Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
06
Nov 17
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar
  1. Primaluce: Nova História da Arquitectura - 29
  2. Pesquisa - Primaluce: Nova História da Arquitectura - 10
  3. O que nos mudou a cabeça: como ficou transparente o muito mau que se passa nas Universidades de Portugal - 5
  4. A incrível Ideia (e a sua origem) de António Damásio: - 4
  5. Uma elipse não é uma oval, mesmo que muitas destas formas pareçam iguais - 3
  6. Estando tudo ligado, hoje é relativo a «Energizar»: - 3
  7. Ainda a «Irreverência Viral»... - 3
  8. Ontem como hoje.... - 2
  9. "Tout passe, tout casse, tout lasse et tout se remplace…" - 2
  10. Insistimos: em Iconoteologia ler sobre imagens que nasceram num “deep-lying point of agreement"... - 2
  11. Quadrifólios - 1
  12. Terminologia de André Grabar... - 1
  13. "Não vais ser criativa em arte, se não aprenderes com o que está à volta" - 1
  14. Ainda o construir... - 1
  15. Sejam quais forem as Instituições: - 1
  16. O dia 18 de Dezembro de 1961 - 1
  17. Tudo o que desejamos para 2012 está numa palavra: VERDADE - 1
  18. Sem foguetório... - 1
  19. Um longo recordar de muitos factos que ocorreram desde 2002, e que levaram a descobertas que no mundo de hoje as universidades (normais...) não silenciam. - 1
  20. Destruir o futuro - resultados de um Ensino Superior que desconhece a importância do Visual e da Criatividade - 1

Claro que por estes dias, o blog tem sido «energizado» por posts passados ao facebook, com imensas visitas.

Inclusive vindas de outros países, e como sempre pensei, vindas do Brasil: país ao qual toda esta temática pode/deve interessar imenso. Assim aqui está.

No mundo (visualizações ontem: 04/11/2017)

  1. Portugal - 8
  2. Brasil - 5
  3. Czechia - 1

Abaixo a capa de um trabalho de Miguel Real onde denuncia aquilo que é há muito sabido: A Morte de Portugal, como desiderato inconsciente, ou mesmo consciente, como (geralmente) mostram os comportamentos de uns e de outros.

Miguel Real 001.jpg

Morte de Portugal, se os portugueses não conseguirem ultrapassar as barreiras mais próximas, construídas por todos aqueles que não admitem ver com bons olhos (benignidade) aquilo que outros, ao seu lado, estão a produzir. Obras que, a esses não-benignos, têm o condão (de varinha mágica) de os fazer sentir incomodados. Trabalhos e obras que olham de viés (nunca de frente, nunca as confrontando com seriedade, - e por isso os étimos das palavras invídia, e de inveja) para lhes serem alheios.

Olhos não-benignos, do que são «um monte de saloios e provincianos». Os quais, pelo contrário, eles vêem com óptimos olhos todos os Paddy Cosgrave que por aqui passem. Desde que sejam, sempre, isso mesmo: estrangeiros e superiores! Já que aos portugas, a todos está vedado que algum se eleve.

Que estes sejam sempre os «tacos de pia, que uma fada, fadou», já que é assim que, uns aos outros, intelectualmente, os portugueses se olham: i. e., sendo incapazes de ser espontâneos, e de admirar ou elogiar nos outros, seja lá o que for*.

Porque (e repare-se quanto este método português é tão rico): se alguma coisa tiver valor, e sentirem de imediato esse impacto, logo as suas mentes - de tão ocupadas que andam... - elaboram as mais variadas razões para desvalorizar e reduzir o dito impacto, positivo, que antes tinham sentido.

~~~~~~~~~~

*Muito saloios e provincianos, este tipo de portugueses mostra bem que não convivem com estrangeiros. Pois a maioria dos não nacionais (que conheço) mais parece ter gosto em elogiar e valorizar o que tem valor, do que desprezar... É lógico, é inteligente.

E a inteligência mostra-se sempre que se valoriza alguém ou as coisas que têm valor


mais sobre mim
Novembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9

12
15
18

20
21
24
25

26
27
28
29
30


arquivos
pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

blogs SAPO