Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Abr 14
publicado por primaluce, às 18:30link do post | comentar

... palavras ditas há minutos (são 18h 20m) por Jorge Sampaio na Fundação Calouste Gulbenkian

 

A malta revê-se sobretudo na "madrugada" limpa que Sophia Andersen  descreveu.

Revê-se no tempo que foi o de construir o futuro com inteligência e generosidade. A malta revê-se, repetimos - e revê-se independente da idade (que ainda não é de reformas) - no trabalho criativo, bem distribuído, e não em trabalhos de faz de conta: toma lá horário e agora ficas aí sentado, porque esse é o teu trabalho nesta empresa - a fazer nada!

Porque é isso que queremos que produzas, mau grado todas as tuas habilidades, ou as descobertas que queiras reivindicar!

Por isso daqui dizemos: em cada família, em cada casa, em cada empresa a malta revê-se em tudo o que for edificante; e não em destruições maldosas ou em protagonismos de ignorantes feitos doutores (à força!).

Porque, claramente, a malta também não se revê nem na mentira ou na injustiça...

E daqui logo acrescentamos - aos fulaninhos que por aí andam, e eles sabem quem são (e vêm aqui ler, para aprender*) - que se hão-de arrepender dos passos errados que deram; dos esquemas sedutores em que entraram, sem realizarem que, obviamente, isso lhes traria consequências nefastas!?

Porque, oh! burrice e imensa ingenuidade, há mentiras que não duram um dia, assim, sem mais consequências: elas ficam para o resto da vida, e não haverá um só momento, num só dia, em que possam descansar: vão ter sempre que manter a face da escolha que fizeram...

Só que a face que escolheram foi passar por aquilo que não são! Logo, e principalmente, problema deles: que é a ameaça do verniz estalar, da falta de à-vontade e de naturalidade; da falta de verdade e do fingir permanente, quotidiano: estar sempre a mostrar, para que se saiba, que é doutor.

Quanto tique, quanto esforço, para tão linda escolha (que é a maior pirosada, como ser alguém - «à la Relvas»?)...

Enfim, tal como a madrugada de há 40 anos, nós sabemos que vale a pena esperar, porque a verdade há-de vir ao de cima; vem sempre, é uma certeza. E que os falsos doutores serão desmascarados - é outra certeza...

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Ou seja: "A malta revê-se no 25 de Abril! E percebe-se que isso tem um enorme potencial mobilizador para os portugueses". 
Ler mais em: http://expresso.sapo.pt/como-nunca-os-vimos=f865599#ixzz2ywMqejHP

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*Permitirá ter a esperança de que um dia hão-de saber alguma coisa:

a deixar de ser «empedernidos»?

Agora ver também: António Quadros e uma Escrita Ibérica

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


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