Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
13
Dez 17
publicado por primaluce, às 16:00link do post | comentar

... de que alguns não querem nem ouvir falar

Como se as aldrabices fossem coisas «raríssimas»: desgraças nunca vistas?


09
Dez 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

E não sendo o centro das nossas ocupações (e preocupações), anda lá perto.

 

Porque, parece-nos, não há o direito que a Humanidade não tenha (algures?), uma reserva de lógica, de conhecimento da história: um qualquer repositório do que aconteceu e nos faz ser hoje aquilo que somos.

Também porque atrás das guerras ou da paz estão muitos materiais inconscientes, do individuo e do colectivo, que só faz sentido a Humanidade (auto-)conhecer.

E as Cidades com a Arquitectura, os ambientes onde vivemos, repletos de sinais são uma das melhores maneiras para que esse conhecimento aconteça

Mas posteriormente acrescentado: O repositório que nos queixamos de não existir, ou de constituir um arquivo organizado como Enciclopédia; enfim, muitos desses elementos existem, só que por ai dispersos, tendo nós a sorte, por vezes, de os encontrar, como aqui se explica e ensina.

Faltando, claramente, a atitude do universitário que reúne, organiza e põe à disposição de todos esses conhecimentos...


07
Dez 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... depois de um desenho feito, face às suas potencialidades, pode ser difícil não ficar fascinado, ainda mais... (do que já se estava perante o modelo real que se decidiu captar)

 

E isto porque, sendo nosso, os direitos do autor também são os nossos, conferindo-nos a maior liberdade para fazer experiências. 

transformação-1.jpg

transformação-2.jpg

E de transformação em transformação, assim se vai mudando a realidade. Quase como quem projecta, mas neste caso «laboratorialmente». Para além das distorções da visão e as normais incorrecções que, como sabemos, qualquer desenho sempre tem...*

Também a fazer lembrar o texto de Helena Matos, aplicado aos dias que vão passando: 

"A festa do cone iluminado"

Só que, à Iconografia dos Estilos, decorativos e arquitectónicos, as imagens já chamadas décor (por Vitrúvio), que eram usadas por uma conveniência máxima, e a melhor adequação ao discurso que os monumentos supostamente, deveriam transmitir (de modo veemente, ou retoricamente); a todo esse discurso visual do passado, aos estilos aconteceu, exactamente, o mesmo que aconteceu a uma árvore. A árvore de Natal, depois de muito depurada e estilizada é hoje o cone iluminado que se vê em várias cidades.

Mas também, por acaso (ou não?!) a dita árvore pertence a uma espécie botânica ainda genericamente chamada conífera**.

De transformação em transformação, os estilos deixaram de ter sentido***, pois perdeu-se a noção do significado dos motivos (decorativos), e a ligação que tiveram um dia, à forma primeira: quer fosse a forma natural, ou a conceptual (nascida na geometria).

Ou, dito com mais correcção: a razão - visual/comunicacional, que tinha estado na origem desses motivos - essa razão, perdida a semelhança, também se perdeu (lost meaning - escreveu George Hersey).

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*Distorções que muitas vezes acrescentam graça, ou até algum charme?

**E esta designação (conífera) obriga a sublinhar uma ideia que é frequente: por vezes o desenho já não se relaciona o bastante, ou identifica, com o objecto inicial, porém ainda ficou o nome.

***O que nos lembra Nuno Teotónio Pereira. Seguindo «o apelo» de Adolf Loos, em prol da simplificação visual dos elementos decorativos (também para que se baixassem os custos das obras). Só que assim, NTP quis ter ao mesmo tempo duas «vontades» que eram absolutamente contrárias:

1º - Repudiar os "antigos ornamentos"

2ª - No movimento de renovação da arte religiosa, ter «novas imagens» adequadas aos espaços de culto. Porém, essas novas imagens, frequentemente, foram simplificações/geometrizações da iconografia mais antiga. Enfim, numa frase curtíssima A. W. N. Pugin tinha explicado bem como essas imagens tinham nascido 

(o que fica para outro dia)


05
Dez 17
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

... o ensino de desenho + os fundamentos teóricos das formas arquitectónicas

Sea-side-cascais-GOTHIC.ROOFSeoutros.jpg

De Raul Brandão, segundo J.-A. França - «Cascais, com a adjacência dos Estoris, era a corte na intimidade» (1919, in Memórias).

Nada como os riscar (aos fundamentos teóricos das formas arquitectónicas). ou desenhar com prazer e depois transformar, q.b., a gosto.

Com destaque para os telhado góticos que foram muito menos "para a neve escorregar", mas feitos sobretudo como sinais de realeza e de nobreza.

Seguindo ainda o Libellus formatione arche de Hugues de Saint-Victor


02
Dez 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

...para conhecer toda a história da construção desta obra inglesa em Sintra, essencial na criação da Paisagem Cultural da Serra e Vila de Sintra, da UNESCO

 

Sobretudo para poder compreender a 1ª versão da obra de Monserrate, foram inúmeras as leituras feitas.

ingleses em Portugal 001.jpg

De entre essas destacamos o livro acima, que deu - para além das informações mais gerais que eram necessárias ao processo de investigação -, também nos deu muito gozo e algum divertimento: relacionado com episódios e várias pequenas estórias.

Depois, e a acrescentar a todas essas, por exemplo algumas cartas de Horace Walpole são igualmente ricas de informações que interessava considerar.

Por exprimirem não apenas a mentalidade do séc. XVIII; i. e., a mentalidade que tinham alguns dos seus contemporâneos, pois foram imensos (em quantidade) aqueles com quem se correspondeu. Mas ainda, por já avançarem esboços de uma mentalidade futura. I. e., dada a «qualidade» e o estatuto social dessas personalidades a quem escrevia, e de quem recebia cartas, visto que serem todos de um ranking superior (ou bem acima da média dos comuns mortais).

Assim, essas muitas leituras que conseguimos fazer, permitiram também ver (para a frente), o retrato das lógicas, e mentalidades, que no futuro, muitos mais iriam ter.

E nesse aspecto, há que o confessar, consideramos que o século XVIII é absolutamente fascinante!

Claro que todos os tempos estão cheios de modernidade, que a Idade Média, é uma imensa promessa de futuro, que o Renascimento é um «debate» constante entre o passado e o que há-de vir; entre um platonismo idealista que vinha de trás, e um realismo aristotélico (por influência de S. Tomás de Aquino), que crescentemente tenderia a influenciar todos.

Só que (talvez?), é no século XVIII* que esse debate tende a estabilizar. E portanto a poderem reconhecer-se várias lógicas do pensamento, com maiores afinidades com as lógicas que hoje, em geral, quase todos temos

~~~~~~~~~~~~~~~~~~

*E na classificação que normalmente os historiadores aceitam, numa «divisão do tempo em fatias» que eles fazem, e a que chamam períodos históricos, é para nós interessantíssimo que Jacques Le Goff tenha considerado, ao contrário da maioria, que a Idade Média se estende até ao séc. XVIII.


30
Nov 17
publicado por primaluce, às 12:00link do post | comentar

Neste caso, muito do que se reuniu na investigação dedicada a Monserrate foi o culminar de inúmeras leituras, também de pesquisas e de variadíssimos dados que se juntaram. Junção, ou reunião em que a memória tem um papel preponderante na interligação das partes logicamente associáveis. Quer na associação de imagens que aqui e ali, parecem estar a repetir-se*; quer ainda no ressurgir, mais do que uma vez, dos mesmos nomes.

Se hoje chamamos a um desenho a nossa «Pedra de Roseta», o que dizer por exemplo das leituras sobre William Beckford em Portugal, sobre De Visme, ou ainda sobre o Embaixador de Inglaterra, que foi Robert Walpole?

BHS-PORTUGAL 001.jpg

Ou, o que dizer do facto de termos notado – por que já antes memorizado, nessas muitas leituras... - a coincidência do seu sobrenome ser o mesmo de Horace Walpole, e de Robert Walpole (pai de Horace), de quem se diz ter sido o 1º PM inglês?

As dúvidas faziam sentido, eram precisos dados mais concretos e assim em Março de 2002 perguntou-se à Embaixada inglesa em Lisboa, que informações dispunha sobre Robert Walpole. Do embaixador vindo de Londres, que deambulou por Lisboa e arredores - Sintra, Mafra, Queluz, Belém, Benfica - com Gérard De Visme. Uma proximidade que muito desagradou a William Beckford, que por isso se queixava, porque lhe impediam uma aproximação à Corte: i. e., à Rainha e ao Príncipe D. João...

A pergunta foi feita e a resposta obtida foi esta:  

"Hon Robert Walpole. Envoy Extraordinary and Plenipotentiary 1771-1800.

  Credls., instrs. and separate instrs. all 27 Dec. 1771 in F.O. xc, 50; credls. (to new sovereign) 25 March 1777 in F.O. xc, 50.

  Arrived Lisbon shortly before 26 Jan. 1772, did not deliver credls. till 8 March 1772.

  Dispatches, etc.: B.M. Add. MSS. 23670, 24158-73 passim, 28064. 28066, 35540, 35542-3,  35609, 35612, 35618, 36811, 38310, 38395; Eg. MS 2701; H.M.C. III, 250; 250; V, 254; VIII, pt. 2 121 f.; Leeds MSS. 55.

  Secretary: William Mottier (H.M.C. VIII, pt. 2, 125)"

 B.M. - British Museum

H.M.C. - Historical Manuscripts Commission

A informação pode parecer curta (?), mas por outras fontes, incluindo por exemplo uma Carta de Mme. Du Déffand a Horace Walpole; cruzando várias notícias consegue-se «imaginar» como viveram, por aqui, no século XVIII, "os ilustres visitantes"    

~~~~~~~~~~~~~~~~

*É quando por acaso nos lembramos e questionamos (quase inconscientemente): "Onde é que já vi esta imagem? Onde é que já li ou ouvi aquele nome?, que paramos e reparamos. É nessa altura que o assunto passa do inconsciente ou do sub-consciente para o consciente.

E depois, com Ciência, percebe-se que vale a pena ir saber melhor...


27
Nov 17
publicado por primaluce, às 14:00link do post | comentar

Futuro com maiúscula, porque é isso que se pretende - seja grande! .

 

Hoje a ideia de Desenho, como concepção de algo (ou o design de alguma coisa) ultrapassou a fronteira das profissões dos que, habitualmente, se ocupavam a pensar as imagens do Futuro.

Antes eram quase só os arquitectos, os desenhadores ou os designers; os engenheiros e também ainda os economistas - planeadores do território e suas actividades económicas... - quem falava da concepção e do desenho das soluções que iriam inovar, ou remodelar (para melhor), o que já existia: i. e., por exemplo as designadas «realidades pré-existentes», da gíria profissional dos arquitectos.

Realidades que, seguindo o seu método de actuação (a chamada metodologia projectual - que continua a ser, frequentemente, uma disciplina dos primeiros anos de muitos cursos), eram obrigados a conhecer, fazendo por isso vários levantamentos (das situações).

E levantamento é uma outra palavra conotada com várias das profissões acima mencionadas. Só que, para muitos, um levantamento da situação existente, limita-se a ser um desenho...

Nada mais errado, já que nem tudo se exprime, ou traduz facilmente, por desenhos e esquemas. O texto (corrido, normal, descritivo) continua a ser preciso e necessário nas referidas profissões, como nas outras.

E em muitas delas, o levantamento (do existente) - que se resume e apresenta com peças escritas e peças desenhadas - não é senão a especificação de um caso concreto.

Caso(s) concreto(s) que em geral não são excepções (embora possam sempre existir as excepções que confirmam a regra!); ou seja, os casos que por isso integram as visões gerais ou generalistas que se aprendem, por exemplo, nas disciplinas de História: história da arquitectura, história do mobiliário, história do design, história da vida privada, história das ideias, história da filosofia, etc., etc.

Ou seja, todos os etcs. que se quiserem ter, por uma óbvia necessidade metodológica. Sendo que esta se prende, felizmente, com a ampliação (e a pulverização) do Conhecimento, relativamente ao que era, por exemplo, no tempo de Marciano Capella*.

Porém, há que não o esquecer, que em cada «ramo» ou área desse Conhecimento, mais recentemente, quem os separou e os «pulverizou», pode não ter visto ou compreendido que ao separar estava a cortar continuidades lógicas, que sempre tinham existido...

MoyenÂge 002.jpg

 (contra-capa do Dictionnaire du Moyen Âge)

Esquecendo-se que há dentro de nós, vindos de há milhares ou centenas de anos - recebidos formal ou informalmente? - inúmeros dados, informações, desenhos, sons, frases, sentenças, ditados provérbios; mas também há ainda cheiros e sabores recriados, e cujas origens interessam conhecer.

Interessando sobretudo aos criativos, desenhadores do Futuro, para as pôr, ou repôr**, ao serviço das suas variadas actividades e profissões: Novas profissões que estão a nascer em cada dia que passa...  

 ~~~~~~~~~~~~~~

* Marciano Capella, no séc. V escreveu De nuptiis Mercurii et Philologiae - uma extraordinária metáfora alusiva aos Conhecimentos que então se deviam reunir (e razão para a designação do Ph.D dos dias de hoje).

**Não esquecendo que algumas «receitas» - em geral bem sucedidas -, como é a de "tradição e modernidade", ou a de "inovar com peças antigas", para se obterem soluções e ambientes com imagens (e sabores) a que se está habituado;

Acontece que estes objectivos concretos exigem bastante subtileza e muito saber. 


23
Nov 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... não é fácil mudar a História: principalmente os erros acumulados.

Por isso há que não desistir

 

Sobre Monserrate, o trabalho de investigação (que me fez «abrir os olhos») foi defendido na Faculdade de Letras, com um título resumo das principais novas ideias: ‘A Propósito do Palácio de Monserrate em Sintra – obra inglesa do século XIX – Perspectivas sobre a Historiografia da Arquitectura Gótica’.

E as «palavras-chave» escolhidas foram: Diagrama Medieval, Sobrevivência do Gótico, Aqueduto de Lisboa, Neogótico, Romantismo.

Mais tarde (2007), sendo preciso encontrar um título mais curto - e podendo esta escolha parecer muito simples (a aprovar por Rogério Mendes de Moura, da Livros Horizonte) – surgiu  ‘Monserrate uma Nova História’, como está publicado.

Só que ainda obrigou a um demorado brainstorm... 

Em geral, nas ditas «tempestades mentais», no fim não é muito claro de onde veio a melhor ideia, ou o porquê da preferência? Mas connosco, quando  enfim se disse “Nova História” (e se ouviu...), percebemos que a procura estava acabada. Pois com esta expressão englobava-se muito mais: ligando ao movimento Nova História surgido em França, com o intuito de não se verem apenas os grandes factos*.

Aplicado a Monserrate, pensávamos, iria mudar a maneira de contar a História da Arquitectura da Quinta de Sintra-Colares, que sempre foi, para todos, um enorme enigma**. De futuro, talvez não se ouvisse mais uma longa-lenga-lenga, que começava por um cavaleiro moçárabe, que se tinha batido..., que construíra uma capela..., e ainda o padre Gaspar Preto..., uma peregrinação a Monserrat, etc., etc.

O resumo da nossa investigação dedicada a Monserrate não está publicado, mas pode-se ler aqui: http://primaluce.blogs.sapo.pt/129187.html

~~~~~~~~~~~~~~

*Ver por exemplo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_dos_Annales

**Desconhecimento que levou, numa visita oficial a um país do Médio Oriente, a Sra. Ministra da Cultura (Isabel P.de Lima), a pedir apoios para o restauro de uma obra que, por maior/melhor síntese que seja - entre as arquitecturas do Ocidente e do Oriente -, é acima de tudo um retrato da Globalização e Imperialismo Inglês, no século XIX.

  

 


22
Nov 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

O que pode parecer hesitação no pronome - ser minha ou nossa? - não é senão propositado, uma preocupação com a concordância.

 

No singular porque há um sujeito que é só ele, no plural porque como explicou Umberto Eco é assim que se escreve uma tese. E claro que a postura que tive ao escrever a tese se mantém, em geral: esteja aqui ou na universidade, porque é o mesmo objectivo.

Mas então, afinal o que é a Pedra de Roseta? A Wiki diz.

Acontece que em 2001 quando Maria João Neto dizia ser essencial perceber "As Origens do Gótico para perceber Monserrate", alguém pôs-nos à frente dos olhos esta imagem:

tumuloEgasMoniz-A minha pedra da Roseta.jpg

E foi assim, que um desenho a retratar os Monumentos Sepulcrais de Egas Moniz e seus Filhos - integrante de uma publicação de Júlio de Castilho -, se veio a tornar (completado por muitas mais infos, e a imagem abaixo na qual já estávamos a pensar) na minha/nossa Pedra de Roseta.

Isto é, foi um auxiliar precioso para «a tradução» daquilo que para muitos constitui um símbolo ou um código (secreto*).

Mandorla segundo James S. Curl

Interessantíssimo ainda, é que entretanto tenhamos podido saber que James S. Curl (que foi para nós um autor e fonte de informações extraordinário) escreveu este título, em 1991: The Art and Architecture of Freemasonry. An Introductory Study, como aqui se informa.

Por fim, uma ideia (muito gira!) de A. Quadros:

Queria que houvesse um Champollion para o que considerava ter sido uma escrita ibérica.

Escrita que é impossível não associar às informações de um dos nossos posts anteriores.

Acontece que há muitos mais posts, mas sempre nesta linha: por se ter a consciência que «rabiscos e gatafunhos», como hoje lhes podemos chamar**. Foram como mapeamentos a tentar explicar e exprimir (por esquemas) o Deus Cristão. Porque a noção de Unidade e Trindade - ao mesmo tempo - não é fácil de traduzir por palavras.

~~~~~~~~~~

*Secreto e emocionante, na acepção que Umberto Eco reconheceu (com ironia) estar nas palavras símbolo, código e outras semelhantes. Para ele, quem ouve estas palavras, de imediato lhe acorrem, mentalmente, as mais variadas teorias (da conspiração)...

**Ou, em alternativa, por esses esquemas se assemelharem a diagramas projectuais (arquitectónicos), alguns poderão dizer "dataflow diagrams". E o que é interessantíssimo na História da Arquitectura, por exemplo depois de Leonardo da Vinci, é poder perceber-se a evolução dos mais simples Diagramas Medievais, que eram para serem vistos sem distorções, ou em Alçado, a tornarem-se em formas  muito mais complexas (e muitos mais ricas em todos os sentidos, inclusive numa tridimensionalidade que passa a ser perspéctica), imprimindo ao Maneirismo, e sobretudo depois ao Barroco,  aquilo que vem a constituir, e é ainda agora assim considerada a sua principal característica!


19
Nov 17
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... mais todos os que defendemos a ideia de que "a forma segue a função". Como ficamos (perplexos?), e o que pensamos (?), quando vemos a alteração de uso que é feita dos objectos?

Quando se põem «ao serviço de outras funções», que não aquele para que foram feitos, objectos e equipamentos, que assim se tornam redundantes...

E para «alindar» este post - que é como quem diz sem sentido decorativo (o que etimologicamente a palavra decoração confere) - inclui-se uma imagem escolhida para frontispício de um livro, por Philibert de l'Orme; ele que foi um dos principais responsáveis da transmissão de ideias essenciais relativas ao estilo françois (gótico)

frontispicio-philibrtDelorme-2.jpg


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