Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Ago 15
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Num ENSINO feito por pessoas que se respeitassem*, este caso – um Case Study paradigmático, e a vários títulos riquíssimo – seria fantástico:

Seria fantástico para as Instituições de Ensino Superior de Portugal que o tratassem e apresentassem internacionalmente**.

 

Referimo-nos à Sala do Capitulo de Bristol, ao facto de Martin Kemp o expor - como está abaixo, na página digitalizada de um trabalho que publicou.

E ainda ao facto da sua reputação e nomeada o colocarem como alguém altamente conhecedor na área cientifica da História da Arte. Apesar de ter escrito o que consta nas legendas das fotografias escolhidas.
Este caso seria fantástico quer para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa quer para o IADE. Porque teriam elucidado – para as Universidades de todo o mundo, que estivessem interessadas neste tema de Humanidades (e não são poucas!) alguns dos maiores enigmas da História da Arte.
No entanto, percebe-se (vemos, indagamos) pelo IADE o que há são meras questões internas, de Poder: como o quem manda em quem, segundo infindáveis e muito úteis diagramas***?

Já pela FLUL, onde toda esta nossa questão nasceu, aí os maiores interesses dos profs do Instituto de História da Arte (IHA que é dirigido por Vítor Serrão e Maria João Baptista Neto), os seus interesses estão nas passerelles (de vaidades?); nas idas à televisão, e em publicações de álbuns para encher o olho. Mesmo que se pudesse, ainda, e muito mais, encher a alma:

Matar a avidez de conhecimentos que leva muitos a devorarem as literaturas à «Código de DãBrau»: as quais entretêm, é verdade, mas ainda baralham mais as pobres mentes ávidas e perscrutadoras de um passado que as instituições de Ensino Superior deveriam querer e gostar de elucidar: i. e., mostrando também para que servem? Se é para esclarecerem as mentes de quem compra esse tipo de best sellers, num tempo em que compreender - ou ver com luz (e claramente) - daria bastante jeito! Pois levaria a que as pessoas pudessem ter nas suas vidas comportamentos mais seguros, conscientes, cultos e civilizados: numa palavra mais adultos. E portanto também menos sujeitas aos poderes obscuros, redutores e infantilizantes em que assim «lá se vai vivendo»...

Image0097.JPG

(para legenda clic na imagem, desenvolvimentos do tema - a aprofundar - em ICONOTEOLOGIA:PT)

*Mútua e normalmente, assim como às tarefas digníssimas que têm nas mãos, e aqui incluindo – como é normal (pois devem ser o centro e foco das atenções dos seus professores) - os respectivos alunos…

**Não esquecer que o IADE nos desvinculou/expulsou da UNIDCOM; não esquecer que o nosso orientador dos estudos de doutoramento na FBAUL nunca quis apoiar a publicação de qualquer artigo nosso. E como se não bastasse, à medida que foi vendo (mais do que nós!) aquilo que estávamos a fazer, então passou a ter uma frase feita que de inicio muito nos surpreendeu: "Não vai fazer uma História da Arte!" E claro que, de tão repetida, começámos a entender o muito maior alcance daquilo que tínhamos em mãos... Ainda bem que o repetiu, inúmeras vezes, e assim nos alertou (para o que ainda não se estava a ver com essa nitidez)

***Tão falantes para quem os entenda como os elementos parietais, decorativos - Portae Caeli - que os monges do Capítulo de Bristol deveriam ver e rememorar, numa Contemplatio (eterna) como a que descreveu Mary Carruthers.


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