Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
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Out 11
publicado por primaluce, às 21:40link do post | comentar

Estou a ver um programa, bem interessante, sobre o Douro vinhateiro, da jornalista Rosário Salgueiro. Cheguei do IAde ainda a tempo de não o perder. Já sabia, que ia ser muito bonito, e com paisagens lindas. Na minha cabeça estão estes mundos todos ao mesmo tempo: os alunos que deixei a rirem-se divertidos da anedota que são as cancelas biométricas, e uma impressão digital que abre a cancela 5 minutos depois...mas abre!Deixei-os também com conselhos para se aplicarem. A viagem no comboio é num instante, em geral melhor que vir a guiar, deu para esboçar mais uns escritos. Agora este artigo sobre a visão de António Barreto. Pois é, tantas vidas perdidas a autodestruírem-se. Nunca pensei que a minha chegasse a este ponto, mas sou uma sortuda. Não era esperável descobrir o que descobri. Não eram esperáveis as dificuldades depois de explicar o que se passa e de pedir ajuda, mas há sempre uns mensageiros, com asas nos pés, ou atrás das costas, que assim se deslocam, influem e deixam as suas marcas...

Estamos a gozá-las, vamos tirar o máximo partido delas. Enquanto o mundo se desmorona, ou tudo se afunda, sem bóias nem rochas a que se agarrar. Não era esperável, mas apesar do tempo curtíssimo, ainda conseguimos agarrar o melhor. Temos a obrigação de ajudar, e é o que vamos fazer: não é voluntariado, é ensino, retribuir, tanto quanto possível, os muitos privilégios recebidos! 

http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-pode-deixar-de-existir-como-pais-diz-antonio-barreto_128638.html

Leiam depois o comentário de Atlântico às 10:49  de hoje (11/10/11): 
"Para mim, Portugal enquanto estado-nação, acabou em 1580. Depois de 1640 surgiu com o mesmo nome o protectorado Inglês de Lisbogal, que serviu para manter uma corte em Lisboa à custa de uma farsa nacionalista. As colónias, o comércio e a industrialização foram controlados pelos ingleses que tinham monopólios em quase tudo o que interessa até mesmo durante o tempo do "grandioso" marquês de Pombal..."

No trabalho sobre Monserrate foi um dos aspectos que se tornou notório: como Portugal se vergou, sobretudo à Inglaterra (e Holanda) - país do qual as elites receberam muito, por vezes em troca do ouro brasileiro (e da manteiga holandesa para D. João V).

Como hoje nem sempre a história nos deixa bem...,

e Alexandre Herculano que tinha tratado os Braganças como «perdulários»!


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