Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Fev 17
publicado por primaluce, às 19:00link do post | comentar

..., a expressão de hipóteses alternativas? Ou ambas?

 

Ficamos assim para já, i. e., na pergunta, e mais uma vez, visto que a redacção dos nossos blogs nos traz as mesmas dificuldades que tivemos para escrever a tese do doutoramento.

Seja como for, é mais um tema prometido para apresentar e explicar. Nasce na página 10 do Expresso de hoje (caderno principal).

Vejam as argolinhas que a nós fazem lembrar o que (logo de início) chamámos Organigrama (génese da mandorla). Vejam - já aqui - como estes esquemas foram compreendidos, tão facilmente.

Claro que muito menos fácil é perceber como esquemas se tornaram nos desenhos essenciais* de plantas, cortes e alçados arquitectónicos. Só que é uma questão de treino da mente. Imaginar é isso, o que, temos de compreender, não está ao alcance de mentes absolutamente rigorosas e fixistas:

Ou sem flexibilidade, sem plasticidade. Em duas palavras: Sem inteligência abstracta!

Isto é, incapazes de irem fabricando, no seu interior, as imagens mentais correspondentes a cada uma das novas proposições que se lhes apresentem (**)

ConversasComDoodles

Para já**, o que se prova, é que a uma Escola de Design (à que se diz ser a melhor de todas - "d'aquém e d'além mar") - nunca vão interessar esquemas ou desenhos que exprimam ideias. Muito menos esquemas que registaram, ou corresponderam a diferentes visões teológicas: o que já chamámos de Organigramas Trinitários

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*Mas a esta dificuldade, imagine quem conseguir (se puder!); a ela já respondeu no séc.V-VI o Pseudo-Dionísio, o Areopagita, quando disse que é uma questão de perspicácia

**Para já, há que reflectir sobre esta página de um jornal: Como é possível que as relações entre três forças políticas que apoiam um governo (tripé como muitos lhe chamam) se possam exprimir, visualmente, de forma semelhante à expressão de Deus e do Divino? Que operações «opera» a mente humana, não só no momento de pensar, como depois, já no momento de divulgar aquilo que pensou?

Para terminar estas são (para nós) questões metodológicas essenciais para o Ensino das Línguas e das Artes Visuais: quiçá o cerne da Semiologia? Quando para o projectista a Semiologia funciona integrada, no acto de síntese (que é impulso quase inexplicável) de projectar.


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