Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
30
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Mais do que os cones e os bastonetes, precisamos de ligações rápidas do nervo óptico ao cérebro. E para que rapidamente se forme uma ideia daquilo que estamos a ver, é preciso que haja, previamente, no cérebro, referentes visuais e os seus significados!

A arquitectura - sobretudo aquela em que se misturam vãos bífores, tradutores de ideias do cristianismo, por exemplo no caso do Palácio Rucellai em Florença, com formas do Classicismo (platibandas, modilhões, arquitraves...) - esses edifícios gozam-se: i. e., os Estetas gozam-nos como um gourmet sabe apreciar os ingredientes que tem no prato.

As papilas gustativas dão informações diferentes ao cérebro sobre omeletes, ou ovos mexidos com queijo, ou com espargos bravos, ou com espargos mansos (ou até mesmo sem ovos)! Ou temos sensibilidade e apreciamos, ou não temos sensibilidade, e não apreciamos!

Beber Chá Preto, um qualquer, ou um Earl Grey, é completamente diferente. Que nos desculpem a lição, mas todas estas obras, a omelete e os seus ingredientes, o chá, ou um edifício, são tudo "blends". 

Conhecemos cada um dos ingredientes, o seu cheiro, sabor, imagem, e, ou, as respectivas associações?

Associações que para as Imagens em geral se chamam Significados, e que correspondem a Ideias (por vezes muito concretas)!   


29
Set 11
publicado por primaluce, às 08:00link do post | comentar

Desde quando é que perguntar ofende?

http://noticias.sapo.pt/cartoon/

http://noticias.sapo.pt/cartoon/henricartoon/?id=kN7ttPuBQVKpvlERiQPP

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Depois de verem a anedota visual, pergunta-se quem viu na televisão? Porque é que Portugal estando pobre assim, não vende e exporta Beleza?

Não é piada aos belíssimos figurantes: qual deles o melhor, nas montras, e em cartão, ou postos à porta de uma loja de pronto-a-vestir, da Rua dos Fanqueiros? Não é piada mesmo, é imaginar que estávamos lá. Numa noite morna, talvez até quente, virados para o rio, ou para o Palácio de Belém - com os seus fabulosos «telhados de tesouro», sinal de nobreza (mas essa é outra história) - sentados naquelas cadeiras lindas, com um cheirinho bom, a Setembro, e o vindo do buxo, do jardim à francesa:

"Un parterre de broderie - un peu plus haut"! 

Curtam a vida - tornem-se Estetas - se sabem o que são os sentidos e o seu gozo? Mandem as doutorices todas às malvas, porque de "doutores da mula russa", em especial de descobridores das "Origens do Gótico", da sua "Historiografia", ou das "Quantidades de Informação", está o inferno cheio! Lambuzem-se com os milhões de "heroes" que um certo filósofo, que foi para a Sorbonne, deixou por cá!

Se um dia a verdade lhes tocar, olhos, ouvidos, olfacto,..., se, forem como o algodão - "que não engana não" - dêem-se por muito felizes...

Estão vivos!    


27
Set 11
publicado por primaluce, às 17:30link do post | comentar

À semelhança do post do dia 27 de Agosto (embora haja muitos outros repletos de informações) tentamos que este espaço tenha mais Ciências da Arte, e as suas Primeiras Luzes, como nos aconteceu em Monserrate, uma nova história. Trabalho cuja temática, riquíssima e muito fecunda, está para fornecer (e vir a constituir a base de) trabalho a muita gente*.

Os nossos posts, como é normal, vão dependendo do quotidiano, pois não deixa de ser um espelho do mesmo: das condições que temos para trabalhar, e do respeito, proporcional ao valor daquilo que estamos a fazer. O blogdaruanove, e o da ruaonze - de alguém que faz fotografias lindas, e aborda os materiais cerâmicos como se se tratasse de um museu da Fábrica de Loiças de Sacavém - anda também agora a prestar atenção à arquitectura, e a algumas varandas, como nós. Claro, que agradecemos a óptima companhia! 

Recebemos há dias um interessante e-mail, vindo da UL, onde Sampaio da Nóvoa e Fernando António Baptista Pereira, apresentam um túmulo, obra de escultura, sem dúvida valiosa, que tem estado escondida**. Mas não são só as esculturas que andam escondidas, o mesmo se passa com ideias muitíssimo claras, que há quem não queira que brilhem, de mais...

Repare-se aliás, no filme que a seguir podem ver, na versatilidade das placas de gesso cartonado (knauf, placoplâtre, agora as marcas interessam pouco, o importante é a facilidade com que se podem usar). Que tanto servem para esconder, por exemplo, nos nossos projectos - «condutas de AVAC», como, neste caso, esconderam um mausoléu antigo***: com o qual, compreende-se (por muito bonito que fosse), ninguém queria conviver, noite e dia!     

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*Que o aproveitem, é o que queremos, mas de maneira honesta. Desde 2002 têm sido sucessivos os registos na IGAC, a garantir que os materiais que descobrimos e nos quais temos falado, não venham a ser brilharetes de outros.

**Nosso orientador, autor de um artigo da revista Artis de 2004, intitulado Descidas do Espírito Santo em programas iconográficos retabulares dos séculos XV e XVI. Devemos-lhe a percepção da questão da Origem dos Estilos..., que a captou e definiu antes de a termos pressentido. Com isso ampliou, e valorizou, imenso, o nosso trabalho. Ver:

http://www.canalup.tv/?menu=vp&id_video=2727#default

***Que fique claro, nunca fizemos um projecto de AVAC, nem temos competência para tal; apenas para os coordenar, tentando que melhorem, significativamente, os espaços interiores. 


25
Set 11
publicado por primaluce, às 23:30link do post | comentar

Vá-se lá saber porquê? A curiosidade é um motor, que poucos sabem pôr em movimento, mas que é essencial, em todo o ensino. Desde as primeiras aprendizagens, até à investigação no Ensino Superior.  

« La curiosité n’est pas un automatisme » explique Yves Quéré. Et de nous faire part de l’anecdote suivante : « Abdus Salam, pakistanais, prix Nobel de physique en 1979 avec les deux américains Glashow et Weinberg, posa la question suivante à ses confères : Pourquoi autant de juifs ont-ils reçu un prix Nobel ? Weinberg lui répondit : Parce que la mère leur demandait après l’école : « as-tu posé au moins une bonne question ?»»*.

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*Ver em (e aconselha-se a leitura integral): 

http://www.canalacademie.com/ida4196-Comment-enseigner-la-science-a-l-ecole-primaire.html

No post que se lê a seguir, está um monte de perguntas, nada fáceis de responder 


23
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Em palavras tão simples de um texto que foi feito para crianças*, Gombrich explicou o que pode suceder a alguns conhecimentos que passam ao «domínio público»; eventualmente ao alcance de quem não os respeite.

Assim, questionamo-nos, a pensar, muito concretamente no que temos descoberto: tratariam na «praça pública», banalizando e desvalorizando, o que foi, e para muitos ainda é (absolutamente) sagrado?

A escolha é muito difícil, entre ensinar e, simultaneamente, defender patrimónios, que são tangíveis, mas neste caso também intangíveis. Algumas formas que hoje estão perfeitamente incluídas no vocabulário infantil (seja ele apenas verbal, ou também a correspondente formal) - como "janelas de princesa"**, castelos e palácios na BD, e nos filmes de desenhos animados, estão também em peças litúrgicas valiosas, que, dentro dos museus, todos sabemos serem, sem dúvida, respeitadas***. Formas que muitas delas foram sinais do Poder, e as imagens mais adequadas para conferir "Autoridade aos edificios públicos".

Acresce perguntar, como passa esta iconografia de um «universo infantil», onde as aprendizagens ficaram distorcidas, para a mente dos jovens adultos: que lugar, estatuto e categorias dão a essas imagens? Como será, se decidirem estar em áreas em que o sentido das formas, e os contextos culturais originais, em que essas imagens nasceram e foram desenvolvidas, fizer diferença? Qual a importância da História da Arte, para esse conhecimento? O que é a Cultura Visual - por exemplo - na expressão de Martin Kemp?   

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* De – E. H. Gombrich, Uma Pequena História do Mundo, Lisboa, Tinta-da-China, MMVI, [p.187]

**“São janelas de pincesa!” – dizia-me há umas semanas atrás uma criança de 4 anos.

***Mesmo que a sua iconografia, aquilo que é apresentado e explicado ao público, o seja apenas em parte…


21
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Sim: porque foi designada "Português Suave", a Arquitectura do Estado Novo, com cheirinho a "RaúlLino"? Terá sido por causa da marca de cigarros!? Já nem sabemos (ou nos lembramos) o que terá existido primeiro...? Se os cigarros, ou uma arquitectura vista como "soft", repleta de sinais de continuidades, e nada de rupturas: que os portugueses são de "mui brandos costumes", todos sabemos. Ninguém rompe nada, muito menos repentinamente: somos «resilientes» como o aço!

Lá iremos ler, e procurar, porque fazer este blog certinho e sem erros*, obriga à confirmação das nossas informações, e depois é "cada tiro cada melro": cada escavadela...

A última foi fantástica: caso do tecto da Capela Sistina e o seu programa (muito mais teológico do que pictórico). Confirmando que as ideias subjacentes ao Estilo Gótico, como defendido no Tratado que originou esse estilo, continuavam a ser conhecidas e estiveram na mente de Miguel Ângelo (ao conceber esse trabalho).

http://www.snpcultura.org/tvb_capela_sistina_imagens_1.html

http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

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* O blog tem vários objectivos - e em breve explicaremos como «o português suave», pode ajudar a esclarecer dúvidas que estão no ar; mas, um outro objectivo é ir dando informações não só sobre Monserrate, e também sobre as já registadas na IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais (ao abrigo da legislação sobre direitos autorais).

 


19
Set 11
publicado por primaluce, às 09:00link do post | comentar

A falta de um tempo de qualidade, limpo, e apenas para escrever, tem-nos obrigado a sucessivos recomeços. O que para aí temos de escritos enche metros de estantes (se fosse impresso em A4 e posto em dossiers).

Estamos sozinhos mas o trabalho parece o de uma equipa! Pois de cada vez que recomeçamos, como aproveitámos as paragens para ir lendo, nas viagens de comboio, ou, ou, ou... então as nossas ideias foram evoluindo e se apurando (in the black box).

 

Hoje, mais do que nunca - ou na situação em que estávamos em Maio de 2006, data do início formal do doutoramento - dizemos que o Renascimento é uma tendência ou um movimento, e não uma época: onde tudo fosse igual Europa fora. Muito menos um regresso à arquitectura pagã!

Isso são fórmulas para os sábios que de sinais cristãos na arquitectura sabem nada! 

Como se vê é assim que rende fazer descobertas e um doutoramento em Portugal...

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Desta constatação (e de muitas outras) em diante, falar de Revivalismos, como fenómenos de moda, sem as respectivas bases teológicas, é perder tempo, com informações que andam profundamente erradas. Aliás apetece perguntar, os sinais góticos e as grelhas de muitos edifícios do Estado Novo, de que escreveu José Manuel Fernandes, no seu Português Suave, como caracterizar essa iconografia???  


17
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Sobre o desenho subjacente - um comentário provisório.

Sempre gostámos de História da Arte, de conhecer as obras e o que as pode ter motivado; mas, principalmente, olhar para elas um bom bocado (de tempo), percebendo as formas, as interligações visuais em cada peça, e isto menos na pintura e mais na arquitectura. Em geral supúnhamos que a pintura retratava situações reais, com realismo; já a arquitectura eram sucessivas montagens do que não estava na natureza, apenas na mente de alguns, que conseguiam materializar as suas ideias. Talvez "tant bien que mal", pois o tempo e a prática profissional foram-nos ensinando, que entre as intenções constantes num projecto, e a sua concretização, a distância podia ser quase abissal.

A mais divertida (sem consequências graves), foi um dia um carpinteiro, num espaço que iria ser o de uma Sala de Enfermagem - que tínhamos estudado ao milímetro - ter decidido que fazer as portas dos armários superiores, pelo desenho do projecto seria: "...as portas ficarem a modos qu' marrecas!"   

Hoje temos ouvido outros comentários, também claramente divertidos, embora ainda dependa do lado pelo qual os ouvimos (e os «vemos»!?)...

Mas isto da visão, e do desenho que se vê e não vê, o melhor de todos, aconteceu talvez há mais de 20 anos*, na Rua Capelo, quando, pelo nosso gosto em assistir a aulas de História da Arte, num curso que foi feito para um grupo "De Tias", ao ver no ecrã o tecto da Capela Sistina emudecemos.  

É verdade, eu emudeci, ainda hoje me lembro do "baque"! Como era possível que uma obra renascentista, da maior importância na historiografia da arte, nunca tivesse sido explicada, ou relatada, como aquilo que é: o preenchimento entre ogivas e nervuras de pedra, por frescos (admiráveis) de Miguel Ângelo. Não é que apenas sobressaiam as linhas ou as faixas de pedra, e que seja apenas isso que vemos! Mas o facto de se ter feito a combinação que ficou visível, e não é apenas estrutural**, ela mostra bem ,como os autores renascentistas estavam longe de repudiar o Estilo Gótico!

Aceitavam-no e valorizavam-no, muito mais do que era dito, em qualquer curso sobre a Arte Europeia, e a sua história...***     

Imagem vinda de: Nuno Gonçalves, Pintores Portugueses, por Pedro Flôr, Quidnovi 2010, p. 57.

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* Ou em data próxima, visto que estávamos a começar a estudar Monserrate, num trabalho profissional.

**Quem tem alguma experiência que passe por obras antigas, sabe bem que atrás ("subjacente", como no desenho) de vergas horizontais, que usam um único lintel de pedra, pode estar um arco chamado "de ressalva", em pedra ou tijolo, e cujo vão foi depois preenchido com materias leves: capazes de garantirem a continuidade dos paramentos interiores e exteriores, e respectivos revestimentos (em geral rebocos). Serve o «arco de ressalva» para aliviar o lintel, do que poderiam ser cargas excessivas, que o fracturassem. Por hoje chega de lições à borla...   

*** Note-se, não temos nada, nem contra nem a favor do Gótico; mas a santinha da ignorância cá do burgo (instalada no Ensino Superior), haja paciência! Dessa «louvaminha», que a ature, quem a adora!   


16
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Na BD os textos que correspondem ao que vai na cabeça dos personagens, ou aos seus diálogos, chamam-se balões. Os rectângulos alongados terminados em semicírculo, do post do passado dia 13 de Setembro são "cartelas" - para L. M. Araújo, autor que então referenciámos e é especialista no assunto (de que percebemos quase nada, a não ser que algumas imagens são lidas como os caracteres do alfabeto).

 

A descoberta de Champollion - feita a partir da Pedra de Roseta (pertence ao British Museum), e cuja bibliografia se encontra facilmente na Net - foi ter-se apercebido que os chamados hieróglifos, de uma escrita que em geral se supunha exclusivamente ideográfica**, eram fonéticos: isto é correspondem a sons e não a ideias.

No nosso caso, adquirimos a noção que certos trechos arquitectónicos, desde cada um dos sinais básicos (por exemplo a mandorla, o círculo, o quadrado), chegando depois às composições que esses sinais constituem, e nas quais essas figuras entram, são - primeiro «Ideogramas», depois «Discursos Ideográficos» (inscritos na arquitectura).

Acontece que em data indeterminada (século XVII, XVIII, XIX...?) perdeu-se o sentido dessa escrita, cujas imagens são consideradas, agora, meros ornamentos dos estilos. 

 

Poderá parecer confuso, mas não é! Exigindo-se que quem está a trabalhar com estes materiais, difíceis, não se perca; e mantenha a noção de que está a querer laborar em questões de enorme complexidade. Como tal, gasta muito tempo, e alguns dos assuntos, de razoável sensibilidade em que está a mexer (do "Inconsciente Colectivo"?), exigem rigor e o maior dos cuidados. 

 

Porém, pergunta-se: não é a complexidade uma das características que distingue, por exemplo, os estudos de um mestrado dos estudos de doutoramentoA resposta está na lei, nas dispensas sabáticas, nos centros de estudos - onde não se trabalha sózinho, etc., etc., etc.   

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*Em vez de ziguezagues entre assuntos, o «desenho subjacente» de obras do MNAA vai aguardar (embora haja um certo paralelismo com este tema - ambos casos da Cultura Visual, do Ocidente e Médio Oriente).

**A escrita do Egipto Antigo teve três «fases» diferentes, a última é a demótica: escrita popular adoptada a partir de 650 a.C. 

Sobre a nossa fonte - o manual policopiado, do 6º ano do Liceu de Oeiras (1965) sem imagens - levou-nos a preenchê-lo com exemplos, que hoje nos fascinam: outro assunto? Talvez um dia... 


13
Set 11
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Para quem como nós descobruiu uma linguagem, que se sabia existir, mas não se sabia como funcionava, nada mais interessante do que uma pausa (já que férias, nem vê-las!) a ver uma revista sobre a Escrita, e dedicada a Champollion*. 

I - porque para já se anuncia, e ainda antes há-de haver uma visita ao "Desenho Subjacente" de uma obra do MNAA.  

Ficará depois por explicar, como aliás acontece na Arte de outras culturas, não cristãs, como é que aquilo que era gráfico e no plano (i. e. caligráfico), passou à tridimensionalidade, sem recurso à perspectiva...

Isso guardamos para o dia da defesa da tese, porque do desenho em CAD, às Moldagens de Materiais - juntar e mais juntar, de forma absolutamente transversal, é um desafio, divertido. Dá gôzo investigar!

 

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 * Médiéviste, nº 16, Juin-Juillet 2007, revista dedicada a Écritures & Symbolique, e ao Musée de Figeac

Imagens de: Luís M. Araújo, Eça de Queirós e o Egipto Faraónico, Editorial Comunicação, 1988.

Tutankamon, a Descoberta do Túmulo, Público/Scala, 2009.

(assunto a continuar)


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