Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
04
Nov 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

É um dos nossos melhores posts, o que, felizmente. nos é lembrado pelos nossos leitores.

 

Releiam-no todos como é mais frequente ser feito só por alguns: i. e., por aqueles que por aqui andam e já sabem - talvez melhor do que nós? - onde está cada um dos vários temas que lhe interessam.

Para ir lá direitinho: aqui

Mas porque temos fontes, e autores que nos abriram portas,

há outros caminhos, embora menos directos

Finalmente, e porque esta é uma questão moral em que vemos as nossas obrigações, apesar de manietados por um Ensino Superior sem qualquer nível, releiam o que deveria estar (já esteve, mas passou-se por um total descontrolo) nos fundamentos desse mesmo Ensino que ainda «quer dar cartas», apesar de tudo fazer para se auto-destruir...

Depois, há ainda bastante mais, como por exemplo, vários materiais que descobrimos apesar de «sucessivas teimosias» de Fernando António Baptista Pereira 

Por nós preferimos perseverar - o que é bem diferente de teimar... - tendo encontrado, na raiz, por extenso e bastante explicado, aquilo que se pressentia ter existido e esse senhor teimava que não. Pois para ele (e outros) aqui está «resumidinho»!

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*Voltando ao título e aos Conceitos a que damos formas visuais (hoje como há 3.000 anos), em processos quase inconscientes, como explicado por Rudolph Arnheim, repare-se todo o tempo que vai ser necessário até que os Historiadores de Arte um dia saibam Geometria. Para que um dia, finalmente, possam estar à altura, ou com as competências que são absolutamente necessárias para se saber explicar a génese das imagens (em que se supõe eles são especialistas...)


03
Out 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Tal como há uns aninhos (tínhamos 16-17) fizemos desenhos para animar o Manual de História Geral da Civilização - que era uma secura sem imagens - hoje aproveitamos essas mesmas imagens para dar alguma energea* a este blog.

Image0116.JPG

Image0106.JPG

E dedicamos estas imagens a Maria João Baptista Neto e a Vítor Serrão, pois é de quem nos lembramos:

Aqui está a prova de que vários assuntos tinham passado pelas nossas mãos, cabeça, lápis, etc., bem antes de termos ido a FLUL «fazer descobertas»! A prova de que o inconsciente pessoal (e colectivo), claro que existe. Na medida em que há temas que um dia, há muito, já os trabalhámos; embora seja possível não nos lembrarmos de que já o fizemos, já passámos por eles, e já não fazem parte do nosso consciente.

Até que um dia, vivinhos, eles aparecem. Talvez para provar muita coisa, sabe-se lá?

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*Uma função da imagem (nos textos) segundo Mary Carruthers


15
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Num ENSINO feito por pessoas que se respeitassem*, este caso – um Case Study paradigmático, e a vários títulos riquíssimo – seria fantástico:

Seria fantástico para as Instituições de Ensino Superior de Portugal que o tratassem e apresentassem internacionalmente**.

 

Referimo-nos à Sala do Capitulo de Bristol, ao facto de Martin Kemp o expor - como está abaixo, na página digitalizada de um trabalho que publicou.

E ainda ao facto da sua reputação e nomeada o colocarem como alguém altamente conhecedor na área cientifica da História da Arte. Apesar de ter escrito o que consta nas legendas das fotografias escolhidas.
Este caso seria fantástico quer para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa quer para o IADE. Porque teriam elucidado – para as Universidades de todo o mundo, que estivessem interessadas neste tema de Humanidades (e não são poucas!) alguns dos maiores enigmas da História da Arte.
No entanto, percebe-se (vemos, indagamos) pelo IADE o que há são meras questões internas, de Poder: como o quem manda em quem, segundo infindáveis e muito úteis diagramas***?

Já pela FLUL, onde toda esta nossa questão nasceu, aí os maiores interesses dos profs do Instituto de História da Arte (IHA que é dirigido por Vítor Serrão e Maria João Baptista Neto), os seus interesses estão nas passerelles (de vaidades?); nas idas à televisão, e em publicações de álbuns para encher o olho. Mesmo que se pudesse, ainda, e muito mais, encher a alma:

Matar a avidez de conhecimentos que leva muitos a devorarem as literaturas à «Código de DãBrau»: as quais entretêm, é verdade, mas ainda baralham mais as pobres mentes ávidas e perscrutadoras de um passado que as instituições de Ensino Superior deveriam querer e gostar de elucidar: i. e., mostrando também para que servem? Se é para esclarecerem as mentes de quem compra esse tipo de best sellers, num tempo em que compreender - ou ver com luz (e claramente) - daria bastante jeito! Pois levaria a que as pessoas pudessem ter nas suas vidas comportamentos mais seguros, conscientes, cultos e civilizados: numa palavra mais adultos. E portanto também menos sujeitas aos poderes obscuros, redutores e infantilizantes em que assim «lá se vai vivendo»...

Image0097.JPG

(para legenda clic na imagem, desenvolvimentos do tema - a aprofundar - em ICONOTEOLOGIA:PT)

*Mútua e normalmente, assim como às tarefas digníssimas que têm nas mãos, e aqui incluindo – como é normal (pois devem ser o centro e foco das atenções dos seus professores) - os respectivos alunos…

**Não esquecer que o IADE nos desvinculou/expulsou da UNIDCOM; não esquecer que o nosso orientador dos estudos de doutoramento na FBAUL nunca quis apoiar a publicação de qualquer artigo nosso. E como se não bastasse, à medida que foi vendo (mais do que nós!) aquilo que estávamos a fazer, então passou a ter uma frase feita que de inicio muito nos surpreendeu: "Não vai fazer uma História da Arte!" E claro que, de tão repetida, começámos a entender o muito maior alcance daquilo que tínhamos em mãos... Ainda bem que o repetiu, inúmeras vezes, e assim nos alertou (para o que ainda não se estava a ver com essa nitidez)

***Tão falantes para quem os entenda como os elementos parietais, decorativos - Portae Caeli - que os monges do Capítulo de Bristol deveriam ver e rememorar, numa Contemplatio (eterna) como a que descreveu Mary Carruthers.


12
Ago 15
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

... a D. João III; são nossas, dirigidas a quem quer ignorar os muitos males que está a praticar:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/o-instituto-de-historia-da-arte-da-235751

Aos profs. que durante mais de 10 anos escondem o melhor que se encontrou em Investigações que eles próprios orientaram e supervisionaram:

Um melhor, note-se, que tem interesse e importância a nível internacional...

...para depois roubarem? Assim, vamos ver/ler se usou as terminologias próprias; as suas, ou se prefere continuar a usar toda a nossa terminologia*, como foi fazer para a televisão?

Em resumo registam-se comportamentos muito pouco éticos, que cada passo que vão dando permite agora demonstrar...

Eis enfim o retrato-metáfora da que é a  verdadeira Rã - muito Preguiçosa:

uma Saltarica que muda de tema porque aquele que tinha eleito, passou a estar solucionado. Tendo-se provado, aliás, a sua boa escolha inicial; as razões que existiam para não abandonar o tema e antes pelo contrário ter continuado a investir e a investigar

~~~~~~~~~~~~~~~~

*A das lógicas de Designers e Projectistas como Richard Perassi explica no seu e-book para os trabalhos contemporâneos. Em suma aquilo que o IADE desde 2008 tem guerreado, manietando-nos e impedindo a concretização de um doutoramento que inicialmente apoiou


11
Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

E ler para encontrar escrito, aquilo que devia praticar: i. e., para aprender a dar importância às imagens* e ao seu sentido figurativo, já que muitas vezes foi preciso partir da imagem para conseguir definir com maior clareza (ou conseguir escrever o texto**).

 

Claro que o conselho acima se aplica a todos os que habitam e circulam pelo Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa.

E deve-se aplicar porque não basta V. S. (como frei Tomás) pregar este sermão, e depois todos fazerem exactamente ao contrário.

Por muito apelativo ou interessante que possa ser para os Historiadores fazerem muitas trouvailles em arquivos e na Torre do Tombo, na verdade, face à obra de Arte, deve ser ela própria, no seu contexto temporal, cujas características é preciso entender (portanto ver o excerto seguinte de M.-D. Chenu, onde algumas dessas características estão muitíssimo bem apresentadas); deve ser essa obra, a tal que querem estudar e conhecer, a sua principal fonte de informações.

Deve ser ela - a obra de Arte em questão - como diz Vítor Serrão (e nunca pratica, mas aqui estamos nós a insistir e lembrar um ponto que é seu, e refere continuadamente), a prover, ou a fornecer a informação daquilo que se quer saber dizer sobre essa mesma obra:

Claro que inserida no tempo, vista nos contextos e propósitos de execução; até mesmo comparada com obras anteriores, contemporâneas e posteriores...

 

Excertos de M.-D. CHENU(1)

*O que, como Historiadora de Arte - convenhamos - é a única coisa que é a mais importante (e deve saber fazer).

**No caso definir o Símbolo (da Fé), como claramente sucede com o texto conhecido como Credo de Atanásio.

Por fim note-se que Chenu usa (e abusa) da ideia de Simbolismo, de que a Arte medieval está fortemente impregnada. E, portanto, no seu sentir M.-D. Chenu não se enganou. Apenas que «esse simbolismo» era também, mais restrito: uma vontade de deixar em cada obra a essência da Fé Cristã, que é o Símbolo da Fé. E nesta época, as imensas/inúmeras polissemias que se encontram no que hoje se chama Arte, essas polissemias também radicam, exclusivamente, neste ponto. Porque dava jeito ter muitos mais vocábulos visuais, para, em ênfases crescentes poder dizer o mesmo (sempre a reforçar o sentido das ideias a transmitir); do que ter apenas um vocabulário mais escasso, ou muito limitado.

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

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08
Ago 15
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

MJN já sabem quem é, ou confirmam no post seguinte; e quanto ao tema do post de hoje é sobre os textos que MJN também ela nos fez ler.

 

A referida senhora, nossa orientadora de estudos, também nos deu alguma bibliografia como podem ver no doc. abaixo. Aliás, parece-nos muito correcta a ideia que se esboçou, como imagem da transversalidade ou multidisciplinaridade (e de um sentido de troca) que a Universidade, ao mais alto  nível deveria ambicionar criar e proporcionar...*

trocasdebibliografia.jpg

Bem interessante por acaso, e Thanks God que nos tenha dado essa bibliografia.

Menos bem, que descobertas e as premissas em que nos fez trabalhar a Propósito de Monserrate... (como hoje consta no titulo do trabalho em depósito na BN), ela tenha calado integralmente o assunto. A ponto de nos fazer questionar - a todos nós - para que se faz Investigação nas Universidades????**

Portanto do doc. abaixo encontram-se ideias e citações no que escrevemos em Monserrate - Uma Nova História (descubram as páginas):

por_MatildeMateo.jpg

~~~~~~~~~~~~~~~~

*E terá sido muito estúpido ter pensado, como tantas vezes nos aconteceu, que no IHA da FLUL talvez não tenham tido nunca alguém (algum outro aluno) com a experiência profissional acumulada que tínhamos, ou já detínhamos, quando por lá estivemos de 2001  a 2005...? Terão eles tido alguma vez essa percepção: Que alguém com um nível razoável de preparação, não se dispõe ou predispõe, facilmente, a enfiar «o boné de aprendiz» de alguma coisa? Ou que alguém com a nossa experiência «não embarca» em explicações completamente patetas, imaginadas por ignorantes e ainda transmitidas a ignorantes maiores, que não as contestam:

Que impávidos e serenos (deve ser por boa educação que se calam?) engolem explicações inverosímeis, como se há 500 ou há 1000 anos quem produziu as obras, a que hoje se chama Arte fosse totalmente mentecapto?

Claro que quem ganhou fomos nós

**Faz-se investigação para anunciar resultados 10 anos depois? E mesmo assim ainda a esconder o melhor, e o mais importante que se descobriu: materiais que, aconselharia o bom-senso, tivessem sido prontamente divulgados?

Depois há infos a cruzar - pois não inventámos a questão das origens do Gótico. Thanks God (sempre) que fizemos o frete a Maria João Baptista Neto. 


02
Ago 15
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

Baixo investimento em ciência. "Um país que desperdiça os seus melhores está completamente perdido"

...E como se não bastasse esta imensa falta de recursos, a ela junta-se a pobreza. Não me refiro à falta de dinheiro, refiro a falta de cabeça. Os nossos estudos de um Mestrado e depois deles, os de um doutoramento foram simplesmente boicotados por inveja. Por se ter descoberto algo que revoluciona o conhecimento da História da Arte, e depois da Arte, da própria História: como a entendemos e articulamos (mal). Claro que da História se passa para as diferentes Ciências e Conhecimentos, da Filosofia, à Teologia, às diferentes religiões. À Astronomia, Matemática, Física, Química, Línguas (e linguística). Como todos estes conhecimentos que no passado estavam unidos nas mesmas mentes e hoje estão dispersos. Esses Saberes antigos que para um Boécio, ou muito mais tarde para um Caramuel Lobkowitz, não se distinguiam como hoje se faz, ou separam por ex: a Gramática e a Matemática. Só com a ajuda de sábios 'Polimaths' de há séculos se pode ver o conhecimento que foi uno. Podemos ir à raiz, e como meada que se tivesse emaranhado totalmente, se poderão deslindar vários dos inúmeros erros científicos, profundos, em que vivemos.

E que, enfim, limitam as nossas sociedades: as fazem gastar recursos em avanços (ou também em literatura) basto enganosos. Obras como o Código que um «Dã Brau» inventou, em vez de se ler (e tentar compreender) por exemplo A Divina Comédia de Dante, mostram na perfeição o ambiente de enganos em que se vive. primaluce.sapo.pt e iconoteologia.sapo.pt

~~~~~~~~~~~~~~~~~~
*http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=189281

 


01
Jul 15
publicado por primaluce, às 18:00link do post | comentar

...e o que passa, através dos canais de informação para a esfera pública:

 

http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada - aqui uma Sinopse do que seriam as intenções programáticas, caso fossem cumpridas*

 

Visita Guiada (IV)

O Palácio e o Parque de Monserrate | 08 Jun, 2015 | Episódio 5

O Palácio e o Parque de Monserrate, em Sintra, são célebres a uma escala internacional desde os inícios do séc. XIX. O Parque é um dos melhores exemplos da arquitetura paisagista europeia da época; o Palácio, uma criação magnífica, híbrida na exuberante mistura de estilos: do mourisco ao gótico medieval. Mas não foram as qualidades objetivas da quinta de Monserrate que lhe conferiram a celebridade, mas Lord Byron, que a visitou porque ali vivera William Beckford, outro dos heróis literários ingleses. Em 1809, Byron cantou num dos seus mais famosos poemas a beleza de Monserrate e transformou-a em ícone do romantismo europeu. Este é um programa que dá a conhecer o Património Cultural português. Património Cultural entendido num sentido alargado e privilegiando as várias regiões de Portugal continental e ilhas. Os mais relevantes edifícios e acervos da História de Portugal. Tratar-se-á, in loco, um objeto por emissão. Os convidados serão historiadores e outros especialistas nas matérias em questão. Sempre que possível, optar-se-á por dar voz e visibilidade à nova geração de investigadores, nomeadamente na área da História. Os destinos surpreendentes, a revelação de novos especialistas, o rigor da informação, a beleza das imagens e o picante da Pequena História por detrás da História são os trunfos que este programa se propõe jogar.

- See more at: http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada#sthash.dpo8WSja.dpuf (idem ver Sinopse)

 

É assim, tal e qual como está acima, foi deste modo que a RTP anunciou a Visita Guiada a Monserrate.

Pela nossa parte há um comentário que queremos acrescentar: desde 2005 temos tentado tudo por tudo divulgar o nosso trabalho, por se saber das importantes novidades que contém. Se a RTP - talvez, supomos, a maior instituição de notícias e de difusão de informação em Portugal (?) - se esta instituição não está interessada em esclarecer, por meio de uma investigação jornalística, o que se pode estar a passar nas universidades portuguesas a ponto de se esconderem trabalhos, então, se essa «enorme agência noticiosa» descura o que se passa no país, no que deveriam ser os seus centros mais prometedores e fazedores do futuro; então, de pouco vale ao país ter ensino, professores, pais, mães, ou amnhãs...Nada Canta!

Porque são tudo factos e eventos que agora não interessam nada,

a NINGUÉM!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Mas de intenções como estas (muito pirosinhas ou bcbg - pour épater le bourgeois) «está o inferno cheio»


13
Jun 15
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... a alguém com experiência de vida (e que se pode defender - como no nosso caso), aquilo que a Professora Maria João Baptista Neto nos fez a nós, quando foi nossa orientadora - de 2001 a 2005 - simplesmente imagine-se o que não terá a coragem de fazer a alguém inexperiente de vinte e poucos, ou de trinta anos*?  

Sobre os novos historiadores e suas inovações leiam a sinopse da rtp e vejam, em: http://www.rtp.pt/play/p1867/e197709/visita-guiada

~~~~~~~~~~~~

*Naturalmente, não é ou foi por acaso que desde há quase 40 anos alertamos os alunos para se saberem defender e lhes ensinamos algumas regras básicas (praticadas nas escolas de Artes), no contexto legal dos chamados

Direitos de Autor


12
Jun 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... Maria João Baptista Neto! Thanks God porque enfim (de camaroeiro)  se encontra algo positivo em tanta mediocridade junta

 

É verdade, vejam a Visita Guiada a Monserrate, quando (ao 4º e 5º minuto) a nossa aluna - que, bem vistas as coisas foi da máxima qualidade... - corrige Paula Moura Pinheiro e lhe mostra ter percebido o que é uma síntese projectual: Porque, "o ecletismo de Monserrate (...) diz ela - é uma síntese Victorian..."*

Ainda bem que o disse, felizmente, pois muitas vezes até entre colegas de profissão (e não apenas para os alunos) vemos quanto é difícil esta percepção da obra de arte como sendo uma síntese.

Mas, passada esta mensagem para o público, «a dita boa aluna que tivemos há uns anos», vai agora repetir - e espera-se que o faça milhares de vezes (mesmo sem dizer onde aprendeu!) - que as verdadeiras obras, que o cerne do acto criativo, está, quase sempre na capacidade do artista para, sinteticamente, aglutinar ideias que a visão um dia vai ler.

Pois que VIVA MARIA JOÂO NETO e a sua imensa capacidade para AMPLIAR AS NOSSAS IDEIAS!  

Usar as nossas palavras, expressões, e, se pudesse, até imitar a voz? Quanta originalidade...

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*64
00:04:57.120 --> 00:04:59.200
MARIA JOÃO NETO:
Podemos dizer que é uma síntese
65
00:04:59.360 --> 00:05:01.720
também do pensamento vitoriano
do tempo,

http://rsspod.rtp.pt/legendas/video/web/p1867/p1867_1_20150608.vtt


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