Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
17
Abr 12
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Os nossos ensaios lembram-nos os de Villard de Honnecourt. Por isso o Quadrifólio de ontem, já que temos vindo a explorá-lo, do ponto de vista da composição: i. e., o quanto os círculos se entrecruzavam? Tal como na Mandorla inicial, em que cada círculo passa pelo centro do outro. Ou, no Cristo de La Luz de Toledo, em que os compromissos da fé parecem plasmar-se nas formas, que se articulam em sucessivas variantes: pouco explícitas, e claramente comprometidas umas em relação às outras. A lembrar «embrechados geométricos».  

Tudo isto está no livro, e a palavra ICONOTEOLOGIA, a única adequada para se compreender a História da Arte do Ocidente Europeu, também já está  registada.

Assim são justificáveis todas as guerras que nos têm feito - algumas com mais de 35-36 anos! E começam agora a compreender-se muitos dos ditos que temos ouvido, à época sem a menor razão; pois não havia alguma obra feita, ou, sequer, provas dadas (menos ainda idade, ou anos de vida, para isso!?).

Mas sim, fomos brindados pelos maiores piropos (e impropérios), cuja razão de ser talvez um dia se torne visível. Até agora, nunca os tínhamos entendido? E ouvimos muitos como: "Não, isso não vai fazer"..., "...Esconda, esconda, ponha para trás". "...Convidamos, publicamos, mas não faça referências às suas descobertas sobre o gótico!". "A evolução das imagens significantes da teologia, em sequência, equivalente a uma banda desenhada? Nem pense!..."  

Ou, num tratamento por tu: "...porque TU não sabes escrever!", "...porque fulano não quer", "...isso é para mim, porque sou eu que tenho uma fábrica!", "...design? Móveis? Isso é comigo... Porquê para TI?". "É muito interessante, acho que tens toda a razão, mas é preciso provares..."

E volta ao você: "Oiça, o seu mestrado é quase, tenho que o dizer entre aspas, muitíssimo melhor que o doutoramento dela!". "...Esse lugar só não é para si, porque ele não deixa..."*

Mas o melhor de todos foi um convite (in/felizmente não aceite...): "Venha trabalhar comigo, venha ser os olhos e os ouvidos do imperador!?"     

Escusado será dizer, a sério, esquecemos os autores das frases em itálico!

~~~~~~~~~~~~~~~

   *E o «talvez chefe» engoliu o resto da frase. Será que faltou um "eu-aqui-não-mando-nada"?

Se quiserem «filosofar» leiam a p. 17 de:

http://ampfigueiredo.com.sapo.pt/ficheiros/recensoes/2001/jacqueline-russ.pdf 

http://www.priceminister.com/offer/buy/298479/Russ-Jacqueline-Panorama-Des-Idees-Philosophiques-Livre.html


16
Abr 12
publicado por primaluce, às 19:00link do post | comentar

É verdade, parece? Até porque é bonita, mesmo gira...

Mas, desta vez, garantidamente, ninguém sabe o que significa! Dizemos nós agora, até ver...

De qualquer forma o fenómeno era esperável, costumam ser cíclicos estes regressos. O curioso é verificar que algumas obras-primas - neste caso da escultura e da marcenaria, como é a Cátedra dos Bispos de Ceuta que está em Viana do Castelo - forneceram a iconografia. 

E os padrões que passámos a ver em estofos de sofás, em cortinados, em cenários televisivos, etc., etc. Observem, vejam o que já não vai por aí, reutilizando os padrões da Idade Média? 

Desde que sejam composições geométricas a aglutinar polígonos, não só é bonito, como, agora está a ser escolhido e preferido.

Durante muito tempo o design usou e abusou dessas formas para tudo, principalmente nas Escolas, como base de exercícios. Pois, naturalmente, «enchiam o olho».

Depois ficaram demasiado esquecidas "et, maintenant, voilà, elles rentrent!"

Na imagem acima uma recriação, que é o brincar com a forma de um «sinal» que está no túmulo de D. Fernando I; e também no Real de Prata - moeda mandada cunhar por esse rei.   


15
Abr 12
publicado por primaluce, às 12:20link do post | comentar

É verdade, há quem diga e repita que existe na Baixa de Lisboa, um ÂNGULO de 17º entre o eixo Restauradores-Av. da Liberdade, e o eixo Rossio-Rua Augusta, e que esse ângulo, assim desenhado, é um Simbolismo que ficou inscrito na topografia urbana (!).

É uma ideia que achamos muitíssimo curiosa, mas, dir-se-ia também, «sem pés nem cabeça»!

A cidade está encaixada, nasceu (ou foi configurada?), sobre a base natural, as colinas pré-existentes. Que, é sabido, não tomam a decisão de formar ângulos de 17º!

Ou, menos ainda, as ditas colinas ou a orografia, não decidiram, previamente, o sistema de medição de ângulos que alguns humanos iriam adoptar.

Se o número 17 é um nº primo, ou um número que, por exemplo, para os arquitectos não dá muito jeito, visto que não tem outros divisores (dificultando por isso as subdivisões em partes iguais quando se quer fazer uma composição), a verdade é que podemos usar outras escalas de medida. Medem-se ângulos em radianos, e em grados, que são alternativas como escala de medida, e aí já não dará o susto que é, para alguns, o número 17!

De facto, quanto a «simbolismos de gatos pretos e outros que tais», aconselhamos que leiam Umberto Eco, ou Hegel, em passagens muito específicas que poderemos referir com mais detalhe, assim como, o que pensamos sobre as mesmas.

Símbolo, como nos apercebemos, é um articulado essencial do cristianismo, foi redigido (e ainda se lê): o dos Apóstolos e o de Niceia-Constantinopla. 

 

Depois, houve uma quase infinidade de objectos naturais e de formas geométricas, que foram reunidas de diferentes maneiras, durante séculos, para (visualmente) reconstituírem esse Símbolo da Fé dos cristãos.

 
 Bom Domingo!

13
Abr 12
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

Traduction de l’information donnée par la Faculté de Beaux-Arts de l’Université de Lisbonne sur nos domaines de recherche (*):

Origines, signification et évolution des styles artistiques - Evolution des concepts dans leurs contextes culturels de l'Antiquité au monde moderne (**)

Les importantes découvertes faites en 2002-2004-2008, qui restent silencieuses et cachées pour ne pas offenser quelques-uns: un petit nombre de «professeurs», qui, peut-être, se croient-ils affaiblis, parce que l’histoire des styles artistiques et architectoniques, est différente de celle qu’ils ont connue?

 Incapables (par manque de générosité, ou...?) à voir l'intérêt commun et national: les avantages de l'innovation dans la connaissance, et la compréhension de l’histoire?

On se demande, mais on ne connait pas la réponse…

~~~~~~~~~~~

(*) http://translate.googleusercontent.com/translate_c?client=tmpg&hl=en&langpair=pt%7Cfr&rurl=translate.google.com&u=http://ifh.fba.ul.pt/index.php%3Foption%3Dcom_content%26task%3Dview%26id%3D27%26Itemid%3D49&usg=ALkJrhjwzFDrD6K-MtEK4J0ijOd1XnX3Nw

Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon

(**)http://primaluce.blogs.sapo.pt/90739.html

 

 


12
Abr 12
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

"Nação valente e imortal

 

Vale e Azevedo para os Jerónimos, já! Loureiro para o Panteão, já! Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já! Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha. Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram.

Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara"*

~~~~~~~~~~~~~~

*Óptima ideia - a que damos força - mas não é nossa:

o-seu-a-seu-dono!

http://visao.sapo.pt/nacao-valente-e-imortal=f658209#ixzz1rp7spRhW

Claro que para a lista de LA o que para aí não faltam são imortais: gentinha de histórias curtas e intensas: habitualmente chamadas anecdotas, de muito mau gosto...


11
Abr 12
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

...from other countries we receive fascinating news: probably their best that they do not hide. Culture is currently known for its importance. Or, if you prefer, in direct and very understandable words: «for its value for money»  

 

Et cependant: d’autres pays nous recevons des nouvelles fascinantes. Peut-être leur mieux qu'ils ne cachent pas. La culture est actuellement connue pour son importance. Ou, si vous préférez, en termes directs et très compréhensibles : « pour sa valeur pour l'argent »


Do not miss. See @:

http://www.canalacademie.com/ida8689-Matisse-une-seconde-vie-avec-l-exposition-Paires-et-series-au-Centre-Pompidou.html

Vejam como Matisse é absolutamente inspirador.

Percebam como a História da Arte (bem ensinada) é também algo de absoluto e de essencial para as Artes e Cultura Visual.

Reparem, não nos referimos às Belas-Artes e aos supostos artistas, mas ao cidadão comum: à necessidade de uma operacionalidade, que é necessária adquirir (quando se trabalha com as imagens - é fundamental dominar a iconografia), para se poder inovar.

Sejam felizes, inspirem-se em Matisse 


10
Abr 12
publicado por primaluce, às 09:30link do post | comentar

What for are the post-graduated and university studies?

If someone finds a new theme and a new explanation for most of the doubts in History of Art, the purpose is to hidden that major discovery?

Fantastic solution...

~~~~~~~~~~~~~~

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/7969.html 

http://primaluce.blogs.sapo.pt/53968.html 


09
Abr 12
publicado por primaluce, às 12:30link do post | comentar

Como é possível que várias instituições do Ensino Superior português neguem e desprezem aquilo que interessa às melhores universidades do mundo?

Neste caso referimo-nos à origem dos estilos artísticos e arquitectónicos. Sendo evidente que este comportamento não é apenas um «excesso de academismo», mas sim o que há de mais pobre e redutor nas sociedades contemporâneas: medo e inveja! Inveja e medo, sem que se saiba qual das duas está primeiro???

Pôr à frente o medo de perder regalias ou atributos (de algumas pessoas) julgados/as superiores, desprestigiando as instituições a que pertencem...

É assim o Portugal contemporâneo, tão competitivo (!), que precisa de inovação como pão para a boca, e que deita fora, e despreza, o que os melhores do mundo queriam ter:

 

Origens, Significado e Evolução dos Estilos Artísticos – Evolução dos Conceitos nos seus Contextos Culturais desde a Antiguidade até ao Mundo Moderno (*)

 

Naturalmente não hão-de ser estes comportamentos - o esconder das mais importantes descobertas feitas, e o criar dificuldades à sua prossecução - que hão-de trazer riqueza a Portugal! 

Menos ainda às instituições de Ensino Superior que, de diferentes modos, estão directamente envolvidas e têm querido ignorar esta questão. 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

(*) Não fomos nós que o escrevemos, contínua legível em:

http://ifh.fba.ul.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=27&Itemid=49

http://areas.fba.ul.pt/fh/CIEBA.pdf

Informação que o IADE tudo faz para a ignorar!


08
Abr 12
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Em Monserrate, uma nova história, Livros Horizonte Lisboa 2008(ver op. cit., p. 40), escrevemos:

"Segundo pensamos, a imagem do símbolo (que não tem sido visto como tal), foi a Mandorla, que antecedendo o Gótico já estava em obras do Românico, Proto-Gótico. A mandorla é a forma inteira, resultante da intersecção de círculos inteiros e não apenas da sua parte superior, como são os arcos apontados, resultantes da intersecção de arcos em semi-círculo."

Na verdade, como mostram as imagens seguintes, que provêm de Umberto Eco, de A Vertigem das Listas (Difel, Lisboa 2009, p. 182), e cuja legenda informa - "Charles de Lina, Reprodução de objectos de Ourivesaria merovíngia e obras de Santo Elói, 1863 Paris, Biblioteca do Instituto": a Amêndoa que deu origem ao escudo português existiu 500-600 anos antes de Portugal se formar!**  

 
 

Por este conjunto de informações todos podem ir bastante mais longe nos seus conhecimentos. Percebe-se que aquilo que escrevemos em Monserrate, uma nova história é apenas o início de uma verdade completamente inovadora: este «paradoxo científico» que a história nos trouxe são conhecimentos que alguns reputam de secretos. Porém, não são segredos, nunca o foram: o seu enorme problema, é que não têm sido compreendidos e devidamente explicados.

Mais do que a questão que levantámos: a origem do escudo português - originalmente em forma de Amêndoa - não é só um Ideograma contemporâneo do Românico e do Protogótico, mas já provém da dinastia merovíngia***.

~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Assunto abordado em:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/2011/04/26/; http://primaluce.blogs.sapo.pt/2011/05/03/; http://primaluce.blogs.sapo.pt/14818.html; http://primaluce.blogs.sapo.pt/5733.html,

a que agora se acrescenta: https://heraldica.blogs.sapo.pt/tag/bibliografia

**Se fica por esclarecer de que instituto vêm as imagens (?), por outro lado começam a esclarecer-se várias questões enigmáticas, e muito intrigantes, que têm alimentado os temas da bibliografia de best-sellers. De autores e editoras que têm explorado e enriquecido à custa de toda a nossa ignorância: a de uma vontade de alimentar «crendices esotéricas»! Por nós temos certezas (não todas mas algumas): as suficientes para nos sentirmos muito mais seguros, e podermos perceber como se faz, ou pode fazer o avanço das sociedades:

como o conhecimento da Cultura e da Tradição não é parceiro do superficial, da moda, e do "andar por aí ao desatino..."     

*** A dinastia inaugurada por Meroveu foi a de Clóvis. Foi substituída (pela acção de Pepino, o Breve) da dinastia carolíngia.

 

http://www.ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=20335

 


05
Abr 12
publicado por primaluce, às 13:40link do post | comentar

(suite)

Après, naturellement on a commencé à lire des explications, des articles, et tous les écrits, plus au moins accomplies, à ce sujet. Un de ces éclaircissements était en anglais, mais il contenait, en plus (voir soulignés), une réflexion concernant l’abstraction de toute cette thématique religieuse :

“It is a matter for surprise that so abstract a subject as the doctrine of the double Procession of the Holy Ghost should have appealed to the imagination of the multitude. But their national feelings had been aroused by the desire of liberation from the rule of the ancient rival of Constantinople; the occasion of lawfully obtaining their desire appeared to present itself in the addition of Filioque to the Creed of Constantinople. Had not Rome overstepped her rights by disobeying the injunction of the Third Council, of Ephesus (431), and of the Fourth, of Chalcedon (451)?”[1]

Et cette note sur l’abstraction de la doctrine du Saint Esprit nous a touché. On a eu (soudain) une prise de conscience : car on se connait, suffisamment bien, pour savoir que quand il y a des questions difficiles et abstraites, pour nous, il y en aussi, toujours, un chemin et une solution. Notre méthode c’est la même qu’on emploie en architecture, quand on va réaliser un projet, et on commence à prendre les décisions initiales. D’abord il faut subdiviser le problème, et puis, à ces moments-là on commence à dessiner et à faire des diagrammes. Faisant apparaître ainsi, petit-à-petit, une schématisation des idées et des requis, obligatoires, du plan à achever. Ce fut pourquoi dans notre étude fait « à propos du palais de Monserrate à Sintra » [2], on a choisi d’employer le mot Organigramme (à la fois de diagramme), pour définir la liaison entre les Trois Personnes de la Trinité Chrétienne.

Pour nous l’image en haut (1-4) «…a voulu expliquer Dieu, traduisant l’arrangement et la disposition ‘organique-relationnel’ entre les personnes de la Trinité.» [3]

Aujourd’hui nous le savons, il y en a eu maintes d’évolutions (à la suite des consolidations qui se sont produites au sein du catholicisme). Si l’image des deux cercles – entrecroisés (ou non) – elle a survécu, nonobstant, plusieurs fois les cercles furent aussi remplacés, ou évoqués, par beaucoup d’autres schémas et d’autres représentations : quelques-unes naturelles, d’autres abstraites. Et aussi, quelquefois on a fait des combinaisons avec des éléments iconiques et aniconiques [4]. L’Iconographie chrétienne a suivi, pleinement, la théologie : dans un accord parfait, et c’est pourquoi nous le disons maintenant, qu’il s’agit d’une Iconothéologie.   

Si on comprend ce qui c’est passé à l’architecture, à partir des œuvres de la Grèce et Rome antiques - par l’introduction des arcades. Puis, à l’art paléochrétien où l'on voit sa relation avec les plus importantes idées comme celles d’Augustin. Et aussi, on peut apercevoir l’incorporation des idées du Pseudo-Denys l’Aréopagite - que nous avons connu en lisant les traductions et études de Maurice de Gandillac. Plus tard on a encore pris connaissance des œuvres de Suger à l’abbaye de Saint-Denis, et de ce qui a pu les influencer. Récemment, avec l’appui, entre autres, de M.-D. Chenu, Henri de Lubac (théologiens), ou d’auteurs comme Alain de Libera, on a compris, en général, la première et la deuxième scolastique. On s’est aperçu de son «esprit constructionniste», et surtout du changement - moyennant une fixation - que fut achevée par Albert le Grand. Fixation après complétée par Thomas d’Aquin, qui a conduit à un renouveau des idées théologiques et philosophiques. Avec nos recherches on peut comprendre comment ces penseurs ont aidé à une transformation du platonisme vers l’aristotélisme. Et, le plus important (car on le voit également), le passage de ces idées aux formes architectoniques, qui, en parallèle, elles ont aussi changé.  

Dans nos investigations plus récentes  – dès 2006, faites «à vol d’oiseau», sur les siècles (et sur les styles) - on s’aperçoit vraiment que la Renaissance n’est pas une coupe abrupte mais, seulement, une «transition formelle» : car on ne voit pas des causes théologiques, assez fortes, pour une coupure. Et aussi, on s'aperçoit qu'avec la Réforme et la Contre-réforme, les différents pays ont, surtout, repris et renforcé leurs positions nationales, spécifiques, et très anciennes.

Les images créés par les anciens peuples germaniques - les barbares envahisseurs de l’empire romain, qui ont du adhérer au christianisme (et puis après d’affirmer la nouvelle foi qu’ils avaient adoptée) - ont été comme des emblèmes, très simples. Elles furent engendrées à partir de cet esprit constructiviste, dont on a déjà écrit, et l’ont combiné avec l’étymologie (qu’Isidore de Séville avait développée). Mais, aussi,  avec quelques disciplines des Arts Libéraux : la Grammaire et la Géométrie. Ayant toujours comme but la traduction, par images, de la foi; et même, une certaine rigueur (parfois énorme) des mots qui étaient choisies et employées dans la rédaction des « Symboles de la foi» : c'est-à-dire, l’ensemble de croyances et de convictions des chrétiens [5].

[2] Celui-ci fut le premier titre, expliquant ce qu’on a étudié, l’objectif finale (et la «composition» qui survint) de nos études : A Propos du Palais de Monserrate à Sintra – œuvre anglaise du XIXème siècle – Perspectives sur l’Historiographie de l’Architecture Gothique. Polycopié, Lisbonne, Septembre 2004. En portugais : A propósito do Palácio de Monserrate em Sintra – obra inglesa do século XIX: perspectivas sobre a historiografia da arquitectura gótica. Voir à:

http://catalogo.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jspsession=13W3191T3615F.381070&menu=search&aspect=subtab11&npp=20&ipp=20&spp=20&profile=bn&ri=&term=Gl%C3%B3ria+Azevedo+Coutinho&index=.GW&aspect=subtab11&x=13&y=8#focus

[3] En portugais on a écrit: “Esta imagem pretenderia explicar Deus, traduzindo “o arranjo e disposição orgânico-relacional, entre as pessoas da Trindade.” Il faut dire qu’il y en a eu d’autres images (comme, par exemple l’ «Y»). Voir à Monserrate, uma nova história, p. 38.

[4] La majorité des représentations que l’on trouve, elles sont du type schématique, mais, parfois elles sont complétées par des images iconiques. Voir - sur « La Tri-Unité de Dieu» - Le Moyen Âge en Lumière, dir. Jacques DALARUN, Fayard, Paris 2002. Voir aussi ce qu’a été écrit par Edward Norman en The Roman Catholique Church, Thames and Hudson, London, 2007, pp. 36 et 50.

[5] Faire attention que les ensembles des compositions - et non pas seulement une simple figure - ces compositions prétendaient traduire le Symbole de la Foi (qui est aussi dénommé Symbole Nicée-Constantinople). Pour le faire on employait plusieurs images, signes et figures géométriques (aujourd’hui désignées symboles). Ce fut pourquoi, pour nous, l’église toute entière (le lieu de culte) représentait/représente et traduisait/traduit le Symbole Nicée-Constantinople: auquel les rois d’Europe (comme a été fait par Constantin) ont voulu donner leur appui. Et soutenir l’Eglisece ne fut pas, seulement, l’édifice ou les édifices, mais aussi l’institution à Rome.

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/6466.html

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/ 

À écouter sur Canal Académie:

« Il y a 1500 ans mourait Clovis…», avec (et par) Michel Rouche.

Et aussi : « La France est-elle toujours la fille aînée de l’Église?», par

Le Cardinal Philipe Barbarin, Évêque de Lyon

ou, ir via----» http://www.asmp.fr/travaux/communications/2013_04_15_barbarin.htm

http://primaluce.blogs.sapo.pt/segundo-poiares-maduro-218334


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