Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
30
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

,,, desta Rentrée que está fantástica!

 

Porque «eles», - a cambada inqualificável cujo objectivo era prejudicar-nos - estão afinal a ser da maior utilidade.

Terá sido o Verão prolongado, as temperaturas mais do que muito agradáveis a permitirem boas horas ao ar livre? Terão sido os dois períodos de férias passados em Portalegre, muito proustianos, e depois a quase certeza de que tudo se irá resolver?

Que os que eram supostos subir, pelos seus supostos méritos (se fossem honestos e verdadeiros como suposto), esses foram atmosfera acima, como verdadeiros foguetões uniformemente acelerados, e já estão há muito estatelados no chão; quando ainda nós temos tanto para desenvolver e apresentar, serenamente, como merece ser gozado*?

Será que o jugo que os políticos quiseram impor, com PPCoelho à frente, está enfim a ser retirado, facilitando o surgir de um ambiente mais aliviado?     

São tantas as perguntas, e de algumas respostas nós sabemos (embora não se queira falar) que se deixa para um dia, talvez mais tarde...

Já que esta Rentrée se apresenta tão nova, promissora

~~~~~~~~~~~~

*Depois de resolvido, finalmente, um ISTG


24
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Horatio Walpole, 4th Earl of Orford (24 September 1717 – 2 March 1797)

Alguém que com o seu grupo de amigos (com destaque para Thomas Gray) e em torno de uma obra em construção (durante várias décadas) - Strawberry Hill, nos arredores de Londres - veio a contribuir para o que foi a intensificação, e depois a sistematização, dos estudos de História da Arquitectura: com destaque para o conhecimento do Romanesque e do Gótico.

Ele que, deliberadamente, quis construir uma mansão neogótica era filho do 1º PM, que foi Robert Walpole. 

Porque o rei George I, vindo de Hanover não falava inglês.

E terá sido por sua influência (de Horace), como mostrámos no estudo dedicado a Monserrate - no século XVIII, quando o Estilo Gótico era muito mais do que uma corrente artística (chegando a ser uma questão de Estado, fortemente ligada à religião); por essa altura - em 1772, o Enviado inglês a Portugal, designação então dada ao Embaixador Inglês,  foi o seu primo Robert Walpole (e com o mesmo nome do pai de Horace).

Como está no nosso estudo sobre a casa de Monserrate*, ver nota nº 214, na página 177:

Segundo informação que solicitámos à Embaixada Inglesa em 26.3.02; respondeu: “...foi encontrada uma entrada em nome de Robert Walpole, na publicação "British Diplomatic Representatives 1689-1789". Arrived Lisbon shortly before 26 Jan. 1772, did not deliver credls. till 8, March 1772…”.

Interpretação_deMonserrateI a MonserrateII.jpgNesta 1ª imagem - planta que foi de encarnados (cinza escuro) e amarelos (cinza claro) - para mostrar as alterações feitas no século XIX, de Monserrate-I, para Monserrate-II.

Mais explicações a ver no livro

excertoFachada.jpgNeste desenho excerto da actual fachada (aprox.)

~~~~~~~~~~~~~~

*Monserrate uma Nova História, por Glória Azevedo Coutinho, Livros Horizonte 2008.

Em Nov. 2017, para lembrar Horace Walpole e a sua importância na História.


21
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

... no Ensino Superior do Design

 

Ou, o concretizar de um provérbio muito giro:

"Quem sabe faz, quem não sabe ensina"?


19
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

É dele esta peça que alguns (e um certo CD), por questões de inteireza que são essenciais à vida em sociedade, deviam conhecer:

Põe quanto És no Mínimo que Fazes

Para ser grande, sê inteiro: nada
          Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
          No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
          Brilha, porque alta vive


Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

A ler aqui

Expo-Gulbenkian-2017.jpg

Fotografado em 2017, na FC Gulbenkian


15
Set 17
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

Podem ser as proposições de um Silogismo...

 

Mas aqui para nós - e a colocar principalmente em ICONOTEOLOGIA -, vão constar várias informações que permitem sustentar, e aos leitores compreender, o que se pretende explicar sobre a efabilidade* da Elipse. Isto é, como a referida forma (mais uma entre centenas ou milhares de formas**?) passou à Arquitectura com o objectivo de traduzir Deus.

É que para o artigo/posts que andamos a compilar e redigir, com vista a uma versão final, sobre o claustro da Sé de Portalegre, é muito (como sempre temos dito) aquilo que se perfila no nosso horizonte.

Os nossos blogs vão estar (por uns tempos), sincronizados e em sintonia.

FelizmenteSouDumTempoEmQueA.jpg

Em livro nosso, e da BAQ "o que vários autores escreveram sobre a Geometria"

~~~~~~~~~~~~~~

*Efabilidade - palavra tão pouco usada (normalmente em Filosofia) que nos levou a outros artigos que vale a pena destacar

**Escreve-se assim, mas depois também nos lembramos dos autores que referem um número pequeno/restrito de formas. De acordo, só que as combinações com base na Geometria são infindas. Como se a Geometria fosse - e dissemo-lo na FBAUL, e a Fernando António Baptista Pereira -, como uma Gramática. Ou a base de várias Polissemias?

Mas lá chegaremos, não muito diferente, do que vários autores escreveram sobre a Geometria, porque um Work in progress é para progredir

Ver também Premissas I, onde se faz referência ao Céu (ou a Abóbada Celeste), presente nas religiões.


13
Set 17
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Vinda da Europa, uma forma de esbater a interioridade

Para além das pontes que queremos ajudar a construir...


08
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... produz os seus frutos, próprios da estação e época do ano.

Nem sempre aqui (Primaluce), mas sempre a trabalhar

"comme il faut" (neste caso para Portalegre)

Actividade non stop a que se acrescentaram hoje (11-09-2017) - várias «novas infos».

Portalegre a cidade que nos está a dar - como a partir de Abril 2011 começámos a compreender poderia acontecer... - a hipótese de reunir todas as pontas (fazendo nós, laços e entrelaçados..., ou seja sínteses) de uma vida inteira de trabalho.

Quem diria?

Mas hoje, é inclusivamente no espaço onde está plasmado, em pilastras côncavas, o símbolo do infinito (que descobrimos e por isso ficou destacado na p. 38 de Monserrate uma Nova História*); hoje é nesse espaço que dormimos em Portalegre. Em paz, sob Ogivas Barrocas**, como nos dá imenso gozo dizer.

TectoCarpintariasDel'Orme.jpg

Acima uma criação de Philibert De l'Orme (1514-1570), para Ogivas aparentes, em madeira. Esta interpretação nossa, e prova-nos a existência de uma vontade de ter à vista elementos que pouco ou nada contribuíam para um suporte efectivo da construção. Pelo contrário, iriam pesar sobre outras estruturas, ou o conjunto do edifício. Na actualidade seriam designadas como sub-tectos ou tectos falsos.

Curiosamente, a legenda desta imagem em Teoria da Arquitectura do Renascimento aos nossos dias, Taschen 2003 (ver p. 213) diz o seguinte (com que, em absoluto, não podemos concordar):

"Sistema de abóbada

De l'Orme faz aqui a demonstração do vigamento «com pequenas traves» de que é inventor (...) Nouvelles inventions pour bien bastir...1576 (...)"

Percebe-se, perfeitamente, que os historiadores de arte aceitem esta legenda; mas no nosso caso não a aceitamos, tendo a dizer sobre ela: Não, não e não!

Porque essa legenda devia ter algo mais, como por exemplo: "De l'Orme inventor de um sistema de abóbada, falante, e portanto para ser visto".

~~~~~~~~~~~~~~

*ISBN: 978-97224-1528-6. Livros Horizonte, Lisboa, Fev. 2008, por Glória Azevedo Coutinho. E é aqui que entra, com toda a força, a questão que não pode deixar de nos surpreender: Como e porquê se herda uma casa que tem no seu espaço mais valioso e expressivo, exactamente uma imagem iconográfica que descobrimos (e todos todos escondem)?  

**Equivalentes às que Philibert De l'Orme ensinou a construir (ou preconizou se deveriam empregar e estão na imagem que ilustra o post de hoje)


05
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Ou, talvez o Glossário Visual que estava previsto no nosso plano do doutoramento?

 

Seja qual for a resposta, são bem-vindos pois aqui ensina-se com gosto. Apresentando agora os principais Termos de Pesquisa em Iconoteologia (dos últimos meses):

 

  1. arco abatido ou asa - 3
  2. a diferença entre elipse e oval - 2
  3. qual é a diferença entre elipse e oval - 2
  4. a diferença entre oval e semi val - 1
  5. arco arabe construçao - 1
  6. azulejos ponta de diamante - 1
  7. couceiras - 1
  8. diferenca de oval e elipse - 1
  9. o que era a escola livresca - 1
  10. significado de cultura livresca - 1
  11. simbolo infinito moebius - 1

Wells'_Cathedral

Na imagem aquele que é (para nós) talvez um dos arcos mais surpreendentes da História da Arquitectura.

E perguntamos nós: Arcos Opostos, será uma boa designação? Acrescentando: num louceiro antigo, será que alguns não têm em casa (na casa de jantar, ou na sala), esta mesma iconografia? Com mandorlas topo-a-topo, ou arcos quebrados colocados também nessa posição? 

Só que, dirão, mas o Louceiro já não é assunto da História da Arquitectura porque é assunto da História do Design! Pois, dirão espontanemamente, já que ninguém ensina, ou ensinou, que a maioria das formas da arquitectura (dita arte maior) também foi parar às que antes foram designadas artes menores.


mais sobre mim
Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
14
16

17
18
20
22
23

25
26
27
28
29


arquivos
pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

subscrever feeds
blogs SAPO