normal-estrita, que alguns (outros) acham que devia ser mais abrangente e mesmo muito lata**?

(legenda - clic na imagem)

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*Alguns exemplos: http://www.tvi24.iol.pt/internacional/ministro-plagio-doutoramento-karl-theodor-zu-guttenberg-alemanha-tvi24/1236338-4073.html

http://www.esquerda.net/artigo/ministra-alem%C3%A3-demite-se-ap%C3%B3s-esc%C3%A2ndalo-do-doutoramento/26657

http://economico.sapo.pt/noticias/ministra-alema-acusada-de-plagio-demitese_162345.html

**Pois dava jeito... Será que a Antropologia explica a mente matemática germânica, diferente do ondular sinuoso (e elástico) da mente ibérica? E talvez ainda mais da latina?

Pois na Arte é exactamente isto que temos detectado e trabalhado, por isso a imagem acima: 

Ela prova que o rigor e conceitos inequívocos (dogmáticos) podem ser expressos com uma enorme beleza visual. 

Ver: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

bien.faire.et.laisser.dire.gac@gmail.com


21
Set 13
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar
Ou é medo de «dar nas vistas», receio de maior visibilidade num contexto internacional?

É uma insegurança, porque obriga, depois, à sustentabilidade das respectivas posições, dos responsáveis nestas áreas científicas, face aos seus colegas e parceiros de outros países? Quando se sabe - e ao longo da História isso tem sido um inconveniente (e uma pecha que a integração na Europa parecia ter apagado...?) - quando sabemos, sim, que a pobreza (endémica) de Portugal não disponibiliza recursos suficientes para a Cultura, Conhecimento e Investigação... 

Essa vontade de mediania é justificação para se ocultarem trabalhos pioneiros? É a posição assumida pelos Centros de Estudos e pelos Laboratórios Associados, patrocinados pela FCT (que no nosso caso pagou o que ficou combinado**)?

Que é o mesmo que dizer: subvencionados pelo Governo Português, seus Ministérios da Educação e da Ciência, e também pelo Orçamento Europeu?

Em suma, a integração na Europa é inexistente nestas áreas? Desconhecem as leis? Como desconhecem o Património Cultural, ou até, talvez, a origem, que é completamente europeia, da

Lenda do Galo de Barcelos?  

Há milhares de anos, Portugal faz parte da Europa, mesmo que por vezes não pareça...

Clic na imagem para legenda e leia:

Será que treinar a visão compensa? Será que aprender e fazer exercícios/jogos de observação (visual) pode enriquecer alguém?

~~~~~~~~~~~~~~~

* Ler sobre o «conceito», por exemplo em:

http://www.yourdictionary.com/mediocrity

**Porque é pobreza (endémica - e talvez até uma lógica de subsídio-dependência?) os responsáveis das instituições definirem e apoiarem os estudos na hora de pedir as bolsas (BD); e depois, exactamente, quando depende desses mesmos responsáveis o necessário apoio, eles recusam-no: «Tiram o tapete». Será por quererem desconhecer o sucesso dos resultados? Ou porque também temem pelas suas posições, e pelos resultados dos seus próprios estudos, quiçá, «basto manhosos»?   

Ver: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

bien.faire.et.laisser.dire.gac@gmail.com


17
Set 13
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

Para nós é admirável, extraordinária!

 

Já escrevemos sobre ela*, e reconhecemos que é uma das Fontes das Ideias.

Poderia dizer-se que é óbvia, já que por exemplo em Jogos é tantas vezes posta em prática: em Jogos de Mímica.

O que é espantoso, depois, no nascimento dessa ideia - como descrita por António Damásio -,  é a sua auto-reflexão. É o espaço que se deu a si próprio para reflectir sobre a questão: o porque é que lhe ocorreu? Ou, o porque é que, por momentos, lhe chegou à mente, uma memória do seu «DR. B»**?  

Se pensarmos que aquilo a que hoje chamamos Arte (e estamos a referir-nos às artes visuais), é, em cada obra, o somatório, ou uma concreção «hiper-hábil», i. e., muitíssimo bem articulada, de milhares de ideias como estas; algumas cuja génese A. Damásio explicou. Então, claro que a investigação em Arte não tem um fim, pelo menos claro e visível. Haverá vários «fins», sempre metodológicos, e resultado da delimitação do assunto... 

E é porque as obras (de Arte) são assim - riquíssimas, abertas e com informações infindáveis - que alguns se limitam a investigar para tomar o Poder: pois seria esse, talvez (ou certamente?), o seu único objectivo.

E depois (apenas ou esfaimadamente?), o que esses arrivistas querem, é mesmo escalar - trepar, subir, ascender - para atingirem de imediato e a qualquer preço, com a máxima urgência, o top da Carreira Docente.

Enquanto outros (lentinhos, flâneurs, responsáveis?), mas sem a mínima «volição» de Poder, preferem continuar a enriquecer-se...

Deo gratias: por tal diversidade...

...e tanto Otium fecundum***!

Para esses distraídos e ociosos, desde sempre, nunca há ou houve gabinetes, mas há pátios (e claustros).

Pátios onde, bem pelo contrário, a mente se pode ocupar, por exemplo, com tarefas visuais infindáveis e buscas constantes. 

É a negação do Ócio, que por isso se torna fecundo; é o trabalho independente dos mais criativos:

A fazer-se sem pressões, porque a reflexão é condição de bons resultados, como prova a espantosa Ideia de António Damásio.

~~~~~~~~~~

*Ver em: http://primaluce.blogs.sapo.pt/151260.html

**Estaremos perante sinais mnemotécnicos? Sobre o Pensamento Visual também Rudolph Arnheim, descreveu, e sobretudo reflectiu, de modo semelhante. 

***http://www.cm-sintra.pt/Artigo.aspx?ID=2248

Ver também: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

bien.faire.et.laisser.dire.gac@gmail.com


16
Set 13
publicado por primaluce, às 14:00link do post | comentar

Dear future, sim, já esperamos por ti!

http://www.dear-future.org/

http://www.close-closer.com/pt/mapa/1581


14
Set 13
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar
 ...há de tudo, como na botica: o Mau e o Muito Bom.

 

Por isto, talvez por haver «montanhas de informação» por toda a parte, assim no Ensino Superior há cada vez menos? Já que, ... chacun «amanha-se», como alguns dizem.

Ou, como quando é dia de festa e as mesas estão repletas de iguarias, e de outro modo alguém sugere: “cada um que se sirva”!

Acontece que o autodidatismo implica muitas dificuldades, e um percurso que nem todos têm condições para fazer; sobretudo no início, muitos não sabem servir-se: que alimentos ou iguarias ingerir primeiro? 

Porque há quem não tenha aprendido certas regras, ou os pais também não as aprenderam, e não transmitiram porque não tiveram tempo. Depois, há sempre lacunas e gaps nas informações e conhecimentos que vamos adquirindo, ficando a faltar sistematização.

Assim volta-se ao principio:

Voyager é o primeiro objecto que sai do Sistema Solar, depois de ter saído da terra há mais de 30 anos.

Nessa data já nós estávamos no IADE, e pelo menos já então desconfiávamos da Iconografia que está em Belém, no tecto do Mosteiro dos Jerónimos. Ainda não tínhamos sequer pensado nessa ARCA como metáfora de alguma coisa; mas que um tecto tão perfeito, com uma geometria tão trabalhosa e rigorosa, claro que isso era coisa para fazer pensar...

Agora perguntamos: será que a fronteira – dentro e fora do Sistema Solar – pode ser comparada à ideia de Aristóteles, que separava o Supra- Lunar do Infra-Lunar*? Em que a terra se tornava local de imperfeição e de instabilidade, por estar abaixo da Lua: O nível a partir do qual (ou «acima») tudo seria perfeito? O nível a partir do qual a Geometria devia ser Cosmimétrie, como se escreveu  em Paris no séc. XII.

Ora isto que hoje lemos e ouvimos, a sorrir, manteve-se até muito tarde. Ou seja, já muitos séculos depois de Aristóteles, no século XII, era ainda Ciência: e como tal estava para ficar (mais algumas centenas de anos...).

No sistema de ensino dessa época, que contemplava as Artes Liberais e as Artes Mecânicas, cada uma delas compreendia 7 Ciências, onde, por sua vez a Géométrie - integrante das Artes Liberais - “...comporte trois parties, la planimétrie, l’altimétrie et la cosmimétrie.”**

Então, olhando de novo para o tecto da tal Arca de Belém, perguntamos (aos Filósofos***): será mesmo perfeita - e rigorosa, face à Ciência - a «Cosmimetria» desse tecto...?

 
(clic para legenda)

~~~~~~~~~~~~~~~

*http://lesartsetliens.free.fr/malfacon.htm

**Como escreveu Hugo de S. Victor (m. 1141) em Didascalicon. Ver L’Art de lire, trad. de Michel Lemoine, Paris 1991, p. 106.

*** Um assunto que parece ser mais de Filósofos do que de Historiadores de Arte.

Ver também: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/58955.html

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

bien.faire.et.laisser.dire.gac@gmail.com


12
Set 13
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... e isto é o que se passa aqui e em Iconoteologia*.

 

Por outro lado, e ainda sobre os assuntos de que queremos escrever um pouco mais, como a igreja do Restelo - a Caravela de S. Francisco Xavier - eles não estão esquecidos.

Até lá,

*Leiam: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/59454.html

Reconheçam ainda outros resultados dos trabalhos e investigações:

http://cmsen.eghn.org/assets/files/lmonserrate(1).pdf


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