Inspirado na Nova História (de Jacques Le Goff) “Prima Luce” pretende esclarecer a arquitectura antiga, tradicional e temas afins - desenho, design, património: Síntese pluritemática a incluir o quotidiano, o que foi uma Iconoteologia
21
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

... no Ensino Superior do Design

 

Ou, o concretizar de um provérbio muito giro:

"Quem sabe faz, quem não sabe ensina"?


19
Set 17
publicado por primaluce, às 21:00link do post | comentar

É dele esta peça que alguns (e um certo CD), por questões de inteireza que são essenciais à vida em sociedade, deviam conhecer:

Põe quanto És no Mínimo que Fazes

Para ser grande, sê inteiro: nada
          Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
          No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
          Brilha, porque alta vive


Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

A ler aqui

Expo-Gulbenkian-2017.jpg

Fotografado em 2017, na FC Gulbenkian


15
Set 17
publicado por primaluce, às 13:00link do post | comentar

Podem ser as proposições de um Silogismo...

 

Mas aqui para nós - e a colocar principalmente em ICONOTEOLOGIA -, vão constar várias informações que permitem sustentar, e aos leitores compreender, o que se pretende explicar sobre a efabilidade* da Elipse. Isto é, como a referida forma (mais uma entre centenas ou milhares de formas**?) passou à Arquitectura com o objectivo de traduzir Deus.

É que para o artigo/posts que andamos a compilar e redigir, com vista a uma versão final, sobre o claustro da Sé de Portalegre, é muito (como sempre temos dito) aquilo que se perfila no nosso horizonte.

Os nossos blogs vão estar (por uns tempos), sincronizados e em sintonia.

FelizmenteSouDumTempoEmQueA.jpg

Em livro nosso, e da BAQ "o que vários autores escreveram sobre a Geometria"

~~~~~~~~~~~~~~

*Efabilidade - palavra tão pouco usada (normalmente em Filosofia) que nos levou a outros artigos que vale a pena destacar

**Escreve-se assim, mas depois também nos lembramos dos autores que referem um número pequeno/restrito de formas. De acordo, só que as combinações com base na Geometria são infindas. Como se a Geometria fosse - e dissemo-lo na FBAUL, e a Fernando António Baptista Pereira -, como uma Gramática. Ou a base de várias Polissemias?

Mas lá chegaremos, não muito diferente, do que vários autores escreveram sobre a Geometria, porque um Work in progress é para progredir

Ver também Premissas I, onde se faz referência ao Céu (ou a Abóbada Celeste), presente nas religiões.


13
Set 17
publicado por primaluce, às 10:00link do post | comentar

Vinda da Europa, uma forma de esbater a interioridade

Para além das pontes que queremos ajudar a construir...


08
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... produz os seus frutos, próprios da estação e época do ano.

Nem sempre aqui (Primaluce), mas sempre a trabalhar

"comme il faut" (neste caso para Portalegre)

Actividade non stop a que se acrescentaram hoje (11-09-2017) - várias «novas infos».

Portalegre a cidade que nos está a dar - como a partir de Abril 2011 começámos a compreender poderia acontecer... - a hipótese de reunir todas as pontas (fazendo nós, laços e entrelaçados..., ou seja sínteses) de uma vida inteira de trabalho.

Quem diria?

Mas hoje, é inclusivamente no espaço onde está plasmado, em pilastras côncavas, o símbolo do infinito (que descobrimos e por isso ficou destacado na p. 38 de Monserrate uma Nova História*); hoje é nesse espaço que dormimos em Portalegre. Em paz, sob Ogivas Barrocas**, como nos dá imenso gozo dizer.

TectoCarpintariasDel'Orme.jpg

Acima uma criação de Philibert De l'Orme (1514-1570), para Ogivas aparentes, em madeira. Esta interpretação nossa, e prova-nos a existência de uma vontade de ter à vista elementos que pouco ou nada contribuíam para um suporte efectivo da construção. Pelo contrário, iriam pesar sobre outras estruturas, ou o conjunto do edifício. Na actualidade seriam designadas como sub-tectos ou tectos falsos.

Curiosamente, a legenda desta imagem em Teoria da Arquitectura do Renascimento aos nossos dias, Taschen 2003 (ver p. 213) diz o seguinte (com que, em absoluto, não podemos concordar):

"Sistema de abóbada

De l'Orme faz aqui a demonstração do vigamento «com pequenas traves» de que é inventor (...) Nouvelles inventions pour bien bastir...1576 (...)"

Percebe-se, perfeitamente, que os historiadores de arte aceitem esta legenda; mas no nosso caso não a aceitamos, tendo a dizer sobre ela: Não, não e não!

Porque essa legenda devia ter algo mais, como por exemplo: "De l'Orme inventor de um sistema de abóbada, falante, e portanto para ser visto".

~~~~~~~~~~~~~~

*ISBN: 978-97224-1528-6. Livros Horizonte, Lisboa, Fev. 2008, por Glória Azevedo Coutinho. E é aqui que entra, com toda a força, a questão que não pode deixar de nos surpreender: Como e porquê se herda uma casa que tem no seu espaço mais valioso e expressivo, exactamente uma imagem iconográfica que descobrimos (e todos todos escondem)?  

**Equivalentes às que Philibert De l'Orme ensinou a construir (ou preconizou se deveriam empregar e estão na imagem que ilustra o post de hoje)


05
Set 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

Ou, talvez o Glossário Visual que estava previsto no nosso plano do doutoramento?

 

Seja qual for a resposta, são bem-vindos pois aqui ensina-se com gosto. Apresentando agora os principais Termos de Pesquisa em Iconoteologia (dos últimos meses):

 

  1. arco abatido ou asa - 3
  2. a diferença entre elipse e oval - 2
  3. qual é a diferença entre elipse e oval - 2
  4. a diferença entre oval e semi val - 1
  5. arco arabe construçao - 1
  6. azulejos ponta de diamante - 1
  7. couceiras - 1
  8. diferenca de oval e elipse - 1
  9. o que era a escola livresca - 1
  10. significado de cultura livresca - 1
  11. simbolo infinito moebius - 1

Wells'_Cathedral

Na imagem aquele que é (para nós) talvez um dos arcos mais surpreendentes da História da Arquitectura.

E perguntamos nós: Arcos Opostos, será uma boa designação? Acrescentando: num louceiro antigo, será que alguns não têm em casa (na casa de jantar, ou na sala), esta mesma iconografia? Com mandorlas topo-a-topo, ou arcos quebrados colocados também nessa posição? 

Só que, dirão, mas o Louceiro já não é assunto da História da Arquitectura porque é assunto da História do Design! Pois, dirão espontanemamente, já que ninguém ensina, ou ensinou, que a maioria das formas da arquitectura (dita arte maior) também foi parar às que antes foram designadas artes menores.


30
Ago 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

... estamos a escrevê-lo: in loco*.

 

Já se fotografou, mas não desenhou, tendo «pedido» ao computador para o fazer.

Só que, acontece!, serve-nos de pouco, pois são muitos os riscos, mas pouca ou nenhuma é a "precisão linguística" destes desenhos (que o dito computer nos faz):

oClaustroDaSé-desenhoAutomático(computer).jpg

oClaustroDaSé-desenhoAutomático-2(computer).jpg

Concluindo:

É a maior das verdades - que os computadores são bem intencionados -, porém falta-lhes a verdade maior da interpretação (vinda da mente e da mão) humana.

E, para quem está interessado em Elipses e sobretudo como depois de Kepler essas formas "effabilis" «saltaram» para a arquitectura, pois que aguarde. Já que, se Roma e Pavia não se fizeram num dia, o mesmo se passou com este claustro oitocentista.

E assim, com Ciência, aqui estamos nós a pensar neste assunto! Que é coisa para a qual o metafórico «Senhor dos Agregados» - que em Santos (seja na freguesia lisboeta, ou sobre o tema) tão bem enfia a carapuça; porque não tem treino, jeito ou sequer algum saber (que seja científico). Restando-lhe, como se sabe, prejudicar os outros...

~~~~~~~~~~~~

*Devagar, devagarinho, para poder chegar mais longe


24
Ago 17
publicado por primaluce, às 18:00link do post | comentar

Serão vírus? Será gente...

 

Gente não é...

Certamente... mas como já se escreveu http://primaluce.blogs.sapo.pt/numa-certa-escola-de-ensino-que-se-diz-380679 estamos a ter dificuldades em ‘postar’ da forma como nos habituámos em 2010.

Portanto o estilo de blog que criámos em 2010 vai ter que sofrer alterações 

Enfim, seja lá porque for, não caia, não se desmanche ou sequer desagregue, e veja em https://www.facebook.com/gloria.azevedocoutinho.7,

Também em http://iconoteologia.blogs.sapo.pt/faz-hoje-445-anos-uma-historia-102155, pois todos os caminhos convergem para Roma!


18
Ago 17
publicado por primaluce, às 00:00link do post | comentar

As visitas dos nossos leitores sugerem que não nos calemos: que se insista no que temos escrito, depois de se ter compreendido:

1. que há uma nova Historiografia da Arte a ser «desbravada»

2. que há inúmeras provas - mesmo difíceis e complexas como, é aliás apanágio das melhores investigações no ensino superior - das teorias em que temos «batalhado»

3. que é preciso, sem dúvidas, difundir essas ideias e teorias

ArquitravePugin.jpg

E com esta Arquitrave de Pugin - de uma só pedra (pois escreveu one stone) - divirtam-se! (se conseguirem...)


08
Ago 17
publicado por primaluce, às 15:00link do post | comentar

... mas é sim uma óptima opinião.

 

Por nós, continuamos a desbravar os nossos temas, os que ninguém quis validar, apesar de nos irem dizendo que é muito bom, muito bom, muito bom! Sobretudo muito bom para esconder e silenciar!

E porque não quiseram apoiar? (perguntarão alguns dos nossos leitores).

Ora essa pergunta, mais uma vez faz-nos voltar atrás, e hoje como ontem (ou sempre) vamos recolocando a questão. Porque o tempo faz milagres e à medida que passa obriga a repensar e a rever. E assim já não revemos apenas os palermas - que tudo fizeram para nos prejudicar -, mas também as suas instituições que saíram prejudicadas por terem à sua frente e em lugares de decisão gente como eles.

Ganhámos nós, porque para o tempo presente, e face ao passado que já foi (e eles esgotaram com as suas palermices...e suas sabedorias tão doutorais), nós ainda temos em mãos um valor precioso...

Mas leiam a Opinião de um Bolseiro de Investigação, que talvez pense diferente dos demais (tal como ele avisa), e como o Ensino pouco ou nada beneficia da investigação feita. 

No nosso caso - como dito e redito, também prometido - muitas das melhores informações vão continuar a ser trabalhadas e apuradas para quem nos lê.

Seja em Lisboa, ou, como está a suceder pelo Mundo fora. É que por exemplo a questão interessantíssima das formas efáveis e inefáveis (como hoje encontrámos, em expressões de G. Hersey) ou ainda a Geometria Elástica de que escreveu L. Sullivan há cerca de 100 anos, está longe de se esgotar e muitos posts vai dar.

Não esquecemos, nem poderíamos, que algumas passagens extraordinárias e citações que fizemos, já surgiram apenas para esta nossa «auto-edição»; concretamente para ICONOTEOLOGIA (e Casamarela)


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