Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
30
Abr 17
publicado por primaluce, às 23:59link do post | comentar

A ler aqui.

Dizemos 3 minutos preciosos, mas há muito mais:

 

Há um PR que conhece o seu país e aqueles que o habitam: exemplos que são casos concretos de "carreiras laborais feitas de recursos e expedientes".

Para quê? Para "tomar o poder"? Escravizar os colegas? Silenciar os que podem dar muito mais ao país do que ele próprio: o autor dos expedientes e das desonestidades?

Dinheiro do erário público e/ou de fundos europeus, «queimado» por quem se julga acima de todos, incluindo da Justiça?

Para silenciar os melhores? Os que fazem o seu trabalho honesta e calmamente, sem alaridos porque a investigação, o estudo, a redacção de uma qualquer tese - de qualidade (e não da «quantidade») - assim o exige? 

Depois deste último dia de Abril muito irá mudar!

Pelo que se acrescentam hoje, pózinhos de reeducação que são necessários aos rotweillers da palavra (e sobretudo das ideias)


29
Abr 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Nos últimos anos, ao compreender a importância da Teologia na definição das formas e ornamentos aplicáveis à Arquitectura;

 

Também, por vezes, os extractos inteiros da linguagem arquitetónica (a que é muito comum chamar linguagem estilística); um dos autores para que me virei, lendo trabalhos seus, foi o Padre Joaquim Carreira das Neves.

Se há sempre a esperança de podermos encontrar e conversar com os autores que admiramos, isso aconteceu com Carreira das Neves, cujas obras estão repletas de informações. É o caso deste seu Lutero (obrigado Pe. Joaquim), que permite conhecer quer a vida e obra de um protagonista essencial da história da Europa.

Mas também compreender e entender - muito melhor - a Igreja (instituição), e no caso que nos interessa alguns reflexos na Arquitectura: a razão de os países do Norte da Europa, depois do Concílio de Trento, terem optado por aquilo a que em História da Arte é ainda designado/visto como Revivalismos da Arquitectura Medieval*, em especial do Estilo Gótico.

Lutero-livroPeCarreiraDasNeves (527x800).jpg

 (legenda)

~~~~~~~~~~~~~~

*Claro que neste tema outras leituras serão complementos essenciais: como é o caso de Molanus: traité des saintes images, em que por exemplo, na Introdução de François Bœspflug, é referida uma linha de fronteira, geográfica, mais ou menos sensível (ou notória), que percorre a Europa.


21
Abr 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Com mais ou menos «atenção»?

 

 

Sobretudo com que capacidade de compreensão, mas talvez contextualizado depois...?

O que acontece é que foram muitos os assuntos de gestão municipal e de política autárquica com que convivemos desde (muito) cedo.

Foi útil?, serviu-nos de alguma coisa? É fácil responder a estas questões?

Nunca saberemos, pois ser juíza e avaliadora em causa própria, não é, propriamente, o mais aconselhado...

De qualquer maneira a memória não nos traiu, e hoje os recortes de jornais (que por alguma razão foram guardados!) comprovam a veemência com que o assunto foi tratado.

1964-CMC-fachada.jpg

(legenda)

1964-CMC-fachada2.jpg

(legenda)

Seria interessante estabelecer aqui o paralelismo que há um ano, em Portalegre nos ocorreu, depois de visitar a Casa Museu José Régio*, mas fica para outro dia.

Já que - "Roma e Pavia..."

~~~~~~~~~~~~~~~~

*Sobre aquilo que um aluno poderá ter aprendido com o seu Mestre (José Régio)?


31
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... mas em moldes diferentes.

 

A frase seguinte, da autoria de Marta Ribeiro: "(...) Também a arquitecta Glória Azevedo Coutinho, no seu livro Monserrate – uma nova História, identifica pela primeira vez a influência da Itália Romântica na..." encontra-se neste endereço (legível nas pp. 13-14). Em nossa opinião corresponde a um «soltar de amarras» relativas a várias descobertas*, que fizemos dentro da FLUL no curso de Mestrado. E que essa instituição, por razões que só os próprios responsáveis saberão explicar, entendeu que devia silenciar.

~~~~~~~~~~~~~~

*Claro que se pergunta, como e porquê, finalmente, entenderam falar sobre o assunto? Dar valor às questões levantadas (ou respondidas) pela arqtª Azevedo Coutinho?    


13
Mar 17
publicado por primaluce, às 20:00link do post | comentar

Alargando assim as áreas em que estamos presentes, e de onde lançamos as nossas ideias. Por isso se aconselha:

 

Aproveite o que por aqui há: muito para ler, ou para ver

CasaRainhaD.Amélia-CASCAIS

E depois também mais longe, ou com desenhos «aprimorados»...

...tipo

Porque variar vai-nos sendo útil: com a vantagem de estar a divulgar ideias que alguns se sentiram no direito de silenciar ou censurar

~~~~~~

E hoje - em 21 Março, dia do fundador do IADE, do prazer de ensinar, e de pensar na história da instituição... - é-nos impossível esquecer uma certa reunião de 1 de Outubro de 2014: quando novas funções docentes (como especialistas mais habilitados) nos foram atribuídas.

Datas de sonho, inesquecíveis!


12
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

outros blogs e posts agregados:

 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/

http://casamarela.blogs.sapo.pt/


11
Mar 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... é como foi chamada a exposição que está no Palácio da Pena até ao fim de Abril (2017)

 

Não esqueçamos que para lá de alguns desenhos e pinturas o próprio rei consorte foi o «promotor» da obra arquitectónica que se pode ver na Pena. Tudo terá passado pela sua aprovação...

Como noutros casos transformou uma obra antiga, anterior, numa nova casa: Lugar de vilegiatura.

Em Cascais o mesmo tipo de casas, estão a ser chamadas Casas de Veraneio. Como se passar uma temporada, talvez de férias, numa Villa, ou numa estância de Verão, implicasse uma arquitectura própria. Diferente da que se praticava nas cidades (capitais), onde geralmente os veraneantes, aqui os reis (e o Governo), tinham as suas moradas principais.

Não é bem assim; não foi assim!

Mas a designação Casas de Veraneio tem estado em vigor, talvez por conter algum atractivo, ou a querer criar uma «nova categoria de análise e de estudo» (?), deixemo-la estar*. Apesar de poder induzir em erros: concretamente o de se pensar que a iconografia plasmada (built-in) nessas casas de veraneio é a mais própria para as referidas Casas. Ou seja, dependente e muito mais relacionada com os locais, e a paisagem, onde se fazia o veraneio. E, totalmente independente, da condição - real, monárquica, ou aristocrática - dos seus donos. É que é/foi, exactamente ao contrário! (como defendemos)

É verdade que em geral puderam escolher lugares idílicos, mas sobretudo, em muitos casos, foram por exemplo locais onde havia construções anteriores. Como se passou com os pequenos fortes da orla costeira (de Lisboa a Cascais).

Ora o mais importante, como estamos convictos e defendemos, era que com o próprio rei - neste caso para a rainha D. Maria II - migrassem também todos os seus símbolos, e todos os sinais mais adequados. Uma marca régia que, normalmente, se apunha na arquitectura (da domus real), para evidenciar o carácter - i. e., a própria condição real - de quem a possuía.

Se foi o engenheiro de minas alemão - Eschewegue, que numa «mina a céu aberto» (no cume da Pena) em Sintra, susteve as rochas e os enormes pedregulhos para sobre eles poder apoiar e assentar uma ampliação ao (original) convento da Pena; por seu lado, coube a Possidónio da Silva (arquitecto) a definição de toda a iconografia mais adequada para o Palácio**. 

Certamente, como já escrevemos noutras ocasiões, com o apoio e aprovação de D. Fernando II.

Como se terá passado na situação seguinte, imagem de um tecto do Palácio da Pena, que alguns, de imediato dirão ser um tecto de alfarge. Porém, considerando o que temos estudado e adquirido nestas temáticas, acrescentamos que se trata de um típico tecto régio*** (a remeter para/invocar a Arche Noe que é a Igreja).

DSCN8121.JPG

(tecto do Palácio da Pena - legenda)

*Mas que se deixe estar, até que os responsáveis (museólogos, historiadores da arte, curadores), acordem! Até que um dia percebam que poderiam vender ao Turista um pouco mais: sobretudo Saber. Explicações que enquadram e justificam as obras feitas. Como foram feitas, e porque foi assim... O que é uma Iconografia Régia, o que em francês se diria Régalien.

**É verdade que Regina Anacleto refere estes dois autores, mas interroga-se sobre as suas tarefas mais específicas. Não percebendo a Professora de Coimbra que então a profissão exigia (muito claramente, tal e qual como hoje acontece) a complementaridade entre várias áreas do conhecimento, que são razoavelmente distintas. Mais, até já na Idade Média, isto acontecia.: quando se percebe que Hugo de S. Victor preconiza para o edifício da Igreja uma Arca (Barca) de Noé, com os respectivos sinais para a Contemplatio (de que Mary Carruthers escreveu) ; percebe-se também que cabia depois aos construtores (em francês os designados Maçons, organizados em Lojas) garantirem a estabilidade das formas preconizadas pelo "architectore". Como foram designados o que poderiam ser, o equivalente a - «pintores da arquitectura», e surge escrito, numa lápide do Palácio Amarelo de Portalegre (civitates architectore), como já se explicou.

*** Não se pretendem usar outros adjectivos como: realista, regalista, realengo ou real. Talvez "régio" seja a melhor hipótese (?). Por se tratar de uma marca própria do rei: i. e., da sua condição - nascido rei. Independentemenete da governação, ou de poder estar limitado por Carta Constitucional, ou sistema de governo.


09
Mar 17
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

... dedicámo-nos à escrita:

 

Como é sabido, continuando a explicar as primeiras luzes de toda uma temática que várias universidades decidiram banir.

Em especial, o tipo (mais) calão que ainda não foi definitivamente apeado, e lá continua incomodado com as nossas descobertas*:

O arrogante que, sofrendo de "superioridade de género", deve ter urticária a certas palavras?

Ora que culpa temos nós que o insano "arrais de uma linda falua" lhe tenha dado a mão? A ele que - Goraz da Ericeira -  pelas atitudes que tem, mostra agora, que devia ter pedido boleia, à verdadeira Caravela Portuguesa?  Sim, a essa mesmo...

Pois ficaria em melhor estado, i. e., mais capaz de prosseguir a sua viagem (vida fora), quando o dito arrais, entretanto já retirado, perdesse a capacidade de continuar a dar-lhe boleias... e a protegê-lo.

É assunto que não percebe? Pois um arrais de linda falua, por muito que «enfeitice», nunca será Sereia!

Quendo muito Seria...**

Enfim: seria gelatina-com-gelatina, invertebrado-com-invertebrado...desagregado-com-desagregado! Para não falar da Urticária...

~~~~~~~~~~~~

*Sobre a Arte Medieval e suas alegorias, em que ficámos treinados, para sempre (como o post de XIII-IV-MMXVII prova)

**E os emails com vírus (envolvendo pessoas que não se chega a vislumbrar se as respeita ou não?, cientificamente), esses só se abrem em «Casa-do-Ca(r)lão». É que aí podem fazer todas as faíscas e os maiores danos, sem que nos prejudiquem!


07
Mar 17
publicado por primaluce, às 19:00link do post | comentar

... este fim-de-semana.

ONDE NASCEU FERNANDO PESSOA.jpg

(legenda)

E o que se escreveu sobre Janelas à Siza (embora transformando vãos de Portalegre como este exemplo registou) continua a fazer todo o sentido.

Ou talvez ainda mais, quando se percebe que o Comércio e muitas das obras em curso no Centro Histórico de Lisboa (que já devia ter sido classificado Património da Humanidade - apesar dos vários «desrespeitos/atentados» de que foi alvo) agora visam o turista:

Agradar-lhe, dando-lhe o picturesque e o vintage de que a maioria vem à procura.

Nunca esqueceremos como eram extremamente bonitos os vãos que estavam neste prédio em que nasceu Fernando Pessoa. Mas o «pessoal da política» e mais os «autárquicos» em geral vão fazendo o que querem; ou, talvez só agora tenham acordado para as implicações e as relações que há entre Património Cultural e Turismo, que é, predominantemente cultural...

Ou ainda - em hipótese conclusiva - mantêm-se todos mal informados, ouvindo apenas quem querem ouvir? Não percebendo como estavam/eram impregnados de informação os desenhos dos vãos, as suas guardas (de varandas), etc. 

~~~~~~~~~~~~

*Tal como quem nos visitou em Primaluce. Será que concordam com o que aqui se vai defendendo, ou militantemente também desejam que a melhor iconografia arquitectónica se vá perdendo? No centro Histórico do Porto, particularmente na Rua das Flores com as suas fanlight windows, aí houve o cuidado de não «des-caracterizar» algum cunho georgian que essa zona da cidade mantém/manteve...


06
Mar 17
publicado por primaluce, às 13:50link do post | comentar

... que horror!

Dão pano para muitas mangas. Para vários outros posts e artigos.

Esperem, pois irão para: http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/ 


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