Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
11
Abr 13
publicado por primaluce, às 17:30link do post | comentar

Muitos antigos alunos nossos são hoje professores no IADE, alguns doutorados e até membros do Conselho Científico. A todos gostaria de ter oferecido o livro Monserrate - uma nova história que está na origem deste blog. 

O valor do livro não nos permitiu uma generosidade tão grande, mas agora pelo menos podemos dizer que está em promoção. 

Depois, acontece que não sendo um best seller, pelo menos temos a certeza que é/há-de ser um long seller: designação que desde já se explica.

Tudo o que encontrámos faz cada vez mais sentido; e no fim de semana passado uma breve visita a uma cidade do interior permitiu-nos ver pela primeira vez, naquele local (fazendo lembrar o tecto da Igreja de Santa Bárbara em Kutná Hora - República Checa), uma série de espaços onde as «ogivas» são falantes, tendo até uma designação específica: «abóbadas artesoadas»

Em suma, começamos a ter alguma pena (e algum dia diremos «sinto muito», ou talvez «os meus pêsames»?) de todos os que têm apostado no nosso azar e nas nossas dificuldades*. Dos que não perceberam que alguns contributos (ou chamem-lhes «descobertas» se entenderem?), são feitos por quem vai ou consegue viver em «contra-ciclo». 

De quem não vive a acreditar em balelas, como algumas que repetidamente ouvimos, por exemplo a propósito do Arco Quebrado, das Ogivas e do Estilo Gótico. Como se fosse um estilo inventado para que as Igrejas e as Catedrais pudessem ser mais altas, mais luminosas, mais visíveis na paisagem. Ou ainda com estruturas descontínuas, muito racionais, praticamente matemáticas... Etc., etc.

Na verdade o Estilo Gótico foi tudo isso, mas acima de tudo foi (e manteve-se, e como tal deveria ser visto) como uma linguagem, a cuja evolução se pode assistir: porque reuniu uma série de sinais, os quais, todos eles articulados de determinada forma (re)constituíam o Símbolo da Fé.

Um Símbolo muito específico também designado Símbolo de Niceia-Constantinopla - ou mais comummente Credo: a fórmula na qual Carlos Magno conseguiu introduzir a partícula Filioque, e à qual (já antes e depois dele) todos os Reis de França deram a maior importância.  

E esta explicação também remete para o facto de preferirmos falar em Sinais**, em vez de usar, como é geralmente usada pela maioria dos estudiosos, a palavra Símbolo.

Aliás - e como podem ler em Iconoteologia - os Estilos Arquitectónicos que os Historiadores designam como "Estilos Históricos", foram uma forma de transmitir a Catequese ou a Teologia Cristã.

Por isso avisa-se desde já - é que às vezes não é muito fácil a leitura do que escrevemos... - e muitos nos têm dito (ou fazem essa confusão***!), que o nosso trabalho é muito complexo: achando até que tem o nível de um doutoramento.

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*Depois decide-se qual a fórmula adequada em função de quem for o personagem...

**Sinais do Espírito Santo na Arquitectura posterior ao Cisma de 1054 e as suas sobrevivências - foi o título-tema que escolhemos para o doutoramento

***Claro que é uma confusão simpática ou elogiosa; o que faz com que estejamos sempre a ter que esclarecer esse ponto, exactamente para que não se façam confusões ou extrapolações abusivas:

É mestrado com muita a honra!

http://www.livroshorizonte.pt/catalogo_detalhe.php?idLivro=1021

http://en.wikipedia.org/wiki/File:St.Barb.jpg

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


04
Mai 12
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Não é possível exauri-lo (ao tema), porque há vãos bífores desde o período da chamada arquitectura românica, até aos neomedievais, por toda a Europa Cristã. Mas não só, pois também se vêem, por exemplo, e com enorme frequência, nas fotografias feitas em Istambul, por qualquer turista.   

Aproveitem para reparar na semelhança que os vãos de Monserrate têm com estes
(do Palazzo Vechio, de Florença)
 

Poderão muitos não gostar (?) - em especial aqueles que nos deveriam ter dado as condições para a prossecução dos estudos de doutoramento. Ou os que acham que perdem algum valor, com um mais completo, divulgado e adequado, conhecimento da História da Arte? Mas vão ter que se habituar. Há uma nova História da Arquitectura que permite explicar os mais variados casos, «enigmas da história» - se lhes quiserem chamar assim, e sobretudo os Estilos Arquitectónicos

Um dia todos poderão entender este tema, se lhe dedicarmos atenção, gosto, e o aprofundarmos. Exige mais conhecimentos e menos superficialidade. Como temos dito, exige que dominem Geometria e conheçam mais e melhor a Teologia Cristã. Com esses conhecimentos deixam de se fazer afirmações infundadas e sem sentido, em torno da espacialidade das edificações; da eficácia estrutural, das influências (de onde vieram?), de supostos anacronismos; até de enigmas, e de charadas, etc., etc., etc.

Compreender-se-á que os autores usaram, com mais ou menos liberdade, os Ideogramas que entenderam usar; ou, aqueles que a Igreja aconselhava que se empregassem, nos diferentes períodos históricos. 

Compreender-se-á o que foi a inovação, independentemente da história de cada arquitecto ou de cada pintor. Perceber-se-á que a História da Arte passa bastante mais pela história das obras, do que pela história dos seus autores...

Haverá casos em que a história dos autores os tornou mais criativos e interventivos - poderemos notar isso - mas em geral, veremos como foram «agentes», e autores típicos, do tempo em que viveram.

Vejam em Iconoteologia 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/13975.html

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Firenze.PalVecchio05.JPG

 

PS. Em Monserrate uma nova história alertámos para  aquilo que se designou uma "indumentária visual", que, dissemos aí, foi característica da arquitectura medieval. Hoje sabemos que essa indumentária visual, como é destacado por José Manuel Fernandes, chegou, em muitos casos, à arquitectura do século XX. No entanto essa nossa ideia nasceu, lembro-me bem do momento, a falar com Maria João Neto, tendo à frente uma miniatura (com moldura e tudo!) dos Painéis de São Vicente. Se há obra que se deva comparar com a arquitectura medieval, no sentido de reunião de ideogramas, apostos no exterior e na aparência, não de edificações mas de pessoas, é essa.

Altamente simbólica, porque quer estar em total consonância com o Símbolo de Niceia-Constantinopla: a Fé que fundamenta a Igreja Cristã, e que, tal como o fenómeno chamado romanização também foi uma cristianização; assim também, nos séculos XIV-XV-XVI, era o Império do Espírito Santo - a principal questão/tema inscrito nos vãos bífores, e depois no arco quebrado, em todas as igrejas (e na Igreja) - que os portugueses queriam levar ao mundo.

É essa, em nossa opinião, a mensagem essencial dos Painéis de São Vicente. Enfim, aquilo que foi feito: Cristianizar


21
Dez 11
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

O blog citado não é do Expresso. Reproduz um artigo de Clara Ferreira Alves, que se mantém como o retrato, mais que perfeito, de um país inconclusivo: típico de empatas, de quem não faz, nem deixa fazer!

 

Antes do fim de mais um ano lembremos que nada mudou (ou, sequer tem hipóteses de mudar...): Moscas e Humanos, têm o mesmo ADN, como há dias alguém nos informou.

Valham-nos estes progressos da Ciência, pois se não fossem eles, no nosso caso, muito mais triste seria a vida!

Assim, ao menos, alguns sorrisos, risos e até francas gargalhadas vão nascendo do que ouvimos. Neste país inconclusivo - e releiam para lembrar, o mais do que actual artigo de Clara Ferreira Alves, escrito em 2008; pois neste país, qual sítio mal-frequentado (sem regras nem normas de comportamento), no nosso caso nunca fomos avaliados. Felizmente? Talvez...

Também talvez tenha sido sorte nunca termos emigrado? Porque, parece, foram os caminhos ínvios das avaliações inexistentes, das injustiças, e dos sapos que "assaparam" - em tudo quanto é sítio, obstruindo os caminhos normais das nossas vidas e suas progressões - foram eles que desenharam as nossas «vias de circulação»? Isto é as estradas livres, que pudemos percorrer - com todo o à vontade - conseguindo assim produzir os materiais novos que todos querem ignorar.

Talvez tenha sido muita sorte nunca termos atingido o topo da carreira, como alguém nos dizia, frequentemente, a partir dos seus 40 ou 45 anos de idade? Se tivéssemos tido esses «louros», de que alguns se alimentam, nunca teríamos tido razões para progredir como progredimos. Em suma, não teríamos aprendido a ler as imagens que hoje sabemos ler...

Quem lê nas obras de Borromini, o registo dos avanços científicos mais recentes, do seu tempo? Quem vê «diagramas» - e o respectivo significado, muito específico - em obras de Florença? Concretamente, no caso da planta do Espíritu Santo, de Brunelleschi*? À qual assim se confere, na forma, total (tridimensional), o sentido mais especifico, próprio do Espírito Santo? Quem vê «outros diagramas», em cálices, nos seus alçados, e nas vistas inferiores? Em custódias, em lanternas, ou em lanternins, como o de Turim, da obra de Guarino Guarini**? Quem vê o Diagrama do «Credo de Atanásio» noutras obras de Arquitectura? 

Resposta (pronta): Se vê não devia ver! Esconde-se já e sempre, porque Portugal é um país inconclusivo! Para «passinhos mínimos», sem ambição...Quer ambicionar? Lá fora é que se ambiciona bem! Este lôdo e o seu lamaçal destina-se apenas a sapos afamados (cá dentro). Aos que ambicionam tornarem-se tão opulentos como bois que hão-de rebentar. E que depois, muitos outros farão o mesmo caminho. Sempre em sequências non stop; que nem um só fique para a história! 

Retorquindo: Acalme-se, oh senhor! Certo, certo, nunca serão transformados em Príncipes! Mas também não foi isso que, algum deles tivesse sonhado***? 

~~~~~~~~~~~~~~~

*Note-se que nesta data já tinha vivido Joaquim de Flora (c.1130-1202), que pôs uma enorme ênfase no Culto do Espírito Santo. Em Portugal o Joaquimismo teve/mantém alguma importância, resultante quer da vontade de o valorizar, claramente. Quer também de vários equívocos que não distinguem o contributo que deu a França, com base na questão do Filioque, para a passagem do «Ambiente Românico» para o «Ambiente Gótico».

**Que como escrevemos provém de um «Diagrama de Isidoro de Sevilha», ver em Monserrate uma nova história, op. cit. pp. 69 e 272, fig. 113. Vemos tudo isto desde 2002-2004, um período extraordinário, graças às dificuldades que nos criaram (antes), e nas quais não nos encerraram. Passámos depois a ver, ainda com maior profundidade, a partir de 2006, quando de forma mais sistemática ultrapassámos as investigações anteriores.

***Neste país alguém sonhou transformar-se em Príncipe? Quem, os Sapos das Fábulas; os Sapos Reais?

http://bancadadirecta.blogspot.com/2008/11/artigo-demolidor-de-clara-ferreira.html


26
Nov 11
publicado por primaluce, às 10:30link do post | comentar

Quando trauteamos “não há machado que corte a raiz ao pensamento…”, pensa-se que é mesmo verdade. Que nada pode interferir, entre a raiz, em tempos colocada no cérebro*, e aquilo que pensamos. Porém, neste caso, e noutros – como nas palavras Ideia, Técnica, Arte (mais do que esclarecido e apurado nos nossos estudos…) - muito mudou no significado e sentido das mesmas.

E agora é a palavra “talents”, de “Hide not your talents…”, de Benjamin Franklin, que está na mesma situação.

Na parábola original, um talento é moeda de troca, e portanto dinheiro (ali, logo directamente).

Hoje, na raiz do pensamento, a ideia correspondente, perdeu-se. Ficou apenas o novo sentido: Talento passou a ser criatividade, imaginação, capacidades de eficácia, superiores, etc., etc. Esqueceu-se o original…

Claro que nos rimos e troçamos - por mais parvo que seja, concordo - mas a notícia de que o Ensino Superior (Público**) anda a procura de donativos, só merece uma gargalhada!

Esqueceram-se que tudo sempre esteve ligado? É que estamos a escrever sobre gente com formação em Filologia!...

Deitam fora, e depois por outro caminho querem recuperar? Não lhes serve o dinheiro, mas querem o dinheiro***?

Desde sempre sabemos que nos saiu a «Sorte Grande», … mas, enfim, é também o «Azar Máximo» estar num país de gente medíocre e mesquinha: em plena crise, eles preferem a moeda específica, como numismáticos perfeccionistas? OK, façam-na render…

Juntem alguns trabalhos como o nosso, e talvez não lhes falte dinheiro: haja publicações e desenvolvimento, que os ratings se viram para outras bandas.   

Livre

(Não há machado que corte
a raiz ao pensamento) [bis]
(não há morte para o vento
não há morte) [bis]

~~~

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão!

~~~

Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livre

~~~~~~~~~~

Carlos Oliveira e Manuel Freire,

http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/freire-livre.html

*Seja imagem ou palavra

**Também o jornal Público

***Há/houve subsídios para a Investigação; como no nosso caso os resultados ultrapassaram tudo o que se esperava (e alguns talvez se sintam inferiorizados pelo estrondo...), quem devia ajudar e apoiar não apoia mais, e decide-se esconder. Querem dinheiro para quê? Para uns poucos, sempre os mesmos, continuarem a ir à Torre do Tombo, ver os registo de nascimento dos pintores e dos protagonistas, sem saberem, minimamente, tirar conclusões pela leitura directa das obras? Para, sempre os mesmos, exaurirem todos os recursos à volta dos Painéis de Nuno Gonçalves? E não haver mais Património, ou outras obras no país? Claro que o Ensino Superior tem outras Ciências, mais úteis a Portugal e à Humanidade; mas, neste momento, a Cultura - que não é só «fadinho»... - justifica-se não a deixar cair.  


26
Mar 11
publicado por primaluce, às 10:39link do post | comentar | ver comentários (2)

Exactamente, vendemo-nos, todos, para mantermos as nossas vidinhas. Elas são feitas de tudo e de nada, e certamente de muitos hábitos, que custam a mudar.

De facto, e como consta na Newsletter do IADE - nº 111 - de hoje, a professora Glória Azevedo Coutinho, que há-de perfazer no início do ano lectivo de 2011/2012, 35 anos de casa, ao serviço da instituição - à qual tentou, e ainda tenta, dar sempre o seu melhor (vejam-se os trabalhos em que estamos envolvidos) - ao ser especialmente convidada para estar num evento em memória de António Quadros, e, como foi dito, perguntando-lhe se iria estar presente porque o IADE pretendia oferecer-lhe um brinde, sendo necesssário fazê-lo ou adquiri-lo... Fosse o que fosse (?), com total prontidão respondi:

"Não troco um brinde ou prato de lentilhas por aquilo a que tenho direito... Se o IADE me quer dar um presente, cumpra, e dê-me aquilo a que tenho direito, normalmente! Dispenso brindes...".

Terei acrescentado talvez, pois perante situações destas, a qualquer um falta a calma: o IADE que abra as «cancelas assassinas» que inventou*, e que me dê a dispensa sabática que é normal e legal, para acabar o doutoramento.  Doutoramento que é absolutamente excepcional, e que mais uma vez, esta semana, pude dar conta ao mais alto responsável da instituição, daquilo que encontrei: o Tratado de Arquitectura que desenhou o Estilo Gótico inicial! 

Se isto não é importante, e não faz tocar uma campainha na cabeça de ninguém, eu gostava de saber para que será que se faz investigação?

Tínhamos pensado abrandar o ritmo, estando agora mais dedicados à questão da introdução do Culto do Espírito Santo em Portugal, tanto mais que nos parece que as informações de A. Quadros são muito interessantes, porém, aparentemente, demasiado empolgadas, como várias vezes terá feito**.  Mas, a inclusão hoje, da notícia da nossa ausência nas sessões de 21 de Março, fez-nos aproveitar para esclarecer, cabalmente, uma notícia que é tão negativa!

Assim, aproveitamos o facto de hoje ser dia 26, e repetimos o alerta que já fizemos em 26 de janeiro, e em 26 de fevereiro insistimos: é nitidamente uma ênfase à maneira medieval, tiremos partido desta sincronia (quase simbólica).   

É mesmo verdade: continuamos à espera que haja alguém sensível***, e capaz de compreender que a investigação em geral, e esta em particular, pode ser útil. Pode ser criadora de cultura, de progresso e de riqueza. Investigação que, por isso mesmo, pode precisar de tempo para ser escrita e ordenada. Como aconteceu em 2003/2004, em que o IADE concedeu todo esse ano lectivo para podermos escrever a tese (publicada em 2008).

Face à crise em curso, ao seu aprofundamento que parece ir acontecer, independente da nossa vontade, é importante acrescentar, que tudo isto se relativiza e perde importância. Vamos centrar-nos no essencial: será a coerência? A dignidade? Quais os valores que, cerrando fileiras, e sendo obrigados a escolher, achamos dever transmitir? 

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* Em nossa opinião todas as entidades patronais têm o direito de medir, milimetricamente, o tempo que contrataram e pagam aos seus funcionários. Embora não saiba como é que isso se faz no Ensino? Pois lembro-me que muitas vezes é nos tempos de maior descontracção, que surgem as ideias mais criativas? Note-se que não cobro o tempo em que a nadar tive um óptima ideia para a aula que vai 3 ser horas depois, ou 3 dias depois! As cancelas são assassinas porque contrariam as normas em vigor, que têm como objectivo definir a libertação dos caminhos de emergência, para uma evacuação rápida e segura dos edíficios: em casos de sismos, de incêndios ou outras emergências. Mas a maior gravidade das referidas cancelas (mesmo sem pensar nos «torniquetes») não está no seu design enganoso: está sim, no facto de impedirem o acesso às janelas do R/C do edificio, por onde antes se podia saír caso houvesse uma emergência. Hoje, se a mesma existir, cerca de 700 a 1000 pessoas têm que saír por um espaço que é menor, do que a generalidade das cozinhas (i. e., 6 a 8 m2).

** Assim, provavelmente, o valor das suas informações para o nosso tema (se o restringissemos à questão do Culto Espírito Santo, não vendo que o mesmo se relaciona com o Cisma de 1054, e a forma como Deus Uno e Trino era entendido), vem exactamente do facto de ter chamado a atenção para uma questão que noutros países não foi tão empolgada. Ver Joaquim de Flora em VELBC.

*** A sensibilidade para este facto, preferíamos que viesse do IADE, tal como preferimos lançar o livro no Palácio Barão de Quintela em Junho de  2008, quando havia outras hipóteses...Acontece que sensibilidade será sempre, e só, isso. E estamos a ver que não há, pois o assunto já é velho, vindo desde 2002, e sendo cada vez mais claro: é verdade que a vantagem é nossa, mas é triste, quando uma pessoa gosta de ensinar. Sobretudo de ver as mentes, depois da sua, as dos outros, a abrirem-se. Como os olhos e ouvidos dos alunos, quando de repente nas aulas fazem silêncio, e ficam quietos (de vez), porque lhes estão a dizer algo, talvez surpreendente, que nunca antes teriam ouvido?

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Divirtam-se:

http://www.youtube.com/watch?v=l3hg5wk1RYw&feature=related    

 


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