Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
31
Jul 14
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... mas simples (e também um triste) regozijo!

 

Sim, temos que nos regozijar pelo facto da sociedade portuguesa estar a auto-conhecer-se! Mesmo que este autoconhecimento seja demasiado catastrófico.

Mesmo que seja o tornar clara, a imensa corrupção que vai em variadíssimas instituições...

Temos sido alvo/vítimas dessa corrupção, das trapalhices das informalidades, dos não ditos, de uma Justiça que é inoperante e prefere continuar a ser assim:

Só agindo quando é claro de mais, que não vai conseguir calar! 

O que por aí vai (agora e ainda na banca) são as doenças e as patologias tornadas visíveis, quando até aqui, vagamente, se falava apenas em sintomas pouco claros.

Como repetidamente temos escrito (e vamos continuar a fazê-lo, por ser inadmissível esta nossa situação), ninguém vai fazer investigação para se esconder o que é uma descoberta - ou sucessivas descobertas - da maior relevância, nas áreas das chamadas Ciências Humanas.   

«Sucessivas descobertas» se as quiserem dividir por inúmeras disciplinas, como actualmente o conhecimento «funciona».

E ainda funciona - entre aspas - porque na realidade é mais correcto dizer que em muitos casos o Saber se tornou disfuncional. Já que ninguém se entende, porque, de propósito, tudo foi muito repartido, para se tornar difícil que alguém vá além da sua «courela». Ou inclusive, que entenda os assuntos e os temas, logo à primeira!

E para esta disfuncionalidade (aqui entre nós portugueses) até o chamado ACORDO ORTOGRÁFICO está a dar uma óptima contribuição...

Porque as mensagens que deviam ser claras, em cada uma das palavras, ou em fórmulas breves, perderam a eficácia, já que é preciso pensar no que se pode estar a querer referir?

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/invariantes-ou-ideogramas-mais-tudo-o-70166


28
Jul 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... é uma das frases «gozadas» que um dia já aqui se escreveram.

 

Bem bom, não há como a distância para reler ideias que já tivemos, ou escritos que já escrevemos. E nalguns desses, parece, não nos teremos saído mal? E há quem nos lembre...

Depois, mais recentemente, o artigo do PortalegreCultural*, as notas que o completam, e ainda relacionado com esse artigo as leituras absolutamente fantásticas que se podem fazer em Maurice Gandillac - na tradução do Pseudo-Dionisio, o Areopagita : leiam atentamente e em particular as alusões às Vergas dos  Vãos e aos seus Significados... Se sabem francês podem confirmar como está lá tudo sobre os Estilos Arquitectónicos... 

Enfim, são várias matérias, e os sinais, muito indiciantes das mudanças que estão no ar

 

Como estão no ar estas luzes extraordinárias, que são para gozar:

Viva o Amarelo, os Brilhos, a Clareza de Espírito!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://portalegrecultural.pt/interpretacoes-e-interaccoes-urbanas-na-cidade-de-portalegre/

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


26
Jul 14
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

... mais tudo (ou o muito) que muda na História da Arte e na História da Arquitectura

 

Não apenas no ensino em geral (nas universidades das Ciências Humanas «do mundo»), mas sobretudo em Portugal.

Onde, como mostram bem as histórias de uma instituição bancária portuguesa - recentemente postas em todos os jornais... - aqui, como se sabe, é possível omitir factos da maior importância, aos inspectores e supervisores. Claro que à Justiça também, que tudo faz para ter todos os radares muito avariados...

E assim todos vão vivendo como se não fosse nada com eles: felizes e contentes, na sua mediocritas que é plenamente assumida!

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/invariantes-ou-ideogramas-mais-tudo-o-70166

http://primaluce.blogs.sapo.pt/13950.html


25
Jul 14
publicado por primaluce, às 08:00link do post | comentar

... para haver confiança. Para se trilharem novos caminhos, e estamos a pensar, particularmente, nalguns embustes do Ensino Superior, de que nos queixamos ao mais alto nível, com provas de o ter feito... 

 

Sim, não são apenas lamúrias, mas passos dados, efectivos, para denunciar um país que sabemos estar, realmente, repleto de mentiras e embustes – como há anos estamos a escrever (e a descrever), aqui em Primaluce. Assim, o poder ter acesso a este artigo do Expresso onde se aprendem e se reencontram, descritas e bem explicadas (ou retratados) por outros, inúmeros sinais e características da sociedade portuguesa; por isso este acesso é um luxo.

Como é um «luxo» - a favor dos que quotidianamente destroem o país (e parece que têm muito gosto nisso, também vantagens...), o facto de não haver Justiça.

No entanto é um imenso desperdício (embuste e também «enorme luxo» - descrito com muitas aspas) haver escolas que se afirmam como estando nos melhores rankings e nas mais altas classificações mundiais, mas, em contraponto, aquilo que de facto elas têm de melhor, isso estão a esconder!

Em suma, perfuntamos: como é que se pode pensar com dados errados, que ninguém denuncia ou corrige?

Obrigado ao Expresso On line:
http://expresso.sapo.pt/portugal-pythonesque-um-pais-de-desenvolvimento-muito-alto=f883045

Há portanto que ir espalhando ideias mais certas, que não são, forçosa e exclusivamente as nossas, mas... e há falta de melhor (que em boa verdade estamos a desconhecer), talvez possam ser como estas, registadas em*:

"Por muitos anos que viva não esquecerei nunca o que me esforcei num mestrado e depois na tentativa de desenvolver essas mesmas ideias num doutoramento..."

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*http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=155554


23
Jul 14
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

Com as perguntas do título estamos a ampliar a voz de quem pensa como nós: como é o caso de Ruinarte, onde as ruínas adquirem uma expressão e beleza sublimes, e se transformam em metáfora do país...

 

De um país em que - e esta situação está denunciada há muito... - se prefere construir de novo, ocupando abusivamente a natureza. Que é também por isso muito pouco ordenada. Em vez de se preferir, como era normal, trabalhar e organizar o já existente.

Em Ruinarte pode-se ler*:

"Como se pode encarar, ao abrigo da democracia conquistada em Abril, dos direitos humanos e da Europa civilizada, que ainda hoje haja casos desta gravidade?Como se pode encarar uma sociedade civilizada que é alheia aos mais básicos direitos de todos os seres humanos?  Como se pode admitir que haja uma frota automóvel de luxo, viagens e aquisições de carácter supérfluo, entre muitas outras gorduras do Estado, enquanto houver pobreza em Portugal?"

No nosso caso, em 2004 escrevemos**:

"...o tema é fulcral, devendo ser visto com profundidade, e as entidades várias - da Administração Central à Local - deveriam implementar medidas, no sentido de mudar a situação. É conhecida a falta de uma Cultura Patrimonial, mesmo entre as elites (no contexto da falta de cultura em geral, e contemporânea). É conhecida a pouca exigência dos cidadãos, face às obras de Arquitectura. Finalmente é também muito conhecido, o afastamento do nosso país, relativamente a médias Europeias, no que diz respeito à recuperação e re-utilização do património antigo: Em números, vindos de um Estudo do Ministério das Cidades e Habitação (divulgado em Set. 2004), a média nos países da U. E. é a da recuperação de 33,2 %  dos edifícios antigos, enquanto em Portugal esta recuperação é apenas de 5,6% (...) É uma nova mentalidade que é necessário adquirir: A de uma sociedade que seja mais exigente, menos consumista de arquitectura de pouca qualidade – que por isso se “descarta” em pouco tempo - para que se invista mais, em projectos melhores; que sejam depois mais perenes..."

Enfim, sejamos todos muito claros: não é só nos Bancos que há dívidas escondidas, processos obscuros, ou ilegais e silenciados. O Ensino Superior (ou inferior - tal como se comporta!) é um dos enormes responsáveis daquilo que se tem praticado por esse país fora. Pela omissão, porque não é resistente, construtivo e coerente, sobretudo porque se cála e fecha; quando deve à sociedade a divulgação do SABER. Ou não é do Ensino, que se espera, venham as lições, as explicações e as fundamentações para as mudanças de comportamentos?

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*http://ruinarte.blogspot.pt/2014/07/num-pais-civilixado-beira-mar-arruinado.html

**Ver em Monserrate uma nova história, Livros Horizonte, Lisboa 2008, pp. 152 e 195.

https://www.youtube.com/watch?v=hwypMGTsPhg

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/de-novo-fazer-corresponder-sinais-70106

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/vida-estrada/?uid=ZdkawuywpkIKeMpwQbbZ&grande#foto


21
Jul 14
publicado por primaluce, às 14:00link do post | comentar

... e aquele que não tivemos de quem o devia ter dado, há um novo post em Iconoteologia*.

 

Sem comprometer o desenvolvimento e a apresentação da nossa tese de doutoramento, tal como em 2010 percebemos ser essencial divulgar as nossas ideias - para ajudar a desenvolver as mentalidades dos que desconhecem o que é um paradoxo cientifico; também agora nos parece que está muito mais do que na hora de tornar públicas, algumas novas e diversas informações que constam na documentação entregue na FCT e na FBAUL depois de 2006 e 2007. 

Quando logo que começámos a receber orientações (teóricas e bibliografia) de Fernando António Baptista Pereira, a partir de Maio de 2006 logo identificámos novos IDEOGRAMAS, e nos apercebemos da sua importância para a Historiografia da Arte

Recorda-se particularmente a leitura de Aloïs Riegl e o seu trabalho dedicado à Arte Paleocristã, que lemos em tradução espanhola: El arte industrial tardorromano.

E aqui também recordamos, para que cruzem essas informações, o que temos obtido em José. E. Horta Correia. Em especial o que considera terem sido "Invariantes" da Arquitectura Europeia: às quais nós preferimos chamar constantes, ideogramas, diagramas orgânico-relacionais, etc.**. Em suma, elementos que tinham valor semântico, ao contrário do que em geral se pensa...  

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/de-novo-fazer-corresponder-sinais-70106

**http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/no-panorama-ainda-muito-pobre-da-69334
http://primaluce.blogs.sapo.pt/face-ao-panorama-ainda-muito-pobre-da-195448

Há instituições que não podem dizer que desconheciam:

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


19
Jul 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Será que todos nos sentimos sintonizados com o «país de mentira» que este é? E em que se transformou?

 

Tal como está todos os dias nos jornais, e não está nos tribunais: ou seja, de modo igual e na mesma proporção com que (parece?) terão sido cometidas as indignidades de que a comunicação social dá notícia (excessiva).

Será que assumimos esta coisa que parece ser uma espécie de enorme «afeição-à-desonestidade-que-todos-praticam»? A um mundo ao contrário, sem referências e valores*?

Onde uns (será ainda a inveja?) têm o direito de deitar a perder as obras, os esforços e as construções dos outros: dos que foram empenhados, trabalhadores e honestos? Dos que fizeram os seus caminhos o melhor que podiam e sabiam?

Estamos a usar palavras fortes? Estamos sim. Mas claro que é de propósito.

Como entretanto também é de propósito que uma instituição bancária já nos esteja a dizer – na sua publicidade – que está a sair da Crise mais forte e mais preparada para o futuro.

Se repararem, essa instituição está claramente a usar os maus exemplos para se afirmar/mostrar como contraponto: i. e., está a usar a Crise, e os péssimos exemplos que vemos e nos têm sido dados - como espectáculo de mau gosto… – para condenar e fazer uma «publicidade positiva». Se não é? Parece.

Será que de futuro quem se quiser publicitar vai ter que mostrar como tem cumprido, enquanto empresa, as suas Responsabilidades Sociais? Que o lucro não é tudo e que os objectivos de todas empresas são, em grande parte, a promoção do trabalho e das pessoas?

Será que de futuro as empresas para se autopromoverem vão ter que mostrar a sua história? Um CV repleto de muito bons exemplos – very clean, como esse banco parece estar a fazer?

Será que a sociedade portuguesa, em todas as suas áreas, e em especial naquelas em que se faz formação e em que se deve ser exemplar (como é aquela em estamos), finalmente decide acabar com a «corrupçãozinha» pouco clara, mas que existe? A que está nos empurrões, no não assumido, e com o fora de todas as regras, que nem escritas são? Ou que, se o são, são fáceis de contornar?

Será que a acumulação de todas discriminações (muitas vezes quase inconscientes e irracionais, mas em que cada um deve saber aquilo que pratica!) vai finalmente acabar? A que é feita contra aquele, porque é mais velho, porque é feio, porque é fora de moda e do seu tempo? Porque é sem stylings (os que alguns acham dever ser a regra)? Porque é mulher, porque é fraco e muito resiliente, e portanto aguenta todos os maus-tratos? Ou porque é gordo, ou porque é magro e metido consigo…

Será que tudo isso vai acabar?

Será que cada um – em vez de estar à espera de haver um polícia, ou de que chegue a «inspecção do trabalho» – cada um faz isso por si?

Que tem a coragem de condenar directamente (o parvo), quem lhe está a querer impor uma ilegalidade? Que o diz alto e bom som - que "O Rei vai nu!" - para que se saiba aquilo que pensa? Sem medo?

Fica a colecção de perguntas, pois por cá não gostamos de mudar de ideias! E há quem nos visite, quase quotidianamente, num post em que, tal como hoje, quando o escrevemos nos pareceu excessivamente moralista; a apelar à Ética. 

Talvez seja, talvez não seja? Tudo está tão relativizado que é necessário ir ao essencial: e a verdade, é que também não deixava de ser a autodefesa de quem tem sido prejudicado por inúmeras desonestidades.

E mais uma vez aqui se registam, porque as histórias que hoje estão nos jornais também são de algum optimismo: toda a correcção acaba por fim a ser reconhecida!

Releiam, se vos apetecer, em:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/102485.html

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*E em http://portalegrecultural.pt/interpretacoes-e-interaccoes-urbanas-na-cidade-de-portalegre/ citámos o Artigo/Entrevista a Vítor Bento, do qual escrevemos (nota nº 3): "A ideia de 'religar' em Religião é muito abrangente. Também passou à Arte através da articulação de círculos e figuras geométricas que aparecem entrelaçadas de vários maneiras. Como explica Vítor Bento (sobre a Ética) a laicização mudou comportamentos. Ver 'A religião pode salvar a economia?' Diário de Notícias, Lisboa 31.05.2014, pp. 4-9."

http://fotos.sapo.pt/g_azevedocoutinho/fotos/postals-pink/?uid=WcF6L0v4TJpCf3v0HCQ9

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


15
Jul 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

A fama de Monserrate e de muitas outras casas semelhantes, com os seus revivalismos medievais/renascentistas fizeram com que essas tipologias se tornassem altamente desejadas no século XIX.

 

Casas que eram como palácios, com as suas torres - de Castelo medieval, ou que «por outras razões» pretendiam tocar no céu. 

E assim, com diferentes pretextos construíram-se inúmeras mansões, com os seus mirantes - urbanos ou de vilegiatura - para olhar sobre a paisagem. 

Uma moda que fez com a burguesia, desejosa de ascensão social (e quiçá também razoavelmente conhecedora das tradições antigas?), tivesse como ambição a tal mansão da moda que espelhasse a sua progressão. Enfim, casa que devia ser apalaçada, com uma torre que se destacasse.

Mas quem troçava dessa moda, isto é os nobres, ou sobretudo aqueles que já tinham ascendido socialmente e já se consideravam a si próprios ao lado da antiga nobreza (como se sempre lá tivessem estado...); esses, como está no título, gozavam a dita moda dizendo que o essencial era: 

"Ter uma casa apalhaçada com um almirante no telhado..."

 O que - porque não?, haja humor face ao triste descalabro que por aí vai - também se pode aplicar à casa de Monserrate...

Mais, até a um texto nosso que encontrámos perdido na internet. Cujo link está acima e onde empenhadamente apresentamos várias questões relacionadas com a história do Palácio de Monserrate.


09
Jul 14
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

É verdade, apesar do pais ser pequeno, a "Hiperlitoralização" do país nem sempre tem desvantagens.

 

E na dita pequenez, é mesmo para as mentes mais pequeninas e minúsculas - com outros epítetos que lembram mesquinhez e mosquinhas - que se vê que algumas distâncias do interior ao litoral e vice-versa, não contam. Felizmente: há quem ao longe se porte com uma dignidade urbana e capital, que não se vê em Lisboa!

Há, pode-se dizer, quem se esteja borrifando para as verdadeiras saloiices lisboetas, dos alfacinhas que não largam o húmus da terra, mais as criaturas que vemos serem vermiculares; as que se enrolam, enredam e vegetam (como verdadeiros vegetais que são...) nesse húmus bastante lamacento.  

Complicado e metafórico? Não! Muito real! 

É que enquanto em Lisboa há quem esconda o nosso trabalho, em Évora, consta na bibliografia de uma Universidade em cujo logótipo está uma das representações do Espírito Santo*!

Pode o Presentismo contemporâneo esconder esta questão que foi tão relevante na cultura europeia durante séculos?

Claro que pode, numa sociedade como é a nossa em que vemos inúmeros crimes, imensos, ficarem impunes. Tal como a sociedade contemporânea também pode estar a regredir, fruto da ausência de valores e das suas próprias escolhas...**

Enfim, poderá parecer que há neste post outras metáforas e alusões ao tal Presentismo redutor! Mas, apesar de muitos o esconderem, estamos a trabalhar nestes temas desde 2001-2002. E Ário - depois os Semiarians e Pneumotachis como são referidos pela bibliografia inglesa - foi um heresiarca, que, enfim, desencadeou algumas correntes (acima referidas***); consideradas heréticas, e dos primeiros tempos do Cristianismo.

Finalmente uma advertência: embora no inconsciente colectivo muito esteja ligado, qual Pangeia... - e por isso também no pensamento contemporâneo - na verdade, constata-se, existem neste post algumas (meras) coincidências: porém, não liguem o que não ligámos!

~~~~~~~~~~~~~~~~

*Como defendemos houve outras representações do Espírito Santo; exactamente no trabalho que um Departamento da Universidade de Évora aconselha aos seus alunos!

http://www.estudar.uevora.pt/index.php/layout/set/print/Oferta/licenciaturas/disciplinas/%28curso%29/142/%28codigo%29/HIS0801#content_node_biblio: no link ver Coutinho. 

Como se sabe em Lisboa é diferente: as instituições que se deviam orgulhar do nosso trabalho escondem-no!

**Artigo/Entrevista a Vítor Bento, citado em http://portalegrecultural.pt/interpretacoes-e-interaccoes-urbanas-na-cidade-de-portalegre/, na nota nº 3, em que escrevemos: "A ideia de 'religar' em Religião é muito abrangente. Também passou à Arte através da articulação de círculos e figuras geométricas que aparecem entrelaçadas de vários maneiras. Como explica Vítor Bento (sobre a Ética) a laicização mudou comportamentos. Ver 'A religião pode salvar a economia?' Diário de Notícias, Lisboa 31.05.2014, pp. 4-9."

***Ver por exemplo em: http://newadvent.org/cathen/

Também:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/150785.html

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/


08
Jul 14
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

É um post de Iconoteologia, que ainda merece - parece-nos? - ser conhecido...

 

Porque se tratam de substituições e de correspondências, isto é de analogias: para tentar explicar aquilo que os homens consideravam ser Deus. Faziam-no através de substituições, por sinónimos, alegorias e alusões, que permitiam chegar à noção e ideia de Deus.  

Essas correspondências seriam obra de mentes inteligentes, talvez (?) treinadas em fazer. Isto é, e como escreveu o autor dessa ideia, a elevação espiritual levaria também ao fundar, edificar e completar. Terminologias que, de facto, costumam caracterizar os trabalhos das pessoas que consideramos Obreiros

Leiam, porque algumas palavras do Areopagita foram uma das fontes que nos permitiram pensar; não exactamente como os nossos contemporâneos, mas aceder - e talvez o tenhamos compreendido - sobretudo aquilo que parece ser essencial:

Que pelos raciocínios e lógicas de hoje nunca se chegará a entender a Arte antiga.

Embora, esse entendimento fosse mais do que desejável, pois é «lá» que se localiza, em parte, um certo inconsciente colectivo: alguma, ou totalmente, a raiz do pensamento, o nosso contemporâneo.

Ver em: 

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/uma-inteligencia-perspicaz-nao-ficaria-69726


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