Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Mai 15
publicado por primaluce, às 18:00link do post | comentar

Disse sim, sabe-se lá quem? Mas nós temo-lo dito de outras estruturas e de outras instituições!

 

E passa-se a explicar:

Temos dito, tal e qual como há dias ouvimos a um entrevistado numa qualquer rádio*, que os governantes, não pode ser, «eles» pobres coitados, não andam a fazer as desgraças que fazem, as imensas aselhices que cometem, por puro e simples prazer... Dizia esse alguém, acrescentando: eles gostariam de saber fazer bem, só que não conseguem!

Sim, é mesmo verdade, é assim. E é assim, ao contrário do que já pensámos (durante anos), que todos querem (ou seja, supúnhamos que queriam) o mal dos outros. Que é a teoria da conspiração, que o que lhes interessa - e vá-se lá saber a mando de quem (?); esses «ELES», os ditos cujos que tudo decidem e a todos prejudicam com as suas decisões asneirentas, afinal, vem-se a descobrir - que ao contrário do que sempre pareceu e de toda a sua insensibilidade social (que claramente demonstram); enfim, que tudo isso é muita arrogância e altivez para esconder a incompetência...

Que esses ELES são só "show off" de competência (completamente falsa e sem bases - claro...). São Gentinha que decidiu assim, só para empatar! Para estar a ocupar o Poder, já que competência para o dito não têm a menor...

Descobrimos - sim, «descobre-se a careca» dos falsos competentes - é essa a verdade! É tudo só, e exclusivamente, incompetência pura**!

Quando, evidentemente, o que podiam ser designados simples documentos comprovativos, passam a «evidências»; obviamente, isso só mostra que uma data de Doutores da Mula Russa, nem sequer sabem o que quer dizer o Ph que passaram a usar como «apelido». Que a Filosofia e aquilo que são as bases do Saber (ou Teoria do Conhecimento) - vive agora nas Ruas da Amargura...

Minimamente, em tempos de acordos ortográficos para ignorantes (acordo de base fonética, e - sublinhe-se  - desconhecedor/atropelador das raízes etimológicas das palavras), como é que alguém está/fica apto a saber o significado daquilo que diz?

Minimamente, nos tempos de hiper-perturbação como os que agora vivemos, nada dá mais jeito do que trocar o significado às palavras:

Nada dá mais jeito, do que a meras provas passar a chamar evidências. É como àquilo que é bonzinho, ou só apenas e meramente razoável, Eles - um bando de medíocres e tontos - andarem  todos a chamar Excelente***! 

Pobres coitados - dizemos nós - que além de já não perceberem o sentido das imagens (porque ninguém lhes ensinou e eles não descobrem nada sozinhos): é muita areia! Como diz o povo, e nem camionetas têm...  

Em suma, como se isso já não bastasse, agora esses «Eles» usam as palavras (que outrora foram referentes úteis) num degrau mais acima: o mais enfático e veemente possível! Tudo em superlativo para ninguém perceber de que é que se está  a falar.  

à pintura que fala 001.jpg

E à maneira de Camões pode-se lembrar, usar até as mesmas frases: "...Estes os seus (vícios) não querem ver pintados..., por isso à pintura que fala querem mal..."

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*Terá sido o primo/vizinho Basílio H.? Numa TV-Notícias?

**E isto passa-se a todos os níveis: NÃO É SER VELHO DO RESTELO, é sentir verdadeira repugnância; é ficar absolutamente enojado com a degradação cultural e científica a que se tem de assistir...! Que porcaria de Ensino: Inferior é o que se lhe deve chamar!

***Óbvio, não admira: no seu nível - que é baixíssimo, tudo aquilo que lhes aparece como mais elevado passa logo a ser excelente. Não lhes passando pela cabeça que haja quem tenha mais vivências, mais experiências, também tempo de vida a aprender, a assistir e a saber avaliar: e por isso, esses mais velhos, não ficam "bouche bée" com aquilo que não passa da mais simples normalidade; ou até, muitas vezes de uma mediocridade que é muito rasteirinha...?

Não tenhamos dúvidas: se a geração dos que hoje são filhos não pode usufruir daquilo que os seus pais tiveram, também é verdade que em geral não só não se esforçaram, como também nunca atingirão o nível - de competências e a capacitação intelectual, para poderem trabalhar - tal como a geração sua anterior, conseguiu atingir. Porque, e a maior culpa é do Ministério da Educação, mais tempo de escolaridade pode não significar mais habilitações, ou mais cultura geral, e mais capacitação intelectual... Dirão que alguns são Doutores? Pois que digam..., mas antes que vão ver como se fizeram, ou foram feitos - à pressão...


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