Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
16
Out 17
publicado por primaluce, às 14:00link do post | comentar

... ou as mais apropriadas, e o sentido prático/didáctico que devem ter em situações específicas, de perigo:

 

Francamente pareceu-nos estranho! Muito estranha a frase da Senhora Ministra citada pelo Público:

Número de mortos sobe para 31. "As comunidades têm de se tornar mais resilientes", diz ministra”.

Na frase parece referir-se a incombustibilidade, ou a incomburência!? Como se dependesse das pessoas a velocidade a que o fogo alastra; ou as pessoas se tornassem resilientes, assim, de um minuto para o outro...

É que as pessoas, dizemos nós, e as comunidades que elas constituem, para se defenderem precisam ser «formadas» em diferentes áreas, atendendo às suas «preparações» (ou habilitações) e também ao contexto de alterações climáticas* a que se está a assistir.

É que não se está a ver que as comunidades, só por elas, ou com iniciativas desencadeadas pelos municípios onde vivem, consigam criar as condições para a auto-defesa e a resiliência que é preconizada pelos governantes. Sobretudo a conseguirem por em prática receitas de que estão razoavelmente distantes:

... a pessoa resiliente procura descobrir as causas dos problemas e das adversidades para poder lidar melhor com as circunstâncias e evitar ficar em situação de risco.”

E isto, transcrevemo-lo - ponto 4, de um Expresso de Agosto de 2011. Porque afinal, parece, talvez a palavra resiliente não esteja errada? Ou tivesse sido empregue inapropriadamente.

Mas será que as populações compreendem...?

~~~~~~

*Claro que as Alterações Climáticas não são o foco de ignição; mas as cargas térmicas acumuladas em zonas onde, praticamente, não chove desde Março, levariam a prever uma enorme perigosidade. 


14
Out 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Sim quem diria?

 

Que um assunto, à partida difícil, chato, sintagmático, paradigmático ou simbólico; um tema – que é também Ciência (para muitos) – mas cheio de precisões e tantas outras referências ou «definições quase milimétricas» (porém sempre bastante equívocas...), poderia conseguir dar origem a um romance?

Que é, às vezes de gargalhada, outras a precisar que nos lembremos de alguns autores e seus contributos (Estruturalistas) para as Ciências Sociais.  Mas também intriga, romance meio policial, com muita política, e a cultura francesa dos anos 1980...

Quem diria (?) que a Semiologia - disciplina que A. Quadros no IADE quis que se chamasse Semiótica (para não se confundir com a Semiologia médica) – e que tanto trabalho nos dera na ESBAL (entre 1973-76).

Semiologia que se «misturava» então (e talvez ainda agora?, sabe-se lá...) com várias teorias projectuais. Mas sobretudo, com a “linguística de Chaussure”, como também aparece aqui (na Obra Abaixo...).

DSCN9477.JPGQuem diria que as ditas Ciências (auxiliares do Design e da Arquitectura) podiam ter o condão de nos divertir e prender - feitas cenário/contexto de um romance -, durante umas boas horas?!

Quase a meio do livro continua o «apetite». Ou será talvez mais voragem e avidez (?), por saber da intriga que o autor – e de certeza que este se divertiu imenso a escrevê-la... – conseguiu engendrar, com o sub-título: “Quem matou Roland Barthes?”  

Para já, e So far, so good, vamos ver se assim continua - bem giro - até ao fim?

Óptimo fim de semana


10
Out 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Quem quer contar?

Pois aqui vamos reunir alguns casos mais recentes, e sobretudo os outros - mais insistentes:

http://primaluce.blogs.sapo.pt/os-numeros-e-o-seu-sentido-388606

http://primaluce.blogs.sapo.pt/arquitecturas-falantes-ou-the-language-357027

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/correspondencias-entre-imagem-e-104222

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/novas-explicacoes-sobre-o-pensamento-97538

Neste caso, leiam, uma curiosa associação, de que nós não nos lembraríamos nunca: sobre Amor e Geometria. Sim a mesma Geometria que dizemos ter sido uma espécie de Gramática Formal (para o desenho das formas):

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/a-questao-de-deus-uma-so-ou-varias-73038 - Contém informação vinda de um projecto que é um luxo: Isto é, que a FCT apoiou, apesar do tema essencial ser Religião. Ou, quem sabe (?), por não ter nascido associado a uma auto-promovida (e muito presumida) melhor escola de design...?  

Formas-Significantes-contraste.jpg

Tratam-se de Polígonos reunidos por Louis Sullivan, autor da noção (sua) de ter havido uma certa elasticidade na Geometria. Com o objectivo de se adequar a diferentes ideias, que (a Geometria) teria a capacidade de traduzir. É uma proposta interessante, porém, preferimos a nossa, associada a processos mentais básicos (da que foi, quiçá uma das primeiras ciências), e ainda à perspicácia de que escreveu o Pseudo-Dionísio

 

Os posts seguintes são sobre a génese do arco ultrapassado e do arco apontado: como várias imagens associadas traduziram ideias (teológicas) antagónicas - o perfilium e o filioque

http://primaluce.blogs.sapo.pt/89925.html

http://primaluce.blogs.sapo.pt/90235.html

Logo mais vamos acrescentando a lista, no entanto não se esqueça que estes blogs nasceram da nossa necessidade de tornar visível o que a melhor escola de design portuguesa (e «seus compadres»!) decidiram esconder e calar. Portanto, quase tudo - ou nada escapa - e é o mesmo assunto que não pára de nos entusiasmar. Thanks God


08
Out 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...associados às Imagens e à Arte.

 

Como sabemos, Lima de Freitas escreveu sobre este tema - tal como fizeram muitos outros autores -, mas, nem sempre com um foco dirigido, exclusivamente, para os Números.

Na verdade, de entre os elementos que «intermediaram» (ou estiveram em substituição) dos Números, para formar as composições e as suas imagens (finais nas obras), aludindo a ideias concretas; esses elementos - como cada vez mais sabemos (ou temos provas e informações) - eles foram gerados pela Geometria.

Uma Geometria que nem sempre foi apenas Matemática, ou a Ciência como é hoje entendida. Da qual Hugo de S. Victor em Didascalicon escreveu ser: "source des sensations et l'origine des expressions".

E o Painel Começar,  de J. de Almada Negreiros, no Átrio da FC Gulbenkian, que Lima de Freitas analisou (no livro cuja capa aqui está), é, por exemplo, uma das melhores provas da forma como a Geometria sempre serviu para exprimir Números que foram associados ao Deus-Uno e Trino.

Aliás, o dito Painel Começar talvez devesse ser abordado como reflexão (ou como uma enorme e longa citação?) de inúmeras outras obras.

Exactamente sobre muito daquilo que se encontra ao longo do tempo e está registado na História da Arte; ou se quiserem (?), e portanto essencial, em DOUTORAMENTOS sobre IMAGEM e CULTURA VISUAL*...

Em nossa opinião o mencionado painel "Começar" poderia talvez ser visto como uma espécie de "Encontro com o passado". Pois lembra-nos uma exposição da National Gallery que vimos há uns bons anos... O Painel Começar é sem dúvida um óptimo registo daquilo que ao longo de toda a História da Arte se vê e constata. Ou seja, como "do velho se fez novo".

As imagens antigas geraram as novas, porque as mais novas (ou mais recentes), foram actualizações necessárias das anteriores. Quando a ideologia era ainda a mesma, apesar de tudo, muitas vezes houve necessidade de actualizar.

Mas mais tarde, e fale-se do meio do século XX para a frente, quando as ideias já não eram as mesmas e a religiosidade - apesar do Concílio Vaticano II -, continuava a decair no Ocidente Europeu. Então, uma espécie de saudade das formas (mais antigas) veio também fazê-las reviver**.

Uma vontade muitas vezes sem sentido (?), e até sem saberem porque surgiu, mas que fez com que as fossem buscar. Como escrevemos, talvez só por uma simples continuidade, memórias ou lembranças cujas raízes eram apenas de ordem afectiva: talvez a fazer lembrar, por exemplo, a saudade que alguém tem dos cheiros e sabores da casa, e dos ambientes onde cresceu.

Talvez algo muito proustiano..., e sem outras motivações relevantes?

ALMADA-E-o-NUMERO2.jpg

Mas enfim, aqui há que dar a volta ao texto:

Pois que seja boa e bonita a lição sobre Lima de Freitas!

Começando a haver, crescentemente, razões de regozijo (nosso) porque os que nos têm afastado, ou escondido e apagado os frutos dos nossos trabalhos e descobertas, irão ouvir dizer amanhã, dirão até eles mesmos - em lição especial para alunos de um doutoramento - que afinal numa escola de Design os temas da Geometria (antiga, e tal como George Hersey a explica***) - sendo uma das principais disciplinas das Artes Liberais, e integrante de um antiquíssimo «sistema» de ensino - devem ser, obrigatoriamente abordados...

Só que tudo isto é também a maior das ironias!

Pois no nosso caso convivemos de perto - muitas vezes, a sorrir e até a rir: a troçar (!) de algumas das questões que autores como A. Quadros, Lima de Freitas, Natália Correia, Gilbert Durand, foram lançando.

E ainda podemos rir, e não há que ter arrependimentos! Fez sentido. Essa é uma constatação, de quem reconhece que ainda bem que cresceu e evoluiu, tendo podido perceber a origem do que muitas vezes os atormentou... (a eles)

Lamentando que esses mesmos autores não tivessem tido a sorte, como tivemos, de poderem ter visto muito mais luz (ao fundo do túnel).  

Lamentando, o que hoje é ainda muitas vezes feito, e se lê por exemplo em autores best sellers, ou não, como Rodrigues dos Santos, Dan Brown (ou ainda M. Gandra) e tantos outros que nem sequer podemos conhecer!

Porque, e aqui estamos a pensar e a incluir alguns escritos de Lima de Freitas, que também consideramos «chocantes». Pois em vez de citarem e se apoiarem, directamente, em textos concretos das Escrituras (ou da Patrística, e até da Escolástica); na verdade quando os lemos percebe-se que há neles falhas gravíssimas: Que estão a citar de cor, sem informação devidamente aprofundada; ou a referirem-se a um antigo "lore" de que G. Hersey escreve em Architecture and Geometry in the Age of the Baroque.

Referem-se ao que são/foram somatórios de equívocos; de conhecimentos mais ou menos muito vagos e adulterados, e menos sabidos por todos eles. E ainda também, mais ou menos desentendidos de todos esses autores...   

Por fim, resta-nos dizer que lemos e aproveitamos imensa informação (fantástica) de Lima de Freitas. Porém, se hoje Lima de Freitas quisesse fazer um doutoramento, baseando-se teoricamente - e de acordo com a metodologia científica, rigorosa, que está em vigor (e não apenas em «ideias feitas» de quem não as foi confirmar!); i. e., se tivesse aprofundado e ido confirmar as suas suspeitas e as dúvidas científicas que teve, então Lima de Freitas teria ido, eventualmente, bastante mais longe. Quiçá teria confirmado hipóteses de que passou ao lado...? Mas também seria hoje, para muitos, um autor muitíssimo mais respeitado.

Assim, que amanhã - desejamo-lo sinceramente - no lançamento do livro "As Imaginações da Imagem", ao apresentá-lo o nosso orientador dos estudos de doutoramento lembre aos estudantes do IADE a absoluta necessidade de haver a máxima convicção e o máximo rigor. Sobretudo toda/ a máxima qualidade (e não apenas «a habitual quantidade de encher»...) nos temas que se pesquisam.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 *A mesma História da Arte que o nosso orientador dos estudos de Doutoramento - FABP (Fernando António Baptista Pereira), ele próprio, não queria que escrevêssemos?

**E muitas dessas serão pastiches. Mas atenção, não estamos a falar de Pier Luigi Nervi. Porque esse autor conhecia, muito provavelmente, o sentido antigo de muitos dos elementos de suporte - nervuras semelhantes a ogivas, ou os artesãos que lembram tectos da Sé de Portalegre -, que usou nos seus projectos.

***Ou o Pseudo-Dionisio, o Areopagita escreveu e deu exemplos. Também Santo Agostinho quando comparou Deus a um Círculo e a uma Esfera; ou Blaise Pascal usou e escreveu sobre um Pensamento Geométrico


03
Out 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Em nossa opinião, claro que não faz mal. Nenhum...

 

Pois é-se hábil, com todas (muitas ou inúmeras) as capacidades que a Natureza - ou Deus (?), nos deu.

Mais, em nossa opinião, o ser-se hábil é um talento: Algo que devemos agradecer! A alguém...

E este post de hoje tem um pouco a ver com a política da actualidade.

Com um PM que parece saber agarrar vários problemas em simultâneo (por ter informação e capacidades intelectuais para isso), e deles fazer soluções.

Como já aconteceu quando era Presidente da CM Lisboeta, e transferiu o seu Gabinete dos Paços do Concelho para o Intendente. 

Mas, sobre este tipo de habilidade, que é talvez também a dos artistas, já em tempos (há 4 anos) escrevemos sobre ela

Enfim, temos muitos temas para repescar, e re-apresentar...


21
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

... no Ensino Superior do Design

 

Ou, o concretizar de um provérbio muito giro:

"Quem sabe faz, quem não sabe ensina"?


19
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

É dele esta peça que alguns (e um certo CD), por questões de inteireza que são essenciais à vida em sociedade, deviam conhecer:

Põe quanto És no Mínimo que Fazes

Para ser grande, sê inteiro: nada
          Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
          No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
          Brilha, porque alta vive


Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

A ler aqui

Expo-Gulbenkian-2017.jpg

Fotografado em 2017, na FC Gulbenkian


15
Set 17
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

Podem ser as proposições de um Silogismo...

 

Mas aqui para nós - e a colocar principalmente em ICONOTEOLOGIA -, vão constar várias informações que permitem sustentar, e aos leitores compreender, o que se pretende explicar sobre a efabilidade* da Elipse. Isto é, como a referida forma (mais uma entre centenas ou milhares de formas**?) passou à Arquitectura com o objectivo de traduzir Deus.

É que para o artigo/posts que andamos a compilar e redigir, com vista a uma versão final, sobre o claustro da Sé de Portalegre, é muito (como sempre temos dito) aquilo que se perfila no nosso horizonte.

Os nossos blogs vão estar (por uns tempos), sincronizados e em sintonia.

FelizmenteSouDumTempoEmQueA.jpg

Em livro nosso, e da BAQ "o que vários autores escreveram sobre a Geometria"

~~~~~~~~~~~~~~

*Efabilidade - palavra tão pouco usada (normalmente em Filosofia) que nos levou a outros artigos que vale a pena destacar

**Escreve-se assim, mas depois também nos lembramos dos autores que referem um número pequeno/restrito de formas. De acordo, só que as combinações com base na Geometria são infindas. Como se a Geometria fosse - e dissemo-lo na FBAUL, e a Fernando António Baptista Pereira -, como uma Gramática. Ou a base de várias Polissemias?

Mas lá chegaremos, não muito diferente, do que vários autores escreveram sobre a Geometria, porque um Work in progress é para progredir

Ver também Premissas I, onde se faz referência ao Céu (ou a Abóbada Celeste), presente nas religiões.


13
Set 17
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Vinda da Europa, uma forma de esbater a interioridade

Para além das pontes que queremos ajudar a construir...


08
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... produz os seus frutos, próprios da estação e época do ano.

Nem sempre aqui (Primaluce), mas sempre a trabalhar

"comme il faut" (neste caso para Portalegre)

Actividade non stop a que se acrescentaram hoje (11-09-2017) - várias «novas infos».

Portalegre a cidade que nos está a dar - como a partir de Abril 2011 começámos a compreender poderia acontecer... - a hipótese de reunir todas as pontas (fazendo nós, laços e entrelaçados..., ou seja sínteses) de uma vida inteira de trabalho.

Quem diria?

Mas hoje, é inclusivamente no espaço onde está plasmado, em pilastras côncavas, o símbolo do infinito (que descobrimos e por isso ficou destacado na p. 38 de Monserrate uma Nova História*); hoje é nesse espaço que dormimos em Portalegre. Em paz, sob Ogivas Barrocas**, como nos dá imenso gozo dizer.

TectoCarpintariasDel'Orme.jpg

Acima uma criação de Philibert De l'Orme (1514-1570), para Ogivas aparentes, em madeira. Esta interpretação nossa, e prova-nos a existência de uma vontade de ter à vista elementos que pouco ou nada contribuíam para um suporte efectivo da construção. Pelo contrário, iriam pesar sobre outras estruturas, ou o conjunto do edifício. Na actualidade seriam designadas como sub-tectos ou tectos falsos.

Curiosamente, a legenda desta imagem em Teoria da Arquitectura do Renascimento aos nossos dias, Taschen 2003 (ver p. 213) diz o seguinte (com que, em absoluto, não podemos concordar):

"Sistema de abóbada

De l'Orme faz aqui a demonstração do vigamento «com pequenas traves» de que é inventor (...) Nouvelles inventions pour bien bastir...1576 (...)"

Percebe-se, perfeitamente, que os historiadores de arte aceitem esta legenda; mas no nosso caso não a aceitamos, tendo a dizer sobre ela: Não, não e não!

Porque essa legenda devia ter algo mais, como por exemplo: "De l'Orme inventor de um sistema de abóbada, falante, e portanto para ser visto".

~~~~~~~~~~~~~~

*ISBN: 978-97224-1528-6. Livros Horizonte, Lisboa, Fev. 2008, por Glória Azevedo Coutinho. E é aqui que entra, com toda a força, a questão que não pode deixar de nos surpreender: Como e porquê se herda uma casa que tem no seu espaço mais valioso e expressivo, exactamente uma imagem iconográfica que descobrimos (e todos todos escondem)?  

**Equivalentes às que Philibert De l'Orme ensinou a construir (ou preconizou se deveriam empregar e estão na imagem que ilustra o post de hoje)


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