Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
14
Jan 17
publicado por primaluce, às 11:00link do post | comentar

..., e ampliando

sem esquecer o amor pelo desenho e como se fazia:

https://www.youtube.com/watch?v=-KFmnySOFoI

E as dezenas ou centenas de pessoas (alunos) a quem ensinámos letterings, e que depois os faziam, lindos, integrados nos desenhos que também dominavam como mestres*:

https://www.youtube.com/watch?v=Ky5p-L_m6BQ

https://www.youtube.com/watch?v=wBMUWILhw_I

~~~~~~~~~~~~

*Muito diferente daquilo que hoje se vê, em que mesmo feito pelo computador, o empenho é zero. E logo depois, consequente, a expressão é a maior tristeza (ou desgraça...). Como apresentarão os desenhos aos clientes? As antevisões do que propõem? 


11
Jan 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Pelos muitos que nos têm visitado

Sobretudo aqui

thanksGOD.jpg

...por skills essenciais, que se vão recuperando

Guardar


10
Jan 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... pois, mas é preciso todos os dias, Democracia e Liberdade, se as queremos, há que as construir! Ou, indo mais além, ensinando a construi-las.

 

A comunicação social tem feito um papel fantástico, lembrando-nos as muitas transformações ocorridas desde 1974. No centro de muitas deles, é isso que nos é lembrado, esteve Mário Soares.

Esteve mesmo! E se estávamos fresquinhos (como alfaces?) e absorvíamos muito, ou tudo, também é verdade, que nos temos vindo a esquecer. O presente (político), a vida da Polis tem estado demasiado empobrecido pela Economia; pelas ideias demasiado redutoras das leis do mercado.

E este fim de semana a comunicação social tem feito de «verdadeiro ventilador». Tem sido como que uma lufada de ar fresco, que as histórias e as memórias do cidadão Mário Soares têm tido a função de nos lembrar.

É o Enquanto há vida há esperança... É a memória de tempos em que se sonhava alto. É lembrarmo-nos de alguém cuja família o dispensou, para, não estando sempre presente, poder servir o colectivo e o bem-comum.

E nesse colectivo ele deixou, ou fez muito, para que se instalasse a ideia de que não há impossíveis. 

Viver assim - um adulto jovem poder compreender que o futuro pode ser melhor; que pode haver alguma proporcionalidade entre os esforços que se fazem e os resultados que se obtêm, é muito estimulante.

É altamente construtivo.

Escrevemos antes sobre a Estrela de Belém, as luzes que nos guiam vida fora. M. Soares teve uma boa estrela, e..., ao que parece, muitos de nós também.  


06
Jan 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...e a uma visão pessoal: "Unicité de Dieu, unicité du genre humain"

 

Escreveu o autor:

"Je partirai de l’évocation d’une toile, qui sera la toile de fond de mon propos : Vue imaginaire de la Grande Galerie du Louvre en ruines d’Hubert Robert, peinte en 1796 (…)

Un monde en crise. Crise, qu’est-ce que cela signifie aujourd’hui ? (…)

Crise veut dire aujourd’hui « système grippé » qui ne saurait trouver en lui-même les ressources de sa réadaptation. C’est pourquoi, il nous faut conjuguer au mot crise, le mot chaos (…)

Un homme donc désorienté au sens propre du mot : il a perdu son Orient (…) c’est le mot désastre, littéralement il veut dire que l’on a perdu son astre. Le laboureur d’antan marchait à l’étoile, il n’a plus d’étoile (…)

Un homme qui n’a plus ni hauteur ni profondeur, mais qui, dans l’horizontalité de la satisfaction de ses besoins, ne fait qu’obéir aux forces du droit et aux lois du marché. Il a perdu toute transcendance (…)

Qu’est-ce qui caractérisait l’univers ancien ? Celui qui s’en est allé sans se soucier de nous transmettre nos lettres de créances et nos droits d’hériter. Ce qui le caractérisait, c’était, très exactement, la confusion du théologique et du politique (…)

L’incréé c’est (…) ce qui nous justifie d’exister. Mais alors terminons et comprenons que ce que je demande à mes lecteurs est éminemment difficile : Simplement laisser Dieu être Dieu en nous-mêmes. Alors le désastre prendra fin et nous retrouvons notre étoile."

Tudo o que se passou depois dos nossos esforços para compreender Monserrate de Sintra; para percorrer AS ORIGENS DO GÓTICO (como sugerido/imposto pela orientadora dos estudos). Tudo isso, incluindo as sucessivas descobertas, as heranças e os patrimónios de que nos tornámos felizes conhecedores: a propósito dos ornamentos e dos ideogramas, que estão na base dos estilos arquitectónicos antigos. Evidentemente que tudo isso teve o poder de nos mudar. O que também não deve admirar, já que é sobretudo para isso, que se estuda e faz investigação.

stars.jpg

 E hoje*, graças a essas mudanças (crescimentos, aquisição de novos skills) uma conferência como esta de Pierre Magnard – ou por exemplo uma outra que se pode ouvir a partir deste link - sobre Platão e a tradução dos seus escritos por Marsílio Ficino, impulsionada por Cosme de Médicis; todas estas informações nos dão uma ideia mais completa do passado, e como é incluído (também incompreendido, mal conhecido), na Cultura e Ciência contemporânea.

~~~~~~~~~~~~

*Em Mateus 2: "...vimos a sua estrela no seu surgir e viemos homenageá-lo..." Bíblia de Jerusalém, Edições Paulinas, S. Paulo 1989, ver na p. 1839.


05
Jan 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

..., a que as religiões divinizaram, por essa razão os vãos da Europa cristã estão repletos de sinais de Deus:

Como nas igrejas e catedrais.

 

Até mesmo quando são vãos interiores - ou, eventualmente, as casas sofreram campanhas de obras que os interiorizaram...? - como sucede neste exemplo que já publicámos, sobre o Palácio Amarelo de Portalegre.

DSCN4275.JPG

 A ver aqui


04
Jan 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...que as religiões divinizaram;

da Estrela, ou o Astro que, se nos falta (desastre), nos tornará desastrados.

estrelas-2017.png

 E os nossos caminhos por aqui, Thanks God, eles mantêm-se.

Porque nem sequer algo pequeno, mesmo muito pequeno, alterou fosse o que fosse…


31
Dez 16
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... aqui, não é publicidade para vender livros. Estamos a ver mais além...

leiam:

http://www.bethlehemstar.com/setting-the-stage/why-are-we-hearing-this-now/

 


28
Dez 16
publicado por primaluce, às 12:15link do post | comentar

... - ficaram plasmados nas obras mais cuidadas:

DSCN1113.JPG

Centro histórico do Porto

(post anterior)

Guardar


27
Dez 16
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... e convencer os que ainda têm valores, que o único que vale alguma coisa é o dinheiro.

 

Porém constata-se, que até comercialmente, é também no natal (natividade ou encarnação) que todos continuam a buscar a sua principal referência.

Seja para o que for (?) - do comércio ao decorativo, passando ainda por alguma réstea de espiritualidade - verifica-se, sem espaço para dúvidas, e como referiu Jacques Le Goff, que «a base» é sempre a mesma...

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/a-encarnacao-95303

http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/cruzes-cristas-95528

E numa Economia Visual máxima que caracteriza o desenho (mas que hoje praticamente ninguém tem equipamento intelectual necessário para compreender esse fenómeno), desse modo, o essencial do cristianismo expressou-se assim:

Economia-visual.jpg

Saindo revigorado - como provam os Revivalismos - depois da Reforma de Lutero


25
Dez 16
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... para montar.

Mas primeiro descubra onde está um quadrifolio, uma aura quadrada - sinal de correcção e ortodoxia; um "T dentro do O" - sinal/símbolo da Oikoumene.

E a Estrela de David?

E uma cruz em aspa, um vão bífore (ou de duas luzes), tradutor do filioque?

presépio-POPUP-2016-p1.JPG

Ou ainda, para traduzir a ideia do filioque - defendida por Carlos Magno, onde estão os entrelaçados e os vimes: obrigatórios na iconografia dos presépios germânicos?

presépio-POPUP-2016-p2.JPG

Onde está uma mandorla? E os losangos - que na arquitectura renascentista substituíram o arco quebrado?

Olhar é ver e compreender: Feliz Natal!


mais sobre mim
Janeiro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
12
13

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


arquivos
pesquisar neste blog
 
tags

todas as tags

subscrever feeds
blogs SAPO