Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Dez 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Que o país tem muita gente que não presta e virou lixeira - sorry o palavreado não é bonito, mas vem em todos os jornais e há que dar os nomes às coisas, tal qual elas são; esse é um assunto de há muito (nosso) conhecido*.

 

Não há 40-38 anos porque então foi um tempo de esperança e de generosidade, porém, a Justiça, talvez também ela  imbuída de tolerância (e de generosidade excessiva), começou nessa altura a recuar e a esconder-se (envergonhada de querer ser rigorosa?) e deixou de existir.

Ora este nosso rememorar vem a propósito de um post anterior, sobre o que chamámos carrossel, ou um «brincar aos 5 cantinhos», muito próprio das crianças (dos anos 1950):

Ou seja, de quando «A» vai fazer as funções de «B», «B» passa a fazer o trabalho de «C», «C» é mandado bugiar, e por isso chama-se «D» para o substituir. Ou então, haja imaginação: readmite-se «C», para ir fazer as tarefas de «E», etc!

Rememorar porque lembra um Senhor PROFESSOR (com maiúsculas porque era verdadeiro) Cirurgião de um Hospital Central lisboeta, que nos desmandos de 1975 «tinha que» receber ordens da camarada-mulher-da-limpeza, sobre procedimentos, horários...

Não era/não foi ao contrário! (e aqui riam-se, se acharem graça, ao inverter de hierarquias e pirâmides...)

Agora, assim estamos nós com os «doutores de aviário» à frente das instituições.

Esses que não sabem nada de nada, vêm deslocar as pessoas que têm 25 anos de casa, e cujo saber é hiper-precioso, para os lugares que uma qualquer secretária faria.

Esses «doutorzecos do nada» (mas especialistas em invídia), colocam pessoas de alto gabarito a tratar de assuntos em que nunca sequer tocaram... Que, talvez tenham ouvido falar, pois não são surdos, e porque se interessam por tudo, mas nunca lidaram, directamente, com tais materiais.

E que depois não têm informação, nem aprendem em 20 dias, ou 20 meses, o que se adquire - para se ser bom/competente - em 20 anos.

Assim se está «Kamarades»! Volta-se ao fim dos anos 70, ou início da década de 80: mais de 30 anos depois, do mesmo modo que os grandes banqueiros parece que têm recebido bem, sem se queixarem, as ordens (ou serão desmandos?!) dos seus contabilistas; assim também...

...os mestres que sabem (ou são especialista) reaprendem:

"como dikta a nhorância construtora da Nhação"**!

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 *Por isso este blog - com o seu lado «bric-à-brac» - ora de tristezas, ora de alegrias.

**Leia-se negação.


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